Forbidden Love
20 Amanhecer
Notas iniciais
–Esta louco solte-me. – Disse. – “Acho que foi quase um grito, eu me debatia e uma hora ele me soltou”.
–Será que agora você pode parar de fingir que não me quer, por que a coisa que mais quero e você. – Disse ele.
–Humpf até parece que vou aceitar assim de boa não! – Eu disse.
–Você é insuportável sabia. – Disse ele. – “Se aproximando de mim”.
–Sei que sou! – Eu afirmei. – “Empinando meu nariz”.
–Não finja. – Disse ele. – “Olhou para minha boca, depois pegou minha nuca e a acariciou, olhava fixamente em minha boca”.
–Não estou...- Eu disse. – “Olhando também para sua linda boca, ele chegou perto demais”.
Sorriu antes de começarmos a nos beijar ele fez de propósito caiu ao chão e deixou eu cair por cima dele nos demos risada, e ele continuou a me beijar.
–Você é um bobo mesmo. – Eu disse. – “Sorrindo, ele olhava em meus olhos atentamente”.
–Sou? É sou bobo mesmo demais até. – Disse ele. – “Sorrindo, me beijou”.
–Não era para me dar medo? – Eu perguntei.
–Há quer sentir medo? Vou te mostrar. – Disse ele. – “Pulou em cima de mim, segurando meus punhos contra a grama, e me beijou intensamente”.
Eu mordi seus lábios e ele recuou um pouco, não mordi para agradar mesmo mordi para machucá-lo.
–Isso é muito pouco, achava que conseguia fazer mais que isso me impressione! – Eu disse. – “Desafiando-o”.
–Aé? – Disse ele.
Ele rasgou minha blusa e foi para minha boca fiquei sem reação, ok ele me imprecionou, ele foi para o meu ouvido e falou.
–E agora esta bom, posso te dar mais se quiser. – Disse ele – “Falando em meu ouvido”.
–Não esta bom. – Eu respondi rapidamente. – “Empurrando ele de cima de mim e me levantando rapidamente”.
–Ue não estava gostando? – Perguntou ele. – “Rindo”.
–Você rasgou a minha blusa Nathan! – Eu gritei.
–Calma, você não queria que eu fosse mal. – Ele disse.
–Queria, mas não era pra tanto! E agora o que eu vou fazer! – Eu disse.
–Calma corre para dentro da sua barra e troca de blusa, ou finge que vai dormir seila inventa. – Disse ele.
–Ai eu to com uma raiva de você! – Eu disse.
–Eu também te amo. – Ele disse. – “Sorrindo, chegando perto de mim e me dando um beijo”.
Eu o empurrei para longe depois do beijo, ele deu uma risada baixa e eu o olhava com raiva.
–Vou ir pra lá, estou frita e você também! – Eu disse. – “Virei as costas e corri para o nosso acampamento”.
Eu corri pro acampamento, segurando minha blusa para que eu não parecesse estar só com sutiã, eu me atirei para dentro da barraca e fechei ela rapidamente abri minha mala e peguei uma blusa velha, botei ela rapidamente e sai da barraca e fui sentar com eles novamente perto do fogo. Todos ficaram me observando atentamente, Nathan ainda não havia voltado da floresta e eu começava a me preocupar.
–Filha e o marshmallow que você foi buscar? – Perguntou minha mãe. – “Com uma cara desconfiada me analisando”.
–Não achei mãe fiquei lá até agora procurando. – Eu disse. – “Tentando ser o mais convincente possível, ela continuava a me analisar com seus olhos desconfiados”.
–Gente acho que vi um lobo! – Gritou Nathan. – “Ele vinha correndo da floresta pro acampamento, seus olhos estavam arregalados de medo”.
–Como?! – Disse seu pai. – “Levantando rapidamente”.
–Vem Gabriel, vamos para barraca. – “Disse minha mãe levando ele correndo para barraca”.
–Isso mesmo pai, eu vi um lobo na floresta ele rosnou para mim acho que ele viu nossa fogueira. – Disse Nathan.
–Droga melhor nos entrarmos rápido! – Disse Sr.Arthur.
Corri para minha barraca e assim fizeram todos nós, o silencio se alojou por um longo tempo, estava quase pegando no sono, mas eu estava com muito frio para conseguir dormir não tinha trazido quase nada de coberta. Ouvi um barulho em minha barraca me encolhi o mais longe possível da abertura da barraca, fiquei com medo que fosse realmente um lobo, mas não era só Nathan ele esticou a mão para eu ir com ele e eu fui, ele me puxou para fora da barraca estava frio e escuro fora dela mais frio que dentro dela.
–Vem. – Disse ele. – “Ele pegou minha mão firmemente, mas sem machucá-la e correu para dentro da floresta, parecia que estávamos bem longe em poucos passos que demos”.
A escuridão era grande, não via nada alem de seus olhos e de sua boca se aproximando da minha. Ele me beijou.
–E o lobo? – Perguntei.
Ouvi sua risada na escuridão.
–Não existe lobo nenhum, queria um pretexto para ficarmos sozinhos. – Disse ele. – “Senti seus lábios delicados percorrerem minha boca me beijando intensamente”.
Ele me puxou para de encontro ao seu peito eu enrosquei meus braços em volta de seu pescoço sem parar de se beijar um segundo que fosse, ele desceu suas mãos que seguravam minha cintura, desceu até chegar a minha bunda me levantou e fez me enroscar com os pés em seu corpo.
–A grama esta molhada. – Eu falei.
–Depois tomamos um banho no lago. – Disse ele.
Me deu mais beijos e depois me colocou deitada na grama, eu olhei em seus olhos e era como se eles sorrissem para mim.
–O que seria da minha vida se eu não tivesse te conhecido em? – Disse ele.
–Um tédio! – Eu brinquei.
–Verdade, você faz tudo ficar ainda mais intenso! – Disse ele. – “Colocou minha mão para trás e me beijou intensamente”.
Seus beijos foram percorrendo meu corpo, ele chegou na parte onde minha blusa o atrapalhava ele a tirou e continuou a me beijar e as vezes até me morder. Ele voltou de vagar com sua boca na minha depois deu um beijo em minha testa e voltou a me encarar com seus lindos olhos. Com minhas mãos eu acariciei seu rosto e consegui ver um sorriso lindo em seu rosto, com as duas mãos eu enrosquei em seu pescoço e puxei ele para perto de meu rosto obrigando a me beijar. Ele sorriu antes que nossas bocas se encontrassem podia ouvir nossa musica tocar mesmo ela não estar tocando minha cabeça girava com seus beijos tinha vontade de me entregar a ele de bandeja cada vez que sua boca encostava-se à minha, ele colou sua mão e minha nunca e forçou para a dele e eu fiz mesmo parecia que ele iria arrancar meus cabelos de tão forte que ele segurava e eu tentava fazer o mesmo eu estava tão entregada a ele que não conseguia resistir a nada. O meu destino estava selado com o dele não tem opção ele estava em mim e eu nele era como se fossemos feitos um na medida do outro perfeitos um para o outro eu ficava pensando quando ia acontecer alguma coisa para estragar tudo aquilo que tínhamos construídos com muito cuidado, eu precisava dele e ele claramente precisava de mim eu pensava que logo, logo iria acabar nada acontecia fácil para mim sempre vinha alguma coisa e derrubava o que construí sempre assim, meus morros sempre eram derrubados quando achava que estava forte o suficiente para ninguém conseguir destruí-los, mas sempre estou errada. Ele deitou ao meu lado e segurou minha mão me provando o que eu já sabia que estaremos sempre unidos não importa o que aconteça não importa o que os outros impõem a nos estaremos juntos para sempre mesmo estando longe. Nos dormimos ali sabia que concerteza ficaria doente a grama estava molhada e eu já estava dando indícios que ficaria com gripe, mas não liguei muito. O dia amanheceu e a claridade nos obrigou a acordar, desta vez que acordou foi eu ele continuava tentando dormir.
–Acorda bela adormecida. – Eu disse. – “Sorrindo, olhando para ele, ele abriu os olhos devagar e sorriu”.
–Mudamos de papeis? – Disse ele.
–Há me esqueci você é a gata borralheira não é? – Eu disse.
–Não. Sou o Bad boy lembra? – Disse ele. – “Sorrindo, levantou e veio em minha direção com aquele lindo sorriso malicioso que sempre espalhava em seu rosto”.
–Sai daqui. – Eu disse. – “Sorrindo e empurrando ele para longe.” — Viu por culpa sua estou toda suja de terra, agora quero um banho! – Eu disse. – “Tentei impor alguma autoridade em minha voz”.
Ele me olhou por alguns minutos me agarrou e me carregou até o lago.
–Me solta seu ogro! – Eu gritei. – “Ele me soltou no chão fazendo eu cair na grama”.
–Quem é ogro aqui! – Disse ele. – “Fazendo cara de brabo”.
–Sai daí Nathan já disse que não me assusta! – Eu disse. – “Me ajeitei na grama e fiquei sentada ali”.
–Ta foi mal. – Disse ele. – “Sentando ao meu lado”.
–Humpf. – Eu bufei.
–Há vem aqui. – Disse ele. – “Me puxou com seu braço para perto dele”.
–Será que agora posso ir tomar um banho no lago? – Perguntei.
–Claro vai nessa. – Disse ele.
–Ta Nathan então sai volta pro acampamento. – Eu disse.
–Ata ne Emy vai ficar de gracinha, por favor, vai querer que eu não te olhe nua isso parece até uma piada. – Disse ele. – “Rindo”.
Eu me levantei e olhei para ele.
–Sim não quero que me veja assim a luz do dia. – Eu disse.
–Você é linda não precisa esconder nada de mim. – Disse ele.
–Sei que não preciso, mas seila não me cinto à vontade. – Eu disse. – “Desviando meu olhar para não encontrar com o dele”.
–Vou te deixar a vontade. – Ele disse. – “Se aproximando de mim”.
Ele tirou minha blusa, depois meu shorts, e me deu um beijo me distraindo para conseguir tirar meu sutiã e conseguiu.
–Nathan! – Eu disse. – “Tapando meus seios”.
–Agora esta á vontade? – Perguntou ele.
–Não, mas já tirou a maior parte da minha roupa sozinho melhor eu entrar logo. – Eu disse.
Me virei de costas para ele, tirei minha calcinha e corri para dentro do lago, estava gelado então dei um mergulho rápido.
–Vou buscar sua toalha e roupas limpas. – Disse Nathan. – “Ele se afastou por dentro da floresta”.
Eu já tinha tirado aquela sujeira de meu corpo, sai do lago e coloquei minha roupas intimas e esperei Nathan voltar com uma toalha. Ele estava demorando demais, ouvi um uivo que me fez dar um pulo para trás fazendo me encolher mais ainda do que eu já estava por culpa do frio. Ouvi passos vindo da floresta estava com medo que fosse um lobo, mas não era só o Nathan.
–Esta tudo bem? – Perguntou ele. –Eu ouvi um uivo, e vim o mais rápido que consegui. – Disse ele.
–Esta tudo bem. – Eu disse. – “Ele percebeu que eu batia com meus dentes de tanto frio que sentia, ele correu com a toalha e me enrolou nela”.
–Vamos se não por uma roupa vai ficar doente. – Disse ele. – “Me enrolou na toalha como se eu fosse o recheio de uma panqueca, me pegou no colo e correu para o acampamento”.
–Não ia trazer minhas roupas? – Perguntei.
–Quando eu ouvi o uivo vim o mais rápido que consegui peguei só a toalha e corri para cá. – Disse ele.
–Há entendi. – Eu disse. –Ficou preocupadinho é? – Eu brinquei.
–Fiquei! – Disse ele. – “Me pondo no chão e daí me liguei que já estávamos no acampamento”.
–Vou me trocar e acho melhor você fazer o mesmo. – Eu disse. – “Ainda com as bochechas vermelhas, de ele ter dito aquilo”.
Ele me deu um beijo longo nos não queríamos sair daquele beijo, mas tivemos que nos interromper e cada um foi para sua barraca. Eu me vesti rapidamente e me deitei com meus poucos cobertores, e tentei dormir nem que fosse um pouco. Acordei com minha mãe me balançando.
–Acorda, acho melhor irmos filha. – Disse ela. – “Me balançando”.
–Já vou só deixa eu levantar. – Eu disse.
Ela saiu da barraca me levantei arrumei minhas coisas rapidamente, e também sai. Nathan e o Sr.Arthur desmostavam as barracas rapidamente e Gabriel ficava sentado no carro olhando para as barras se desmanchando com uma cara triste.
–Mãe vou ficar com o Gabi lá dentro do carro. – Eu disse. – “Eu me afastei e fui para perto do carro, entrei nele e sentei ao lado do Gabriel”. – Esta tudo bem Gabi? – Perguntei.
–Queria ficar mais Emy. – Disse ele.
–Sabe Gabi te prometo que eu e o Nathan ainda vamos te levar pra acampar de novo. – Eu disse.
–Serio! Quando? – Perguntou Gabriel.
–Quando o Nathan tirar a carteira de motorista. – Disse.
Todos começaram a entrar no carro, o Sr.Arthur então deu a partida no carro e fomos se distanciando da floresta, e cada vez mais longe que parecia estar mais a cara do Gabriel fechava. Eu sentia que seria a ultima vez que estaria perto do Nathan aquela foi nossa ultima noite a ultima vez que ele me tocou com suas mãos, minha mãe me tiraria dele como ela foi tirada de meu pai ela era amarga querendo ou não ela era uma pessoa amarga. Mas a culpa não é dela a vida nunca foi fácil nunca deixou ela ter um final feliz.
Continua...

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