Forbidden Love

10 The First Kiss


Notas iniciais
Obrigada pelos comentários amores, isso me deixa contente! Dedico esse capitulo a Leti Vens, adorei a recomendação linda! Ai o tão esperado capítulo leonetta... espero que gostem!

– Violetta! – Fran gritou da porta.

Abri meus olhos devagar e me sentei na cama. Olhei para frente, tendo a visão daquele mar enorme e perfeito. Aquela vista é para deixar qualquer um se sentindo nos céus.

– Violetta, levanta! – Todos nós vamos para a praia. – Francesca insistiu.

– Já vou! – gritei em resposta.

Levantei devagar e segui par ao banheiro. Como já tomei banho quando cheguei, nem vou tomar agora. Lavei meu rosto e escovei os dentes. Voltei ao quarto e fui até o closet, peguei um biquíni azul, tomara que caia, e um short jeans. Os vesti, e peguei uma bolsa de praia, pus tudo que eu precisava. Fiz um coque mal feito e peguei meus óculos de sol. Olhei- me no espelho e dei uma voltinha.

– Que corpo hein! – falei e ri.

Como sou retardada! Sai do quarto e desci, encontrando todos na cozinha.

– Fala pessoas feias que me ama – gritei assustando todos. – Estavam fazendo coisa errada né?

– Você dorme demais. – Leon falou.

– Ainda bem, assim não preciso ficar convivendo com animais. – sorri falsa.

– Nós vamos explorar as praias por ai, vai junto? – Federico perguntou.

– Claro, vou adorar bancar a Dona aventureira. – falei bebendo leite direto da caixa.

– Nojenta! – Ludmila gritou tirando a mesma das minhas mãos. – Tem mais gente que toma aqui.

– Que interessante. – revirei os olhos. – E ai, para onde vamos?

– Pegar o carro e sair por ai. – Maxi disse.

– E mais tarde fogueira na praia. – Marco esfregou as mãos.

Corri ate o escritório da minha irmã, sim Lara tem um escritório ate aqui, e peguei a chave do carro.

– Animais! – gritei procurando por eles. – Animaizinhos cadê vocês?

– Deck! – a voz de Federico ecoou pela casa. Viu como atendem quando eu falo animais?

– Quem quer conhecer meu bebê? – perguntei balançando a chave.

Sai correndo ate a garagem, na frente, e abri o portão, que aos poucos foi subindo, exibindo o lindo conversível preto reluzente.

– Lhes apresento o meu bebê! – gritei apontando para o carro.

– Uau! – balbuciaram.

– Me deixa dirigir? – Maxi fez uma carinha de cachorro sem dono.

– Um arranhão e você morre. – joguei a chave para ele.

Entramos no mesmo e, meio apertado, coube todos. Maxi abaixou o teto do mesmo tocou o radio e deu partida.

O vento batia em meus cabelos, fazendo a típica cena de filme. Aquilo era incrível! Após longos minutos dentro do carro, cantando e dançando chegamos a uma praia muito movimentada.

– Maxi, vamos para outra. Olha como essa esta cheia. – Fran resmungou.

– Fran, olha bem para essa praia. Olhas as bundas daquelas morenas lá no canto, olha os peitos das loiras... – falou. – Essa praia esta incrível.

– A claro, por que eu vim aqui para ver mulher. – bufou.

– Francesca, olha aquele salva-vidas! – falei abaixando os óculos, para ter uma visão melhor.

– Porra! É aqui que vamos ficar! – ela gritou passando por cima de todos e caindo para fora do carro.

– Isso, cai mesmo! – Marco gritou rindo.

Todos descemos do carro e caminhamos ate a areia. Enquanto nós, mulheres, ficamos caçando um lugar para ficarmos aqueles animais foram paquerar as mulheres, Leon e Federico disse que ficariam apenas observando os foras que Maxi e Marco levariam, mais eu duvido que não irão tirar uma casquinha também. Estendemos as cangas em um lugar onde não havia muitas pessoas e uma vista privilegiada do salva-vidas gostoso, e nos sentamos. Passei bronzeador, afinal preciso pegar uma corzinha. Tirei meu short, assim como Fran e Ludmila.

– Puta merda, vocês deviam ver o tanto de foras que esses manés levaram em alguns minutos. – Leon disse rindo, chegando perto de nós.

– Claro que não. Elas estavam na nossa! – Maxi se defendeu.

– A claro, só não jogaram refrigerante na cara de vocês por que eu intervi. – Fede disse dando um tapa na cabeça de Maxi.

– E ai gata, seu pai é padeiro? Por que você é meu sonho. – Leon disse debochado.

– Jura que disseram isso? – perguntei rindo.

– Teve pior. – Leon se sentou do meu lado.

– Gata me chama de mágico que eu te mostro meu boneco crescer. – Federico zoou.

Todos começaram a gargalhar dos idiotas enquanto eles ficaram de bico.

– Desse jeito a única coisa que vocês vão conseguir é um tapa estalado no rosto. – Francesca disse rindo.

– E qual dos gostosão consegue fazer melhor? – Marco perguntou debochado.

– Mole, mole. – Leon disse. Pena que já tenho a minha.

– Duvido que consiga o telefone daquela morena ali. – Francesca apontou para uma morena com o corpo impecável. – Nós bem vamos contar pra Lara.

– Falo! – topou.

Ele se levantou, tirou a camisa, deixando seus músculos a mostra, e a jogou em cima de mim, que o xinguei, e pois os óculos de sol. Caminhou ate a mulher e começou a falar com ela. Às vezes passava as mãos nos cabelo e sorria sedutor, de um jeito que deixaria qualquer uma maluquinha, depois entregou seu celular a ela, que marcou algo nele e tirou uma foto, beijou seu rosto e correu ate nós.

– O gostoso mais foda do mundo tá passando. – falou se sentado ao meu lado, novamente. – Toma. – Jogou o celular em cima de Francesca.

– Como? – Francesca disse pasma. – Você falou com ela por um minuto.

– Fazer o que se sou gostoso e mamãe passou açúcar em mim. – falou convencido piscando para ela.

– Toma. – Joguei a camisa na sua cabeça. – Não sou cabide.

– Mais da pra confundir com um fácil. – Maxi zombou.

– Fale com a minha mão. – estendi a mão em sua cara e virei o rosto.

– Nossa que engraçada. – mostrei a língua.

– Sei que brilho e você me ama. – dei de ombros.

– Vamos jogar vôlei? – Francesca perguntou.

– Minha coordenação motora é péssima. – falei rindo. – Mas se vocês quiserem umas boladas na cabeça, o que custa?

– E a bola? – Ludmila perguntou inocente.

– Quer que eu te mostre? – Maxi falou malicioso e piscou para ela.

– Que morrer? – Federico perguntou.

– Aqui! – Leon apareceu com uma bola de vôlei.

Juro que nem tinha percebido que ele saiu daqui.

Todos nos levantamos e fomos para um lugar mais calmo, perto do mar.

– Homens contra mulheres. – Marco disse.

– Claro, agora chama os homens para começarmos. – falei.

– Que linda você – Maxi sorriu falso.

– Sei que sou. – fiz pose.

– E ai gatinha, não que ir para a minha casa não? – um cara, musculosa, mas horrível que passava falou.

Olhei para os lados, e logo percebi que ele falava comigo, pois Ludmila e Francesca não estavam muito perto de mim.

– Eu? – apontei para mim. – Cara, primeiro compra um espelho, depois conversamos. ´- falei fazendo careta e ele seguiu sem graça.

– Que dó Violetta. – Leon falou debochado. – Ele só queria um pouquinho de atenção.

– Tenho cara de mãe para dar atenção para monstro? Se bem que acho que nem a mãe daria atenção... – falei pensativa.

– Vamos jogar! – Federico gritou e tacou a bola, que acertou forte minha cabeça, o fazendo rir, assim como os outros.

– Vamos jogar! – falei raivosa, me levantando do chão.

Francesca sacou, e Leon se jogou no chão, salvando a bola. Ela veio para nosso lado e Ludmila deu um toque a fazendo subir bem alto. Olhei para frente, localizando Maxi, e em seguida mirei a bola que descia exatamente onde eu estava. Dei um pulo e cortei, fazendo a mesma bater com imensa força na cabeça de Marco que me encarou com raiva.

– Foi mal. – sorri angelicamente.

– Nossa sua pirralha filha da mãe! – gritou.

– De chocadeira é que não podia ser né?

– Corre Violetta Castillo! Corre! – nem pensei direiro e sai correndo pela praia. Ele vinha atrás de mim, parecendo o diabo, aquilo estava mega hilário. – Peguei! – me agarrou pela cintura e correu comigo até o mar.

– Que merda Marco! Eu te disse que não queria entrar! – gritei o empurrando da minha frente e saindo do mesmo, indo sentar na canga. – Idiota! – gritei e eles riram, acabei rindo junto. Não tem como ficar brava com esses animais!

– Ai, vamos entrar na água? – Federico perguntou se levantando.

– Não to afim agora. – falei me deitando e fechando os olhos.

Todos saíram correndo em diração ao mar, parecendo caipiras que nunca viram o mar. A praia já estava bem vazia, e o sol daqui se ponha, havia mais famílias com crianças, criando castelos de areia e brincando. Aquilo me lembrava de Molly, e me deixava um pouco deprimida. Não sei, é estranho. Não entendo o porquê eu quero tanto fica com ela... Apenas quero. Senti meu corpo ser tirado do chão e me desesperei. Abri meus olhos e eu estava nos ombros de Leon, enquanto ele corria comigo em direção ao mar.

– Vargas, me põe no chão! – gritei histérica e estapeando suas costas.

– Calma! Vamos esfriar um pouco essa cabeça. – ele jogou meu corpo com tudo na agua gelada do mar.

– Corre! – gritei ao me recuperar.

– Não tenho medo de você. – mostrou a língua.

– Tá. – dei de ombros.

Vi uma onde gigante se aproximar, e me atingir, mas a tempo deu reagir.

– Leon, socorro! Socorro! – gritei ao emergir, fingindo me afogar, o fazendo me olhar assustado.

– Violetta est... – Não o deixei terminar, afundei sua cabeça com tudo na água fria. – Filha da puta! – gritou ao emergir.

Ele tacou agua em mim, e eu revidei, começando assim uma guerrinha de água. Todos se juntaram a nós. Aos poucos foram saindo e ficou apenas eu e Leon ali, parecendo dois idiotas. Olhei para a areia vendo todos lá, nos olhando, e tirando fotos e nesse pequeno momento de distração Leon tacou água em mim, e ela entrou no meu olho. Ele começou arder pra caramba.

– Porra Leon! Você tacou no meu olho! – gritei balançando as mãos, abanando o mesmo.

– Vem aqui. – ele me puxou para perto de si. – Me deixa ver.

Abri meus olhos devagar, tendo uma visão, meio embaçada de seus lindos olhos esverdeados. Aqueles mesmos olhos que no qual eu venho sonhando há meses, os olhos que fazem meu rosto ruborizar fácil, e que me deixam perdida... Completamente perdida. Nós estávamos próximos... Muito próximos. Senti sua respiração em meu rosto e fechei os olhos inconsequentemente. Logo senti seus lábios sobre os meus, os pressionando levemente, numa ação totalmente o contraia do que eu imaginará que ele poderia fazer. E finalmente, o tão esperado beijo aconteceu. Por mais que aquilo fosse errado, e uma completa traição a minha irmã, a pessoa que eu devo gratidão eterna, eu necessitava daquilo. Sua língua passou entre meus lábios pedindo passagem que foi cedida de imediato por mim. Cada canto de minha boca era explorado com sagacidade pela língua áspera e quente de Leon. Uma sensação inovadora tomou conta do meu corpo, me tirando de orbita, levando-me a um mundo totalmente novo e perfeito. A sintonia na qual nossas línguas dançavam era gostava e harmoniosa. Suas mãos estavam em minha cintura, não deixando um vão se quer entre nossos corpos molhados, e as minhas rodeavam seu pescoço, acariciando de leve sua nuca. A falta de ar se tornou presente, nos fazendo se afastar, com breves selinhos. Eu sorria feito boba. Abri meu s olhos o encarando. Ele estava parado sorrindo. Mais o que eu acabei de fazer? Droga! Eu. Acabei. De. Beijar. Meu. Cunhado. O cara que dorme com a minha irmã toda a noite, e que a faz feliz. Como pude ser tão suja? Fechei os olhos balançando a cabeça negativamente, e fui me afastando dele. Logo eu estava fora da agua. Corri anda atordoada pelo que acontecera.

– Vilu! – Ludmila gritou. – Espera!

Continuei correndo, sem rumo... Apenas correndo. Parei em um quiosque, onde sentei em uma das mesas e enterrei minha cabeça em minhas mãos.

– Amiga. – Francesca me abraçou de lado.

Eu não estava chorando, apenas muito chocada. Chocada pelo beijo, chocada por quem eu beijei chocada por aquele ser o melhor beijo da minha vida e chocada por ter amado e estar querendo mais. Droga!

– Francesca, eu sou uma completa filha da puta! – falei a olhando. – Olha o que eu acabei de fazer!

– Ei! Calma! Aconteceu por acontecer., não por que você quis.

– Mas eu gostei! – falei.

– E você fala isso como se fosse algo ruim? – Ludmila perguntou.

– E não é? Você viu quem eu beijei?

– O que tem demais? – ela perguntou.

– Ludmila, ele é meu cunhado! Eu beijei meu cunhado! Sou uma vadia! Como vou olhar na cara dele agora? – perguntei.

– Olha, aconteceu... Agora você tem que seguir em frente e agir normalmente. – Francesca disse séria. – Vamos, eles já voltaram para casa de carro, e nós vamos de taxi. Aja normalmente.

Notas finais
E ai, o que acharam????????????? comentem