Forbidden Love
13 Sex
Notas iniciais
Chegando lá, encontrei um lugar lotado de jovens caindo bêbados, mulheres se oferecendo... Comecei procurar por Violetta por todos os lados. Avistei Federico e Ludmila em um canto, quase se comendo, mas logo em seguida começaram subir uma escada. Em outro canto estava Maxi e uma morena inda. Ih, será que o pirralho vai pegar aquela gostosa? Ok Leon, se concentre em achar aquela baixinha que te faz enlouquecer. Corri meus olhos por todo aquele local, novamente, e finalmente a achei, no bar, conversando com um cara e de repente, eles se beijam. Merda! Andei rapidamente até lá.
– Com licença. – pigarreei.
Eles se afastaram e ela sorriu em me ver.
– Vargas! – falou rindo. – Você veio. – se levantou, mas eu tive que a segurar, pois a mesma não se aguentava em pé. – Ops, você me pegou. – falou gargalhando.
– Vamos embora Violetta. – falei nervoso.
Como alguém pode beber tanto? Segurei firme em sua cintura e sai a puxando.
– Qual é Vargas? Vamos aproveitar. – falou.
Virei-me para ela, para dizer algo, mas fui surpreendido por seus lábios. Ela os grudou aos meus, e logo sua língua invadiu minha boca. Agarrei mais sua cintura e colei mais nossos corpos, correspondendo ao seu beijo. Cada vez ficava melhor. O beijo tomava mais intensidade e estava se tornando quente. Separamo-nos por falta de ar e ela sorriu marota.
– Nós temos que parar de fazer isso. – ela sorriu. – Não está certo, eu estou traindo sua irmã.
– Ah, quer dizer então que nunca a traiu, ou se beijou uma pessoa enquanto estava com ela? – perguntou sarcástica.
– Não. – respondi.
A verdade é: Se eu estou com alguém, é por que gosto dela, e não vou a trair. Mas com Lara está acontecendo diferente, eu quero a trair. Eu sei isso é totalmente infiel e cafajeste, mas parece que algo me chama a Violetta, ela me seduz de uma maneira diferente e intensa. Ao mesmo tempo em que eu não quero trair Lara, eu necessito sentir os lábios de Violetta sobre os meus, e o pior é que ela é minha cunhada! Como posso ser tão sujo? Balancei a cabeça negativamente espantando esses pensamentos.
– Foda-se. – murmurei antes de colar mus lábios nos da bela garota a minha frente.
Passei minha língua sobre os seus lábios, lentamente, pedindo passagem, e ela cedeu rapidamente. Minha língua explorava cada canto daquela boca com gosto de whisky e menta. Suas mãos acariciavam minha nunca me fazendo arrepiar. Minhas mãos entraram por dentro de sua blusa, e discretamente foram até seus seios, os apertando de leve, a fazendo arfar durante o beijo. Separamo-nos pela falta de ar, e eu segui beijando, chupando e ate lambendo seu pescoço.
– Leon... – ela gemeu baixo. – Vem.
Ela me puxou pelas mãos, me levando até a escada, onde Federico e Ludmila, e Maxi e a morena haviam subido. Subimos as mesmas, até chegar a uma recepção, ou algo assim.
– Um quarto. – Violetta pediu.
A mulher entregou-lhe uma chave e ela me puxou ate um dos últimos quartos daquele corredor. A abracei por trás e comecei beijar sua nuca. Violetta abriu a porta, com um pouco de dificuldade, assim que, finalmente, entramos ela virou-se para mim e sorriu marota, me guiando até a cama grande e redonda.
– Que tal brincarmos um pouco... Cunhadinho? – falou com a voz extremamente rouca e sexy, fazendo meu pau começar a dar sinal de vida.
Ela engatinhou ate mim, de maneira sensual, e pos uma perna de cada lado meu, sentando bem em cima da minha, já evidente, ereção. Grudei nossos lábios com volúpia, e segurei forte sua cintura, a fazendo arfar. Separamo-nos e ela começou tirar minha camiseta, e sorriu maliciosa ao ver meu tórax descoberto. A mesma levantou-se da cama e caminhou lentamente até o aparelho de som que havia ali o, o ligando. Ela se virou para mim com cara de safada e começou tira a jaqueta, enquanto dançava sensualmente ao som da musica.
– Você gosta disso Vargas? – perguntou jogando a mesma em cima de mim. Apenas assenti boquiaberto.
Ela gargalhou e continuou seu Streep. Suas mãos foram até a barra de sua blusa branca, e lentamente ela foi a levantado, revelando sua barriga, e seus seios. Mordi o lábio e sorri maroto. Ela a jogou em mim, e eu a segurei próximo ao rosto, sentindo seu doce perfume, ela jogou a cabeça para traz e gargalhou rebolando de acordo com a batida da musica. Ela levantou suas mãos até os botões da sua calça jeans e bem, bem lentamente mesmo, foi os abrindo. Minha vontade de levantar e ir lá, acabar com essa palhaçada era enorme, mas eu não conseguia, estava ocupado observando e vidrado naquele ser, delicado, selvagem e totalmente sexy, que fazia um Streep a minha frente. Eu sabia que aquilo era errado, mas eu vou pro inferno mesmo! Violetta descia sua calça sensualmente, rebolando aquela bela bunda para um lado e para o outro, enquanto ria da minha cara de boco. Eu nem havia percebido, mas ela já estava sem sapatos e agora terminara de tirar sua calça, ficando apenas com uma lingerie roxa a minha frente. Como consegue ser tão gostosa? Levantei-me, para ir até a mesma, mas ela fez que não com a cabeça.
– Calma Vargas. – me empurrou novamente para a cama.
Ela veio até mim, e novamente, sentou em cima de mim e me beijou. Minhas mãos passeavam por todo seu corpo e o apalpava. Ela separou nossos lavios e desceu beijando meu pescoço, e foi descendo. Suas unhas aranharam meu abdômen de leve me fazendo arfar, e ela sorrir. Seus beijos e pararam ao chegar à barra da minha calça. Ela começou a desabotoar os botões devagar e, com a minha ajuda, a desceu, me deixando apenas de box. Ela mordeu o lábio inferior vendo o volume. Suas mãos apertaram lentamente meu membro por cima da cueca me fazendo soltar um gemido baixo e fechar os olhos. Ela tirou a cueca, fazendo o mesmo saltar para fora, totalmente ereto. Suas mãos foram até a base e começaram com um movimento de vai e vem enlouquecedor. Fechei os olhos e tomei a cabeça para traz aproveitando ao máximo aquela sensação incrível. Senti sua língua passar pela cabecinha do meu fiel amigo, o que me fez gemer alto. Seus lábios envolveram, o chupando, maravilhosamente bem. Aquilo estava levando-me ao céu e me fazendo voltar. Seus movimentos eram preciosos e gostosos, e eu já não controlava os pequenos gemidos e as arfadas. Segurei em seus cabelos, ajudando no movimento, e dando leve estocadas em sua boca.
– Vilu... Eu... – antes de conseguir avisar senti meu liquido ser jorrado em sua boca.
A vi engolir tudo e lamber os lábios, e aquilo me fez enlouquecer. Após o melhor boquete de toda a minha vida, eu estava novamente de pau duro, por causa de uma garota de 18 anos. A puxei para cima, tomando seus lábios em um beijo urgente e quente. Em um movimento rápido, fiquei por cima dela.
– Agora eu comando. – falei em seu ouvido fazendo-a arrepiar.
Desci meus beijos por seu pescoço, dando chupões, que deixariam marcas roxas, do jeito que eu gosto, e logo cheguei a seus seios. Abri o feixe, na parte da frente, na parte da frente, e ela se curvou, ajudando-me a retira-lo por completo. Eles eram perfeitos, nem muito grandes, nem muito pequenos. Do tamanho perfeito. Levei minha boca a um deles, abocanhando-o enquanto isso massageava o outro. Chupava, mordia e apertava, a escutando gemer descontroladamente meu nome. Aquilo me excitava mais. Intercalava entre eles. Quando me satisfiz ali, desci beijando sua barria, e pude sentir seus pelos se eriçarem, sorri vendo os efeitos causados. Cheguei a sua calcinha e a abocanhei, e fui a retirando com os dentes. Passeu meu dedo por sua intimidade, encontrando-a molhadinha, do jeito que eu gosto. Sem avisar ou fazer alarde chupei-a fazendo gritar. Com a minha língua a penetrei, enquanto massageava seu clitóris com o dedo. Violetta gemia e revirara os olhos, enquanto apertava os seios. Aquilo estava me excitando demais. Tirei minha língua dali, e recebi seu olhar de reprovação, me fazendo gargalhar. Beijei seus lábios ferozmente, e a penetrei cm dois dedos de uma vez, arrancando um gemido abafado de seus lábios.
– Le... Ohh... Leon... – gemeu em meu ouvido enquanto eu aumentava a velocidade. – OH LEON! – gritou, oque me fez perceber que ela acabara de chegar ao seu ápice.
Retirei meus dedos de sua intimidade e o levei a sua boca. A mesma chupou-os com vontade, fazendo meu pau latejar. Eu necessitava estar dentro dela. Em cima de uma mesinha ao lado da cama, havia um pacotinho prateado, peguei um e o rasguei, ponto rapidamente a camisinha em meu membro. Posicionei-me no meio de suas pernas, e a penetrei forte, fazendo-a gritar meu nome. Comecei com movimentos lentos e profundos, provocando-a.
– Leon... Por favor. – pediu.
– O que Violetta? – sai lentamente dela e entrei de uma vez, fazendo a gemer manhosa.
– Leon para. – pediu. – Faz direito.
– Como? – perguntei rindo.
– Leon, me fode direito! – gritou, olhando-me com raiva, mas suplicante ao mesmo tempo.
Atendo a seu pedido e estoquei forte e profundo, começando com movimentos rápidos e repetitivos. Ela fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, tentando reprimir os gemidos.
– Geme meu nome Violetta! – falei rouco e estoquei mais forte.
– Ohh... Leon! Isso! Mais rápido. – gemeu, e eu atendi seu pedido.
A velocidade na qual me encontrava era incrível, e eu nem sabia que podia alcança-la. O quarto era tomado por nossos gemidos e pelo som de nossos corpos chocando-se. Eu tentei adiar o máximo, mas eu já estava a ponto de explodir. As paredes de sua vagina apertaram meu membro e ela se contorceu, logo em seguida senti seu liquido quente escorrer. Deixei-me levar e, com mais algumas estocadas, senti meu membro jorrar meu gozo. Cai em cima dela, e agora a única coisa que se podia ouvir era nossas respirações, totalmente descompensadas. Sai de dentro dela, retirei a camisinha, jogando-a no lixinho ao lado da cama e me joguei ao seu lado. Ela virou-se pra mim sorrindo. Seus cabelos estavam grudados na testa, devido ao suor, seus lábios estavam inchados e vermelhos, e ela ainda tentava regularizar sua respiração, assim como eu. Passei minhas mãos por seu rosto e a beijei. Esse beijo estava mais calmo, e me causou sensações totalmente desconhecidas por mim. Violetta se levantou, sem desgrudar nossos lábios, e sentou em minha cintura. Ela rebolava em meu membro, o fazendo se animar.
– Cansado Vargas? – sorriu perversa para mim.
– Nunca. – falei apartando sua bunda e ela sorriu.
Ela levantou um pouco seu corpo sentando logo em seguida, causando a penetração, e nos fazendo gemer juntos. Ela se movimentava lentamente, quicando sobre meu membro, e eu segurava forte sua cintura, tanto que não sabia se ela gemia de prazer, ou de dor. Ela quicava rápido e seus seios balançavam, para cima e para baixo em minha cara. Levei minha mão até um deles e comecei massageá-lo. Violetta jogou a cabeça para trás enquanto gemia loucamente. Ela chegou ao ápice, gozando pela terceira vez na noite. Estava quase chegando ao meu ápice quando me lembrei da camisinha.
– Violetta, camisinha. – avisei.
Ela saiu de cima de mim, e eu precisei continuar o trabalho com as mãos. Rapidamente gozei, e cai novamente ao seu lado cansado. Essa havia sido a melhor transa da minha vida, com toda a certeza. Essa pirralha conseguiu me levar ao céu e ao inferno em apenas uma noite, coisa que varias mulheres experientes nunca conseguiram. A ter para mim foi a melhor sensação do mundo, não me arrependo de nada. A olhei, e a mesma já estava quase se entregando ao sono. Puxei-a para mim, fazendo-a deitar sobre meu peito e entrelaçar suas pernas as minhas. Beijei o topo de sua cabeça.
– Boa noite Leon. – ela disse acariciando meu peito.
– Boa noite Violetta. Afaguei seus cabelos e aos poucos cai num sono profundo.
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