Notas iniciais
Pra quem disse hot ACERTOU!! uehueuheuh vocês são demais!!! Lara e Diego?? Hummmm kkk gente agora falando sério, eu to muito desanimada com a fic :( já pensei um montão de vezes em excluir, desculpem se estou demorando pra atualizar, é pq agora eu to trabalhando e sempre volto tarde pra casa então... Bom, boa leitura

Terminamos de nos arrumar por volta das 22h00m, e ficamos esperando os meninos. Eles eram pior que a gente para se arrumar. Ao que tudo indica Federico não irá, por causa da Ludmila, claro, e eu acho que os meninos devem estar tentando convencer ele. Lara me ligou e disse que passaria a noite fora, e que era para eu tomar conta do Leon. Da pra acreditar? E isso foi o suficiente para Francesca começar com as piadinhas de que eu realmente vou cuidar do Leon e tudo mais. Se depender de mim, eu não vou ficar com ele. Chega de coisa errada. Eu estou com o Diego, e é com ele que eu pretendo ficar, é tão difícil de entender? Acho que não. Sem contar que trair minha irmã, uma das pessoas mais importante pra mim, é errado. Muito errado.

– Chegamos! – Leon gritou adentrando a casa.

– Nossa, que demora. – reclamei.

– Violetta, querida, se você não sabe nossos apartamentos ficam do outro lado da cidade, sem contar que estávamos tentando convencer Federico a vir. – Maxi informou e eu sorri falsa.

– E pelo que eu vi nem isso conseguiram né? – Francesca perguntou, ao perceber que Federico não estava junto a eles.

– Ele realmente gosta da Ludmila. – Leon falou.

– Isso é ótimo. – falei. – E Vargas, minha querida irmã quer que você se comporte e seja um bom garoto nessa balada. – falei debochada e todos riram da cara dele.

– Nossa, que fofa você. – ele disse sarcástico.

– Sei que sou. – mandei um beijo no ar para ele, que revirou os olhos.

Íamos em carros separados, pois não caberia todo mundo no mesmo. Eu fui com Francesca e Marco em um, e Leon e Maxi em outro. Assim que chegamos à balada fomos direto para o bar. Pelo menos eu a Francesca, e o Leon, porque os outros foram atrás de mulher. Pedi uma vodka, assim como Fran, já Leon pediu uma dose de uísque, se não me engano.

– Vamos dançar? – Francesca gritou em meu ouvido.

– To cansada. – falei e ela revirou os olhos.

– Velha. – xingou, seguindo para a pista de dança e me deixando no bar sozinha com Leon.

– Cansada do que Violetta? – ele perguntou virando outro copo.

– Cansada ué! Hoje o dia foi exaustivo. – falei séria.

Pedi outro copo da bebida e virei. Eu já estava acostumada com a ardência, então nem me incomoda mais.

– Muita nova para beber Castillo. – ele disse divertido.

– Idade é apenas um número. – dei de ombros.

– Ok. – disse rindo.

Fiquei ali no bar bebendo e conversando com ele durante um bom tempo. Acho que vocês já sabem que eu sou fraca pra beber né? Então, eu já estava quase caindo, apenas com alguns copos de vodka e algumas doses de uísque, e Leon nem parecia que tinha bebido ainda. Eu odeio isso. Já estava sem controle de mim.

– Vargas, vamos dançar. – falei o puxando pela mão e seguindo para a pista de dança.

Ele colocou suas mãos em minha cintura e eu comecei a rebolar junto a musica animada que tocava. Desci até o chão e subi empinando a bunda, colada ao seu corpo. Eu não estava nem ai, iria o provocar. O porquê eu não sei, apenas sei que o quero, e eu vou provoca-lo até não aguentar mais. Fiquei de costas para ele e deixei nossos corpos bem colados, ele segurava minha cintura, e às vezes passava a mão pelo meu corpo descaradamente, pus minhas mãos em seu pescoço e comecei dançar sensualmente. Ele começou beijar meu pescoço e dar alguns chupões pelo mesmo, suas mãos foram até meus seios e os apertaram de leve, me fazendo arfar. É assim? Ótimo!

Passei minha bunda por seu membro, que já estava animado e ele arfou em meu ouvido.

– Violetta, para de provocar. – sussurrou mordendo de leve em minha orelha.

Virei-me de frente para ele e sorri.

– Eu? Provocando? Claro que não. – falei esbarrando nossos lábios.

– Que tal irmos para um lugar mais vazio. – ele disse com os olhos fechados, enquanto beijava meu pescoço.

– Acho melhor não. – falei próximo ao seu ouvido, o fazendo se arrepiar.

Afastei-me um pouco e ri fraco da cara de frustação que ele estava. Comecei a dançar meio daquele povo todo. Dançava loucamente, como se o mundo fosse acabar. Acho que beber é algo perigoso para mim.

Juntei-me a umas meninas, que nunca vi na vida, elas pareciam putas, mas sinceramente? Eu não estava nem ai, apenas queria dançar. Senti mãos agarrarem minha cintura e sorri safada pelo cheiro daquele perfume inesquecível, só pode ser ele. Rebolei intensamente, colada ao corpo de Leon, e senti sua ereção. Ual, só com algumas coisinhas ele já fica assim? Bom saber! Virei-me para ele e ele sorriu me fitando.

– Violetta. – murmurou totalmente perdido.

– Vamos para casa. – beijei seu pescoço e arranhei seu abdômen de leve.

– Vai demorar muito. – ele sorriu malicioso, acho que eu entendi o que ele quis dizer... – Vem. – ele pegou minha cintura e saiu me puxando até o lado de fora da boate.

O segui rindo, feito idiota. Realmente a bebida subia rápida a minha cabeça. Enquanto caminhávamos pelo estacionamento eu ia beijando seu pescoço e o provocando. Ele abriu a porta de trás do carro e eu entrei. Não sabia como agir, nunca transei em um carro, ou qualquer lugar diferente, mas acho que Leon sabia bem como agir. Ele entrou no mesmo e fechou a porta, e veio para cima de mim, beijando meu pescoço e dando chupadas. Um calor insuportável me tomava e eu necessitava dele urgentemente. Tirei sua jaqueta, e logo em seguida sua camiseta, deixando seu abdômen definido à mostra. Sorri de canto. Ele tirou minha jaqueta e minha blusa e sorriu observando meus seios, cobertos pelo sutiã azul.

– Minha cor favorita. – falou.

Seus olhos transbordavam desejo e malicia, tinham um brilho diferente. Em segundos meu sutiã voou, e foi parar no banco da frente. Uma de suas mãos foi até meu seio esquerdo, enquanto seus lábios começaram a brincar com o direito. Oh Meu Deus! Que sensação maravilhosa. Mordi o lábio comprimindo o gemido e me contorci um pouco. Leon sabia muito bem o que fazia ali. Deixei-o saciar-se ali.

– Leon, preciso de você. – falei rouca.

Eu já me encontrava sem calça, apenas de calcinha. Já estava cansada de preliminares, necessitava dele dentro de mim. Em um movimento rápido, porem cuidadoso, para não cairmos do banco, subi em cima dele, e com um pouco de dificuldade tirei sua calça, o deixando apenas de cueca. O volume em sua Box era notável e me deixou ainda mais molhada. Abaixei a mesma e tirei minha calcinha, nos deixando totalmente nus. Seu membro se encontrava ereto e completamente duro. Levantei um pouco os quadris e sorri para ele, que observava cada movimento meu atentamente, e sentei em seu pau de uma vez, o fazendo tocar meu fundo. Gememos alto. Lentamente sai e sentei de novo. Comecei movimentos lentos e provocantes, o vendo fechar os olhos e murmurar palavras sujas.

– Vilu, vamos fazer direito. – ele disse num fio de voz e segurou forte em minha cintura, a dor me excitou ainda mais.

Começamos com movimentos rápidos e profundos, me fazendo ir ao céu.

– Oh, Leon! Isso, mais rápido. – gemi.

Estava parecendo uma cadela no cio, mas não me importava, apenas queria ser dele, e o ter durante aquela noite. Conforme meus movimentos meus seios balançavam, e eu percebia Leon os olhar com cobiça. Peguei uma de suas mãos e a levei até os mesmo, e eles os apertou forte, me fazendo gritar de prazer. Enquanto uma de suas mãos segurava forte minha cintura, a outra brincava com meus seios. Eu já estava no meu máximo, apenas deixei as sensações me tomarem, e gozei. Eu podia perceber que ele tentava se segurar ao máximo para não chegar ao seu clímax.

– Violetta, não consigo mais... – gemeu e eu senti seu liquido me preencher.

Cai sobre seu peito, exausta. A única coisa que se escutava no carro era nossas respirações, pesadas e descompensadas. Por incrível que pareça, eu ainda queria mais, porem, não no carro. Levantei minha cabeça e o observei de olhos fechados, sorrindo. Sorri também e beijei seu pescoço. Levantei-me e fiquei sentada sobre ele, rebolando de leve. Nossos corpos ainda se encontravam conectados.

– Ainda tem pique Vilu? — ele abriu um dos olhos e levantou um pouco a cabeça.

– Você não Vargas? – pergunte, pondo um dedo na boca, de maneira sexy, deixando meus cabelos cair para um dos lados, tampando parte do meu rosto, e com uma voz sexy.

– Sempre tenho. – sorriu e meu o quadril.

– Mas aqui não Leon. – falei manhosa e ele riu fraco.

– Provoca e sai fora?

– Não quero mais transar no carro. – eu parecia uma criança.

– Vamos para a sua casa. – ele disse se levantando, mas eu neguei.

E se Lara estiver lá?

– Lara. – falei baixo e ele entortou a boca, me fazendo rir fraco.

– Já sei! – falou e sorriu pra mim. – Já sei para onde vamos. – piscou.

Levantei desconectando nossos corpos, arrancando gemidos baixo de ambos, e peguei minha calcinha, que estava no chão do carro.

– Onde esta meu sutiã? – pensei alto.

– Prefiro você sem. – Leon disse mordendo os lábios, me fazendo corar e ele rir.

– Idiota. – ri fraco.

Vestimo-nos e eu passei para o banco da frente. Logo estávamos a caminho da onde Leon me levaria.

– Vargas, aonde vamos?

– Já iremos chegar. – deu de ombros.

– Leon, eu estou ficando excitada, e preciso transar. – falei um pouco embolada.

Acho que cada vez eu fico mais bêbada, e nem bebi tanto.

– Violetta, você falando assim não me ajuda. – ele riu fraco.

– Vai logo Vargas! – falei irritada.

– Que isso Castillo. Tudo isso é vontade de que eu te coma de novo?

– Sim Vargas. Tudo isso é vontade de que você me coma bem gostoso, que nem você faz. – falei lentamente e sorri maliciosa.

– Porra Violetta! – gritou rindo;

Ele pisou fundo no acelerador e eu sorri, relaxando no banco.

Em poucos minutos estávamos entrando em um condomínio luxuoso. Ele acenou para o porteiro e nos adentramos a primeira rua, com casas enormes e luxuosas.

– Você mora aqui? – perguntei pondo a cabeça para fora. – Cada casa dessas dá três da minha.

– É dos meus pais. Eu comprei para eles, mas uso de vez em quando. – deu de ombros, virando em outra rua.

Logo paramos em frente a uma mansão e desci também. Parei ao seu lado e ele me olhou.

– Vamos? – perguntou

– Já era para estarmos lá dentro, sem nada. – sussurrei e ele riu me pagando no colo.

Entrelacei minhas pernas ao redor de sua cintura e ele apertou minha bunda. Escutei o barulho do molho de chaves e senti uma de suas mãos sair de minha bunda e ele tentou abrir a porta com o pé e jogou a chave no chão, seus lábios atacaram os meus em um beijo quente e fervoroso. Senti minhas costas baterem em uma das paredes, e logo em seguida ele rodopiou, comigo, batendo em outra, e assim foi até chegarmos algo fofo e gostoso. Colchão não era só se tivesse no quarto no andar de baixo, pois eu não acho que subimos escadas, devia ser algum sofá. Subi em cima dele e tirei sua camisa, acho que ele havia posto a jaqueta, assim como eu. Tomei seus lábios, e invadi sua boca com a minha língua. Nossos beijos conseguiam ficar cada vez melhor, senhor! As mãos dele alisaram minha barriga e costas, erguendo de leve minha blusa. Desci meus beijos por sua mandíbula, clavícula, peitoral, abdômen, até chegar à barra da sua calça, olhei para cima e ele sorriu. Aquele sorriso perfeito. Abaixei seu zíper e desci sua calça, junto à cueca. Dessa vez farei tudo... Completo! Segurei seu membro e comecei com movimentos de vai e vem. Leon fechou os olhos. Apertei um porquinho e sorri com o gemido alto que escapou pelos lábios dele. Passei a língua pela cabecinha, e ele jogou a cabeça para trás, abocanhei o mesmo e o chupei. Devo dizer que não curto muito fazer isso, mas gosto do efeito causado nele.

– Ah! Isso Violetta! – ele gemeu, levando a mão ao meu cabelo, e a emaranhando ali, ajudando nos movimentos. – Eu... – antes de ele terminar diminui os movimentos e parei completamente

Ele trocou de posição ficando por cima.

– Vou te levar ao céu. – sussurrou e começou me beijar meu ventre.

Eu não tinha me dado conta, mas já estava sem calça, apenas de lingerie. Ele passou uma das mãos por minha calcinha, completamente úmida, e sorriu.

– Do jeito que eu gosto.

Afastou a mesma e me penetrou com dois dedos de uma vez, me fazendo dar um impulso para a trás. Aos poucos relaxei e comecei a rebolar em seu dedo.

– Awww! – gemi e fechei os olhos. – Meu Deus! Leon. – gemi alto.

– Vai Vilu, geme pra mim, geme. – ele mandou e eu obedeci. – Isso delicia. – apertou um de meus seios.

Meus gemidos estavam incontroláveis. Leon, às vezes, me beijava, para tentar contê-los, e até me dava uns tapas fortes e ardidos, o que me deixava mais excitava. Senti todo o meu corpo se arrepiar, e uma corrente elétrica passar por ele, contorci meu ventre e derreti nos dedos de Leon.

– Lambi. – mandou autoritário, estendendo seus dedos para mim.

De maneira sexy fiz o que ele mandou, e lambi seus dedos.

– Safada! – falou, dando um tapa em minha bunda e eu gargalhei.

– Awn! – gemi ao sentir seu pênis me preencher, sem aviso e forte. – Isso! Ah Leon.

– Caralho! – gritou, dando um tapa forte em minha coxa, e a apertando.

Nossos gemidos tomaram conta da casa, e acho que até os vizinhos podiam escutar. Hoje estávamos selvagens, diferente da outra vez. Arranhei suas costas e enfiei minha cabeça na curvatura do seu pescoço, gemendo alto, sentindo outro orgasmo me atingir. Leon estocou mais algumas vezes, forte, e logo chegou ao ápice também.

– Uau! Foi... Incrível. – falei ofegante.

– Realmente. – ele disse caindo no chão, causando um estrondo alto.

– Leon! – gritei e ele riu.

– Gosto do chão. – deu de ombros. – Que tal mais uma rodada?

– Tá louco? Nossa, que ninfomaníaco! – gritei rindo. – O que eu preciso agora, é dormir.

Joguei-me de qualquer jeito no sofá. Ele me puxou pelo braço me fazendo cair sobre seu peito. Não protestei apenas me aconcheguei melhor sobre ele e fechei os olhos, me entranhando ao sono.

Pov Leon.

Acordei sentindo um peso sobre mim, e sorri lembrando da noite passada. Sexo selvagem. Ual! Isso é incrível. Já tinha feito sexo com topo tipo de mulher, em todo tipo de lugar, mas ontem foi surreal. Abri os olhos e a sala ainda estava escura. Não devia ter amanhecido ainda. Coloquei Violetta deitada ao meu lado e levantei. Olhei no relógio digital, 05h55min. Olhei para Violetta, que dormia serenamente com os cabelos jogados na cara e o corpo seminu. Sorri. Com cuidado a peguei e subi até o andar de cima, levando-a até meu quarto. Deitei-a na cama, e deitei ao seu lado. A puxei pela cintura e encostei minha cabeça na sua curvatura de seu pescoço. Adormecendo logo em seguida.

Notas finais
Me digam o que tão achando, recomendem... Se não tiverem gostando comente também, deem sugestões, o que voces gostariam de ver na fic! Bye