Forbidden Love

3 Diego and... ice bath


Notas iniciais
Oi amorecosss, nem demorei né? obrigada pelos comentários, fico feliz que estejam gostando... Bom sem muito Leonetta ainda mas prometo que logo logo o negocio começa bombar hahahah vocês vão amar!

Havia acabado de chegar a tal Ruxes, eu ainda não tinha vindo aqui, mas segundo os meninos essa é uma das baladas mais da hora que tem. Toda noite tem um DJ diferente comandando, e sempre são os melhores.

– Parada mocinhas. – o segurança mandou. – Preciso dos documentos.

– Jura? – perguntei entediada.

– Sim. – o segurança respondeu sério.

Tirei o RG da bolsa e entreguei a ele, Ludmila fez o mesmo, menos Fran que ainda não tinha 18, e não poderia entrar.

– E você mocinha? – perguntou olhando pra ela.

– Eu? Calma. – sorriu meiga.

Ela começou mexer na bolsa e logo parou.

– Ai, esqueci meu RG. – pois a mão na testa. – Não tem como você me deixar entrar?

– Me desculpe.

Ela se aproximou dele e passou as mãos em seu peitoral.

– Qual é cara. – falou manhosa. – Um cara tão lindo como você não pode ser chato. – sua voz estava extremamente sexy. – Por favor. – mordeu o lábio e fez uma expressão safada e meiga ao mesmo tempo, não sei explicar, mas é coisa dela.

– Ok... – o cara sorriu malicioso. – Entra.

– Valeu. – Francesca piscou e correu até nós. – Babaca.

Rimos e seguimos ara dentro do lugar, que era incrível por sinal.

– Cara... Amei esse lugar! – gritei para as meninas e elas concordaram.

Fomos até um bar para beber algo.

– Uma Vodka. – pedi

Francesca pediu o mesmo e Ludmila pediu uma batida de morango sem álcool, ela não bebe. O barman trouxe as bebidas e eu virei a minha de uma vez, fazendo minha garganta queimar, Francesca fez o mesmo.

– Vamos dançar? – Fran gritou no meu ouvido.

– Claro! Vamos Ludmi? – ela negou.

Ludmila é o tipo de pessoa que não curte balada, nem bebida, nem nada, a típica santa totalmente o contrario de mim. Deixamos ela lá, bebendo a batida dela, e fomos dançar. Tocava uma eletrônica e todos estavam pulando, fomos no embalo deles, e logo já estávamos pulando parecendo macacas. Devo dizer que a sensação era libertadora. Às vezes nossos corpos eram levados pelos outros, como em um mar, só que no caso, de pessoas loucas, bêbedas e que queriam esquecer os problemas.

(...)

Eu e Francesca já estávamos dançando a um bom tempo, e já havíamos bebido pra porra. Ludmila sumirá do meu campo de visão, com certeza esta com Federico por ai. Fran já não se aguentava em pé de tanto que bebeu, será que ela lembra que daqui a 6 horas temos aula? A julgar pelo seu estado, acho que não.

– Mais uma. – pediu ao barman.

– Não. – gritei. – Não precisa não.

– Qual é Violetta Castillo, só mais uma. Eu nem bebi ainda! – falou enrolado, fazendo o cara ao nosso lado rir.

– Claro você não bebeu não. – falei sarcástica. – Vamos dançar que você melhora. – falei. – Ou passa mal de vez. – murmurei para mim mesma.

A levei até a pista, e ela começou a dançar feita louca, pulava, rebolava, se agarrava nos meninos. Comecei a dançar junto a ela, mas um pouquinho mais recatada. Senti mãos em minha cintura, mas não liguei, continuei a dançar. Meus movimentos estavam ousados de acordo com a música, o cara começou beijar meu pescoço, e agora eu precisava virar. Virei-me de frente para a pessoa, um cara lindo, cabelos pretos, seus olhos, acho que era castanho, pois com a má iluminação não consegui distinguir, seus lábios eram pequenos, mas dava uma vontade imensa de beijar, seu sorriso era encantador, pelo menos para mim. Sorri e pode vê-lo sorri também.

– Diego, prazer. – falou no meu ouvido, fazendo-me arrepiar.

– Violetta. – falei no mesmo tom que ele. – Prazer.

Suas mãos agarraram minha cintura, junto mais nossos corpos, sorri maliciosa com tal ato, ele aproximou nossos rostos e ficou a centímetros de mim, senti sua respiração em meu rosto, e logo ele grudou nossos lábios. Pediu passagem e eu cedi. Seu beijo era bom... Muito bom confesso. Cessamos o beijo com selinhos, e ele sorriu abertamente.

– Seu beijo é ótimo. – sussurrou no meu ouvido, me fazendo rir.

– O seu também. – Rimos.

Voltamos a dançar, e nos agarrar de vez em sempre, e a cada vez que alguém passava com um copo perto de mim eu bebia. Já estava em um estado deplorável, não se aguentando mais em pé, mas ainda queria dançar.

– Acho melhor te levar para casa. – Diego falou.

– Não gatinho, eu quero dançar! – gritei, rindo feito louca, e rebolando.

– Violetta, você bebeu demais, vem eu te levo. – Disse me puxando.

– Diego, vamos dançar mais um pouco! Eu nem aproveitei ainda, eu quero voar! – gritei e abri os braços.

Ele aceitou e voltou a dançar comigo. Aos poucos fui perdendo os sentidos, e não me lembro de mais nada.

Leon Pov.

– Boa noite amor. – Lara disse me dando um selinho e deitando sobre meu peito.

– Boa noite princesa. – desejei.

Aos poucos meus olhos foram pesando e eu adormeci.

(...)

– Dona Lara. – alguém batia na porta no quarto.

Lara nem se mexeu. Levantei com cuidado, e coloquei uma calça de moletom, ficando sem camisa, e abri a porta, encontrando Olga de pijama.

– Sr. Leon, a menina Violetta está lá embaixo sem conseguir subir. Eu não aguento com ela sozinha. – avisou preocupada.

Fechei a porta atrás de mim e a segui até a sala, onde Violetta se encontrava jogada no sofá desacordada.

– Pode deixar que eu levo ela para o quarto, pode volta para o seu. – sorri amigável e assim ela fez.

Peguei-a com cuidado. Ela parecia dormir serenamente, como um anjinho, mas o cheiro de bebida denunciava outra coisa. De anjinho aquela ali não tem é nada. Ela não era leve, mas também não era muito pesada, subi com ela sem esforço. Adentrei seu quarto e a coloquei na cama. Ela resmungava algumas coisas sem nexo, e de repente me agarrou, fazendo-me deitar com ela. Com certeza ela não estava bem. Melhor dar um banho gelado nela. Não Leon! Voce mal a conhece, e já vai querer dar banho? Mas, se ela ficar assim amanha vai acordar pior, e morrendo de dor de cabeça e fedendo. Mas ver ela sem roupa é falta de respeito, vai que a Lara ache que eu estou tentando abusar da irmã dela!

– Que saber?! Que se foda! – falei para mim mesmo.

Peguei a morena em meus braços e a levei até a suíte.

– Violetta colabora ok? – falei e ela meio que assentiu dormindo. Sei lá.

Com cuidado tirei seus sapatos, e me levantei para poder tirar seus sapatos, e me levantei para poder tirar seu vestido. O mesmo era agarrado pra porra, deixando suas curvas ainda mais evidentes, e foi meio complicado tira-lo, e ela ainda não ajudava nada, mas consegui.

– Ual! – exclamei ao ver seu corpo.

Que isso, essa garota é muito gostosa, senhor! Caralho Leon! Para de desejar sua cunhada meu! Balancei a cabeça para me livrar dos meus pensamentos nada puros com a minha cunhada gostosa e a puxei pela cintura, deixando-a em pé. Liguei o registro e a coloquei debaixo da água gelada, a fazendo despertar.

– Tá gelada. – resmungou se agarrando em mim, e me molhando todo.

– Quem mandou tomar um porre? – falei sério.

Deixei-a mais um pouco ali embaixo, e quando vi ela já estava um pouco melhor a tirei de lá, enrolando em uma toalha. Ela estava tremendo devido ao frio, me dava até dó vê-la daquele jeito... Fui até seu closet, e meu Deus, quanta roupa! Para que uma mulher precisa de tanta roupa assim? Tudo bem que eu também sou vaidoso, mas é muita roupa! Peguei um pijama qualquer e fui até ela. Coloquei-o por cima do lingerie molhada mesmo e a coloquei na cama, a cobrindo com um cobertor gigante, para que ela se esquentasse rápido. Fiquei a observando por um tempo, e vê-la dormir me trouxe um pouco de paz, não sei, uma sensação esquisita, mas me deixou e, paz. Apaguei a luz de seu quarto e voltei ao meu, onde Lara dormia. Devo dizer que ela e Violetta não têm nada em comum. Troquei de calça, pois tinha molhado a que estava e me deitei ao seu lado. Pegando no sono rapidamente.

Notas finais
Lindonas se vocês cooperarem com os humildes comentários posto outro ainda hoje e BEMMM grandão!!!!!! Então deixem de preguiças e comentem!!