Follow Your Heart
31 Capítulo 29
Notas iniciais
Quem me segue pelo Twitter (@bitemesmolder) sabe que eu ando meio sumida, agora lá vem as explicações: Briguei com minha mãe e meu padrasto, então eu tava meio deprimida e sem vontade de mexer ou escrever... Já sabem né?
Tipo, (longa história, parem de ler agora!) eu moro com minha tia pq n me dou muito bem com minha mãe que já tem marido e dois filhos longe de mim, e meu pai tá sumido faz uns anos ai...
Minha mãe ganhou uma casa e ela quer que eu vá morar com ela e eu ia, pq minha tia vai ter que se mudar e n tem pra onde eu ir...
Só que meu padrasto (que sempre foi super legal) resolveu implicar com minhas roupas (coturno, camiseta de bandas, toca, etc) e meu cabelo (vermelho, coisa mais perfeita) e eu como sou rebelde, resolvi mandar ele tomar naquele lugar, pq ele n é meu pai, isso e aquilo e ele respondeu e eu retruquei mais afiada ainda... Minha mãe se meteu, sem entender muita coisa (ela é muda e surda) e eu expliquei e ela veio com aquilo de "Ele ta só brincando, Giovanna"... Brincando é o caralho!
Ai parece que só me resta ir morar com meu pai (q n vejo faz mais de um ano) ou minha vó (meio do mato!)
Ai eu fiquei a semana inteira arisca por causa dessa bobagem, pq eu sou mto emotiva e chata.
Então não me irritem! kkkkkk
zoa.
Espero que gostem do capítulo.
E UM AVISOOOOO: Teremos 6 mortes na fic, se leu até aqui, fique curiosa.
Bjss da Nana kkk
xoxo
POV — Damon
Acordei com alguém pigarreando acima de minha cabeça, levantei os olhos apenas para ver uma Caroline muito irritada me encarando.
Mexi-me assustado, mas então percebi que tinha alguém dormindo profundamente em meu peito...
E que ainda estávamos no sofá da sala.
Caroline pigarreou de novo.
Elena grunhiu alguma coisa e enfiou o nariz em meu peito.
Contive a vontade de rir e levei a mão ao seu cabelo.
- Acorde, meu bem — murmurei, minha voz soando rouca até mesmo pra mim.
Ela soltou um palavrão e cobriu a cabeça, enfiando mais o rosto em meu peito.
Caroline pareceu ficar mais irritada.
- Quem é esse ai? — perguntou alto.
Dessa vez não pude conter uma gargalhada.
- Elena — falei. — Quem mais seria?
Caroline Forbes pulou surpresa, mas logo um sorriso malicioso distorceu seus lábios.
- Silêncio — Elena reclamou embaixo das cobertas.
Caroline riu alto.
- Parece que seguiu meus conselhos — disse para o amontoado grudado em mim.
Elena se remexeu e levantou a cabeça.
- Vá embora — mandou.
Ri de seu mau humor e inclinei-me apenas o bastante para roçar meus lábios na pele macia de sua testa.
Elena virou os olhos sonolentos pra mim, em seguida compreensão a atingiu e ela deu um salto.
- Bom dia — eu e Caroline dissemos em uníssono.
Ela olhou de mim para Caroline, seu rosto ficando instantaneamente vermelho e eu sorri divertido com essa cena.
- Então — a amiga de Elena disse, — hoje de manhã eu não vi a senhorita em casa e achei que poderia ter ficado aqui, mas, imagine a minha surpresa — zombou, — quando eu chego até a mansão Salvatore e encontro Damon enroscado com uma morena no sofá. E não é qualquer morena, não... É Elena Gilbert, a garota mais santa que eu conheço.
Ela começou a rir e Elena enfiou o rosto nas mãos, completamente envergonhada.
Fiquei um pouco frustrado com isso.
- Como entrou aqui? — perguntei, levemente irritado.
Caroline deu de ombros.
- A sua empregada abriu a porta pra mim... — disse de forma desinteressada — E o que vocês estavam fazendo ai? — perguntou, voltando a malicia.
Elena gemeu a meu lado, o rosto ainda enfiado nas mãos.
Não entendia porque ela estava tão envergonhada, afinal não havíamos feito nada demais na noite passada. Conversamos um pouco, ela me convenceu a assistir aos três primeiros filmes de Star Wars e então dormiu quando Anakin Skywalker foi para o lado negro da força, virando o Darth Vader.
Eu não me importaria se tivéssemos feito mais coisa, mas sinceramente? Com ela machucada e indecisa seria impossível... E eu realmente não queria força-la a nada, tudo que acontecesse daqui para frente seria escolha de Elena...
E eu aceitaria de muito bom-grado.
- Elena se machucou então eu a trouxe para casa e fiz um curativo — respondi para Caroline, — depois assistimos alguns filmes e adormecemos no sofá. Só isso.
Caroline pareceu desapontada, Elena finalmente levantou os olhos e sorriu grata para mim.
- Credo — Caroline reclamou, — deveria seguir meus conselhos, Eleninha.
Pela primeira vez nessa manhã, Elena riu.
- Digo o mesmo pra você — retrucou.
Caroline ficou vermelha e eu fiquei completamente deslocado.
- Vou pra cozinha — Car disse, mudando de assunto, — conversem ai.
Então ela sumiu no corredor.
Ela devia saber o caminho por causa da festa de ontem, por isso não me importei muito.
Olhei para Elena, mas ela já tinha se jogado de novo nos travesseiros, dessa vez de bruços. Ela respirou fundo umas duas vezes.
Aproximei meu corpo do dela e beijei suas costas por cima da camiseta.
O meu cheiro havia se misturado ao dela e era extremamente inebriante.
Elena estremeceu. Satisfeito levei meus lábios mais para cima, retirando seu cabelo do caminho e beijando a base de seu pescoço.
Ela estremeceu de novo e olhou para mim.
- O que está fazendo? — indagou irritada.
Sorri divertido com sua irritação.
- Aproveitando — respondi simplesmente.
Voltei a beijar seu pescoço, e adorei ver sua pele se arrepiando sob minha boca.
- Aproveitando o que? — perguntou, dessa vez mais calma.
- Você.
Mordisquei o ponto sensível de seu pescoço e ela amoleceu abaixo de mim.
Trilhei um caminho com minha boca até sua orelha, então desci até sua mandíbula, mas quando cheguei aos seus lábios Elena congelou.
Droga. O que eu fiz de errado?
Ela afastou o rosto e enfiou ele novamente no travesseiro.
- Banheiro — pediu baixo.
- O que?
- Preciso escovar os dentes — explicou.
Seu rosto e seu pescoço ficaram completamente vermelhos.
Eu ri, entendendo sua vergonha de me beijar.
A virei até que estivesse de costas no sofá, em seguida passei minha pena por cima dela, e subi em seu corpo, mantendo meu peso afastado de seu corpo pequeno.
Seus olhos se arregalaram em surpresa e eu inclinei meu rosto até o dela, beijando seus lábios uma, duas... Três vezes.
Então saltei do sofá e a coloquei no colo.
Elena parecia tão desnorteada que demorou alguns minutos até perceber o que eu estava fazendo.
- Acho que já consigo andar — disse baixo, mas não soou como se estivesse reclamando.
- Não quero correr o risco — falei.
Subi as escadas com ela e decidi deixar ela no banheiro, afinal ela tinha razão, eu não podia carregar Elena 24 h por dia, de cima para baixo...
Apesar de querer.
Ah, meu Deus, o que essa mulher estava fazendo comigo?
Não pode se apaixonar por ela, Damon, pensei, não pode.
Se teve uma coisa que aprendi na minha adolescência, é que amar... É sofrer.
Sem exceções.
Minha mãe amou meu pai, e o viu perder todos os sentimentos com o passar dos anos... Ela observou ele virar uma pedra sem poder fazer nada.
Eu amei minha mãe mais do que qualquer pessoa no mundo e ela se matou a poucos metros de mim...
Milhares de garotas choraram por minha causa antes de eu perceber que sentimentos não subestimados.
Sem falar de Katherine.
Katherine Pierce era extremamente parecida com Elena, cabelos e olhos castanhos, pequena, bonita, personalidade forte... Mas as semelhanças terminam ai. Elena é doce e forte, enquanto Katherine era arisca e carente, ela não sabia como se virar sozinha e eu nunca imaginaria ela quebrando o nariz de um homem...
Ela também foi a mulher que transformou meu coração em pedra.
Katherine foi caso... Exatamente três meses, e mesmo assim eu estava completamente rendido aos seus pés.
Descobri que ela tinha diversos amantes, cada um para um propósito específico.
De mim, ela queria dinheiro.
A deixei rapidamente, para logo em seguida ler em um jornal o quanto brutalmente ela havia sido assassinada por um amante insatisfeito.
Ela mereceu o fim que teve, mas aquilo destroçou minha alma.
Sem conseguir esperar mais, abri a porta e encontrei Elena se apoiando na pia enquanto escovava os dentes com a escova que eu havia comprado para ela.
Fui até seu lado, então sorri para ela antes de abrir o armário e retirar minha própria escova.
Ela retribuiu o sorriso e cuspiu na pia.
- Não consegue ficar longe de mim? — brincou.
Sorri amplamente.
- Não fique tão convencida — retruquei com a escova e a pasta já dentro da boca.
POV — Autora
Marcel havia feito o que Death havia mandado.
Ele ficara a semana inteira seguindo aquela que se chamava Elena Gilbert, apenas esperando a hora certa...
Ela havia passado a noite na casa do noivo, Marcel estava do lado de fora, em um carro preto, escondido nas sombras.
“Quando ela estiver sozinha...” Seu mestre havia instruído.
Sim. Quando Elena Gilbert saísse sozinha, ela teria o seu fim.
Notas finais
Leram minhas lamentações?? kkk
Sei que eu disse que os capítulos passariam das 2 mil palavras, mas semana difícil... Já sabem.
Se tiver erros também, dscp.
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