Fogo
13 Capítulo 11
Notas iniciais
- Este capítulo foi TENSO de escrever huhuheeuheuhuehu digamos que ele mostra porque que a fic é yaoi, se voces me entendem (quem não quiser ler a parte caliente, bem... voces vão ver qual é a parte)
-Queria dizer tambééém que comecei a escrever minha outra fiiic, de Percy Jackson, vai ser yaoi tbm mas... explico tudo depois. Super produção vimd aí
-E QUERO AGRADECER TODOS OS REVIEWS AMO VOCES AMORES LOVES MIOS
Agora boa leitura :)
O Sol percorria tórrido o céu sobre a fazenda. As uvas começavam a murchar nas plantações e o Senhor de Castro se preocupava cada vez mais, ainda mais essa semana que precisaria de ainda mais dinheiro: era o aniversário de Florença.
Observando os escravos trabalharem ao longe, sentados em uma cerca de madeira, estavam duas figuras. O primeiro, de cabelos pretos e curtos estava meio irritado, enquanto o loiro era só riso.
Qualquer um que passasse ali pensaria que eram dois amigos conversando sobre banalidades, e jamais imaginaria que ambos nutrissem um amor incondicional pelo outro.
– Ah, para. – Disse Heitor, quase se contagiando com o riso de Marcello.
Marcello estava sem ar de tanto rir. Deu uma pausa e continuou.
– Mas aposto que se ela fosse mais nova você dava uma boneca. – E riu de novo.
– Se insiste tanto em um presente especial, creio que é melhor eu beijá-la logo. – Respondeu Heitor, com uma cara extremamente séria.
Ao ouvir isso, Marcello estacou, será que o outro falava a verdade? Mas foi a vez de Heitor dar uma gargalhada.
– Não é possível que você acreditou nisso, Hahaha. – Disse, mas Marcello pareceu ofendido.
– Não teve graça, humpf. – Sua expressão era emburrada.
– Ei seu bobo, mesmo depois de um mês repetindo ainda preciso dizer que eu jamais te deixaria? – E Marcello sorriu ao ouvir essa frase.
– É, acho que não. – Concluiu. Mesmo essa pequena discussão só fazia aumentar o amor que sentia por Heitor, não poderiam ser mais apegados.
Buscou a mão dele ao seu lado e a apertou-a, gentilmente.
– Bom, não sei você, mas eu vou comprar uma chupeta pra Florença. – E ambos começaram a rir.
Por alguns minutos eles fitaram o horizonte. O céu azul sem nuvens, a plantação de uvas que se estendia por vários quilômetros, dali quase avistavam a senzala.
– Heitor... – Marcello disse, agora com tom sério. – Na noite que nós... bem, nos beijamos da primeira vez...
– O que tem? – Perguntou o outro, interessado.
– É que você disse que, se fosse comigo, teria coragem de visitar a fazenda dos seus pais.
A expressão de Heitor ficou pesada imediatamente. Pensava que não era justo que Marcello cobrasse algo que ele havia dito naquele momento.
– M-marcello eu... não sei. Eu não quero reviver tudo aquilo.
– Mas você revive, toda noite. – Disse Marcello.
Heitor sabia que ele tinha razão. Acordava praticamente toda noite sonhando com fogo, ou seus pais, ou Nega. Ele revivia o passado toda noite, mesmo que não contasse. Como dormia no mesmo quarto que Marcello, talvez o outro ouvisse ele gritar.
– M-mas... – Não conseguiu formar palavras. Tinha medo do que seu cérebro poderia produzir daí em diante, de como essa volta marcaria sua alma.
– Eu sei que pode ser difícil mas... eu tenho a impressão de que você pode superar. – E fez uma pausa, tocando a face do outro e levantando-a, para que se olhassem nos olhos. – E vou estar lá, esqueceu?
Heitor balançou a cabeça. Estaria realmente preparado para enfrentar tudo de novo?
– Você vai? – Perguntou Marcello, finalmente.
Heitor pensou durante algum tempo, mas acabou respondendo.
– Sim. – Marcello sorriu, aliviado, e o abraçou, dando-lhe um beijo logo em seguida.
– Ótimo. Agora vamos que meu pai deve estar perdendo a cabeça com essa festa de aniversário.
Com efeito, não somente o Senhor de Castro, mas todos na casa estavam em euforia. Das paredes pendiam vários panos com desenhos belíssimos e algumas fitas. Os móveis todos tinham sido trocados de lugar para acomodar a mesa três vezes maior do que a que estava na sala de jantar antes. Devia ter uns vinte metros de comprimento, para acomodar os convidados, que acabavam sendo bem menos numerosos que o seu tamanho.
A maioria dos convidados, como todo ano, eram as “amigas” de Florença. E toma-se o termo amigas por “garotas que só andam com as outras por causa de seus pais ricos”. Definitivamente o dia do aniversário de Florença era o pior do ano para Heitor, pois as tais amigas dela engoliam-no com os olhos, e chegavam mesmo a soltar algumas cantadas.
Ao adentrarem a sala encontraram um Senhor de Castro aflito, com dois panos nas mãos, e Florença à sua frente, com uma cara emburrada tentando escolher entre as duas opções.
– Ai, acho que este está melhor não é papai? A estampa combina mais com meus olhos.
– Não sei, querida, apenas escolha logo. – Ele já estava suado de tanto nervosismo.
Ao avistar os dois entrando sua mente desviou tão rápido do assunto anterior que até mesmo Heitor ficou tonto.
– Bom dia irmão e... Heitor. – Ela pronunciou “Heitor” com tanta malícia que ele quase sentiu o cheiro de feromônio.
– Bom dia, Florença. – Respondeu, apenas por educação.
– Olha eu quero um presente bem romântico, e que demonstre todo o amor...
– Vamos Heitor? – Disse Marcello, cortando a irmã. – Me mostrar aquele livro que você disse.
– Ah! V-vamos sim.
– Então até depois, irmãzinha querida.
Florença fitou-os se afastar: o que estavam tramando? Mas seus pensamentos não foram além de qual queria seu presente de aniversário.
– Bem, parece que vamos ter de realmente comprar o presente dela. – Disse Heitor, virando-se para Marcello que acabava de se sentar em sua cama.
– É... – Marcello parecia pensativo, e Heitor se perguntou o que passava em sua mente. – Vamos nos trocar pra ir comprar logo. – E se levantou rapidamente da cama.
Ambos se vestiram e em poucos minutos já estavam do lado de fora da fazenda, indo de cavalo comprar os presentes na cidade.
Visitaram algumas lojas e acabaram comprando um vestido muito bonito, verde com renda nas mangas. Eram lá pras cinco da tarde quando resolveram vir embora. As árvores no caminho se curvavam, como se anunciassem o que eles deveriam fazer. Suas sombras compridas velavam a estrada, e os últimos raios de Sol apenas escapavam pelos portões imensos e enferrujados da antiga fazenda Graças de Santa Bárbara.
– É a hora. – Proclamou Heitor.
Estacionou Adamastor bem em frente aos portões e Marcello e ele desmontaram do cavalo.
– Você... tem certeza que vai conseguir, não é? – Perguntou Marcello.
– Sim. – Disse Heitor, decidido, mas na verdade não tinha tanta certeza.
Marcello segurou sua mão e ambos atravessaram os portões que rangiam com a idade.
Embora não estivesse frio, uma neblina estranha tomava conta do lugar, como se a fumaça do incêndio persistisse em agourar o espaço para sempre. Durante todo o caminho até os destroços da casa-grande Marcello segurou a mão de Heitor, que permanecia impassível ante os restos de sua antiga vida que haviam resistido ao tempo. A vegetação que não era aparada há quatro anos invadia a pequena estrada de tijolos que levava à casa-grande, e apenas um pedaço estreito dela era visível. Alguns animais apareciam correndo aqui e ali, como se nunca tivessem visto seres humanos em sua vida.
Depois de caminharem mais ou menos uma centena de metros, a grande pilha de pedras e madeira já era notável. A montanha terrível parecia exatamente o que era: um túmulo. O coração de Heitor bateu descompassado, mas ainda assim ele continuava calado, e sem chorar.
Ao se aproximarem um pouco mais já podiam ver do que se constituía o monte. Várias pedras, algumas do tamanho de paredes inteiras, outras apenas tijolos se amontoavam numa grande pirâmide, e pareciam emboloradas, pois haviam tomado muita chuva em todo esse tempo. As coisas de madeira estavam cheias de musgo e algumas plantinhas e inchadas também por causa da chuva. Heitor se impressionou consigo mesmo, por estar sendo tão forte. Marcello o abraçava pela cintura, acolhendo-o. Ele o fazia sentir tão bem, tão protegido, aquilo que via não parecia ser suficiente para afetá-lo enquanto o outro estivesse por perto.
Heitor se agachou, para examinar os pequenos objetos indistintos. Encontrou um pedaço de gravata embaixo de uma pedra e uma tiara quebrada entre dois pedaços de madeira. Avistou uma coisa colorida embaixo de uma parede caída, e puxou para ver o que era. Pegou na mão algo que parecia a capa de um livro, muito molhada, desbotada e chamuscada nas pontas, era quase impossível ler o título, mas Heitor não precisou lê-lo para saber do que se tratava. Ali estava desenhado o rosto de um cavalo e as letras legíveis eram: M nual de Veterin a p ra meiros Soc ros de Eq nos. O livro que sua mãe lia pra ele toda noite. Foi aí que o passado bateu-lhe como uma rocha e ele desatou a chorar. As lágrimas desciam por seu rosto sem controle e ele começou a soluçar. Olhava para a pilha de escombros, imaginando se seus pais estariam ali, enterrados. E Nega também. Nenhum deles teve um enterro, ou se tiveram Heitor não foi convidado.
Heitor já estava de joelhos, sem o poder de apoiar-se em suas próprias pernas. Marcello ficou de joelhos com ele e Heitor apoiou a cabeça nos ombros dele, chorando, limpando as cicatrizes do tempo. Marcello fazia carinho em sua cabeça, e não falava nada, pois sabia que não havia o que se dizer. Finalmente Heitor se acalmou e abraçou o outro com ainda mais força.
– Por favor... – Disse, entre soluços. – Nunca me deixe.
Marcello levantou o rosto do outro, dando-lhe um beijo terno e acalentador.
– Eu jamais faria isso. – E ao olhar a montanha de destroços, suspirou. – Agora vamos embora daqui.
A noite da fazenda dos de Castro era transformada em dia pelas luzes que vinham da casa-grande. A grandiosidade do evento era certamente maior que o número de convidados, que mal chegavam a cem. Florença andava pra lá e pra cá, desfilando com seu vestido cor de rosa e com babados e todas as bordas, se sentindo uma princesa. Hoje completava 14 anos e Heitor tinha certeza que a proximidade idade entre os dois seria mais um pretexto para que o agarrasse.
Marcello e Heitor chegaram quando a festa já tinha começado. Maria tinha feito um bolo muito bonito, com glacê branco e rosa. Os panos daquela manhã estavam pendurados na parede, e Florença havia escolhido os de cor violeta para combinar, sob seus conceitos, com seus olhos amarelados.
Os convidados conversavam fazendo muito barulho, e a presença de tanta gente deixava Heitor extremamente desconfortável. Daria tudo pra ficar no quarto a noite toda, lendo. Florença estava sentada na mesa de seu grupinho de amigas, que pareciam muito entediadas enquanto ela exibia seu vestido caro e importado.
– Hun, é bonito, mas o que estou usando é mais. – Foi a reação dela ao presente do irmão e de Heitor. Certamente se Heitor o tivesse entregado a resposta seria bem diferente.
Os dois sentaram-se numa mesa mais afastada, para terem ao menos alguma privacidade e conversar. A festa parecia animada, e os pais de Florença estava bastante felizes com os quatorze anos da filha.
Heitor ainda parecia meio abatido, mas Marcello a toda hora lhe falava palavras reconfortantes, beijando-o quando ninguém olhava.
A festa passou e em pouco tempo os convidados iam se retirando.
– Estou com sede, vou pegar um suco. Quer? – Perguntou Heitor.
– Ah, sim. Pode ser.
– Já volto.
Heitor foi à cozinha, procurar a jarra de suco. Não havia ninguém lá, talvez Maria pudesse ajudá-lo. Quando estava quase desistindo de procurar em meio toda aquela comida, ouviu passos atrás dele.
– Maria, será que... – Mas não era Maria.
Florença pegou as chaves e trancou a porta da cozinha, aproximando-se de Heitor tentando ser sensual.
– F-florença?... O que você quer? – Já estava irritado.
– Lembra? Eu prometi que você ia ser meu... – Sua entonação era atirada. – E será que existe oportunidade melhor pra isso do que meu aniversário?
Heitor engoliu em seco, as náuseas voltavam.
– Seja meu presente. – Completou, abaixando as alças do vestido e ficando completamente despida à sua frente.
Heitor fechou os olhos para não olhar para as partes baixas dela. Era completamente nojento, ela era repugnante. O corpo mal desenvolvido de adolescente misturado à falta de beleza e sua vulgaridade faziam Heitor querer vomitar. Ela se aproximou mais dele, encostando os seus corpos.
– Ei, olhe pra mim! O que houve? Não me quer? – Era mais uma ordem, não uma pergunta.
– Saia daqui. Não, eu não te quero! – Disse, ainda com os olhos fechados.
– Seu paspalho, vou te mostrar o que é desejo. – E atirou-se em sua direção, dando-lhe um beijo forçado.
Assim que sentiu os seus lábios, Heitor abriu os olhos e a empurrou com força, fazendo Florença cair no chão.
– O que? Como ousa me recusar? Agora você vai ver. – E pulou em cima dele.
Ela agarrou-o pelo pescoço, puxando a cara dele para os seios dela. Heitor tentou se desvencilhar, mas estava assustado demais para conseguir fazer alguma coisa. Ela começou a esfregar a cara dele nos peitos com força e Heitor finalmente conseguiu se soltar, enojado. Ela tentou agarrá-lo novamente, mas ele a segurou pelos braços, evitando olhar para sua nudez e a jogou contra a parede. Ela tropeçou e caiu sentada no chão. Heitor correu para a porta e destrancou-a, fugindo dali.
Marcello estava achando estranha a demora e foi em direção á cozinha, procurar Heitor, mas foi surpreendido no meio do caminho pelo outro, que vinha chorando e parecendo atordoado.
– Heitor!?! O que foi que aconteceu? – Perguntou, assustado.
– F-foi... e-ela... Sua irmã, ela... – E chorou incontrolavelmente abraçado a ele.
Marcello já havia entendido o que acontecera. Provavelmente Florença tinha tentado agarrar Heitor à força mais uma vez. Tinha prometido ficar de olho nela desde que viu pela primeira vez ela fazer aquilo, mas percebeu como apenas um descuido tinha sido fatal.
– Fique calmo. Venha, vamos para o quarto. – Disse, passando os braços pelos ombros do outro.
Marcello pousou Heitor na cama. A luz da lua entrava pelas janelas deixando o ambiente velado de qualquer mal. Marcello acariciava os cabelos do outro, acalmando-o.
Sentou-se na cama também e aproximou-se de Heitor, segurando-o delicadamente pela nuca e beijando-lhe com amor. Heitor aos poucos foi permitindo o carinho, ele mesmo beijando Marcello com ardor, como se não conseguissem viver um sem o outro. O fogo aos poucos tomava conta dos corpos de ambos.
Marcello tirou a própria camisa, desabotoando a de Heitor em seguida. Heitor permitia que ele fizesse isso, nunca se sentira tão pronto para algo como naquele momento, nos braços daquele que amava. Encostaram seus corpos, sentindo o calor emanar de um pro outro, beijando-se com fulgor. Marcello alisava o tronco bem-feito do outro, beijando-o e explorando-o. Heitor estava extasiado, a sensação de outra pessoa tocando seu corpo era maravilhosa. Marcello chupou-lhe os mamilos, arrancando suspiros do outro. Estava de joelhos na frente de Heitor, que estava sentado na cama. Heitor lentamente desafivelou o cinto da calça social de Marcello, sentindo o cheiro de seu perfume. Abaixou as calças dele à sua frente encostando o rosto na barriga do loiro.
Então Marcello desafivelou o cinto de Heitor, puxando as calças do outro. Estavam agora ambos de ceroula, algo parecido com uma cueca samba-canção, beijando-se sem parar para respirar. Sem aguentar mais, Heitor segurou a ceroula de Marcello, puxando-a para baixo, e contemplando o corpo que desejava tanto. Marcello fez o mesmo com ele, e estavam os dois completamente despidos. Encostaram seus corpos nus, ambos sentindo um frio na barriga e o prazer tomando conta se suas almas. Marcello começou a beijar Heitor, começando na boca, descendo até o pescoço, lambendo os mamilos e beijando o umbigo, até chegar no membro de Heitor, que já estava completamente ereto. Assim que sua boca encostou na ponta, Heitor sentiu um calor intenso subir por seu corpo, uma sensação indescritível. Marcello foi enfiando a ereção na boca aos poucos, arrancando suspiros entrecortados do moreno, e logo depois chupando com desejo, num vai e vem extasiante. Heitor estava prestes a ejacular quando Marcello, para provocar, parou.
Daí então trocaram de posição, e foi a vez de Heitor fazer o trabalho. Ele repetiu a mesma operação, beijando Marcello da boca até a virilha. Assim que chegou lá, chupou durante todo o pênis de Marcello, que mal respirava de tanto prazer. Beijou seus testículos, partindo finalmente para a ponta do membro, chupando-o. Marcello gemia, sentindo a língua do outro explorar com ardor sua glande, e gozou na boca de Heitor, que engoliu todo o esperma. Não falavam nada, como se soubessem exatamente o que fazer na hora exata, como se já tivessem feito aquilo antes. Marcello virou-se, ficando com o traseiro empinado na direção de Heitor, que encostou seu membro na entrada de Marcello. Lambeu um dedo, enfiando-o no ânus de Marcello. Após a entrada ficar livre, enfiou dois, e então três. As lágrimas de dor, da boa dor, escorriam pelos olhos de Marcello, e então Heitor encostou o pênis, enfiando primeiro a cabeça e depois toda sua extensão. Marcello soltou um grito agudo de dor, mas estava nas nuvens. Sentindo que a entrada lhe era permitida, Heitor começou a enfiar o membro com mais força, dando estocadas cada vez mais rápidas, até que no vai e vem explodiu de prazer, gozou na entrada de Marcello. Estava suado, e deitou-se sobre as costas de Marcello, fazendo carinho em seu cabelo. Marcello pareceu se recuperar do prazer e então pôs Heitor na mesma posição que ele estava, com a bunda empinada em sua direção. Heitor deitou-se e Marcello se pôs a trabalhar. Fez a mesma operação, enfiando sequencialmente os três dedos. A entrada de Heitor era apertada, o que acabou dando um pouco mais de tempo para seu próprio pênis entrar. Mas assim que entrou, parecia se encaixar perfeitamente. Sentindo que o passe lhe era livre, começou a enfiar com mais agilidade e destreza. Ambos gemiam como se não tivessem medo de ninguém escutar, mas o amor ali era maior que qualquer temor. Enfiava e tirava repetidamente, até que finalmente não suportou mais e gozou pela segunda vez na noite, caindo ao lado de Heitor na cama, respirando rapidamente. Descansaram um pouco, abraçados, unidos em uma pessoa só. Depois de alguns minutos fazendo carinho um no outro, finalmente se recuperaram.
– Eu te amo. – Disse Heitor.
– Eu te amo ainda mais. – Respondeu Marcello, rindo, e selando seus lábios com um beijo longo e apaixonado.
Dormiram ali, abraçados, e o destino lhes foi generoso, pois ninguém interrompeu-os durante o resto da noite.
Notas finais
ISSO FOI MUITO ENGRAÇADO DE ESCREVER HUHEUAHEUAHSUEUHSEUH
Espero que tenham gostado, me contem suas sugestões huhauhahshash até depois
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