Flowers For You Grave.
11 Forgive Me.
Notas iniciais
Três anos antes...
— Olhe para você! – Derek exclamou sedutoramente.
— Sua nova ligação de comunicações. – Penelope exclamou e olhou para um Hotch chateado. – Ligação de comunicação estagiaria. – Ela corrigiu.
— Garcia. – Rossi começou. – Eu não digo isso com frequência, mas eu não fazia ideia de que existia essa fase em você.
— Bem, eu pensei que como precisarei ter que ligar com a população local e a mídia deveria usar as vestes dos mortais. – Ela olhou para Derek sorrindo. – Ai!
— O que foi? – Derek riu um pouco.
— São as minhas lentes. – Ela disse. – Elas ficam saindo.
Todos da equipe sorriram um pouco.
— Agora sim. – Ela fechou um olho. – Não. Sim. Não. Ai. – Ela finalmente se rendeu.
Todos sorriram.
Agora...
— Agente Morgan? – Nik bateu na janela da SUV. – Eu preciso contar uma coisa.
— O que você não contou para os outro e esperou para contar para mim? – Derek limpou algumas lágrimas.
— Eu posso saber onde ele está. – Nik falou. – Entendo que você irá partilhar com seus colegas.
— Sim. – Derek respondeu. – Eu vou.
— Analisei visualmente algumas partículas de pó e descobri que elas vêm do lado baixo da cidade. – Nik respondeu. – Containers de armazenamento.
— Têm certeza? – Derek não duvidava dele. – Eu não preciso de esperanças falsas.
— Chame seus homens. – Nik bateu fraco no braço de Derek. – E vá buscar sua garota.
Derek sorriu e foi buscar Hotch e Rossi.
Willian voltou para o contêiner de armazenamento. Duas horas que ele havia saído e não sabia o que fazer com a moça amarrada no contêiner. Ele pensou em matar ela e se matar, para acabar com aquilo de uma vez.
Ele tinha seu punhal com ele. Matar ela e depois suicídio seria um fim perfeito. A última foto dele com seu falecido filho estava em suas mãos.
As lembranças da conversa final no hospital quando o garoto morreu de câncer em conflito na lembrança.
2006
Hospital Mary Marcy.
Evan estava potencialmente morto. A leucemia o consumiu por inteiro. Ele passou dois anos em uma cadeia por um crime que até onde Willian via era menor.
A beira da cama do filho, ele viu o quanto ele sofria.
— Pai. – Evan o chamou. – Preciso te pedir algo.
— Poupe a força filho. – Willian pediu. – Podemos conversar quando sair daqui.
— Eu não vou sair daqui pai. – Evan respondeu. – Você sabe bem disso.
— Você não deveria morrer. – Willian com lágrimas caindo. – Sua mãe está deprimida.
— Ela está assim desde que eu fui preso. – Evan corrigiu o pai. – E eu ter ficado doente só piorou.
— Peça alguma coisa, filho. – Willian o instruiu.
— Eu não quero que você se vingue. – Evan começou. – Não fiz nada certo em primeiro lugar. Eu nem estaria aqui se eu tivesse escutado e me afastado de Billy Joe. Ele me levou para esse caminho. E se safou.
— Filho. – Willian começou. – Nada disso é sua culpa.
— Tudo isso é minha culpa. – Evan disse, começando a sofrer ainda mais. – Ela só fez seu trabalho.
— Ela? – Willian queria saber agora.
— Não importa. – Evan colocou uma mão no braço do pai. – Me prometa que você não vai virar um vingador. A vingança apenas desgraça a vida das pessoas.
— Evan. – Willian começou a chorar. – Eu prometo.
Evan olhou para o pai e as linhas ficaram planas. Médicos correndo para o quarto enquanto Willian olhava para o filho morto.
— Eu prometo que eu vou me vingar. – Willian corrigiu a frase.
Agora...
— Não importa. – Evan colocou uma mão no braço do pai. – Me prometa que você não vai virar um vingador. A vingança apenas desgraça a vida das pessoas.
Aquelas palavras queimavam na cabeça de Willian. Nomes falsos usados para chegar aos responsáveis. Sua mulher igualmente falecida depois que quatro anos.
E ele não superou. Então porque ele apenas não fazia um favor ao mundo e o livrava dela? Era o que ele pensava.
JJ olhou para o retrovisor onde Derek parecia ter se perdido vinte minutos atrás.
Se ela admitisse a sensação de Penelope estar correndo perigo a assustava.
Um pouco depois de ela sumir, ela precisou de um tempo para avaliar os estragos que ele fazia para todos os agentes.
E agora ela poderia ir embora para sempre.
— Nós vamos encontrar ela. – Reid respondeu – E vamos trazer ela de volta.
— Eu não gosto do que sinto. – JJ confessou. – É errado.
— E o que você sente? – Rossi se meteu.
— Vontade de atirar nesse filho da puta. – JJ confessou. – Sem dar uma chance a ele de se explicar. – JJ falou. – E não estou me arrependendo.
— Nunca pedi isso. – Derek disse, olhando para a frente. – Na verdade eu quero ver você ter as honras.
— Maravilha. – JJ disse, examinando a arma. – Igual ao último?
— Sim. – Emily tomou a dianteira. – Bem no estilo.
— Estamos chegando pessoal. – Hotch respondeu. – A Swat está a caminho.
— Não vamos esperar. – Rossi saiu assim que Hotch parou o carro. – Vamos matar esse doente.
Willian pegou a faca em suas mãos e se aproximou de Penelope. Ela finalmente estava acordando depois de algum tempo.
— O que você fez comigo? – Ela tentou se mexer, mas não deu certo.
— Eu não te violei. – Willian gritou nervoso. – Eu percebi que há algo pior que aquilo.
— O que vai fazer com essa faca? – Ela ficou nervosa.
— Cortar seus pulsos. – Ele confessou. – Ver sangue pingando é algo maravilhoso.
Willian nem colocou a fita na boca dela outra vez. Ele não fazia ideia que os agentes estavam por perto. Pegando um dos pulsos dela perto da lamina da faca.
— Tenha uma boa morte. – Willian falou antes de cortar o pulso de Penelope.
— Nãããããoooo. – Penelope gritou de dor.
Derek parou ao ouvir o grito de sua mulher tão carregado de dor, vindo de menos dez metros dele. Ele correu por ela, sendo seguido por Hotch e Reid.
O sangue que escorria do pulso era rápido e muito volumoso. Ela sentiu seu mundo girar e depois apenas a vida sendo puxada dela outra vez. Ela sabia que Derek estaria por perto e que ele a encontraria. Ou encontraria seu corpo. De qualquer jeito ele a encontraria.
Sendo puxada para a escuridão, ela ainda podia ouvir o que acontecia. Não era porque ela estava apagada que ela não deixou de ouvir.
Com o sangue escorrendo ao seu lado Willian sabia que a única opção era a morte. Era a opção saudável. Pelo menos assim ele ficaria com a família.
Derek sabia exatamente qual era o contêiner. Ele apenas sabia onde ela estava.
Estourando a fechadura da porta sem se preocupar em qual seria o custo de reparo ele apenas pagaria com sua deusa ao seu lado.
Ele entrou no lugar e ofegou ao ver sua Penelope naquele jeito. Ah ele iria matar esse cara.
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