Flaws and All
11 Capitulo 11 : Ferrou !
Notas iniciais
Buenos Aires , ARGENTINA. Domingo 04 de Janeiro 2015.
POV VIOLETTA.
13:00h
– Namorada ? — indaga a loira indignada.
– Namorada ? — indago sussurrando para ele e o mesmo ainda permanecia com o sorriso no rosto e o mesmo apertou a minha cintura em um sinal como se pedisse ajuda — é , sou a namorada dele. Prazer , Violetta Castillo — falo fitando-a e dando um sorriso falso para ela.
– Ata — falou a loira azeda me olhando dos pés a cabeça — nossa. Leonzinho , conseguiu parar quieto — falou divertida mas apenas o Lê deurisada — aproveitem o namoro. Gery chega em cinco meses — sussurra.
– Não tenho medo dela — falei sorrindo.
– Olha , corajosa — encarou-me revirando os olhos — mas talvez ela não esteja sozinha nessa — falou a loira me medindo.
– Bom , temos que ir — falou o Lê interrompendo antes que eu rebatesse — foi bom reencontrar você mas temos um almoço para ir — mentiu.
– Digo o mesmo , foi bom conhecer a sua namorada — falou e deu para perceber como ela se referiu a mim com tanto nojo. Dei de ombros.
– Vamos , amor — fala o Lê me fitando e não pude conter o sorriso quando ele falou tão sincero a palavra amor.
– Vamos — concordo sorrindo — tchau Sofi — falo sorrindo e fiz questão de demonstrar a minha falsidade.
– Sophie — corrige-me.
– O que você disse , querida — faço-me de desentendida.
– Você me chamou de Sofi. Meu nome é Sophie não Sofi — falou revirando os olhos.
– Perdão , Sophie não Sofi — falo e ouvi o Lê dar uma risada baixinha e a mesma ouviu também pois ficou furiosa.
– Sua .. ah , tchau — se despede e murmurei um vadia e me virei para sair dali.
Fiz o caminho contrário do que eu havia feito para vim procurar o Lê. Me arrependi , senti algo esquisito ao cruzar com essa garota. Ia chegar perto dos nossos amigos quando senti duas mãos agarrarem a minha cintura e me puxar fazendo dar meia volta.
– Pode fazer suas indagações — falou Lê rindo pelo o nariz e revirei os olhos suspirando.
– Quem é ela ? — faço a minha primeira indagação.
– Sophie Charlotte Viegas. Tens 19 anos , estudava na mesma Universidade que ela no México. Ela havia viajado para Buenos Aires antes de mim , ficava me enchendo o saco , literalmente — falou bufando — fiquei com ela algumas vezes , claro , sem a Gery saber — falou rindo. Fiquei um pouco irritada pela a naturalidade em que ele disse isso.
– Por que me apresentou como a sua namorada ? — faço a minha segunda indagação cruzando os braços.
– Pois queria me livrar dela — falou o óbvio e até que concordei com essa resposta.
– Quem é Gery ? — terceira indagação e o mesmo riu — estou falando sério León — falo batendo em seu ombro.
– Hm , Gery Camarena Viegas — falou e fiquei confusa — sim , ela é irmã da Sophie. Sophie me apresentou para ela e como sou um , aliás , era um galinha namorei com ela , Sophie ficou morrendo de raiva — riu — mas decidi pegar as duas — riu novamente e apenas ficava com a cara emburrada — elas se amam , mas se soubessem que o Leonzinho aqui pegava as duas , iriam se odiar — falou rindo mais ainda e empurrei-o — o que ? — indagou confuso e revirei os olhos.
– Você é um idiota — murmuro.
– Acabou as indagações ? — indagou e suspirei profundamente.
– Bom , tenho mais uma — falo — você .. ah , você .. — tento procurar palavras para indagar isso.
– Eu — me incentivou a falar.
– VocêgostadaGery ? — indago tudo de uma vez bem rápido.
– O que ? — indagou confuso.
– VocêgostadaGery ? — indaguei novamente rápido.
– Violetta , fala devagar , caralho — fala irritado e ri.
– Você sente algo pela a Gery , digo , você gosta dela ou sei lá ? — indaguei fitando os meus pés envergonhada.
– Esta com ciúmes ? — indaga rindo e fiquei irritada.
– Claro que não — bato o pé — não da para conversar com você .. ah , tchau León — falo empurrando-o e indo em direção a galera.
– Foi procurar pelo o León e volta depois de 15 minutos — falou Francesca revirando os olhos.
– Não enche , tá — falo me sentando ao lado de Nathália.
– Pessoal , ela esta de TPM — apareceu o Lê sentando em meu lado rindo. Todos que estavam sentado ali riram.
– TPM esta a senhora sua avó — falo fitando ele e revirando os olhos.
– É — começou o Maxi — realmente ela esta de TPM — afirmou o Maxi.
– Garotos , deixem ela — me defendeu , Camila.
– Obrigada Camila , amei saber que só uma pessoa me defende aqui — murmurei. Violetta modo dramática , on.
– Nossa , tão dramática — resmungou Ludmila.
– Adorei o elogio — falei revirando os olhos.
– Cadê a Vodka para fazer a Violetta parar de graça ? — indagou Maxi.
– Tá no seu cu — murmuro sorrindo e o mesmo fingiu estar indignado.
– Toma — murmurou Nathália rindo.
– O papo esta bom mas vocês vão ou não vão cantar — reclama Francesca.
– Perdi a vontade — resmunguei.
– Para de graça — se irritou León.
– Se eu não quero cantar só acho que o problema é meu — falo me virando e dando um sorriso sínico.
A verdade é que eu estava irritada , irritada pelo o León ser um idiota a capaz de ficar com duas irmãs. Senhor. Queria deixar minha marca registrada na cara da Sophie mas se fosse comigo eu iria virar uma fera. Literalmente.
O pessoal começou a cantar e sair em despercebida indo em direção ao um balanço que havia no parque , me sentei e comecei a balançar bem devagar. Fitei um lago que havia ali no parque. Será mesmo que o León esta disposto a fazer-me se apaixonar por ele ? Não posso negar , me sinto insegura , muito insegura , não queria sentir isso , mas as cicatrizes do passado ainda não foram totalmente esquecidas.
– Hey — ouvi uma voz distante mas logo afastei-a voltando em meus pensamentos e continuando a balançar — pequena — ouvi novamente e era o Lê. Levantei a minha cabeça lentamente fitando-o.
Continuei calada , percebi o Lê se abaixar cautelosamente em minha altura e acariciar as minhas bochechas , desviei o meu olhar tentando ao máximo não manter contato visual , o que foi impossível pois ele virou a minha cabeça fazendo-me voltar a fita-lo.
– O que você tem ? — indagou e mordi o lábio inferior.
– Não sei — minha voz saiu gasta , quase não saiu.
– É por causa da Sophie e da Gery ? Olha pequena , eu sou um idiota eu sei , mas eu não pensava nas consequências , eu nunca faria isso com você — falou e respirei fundo.
– Desculpa — pedi.
– Por ? — indagou.
– Por ser tão boba — falo rindo e o mesmo me acompanhou.
– Você se sente insegura eu sei , mas eu não sou capaz de fazer tudo que aquele verme fez , eu te amo , não sei como em poucos dias floresceu esse sentimento , sou novo nisso ainda. Eu estou aprendendo a desenvolver esse sentimento — falou colando as nossas testas.
– Eu adoro você — falo beijando a sua bochecha.
– Não era isso que eu esperava , mas tudo bem — falou rindo e acompanhei-o.
– León .. — falei revirando os olhos.
– Eu sei , tempo — falou se levantando e eu acompanhei-o com os olhos.
Lê se levantou e foi para atrás de mim , não entendi muito bem de primeira mas depois que ele começou a balançar mais forte eu comecei a rir. A cada vez que eu voltava ele empurrava um pouco mais forte , senti o vento bater em minhas madeixas fazendo-as se mexerem. Aquilo me fez lembrar-me da minha infância.
– Pula — falou e voltei ao meu estado normal confusa.
– Como ? — indaguei confusa.
– Pula — gritou repetindo.
– Não. Você esta louco ? — falei já querendo sair dali , mas o mesmo empurrava tão forte que eu não teria coragem.
– Ou você pula ou eu faço você cair — gritou e sabia que ele era capaz de fazer isso.
Lê começou a mexer o balanço fazendo-me quase perder o equilíbrio quase caindo no chão. Por impulso , ou talvez não. Pulei fazendo a grama amortecer a queda , olhei em direção ao balanço e o Lê se matava de rir , irei me vingar.
– Ai !! Ai !! León — gritei fingindo dor no tornozelo e no braço.
– Você não me engana Violetta — falou vindo na minha direção e rindo mais ainda.
– É sério León!! — gritei histérica fazendo-se assustar e quase ri — acho que torci o tornozelo e o braço — toquei no meu tornozelo e gritei fingindo que estava doendo. Pessoas passavam por ali e apenas nos olhavam assustadas.
– Pera — falou se agachando em meu lado — vai passar , calma — falou realmente preocupado.
– León , esta doendo muito , acho que não consigo nem mover o meu braço — falei fingindo que ia chorar.
– Desculpa — falou mexendo de leve o meu tornozelo e fingi gemer de dor , mas na realidade era que não estava doendo merda nenhuma — é tudo culpa minha , eu inventei essa brincadeira idiota , besta León , você é um besta — começou a se xingar e não estava aguentando segurar a risada.
– Aii !! Aii !! — tentei fingir mas escapou uma risada abafada e o mesmo me olhou irritado.
– Você estava rindo ? — indagou.
– Não — gritei — está — parei suspirando profundamente buscando forças — doendo — comecei a ri. Não me aguentei.
– Sua mentirosa — falou irritado — Violetta , sua .. sua , arrgh eu vou te matar — murmurou furioso.
– Sou uma pobre indefesa , apenas me vinguei — falei rindo e me ajeitando na grama.
– Vou pensar o que faço no seu caso — falou deitando-se em meu lado e sorrindo.
– Você é louco , eu poderia realmente ter-me machucado — falei revirando os olhos e fitando as nuvens.
– Todos nós nascemos loucos. Alguns permanecem — fala estalando a língua no céu da boca.
Virei a minha cabeça fitando-o e sorri o mesmo virou a cabeça retribuindo o olhar e me fitando. Fui me aproximando mais dele , não sei , só estava agindo por impulso , o mesmo sorriu com a minha atitude e foi se aproximando também quando nós iríamos selar os nossos lábios Nathália interrompeu.
– Vamos ao shopping , você vão ficar ai namorando ou vão com nós ? — indagou entediada.
– Não. Vamos almoçar na casa da Vilu — falou o Lê e eu arqueei a sobrancelhas.
– Ah , tudo bem então — falou e deu meia volta voltando para onde estava.
– Que ? Você mentiu — falei revirando os olhos.
– Claro que não. Eu só quero ficar um tempo a sós com você e aliás , esta na hora de eu conhecer os meus futuros sogros — falou se levantando e me ajudando a se levantar.
– Vai sonhando — falei rindo e tirando a grama da minha roupa.
– Sonhar não é crime. Agora vamos , quero conhecer meus sogros — falou colocando a mão em minha cintura e me guiando até onde estava a moto.
Lê me ajudou a subir na moto e me entregou o capacete. Logo ele subiu na moto também colocando o capacete e entrelacei os meus braços em sua cintura segurando firme. Logo ele deu partida.
Após alguns minutos naquela moto chegamos , não era tão longe onde a gente morava , por isso facilitou muito. Tirei o capacete e desci da moto entregando o capacete para o Lê.
– Chegou a hora de conhecer os seus futuros sogros — falei irônica.
– Opa ! To ansioso — brincou e dei um tapa em seu ombro e logo indo em direção para a porta da minha casa. Percebi os passos do Lê atrás de mim.
– Perai , só vou pegar as chaves — procurei pela a minha bolsinha e logo achei encaixando-a e logo girando-a e pude-se sentir o cheirinho da comida da Olga — familia ? Pai ? Mãe ? Olguinha ? — perguntei indo para a cozinha apenas estavam panelas no fogo.
– Não tem ninguém ? — indagou o Lê.
– Pequenina — percebi Olga descer as escadas.
– Olguinha — fui em direção a ela abraçando-a.
– Seus pai.. quem é essa lindinho pequenina , seu namorado ? — indagou achando que estava falando baixo mas deu perfeitamente para o Lê ouvir.
– Bem que eu queria ser , mas , apenas amigos. León Vargas — se intrometeu o Lê.
– Ah , esqueci que estamos falando da Vilu — falou Olga revirando os olhos — pequenina agarra — falou e eu olhei incrédula para ela.
– Sabe , mas ela me deu a cha.. — tentou falar mas eu o interrompi.
– Não. Chega. Não fala nada para a Olga porque quando ela diz que a língua dela é um túmulo , ela esta mentindo — falei tampando a boca do Lê e logo destampando.
– Como falaste assim de mim , pequenina — falou Olga.
– Anos de convivência com você Olga. Anos — falei revirando os olhos — meus pais ? — indaguei.
– Foram levar a Julie no hospital , está com febre , mas eles me ligaram e estarão aqui em cinco minutos — falou.
– Então põe mais dois pratos na mesa para mim e para o Lê , Olguinha. Estaremos lá em cima — puxei o Lê pela a mão dele subindo correndo as escadas.
Chegamos no segundo andar e fui com ele em direção ao meu quarto. Entrei primeiro e logo ele entrou atrás e ouvi o barulho da chave sendo trancada , olhei para trás confusa e o Lê havia trancado.
– Você toca ? — apontou para o teclado em meu quarto.
– Sim — fui até ele dedilhando algumas notas — porque trancou a porta ? — indaguei desconfiada.
– Ah. Um tempo a sós , para não arriscar ninguém entrar — falou me puxando pelo o cós do shorts fazendo colar os nossos corpos.
Não pude pestanejar nada pois o Lê selou os nossos lábios em um selinho mas que rapidamente se transformou em um beijo. Lê pediu passagem e eu logo cedi , entrelacei minhas mãos em suas madeixas puxando-as e o ouvi arfar. Lê caminhou ainda com os nossos lábios selados até a cama , sabia aonde ele queria ir , mas não sei se era o que eu queria. Senti meu corpo se chocando com algo macio e deduzir ser a cama. Lê se pôs em cima de mim sem colocar seu peso todo
Finalizamos os beijos e o Lê seguiu para o meu pescoço e descendo a sua mão pela a lateral do meu corpo , me arrepiei. Vi o afastar sua boca do meu pescoço para retirar a sua camisa e percebi o seu abdômen definido e por impulso arranhei senti-o estremecer. Voltei a realidade quando ele voltava a beijar o meu pescoço e descia devagar.
– León — sussurrei em seu ouvido — não — tentava empurra-o mas parecia que estava fraca , não conseguia raciocinar direito — meus pa.. — tentei falar.
– Shhhi — me calou com um selinho — confia — falou.
Lê voltou a beijar meu pescoço e senti-o dar um chupão e arfei. Lê passou a mão em minha barriga que estava a mostra e foi subindo até chegar em meus seios aonde aperto-o de leve , fiquei corada. Ninguém havia me tocado assim , ao não ser o .. não Violetta , respira. Lê foi subindo a minha blusa e arqueei o corpo para facilitar o seu serviço e logo me vi só de shorts , vans e sutiã. Retirei o meus vans com o próprio pé. Aquela não era a Violetta , eu estava fora de mim.
Por um impulso consegui reverter as posições ficando por cima de sua barriga com a pernas cada uma de um lado. Beijei o seu pescoço e fui descendo para a sua barriga. Senti sua mão tatear as minhas costas e logo encontrando o feixe do meu sutiã e o abrindo. Lê desceu o resto do sutiã lentamente e cerrei as minhas pálpebras em um ato de vergonha.
– Hey — me chamou e abri as minhas pálpebras lentamente — não precisa ter vergonha — falou passando a mão em meu pescoço — você é linda — completou apertando o meu seio esquerdo fazendo-me cerrar as pálpebras novamente e morder o lábio inferior.
Senti o Lê se sentar e continuei com as pálpebras cerradas preparada para o que tinha que vir. Senti sua boca em meu seio direito e por impulso levei a minha mão em sua madeixas apertando-as e puxando de leve. Sua outra mão foi em meu seio esquerdo massageando.
– Violetta — a voz do meu pai me fez voltar a realidade e perceber a burrada que eu ia fazer. Eu e o Lê se assustamos. Percebi meu pai tentar abrir a porta mas o Lê havia trancado — Violetta. Porque essa porta esta fechada ? Abri já essa porta ou se não eu arrombo. Violetta Saramego Castillo — permaneci quieta olhando assustada para o Lê.
– León — sussurrei — meu pai. Droga. Ferrou — falei baixinho tentando controlar o nervosismo.
– Eu odeio portas trancadas Violetta. Abre logo essa droga — berrou o meu pai novamente.
– Ferrou — sussurrou o Lê.
Fale com o autor