Flaws and All

12 Capitulo 12 : Treta !


Notas iniciais
- Agradeço pelos os comentários. Demorei ainda um pouco para postar , mesmo assim , aqui esta um capitulo novo e quentinho saindo do forno. OBS : ESTOU FAZENDO UMA NOVA FIC COM UMA AMIGA , SÓ QUE ELA É UM POUCO PESADA "CRIMINAL MINDS" , VAMOS ATUALIZA-LA 3 VEZES NA SEMANA , NO MÁXIMO 4. ENVOLVE CRIME , HOT , LINGUAGEM IMPROPRIA E TALS.

Buenos Aires , ARGENTINA. Domingo 04 de Janeiro 2015.

POV VIOLETTA.

17:00h

– Violetta — a voz do meu pai me fez voltar a realidade e perceber a burrada que eu ia fazer. Eu e o Lê se assustamos. Percebi meu pai tentar abrir a porta mas o Lê havia trancado — Violetta. Porque essa porta esta fechada ? Abri já essa porta ou se não eu arrombo. Violetta Saramego Castillo — permaneci quieta olhando assustada para o Lê.

– León — sussurrei — meu pai. Droga. Ferrou — falei baixinho tentando controlar o nervosismo.

– Eu odeio portas trancadas Violetta. Abre logo essa droga — berrou o meu pai novamente.

– Ferrou — sussurrou o Lê.

– Faz assim , pula a janela para o seu quarto e depois te mando uma mensagem te informando , vai — saio de cima dele e o mesmo pega a camisa e veste.

– Violetta — berrou novamente o meu pai.

– Só mais uma coisa — sussurrou.

– Diz logo — sussurrei de volta.

– Você é linda — falou me dando um selinho e apertando o meu seio. Comecei a ri baixinho e corei totalmente.

Lê pulou a janela e me despi , ao menos terminei de tirar o que me restava e fui em direção ao banheiro molhando o meu corpo rapidinho e pegando duas toalha. Uma enrolando acima dos meus seios e outra enrolando em meu cabelo , apenas para falar que molhei o cabelo , não iria estragar o meu coque divo. Olhei rapidinho no espelho e parecia que eu havia acabado de tomar banho mesmo. Fui correndo para o banheiro e abri a porta.

– Nossa pai. Para que isso , eu estava tomando banho , sabia — falei fingindo que estava irritada e bufei.

– Mas para que trancar a porta ? — indagou.

– Bom — tentei procurar desculpas — ah , lá na Universidade temos que trancar , ai me acostumei — falei revirando os olhos.

– O que aconteceu aqui ? — indagou minha mãe adentrando no quarto.

– O papai — falei me jogando na cama — eu estava tomando banho e só porque eu tranquei a porta ele acha que eu estava fazendo alguma besteira e começou a gritar — bufei.

– Germán — repreendeu a minha mãe.

– Bom. Ah , desculpa — falou sem graça e eu queria rir daquilo tudo.

– Tudo bem pai. Só queria que você confiasse mais em mim — falei me sentando novamente.

– Eu também queria. Francamente , Germán. Ela já vai fazer 20 , fazendo faculdade , se ela estiver trancada com quem , um namorado. Não teria problema nenhum — encorajou minha mãe.

– Tá !! Já aprendi — falou bufando saindo do quarto. Minha mãe foi até o corredor e olhou fixamente para um lugar depois voltou correndo.

– Quem era ? — indagou.

– O Lê. Mãe , não conte para ele — implorei.

– Relaxa. Minha boca é um túmulo — falou rindo — se previnam — fala indo em direção a saída.

– Mas não fizemos .. — tento falar.

– Não adianta menti para mim — fala saindo e bufei.

Com que porra de cara eu vou olhar para o Lê — pensei.

Com a sua idiota — meu subconsciente rebateu.

Afastei esses pensamentos. Coloquei a minha roupa novamente e olhei pela a janela o Lê não estava no quarto. Desenrolei a toalha do meu coque divo. Abri a porta indo para o corredor e logo fechando a porta. Desci as escadas e a Julie estava dormindo chiqueirinho que estava na sala. Olga estava servindo o almoço e era Lasanha com Strogonoff.

– Hmm , Olga. Só o cheiro da agua na boca — falei.

– O gosto tá — ela fez um sinal de aprovado.

Lembrei-me do que ia fazer e peguei o meu celular mandando uma mensagem para o Lê.

"Consegui enganar o meu pai , ufa. Pode vim agora , mas vem pela a porta , se não meu pai vai estranhar se você vim pela a janela"

– Violetta. Para de teclar nisso e vem comer logo — fala o meu pai voltando da cozinha.

– Ah. O Lê vai vir almoçar com nós — falo guardando o celular no bolso e indo me sentar ouvindo meu pai resmungar algumas coisas. Logo ouço um bip do meu celular e pego sem o meu pai ver e olho que é uma mensagem do Lê.

"Já estou aqui na sua porta"

– Ele chegou , pai. Por favor , sem escândalo , lembre-se que já sou bem grandinha — reviro os olhos.

– Tá — falou duro.

Fui em direção a porta e girei a chave abrindo-a revelando o Lê agora com uma regata branca e uma blusa College azul , calça preta e all star vermelho. Ele me lançou um olhar malicioso e corei de leve. Tá , corei para caralho. Ele adentrou e cerrei a porta.

Entrelacei as nossas mãos em um impulso e puxei-o em direção a mesa.

– Bom , não preciso fazer apresentações porque já se conhecem — falei quando meus pais levaram suas miradas até nós.

– Boa tarde. Senhor Germán , Senhora Angie — falou formalmente e quase ri.

– Boa tarde , querido. Retire o Senhora , só Angie — riu a minha mãe.

– Boa tarde — falou e percebi o seu olhar de canto para as nossas mãos. Desentrelacei na hora.

– Pensei que não ia descer , menino — apareceu Olga coma travessa de Lasanha.

– Hãn ? Descer ? — indagou meu pai confuso.

– Descer Olga ? — repeti nervosa.

– Sim , pequena. O garoto menino estava .. — tentou falar. Mordi o lábio inferior.

– Na minha casa , eu estava na minha casa — completou rindo.

– Não. Não. Eu me lembro muito bem , você estava lá em .. — foi a minha vez de interromper.

– Olga , ele estava lá na casa dele. Acho que alguém esta louca — falo batendo de leve na cabeça da Olga e a mesma ficou com uma feição bem confusa.

– Vai ficar ai Olga ? Põe essa travessa deliciosa de Lasanha , vai — falou divertida a minha mãe quando todos nós havíamos sentados.

– Mas eu .. — falou baixo e eu e o Lê se entreolhamos e na mesma hora abaixei a cabeça envergonhada — nada — falou voltando totalmente ao mundo e colocando a travessa na mesa.

– Como esta indo a Faculdade ? — indagou a minha Mãe tentando puxar algum assunto finalmente naquela mesa. Apenas havia eu e o Lê trocando olhares , meu Pai bufando e revirando os olhos e minha mãe confusa por todo aquele silêncio.

– Esta indo bem — falei voltando a comer.

– Violetta comentou que esta fazendo Clínico Geral , como ela — falou a minha Mãe mirando o Lê.

– Sim. Mês que vem vamos visitar o Hospital do meu Pai. Para acompanhar algumas coisas que estarão fazendo por lá — avisou o Lê.

– Lembro-me do segundo ano que ela estava fazendo. Não sei se você também fez lá no México. Mas eles ficaram como auxiliar lá , para ajudar e tals — falou a minha Mãe.

– Uhum , fiz isso também — respondeu.

Depois desse pequeno assunto o silêncio voltou a reinar. Estava chato já aquilo , queria já comer logo. Terminei de comer e olhei para o Lê e ele também havia terminado de comer. Perfeito. Puxei-o para se sentar comigo lá na sala.

– Acho que seu pai não foi com a minha cara — falou espantado rindo.

– Ele não vai com a cara de muita gente — menti e o mesmo me olhou com a sobrancelhas arqueadas — tá , ele não foi com a sua cara , mas só porque ele acha que temos algo — expliquei — sabe , pai super-protetor — falei.

– Ah , mas por minha parte temos algo super especial — falou e abaixei a cabeça mais corada que um pimentão.

– Para — falei baixo.

– Tão linda corada — falou e escondi o meu rosto em seu peito.

– León cacete — repreendi-o.

– Não tenho culpa — se defendeu.

– Claro que tem — revirei os olhos.

– Eu recebi uma mensagem do Maxi. Eles ainda estão no shopping. Bora lá — falou e eu assenti.

Fui me despedi do meus Pais. Pois já vai começar mais uma semana de aula e não poderei vê-los. Após me despedir dos meus pais fui em direção a moto do Lê que o mesmo estava encostado nela com dois capacetes nas mãos.

– Podemos ir ? — indagou e eu apenas assenti.

– Vamos — falei pegando o capacete de suas mãos e subindo na moto.

Logo o Lê subiu e entrelacei as minhas mãos em sua cintura e descansei a minha cabeça em seu ombro.

Anos atrás ..

– Geimán — chamou o papai — quando clescemos eu posso casa com a Bilu ? — perguntou e ri.

– Não — respondeu o papai e fiquei triste.

– Putê papai ? — perguntei.

– Porque não — falou e ia começar a chorar.

– Germán — falou a minha mãe — olha , se vocês se amarem você podem casar — falou a minha mãe.

– Angeles — falou agora o meu pai.

– Se for assim nós vamos — falou rindo.

– Veidadi — falei.

Dias Atuais..

Anos Atrás ..

– Que filme você quer ver , amor ? — indago para o Tomás.

– Não sei — falou mexendo no celular e nem ao menos me olhando. Respirei fundo e sorri.

– Pode ser de romance ? — indaguei.

– Tá. Tá. Vai logo — falou com desdém. Mordi o lábio inferior , ele não estava realmente dando bola para mim , ele odeia romance.

Logo a campainha tocou.

– Vou atender — falei me levantando e abrindo a porta e logo vi as duas figuras que mais amo. Francesca e Ludmila.

– Cadela — pulou Fran em cima de mim.

– Calma — falei empurrando-a.

– Nem ligou para nós — falou Ludmila cruzando os braços.

– Quem é .. ah — falou Tomás me abraçando por trás e vi o olhar das duas queimarem.

– Você — falou os três juntos e arregalei os olhos.

– Vamos assistir um filme , quer .. — tentei falar.

– Acho que elas não vão querer — se intrometeu Tomás.

– Não — praticamente Ludmila gritou.

– Vamos querer ficar — já entrou Francesca.

– Mereço — resmungou Tomás e apenas cerrei a porta calada.

– Bom , não sei qual filme ver. Eu recebi um hoje que deixaram no meu armário e talvez vou escolher aquele. Parecia ser bom , sei lá — ri — mas vai ser ele mesmo — falei dando de ombros e pegando-o.

Coloquei o filme e sentei entre as pernas do Tomás enquanto ele só bufava em meu ouvido. Ludmila e Francesca estavam sentadas uma de cada lado. Alguns minutos depois começou aparecer algumas coisas esquisitas , desencostei-me do Tomás e os olhei confusa. Depois apareceu o Tomás , sim , era o Tomás. Apareceu ele beijando outras meninas e passando a mão no corpo delas , senti meus olhos arderem , tinha uma data do lado , aconteceu isso uma semana atrás , fiquei super confusa , após isso apareceu o Tomás transando com uma garota que eu não conheci e quatro lágrimas escorreram do meu rosto. A tela ficou toda preta , deduzi que haviam desligado.

Dias atuais ..

– Violetta. Pequena. Biluzinha — chamou a minha atenção o To.. Lê.

– Desculpa , estava um pouco nas nuvens — brinco rindo mas o mesmo permaneceu sério.

– Um pouco ? Muito né , estou a cinco minutos te chamando — revirou os olhos e eu apenas ri.

– Tá — desci da moto — vamos — olhei em frente para o grande shopping.

– Vamos né — falou entrelaçando as nossas mãos e fiquei um pouco corada.

– Aonde será que eles estão ? — pensei alto.

– Eles já me informaram — parou tentando procurar algo — estão .. — ficou olhando de um lado para o outro — ali — apontou e levei a minha mirada até onde estava todos eles.

Fomos em direção até eles e os mesmo não haviam percebido que nós estávamos ali.

– Sério ? A estrela chegou e ninguém percebeu — fingi decepção.

– Vilu — se empolgou Francesca.

– Como foi o almoço na casa dos sogros — falou Ludmila com um ar malicioso e corei junto escondendo o meu rosto.

– Bingo !! Quero detalhes — falou Nathália.

– Não aconteceu nada demais — falei revirando os olhos.

– Ao não .. — tapei a boca dele antes que o mesmo falassem bobagem.

– Nada. Como eu disse , aconteceu nada — ri nervosa — então , fizeram o que ? — indaguei mudando de assunto mas Francesca e Ludmila não se convenceram como sempre.

– Nada demais — deram de ombros.

– Ora. Ora. — apareceu Lara.

– Ah , não. Vamos embora , please — pedi.

– Porque Viomerda– apareceu Ana.

– O circo ficou completo — ironizou Camila.

– Viemos só fazer uma coisa , aliás. Ana , veio fazer — falou Lara que lançou uma olhar para Ana que logo entendeu.

– Então faça — cruzei os braços.

Fiquei confusa. Mas logo Ana foi para perto do Lê e segurou em seu pescoço selando os lábios dos dois. Meu sangue começou a ferver , descruzei os braços e cerrei os meus punhos. Percebi que o León tentava tirar ela com cuidado mas a mesma estava com as unhas cravadas em seu pescoço. Lara dava um sorriso diabólico enquanto se amostrava para o Diego. Já chega. Peguei com brutalidade nos cabelos da vadia e puxei-os com tanta força que não liguei para a dor que ela estava sentindo , meus olhos queimavam , mas não para chorar e sim de ódio

– Vagabunda — exclamou e abri a minha mão que já coçava e dei um tapa estalado em sua bochecha e a mesma abaixou e começou a acariciar. A vadia ainda riu — dor de cotovelo ? — indagou.

– Chega — falei se aproximando — você já me estressou demais — falei por fim segurando os seus cabelos e despejando um monte de tapas.

Notas finais
Não esqueçam de passar para ler a minha nova fic com a QueenBey http://fanfiction.com.br/historia/586646/Criminal_Mind/