Fire With Fire
17 (Cap. 17) Decisão e Disfarce
Notas iniciais
Sejam muitooo bem vindas a aasj1998,sandyjara, madami mimi !! Welcome to Fire With Fire (carraa eu amoooo dizer issoo kkkk)
Bem vamos então a tão esperada resposta..
Aproveitem :D
Pov. Bella
Continuava olhando para Edward com cara de paspalha sem realmente saber o que dizer... Meu deus... Aceitar ou não... Edward me fitava aflito diante da minha falta de expressão, mas como vou expressar alguma coisa sendo que a única sensação que eu tenho é de estar ferrada? Respirei fundo e tomei a decisão. Fitei os olhos verdes de Edward que no momento brilhavam em uma confusão distinta. Vi medo, carinho, paixão, tudo ali misturado. Pela primeira vez ele estava literalmente se abrindo para mim. Como negar?
-Eu aceito Edward. –Seu sorriso foi tão grande. Tão lindo que me senti incapacitada em não corresponder. Parecia que eu estava vendo fogos de artifício de tanta felicidade que Edward exalava. Era simplesmente perfeito. Ele estava se aproximando para me pegar no colo quando eu o detive. Não seria tão fácil assim. – Mas tenho minhas condições.
Edward revirou os olhos e se sentou chamando-me para seu lado. Fui de bom grado e fitei aquele mar de verde enquanto dizia minhas condições.
-Você não irá me tirar da Máfia Edward. Continuarei aqui, onde é meu lugar. Dentro da Máfia vai continuar do mesmo modo que está agora. Nada de tentar mandar em mim e nem nada do tipo. Já conversamos sobre isso. E principalmente: só iremos nos casar ao final dessa missão. –Seus olhos que aguentaram todo o meu discurso com sua felicidade inabalável perderam um pouco de cor com essa ultima frase.
-Por que Isabella? Não quer... – Tampei sua boca com minha mãe antes que ele falasse alguma bobagem.
-Não é isso. Mas não quero que meu casamento eu esteja preocupada sobre o fato de alguém poder me matar e te matar durante a cerimônia. Sei que é um risco que sempre vamos correr, mas prefiro que isso aconteça somente em tempos de relativa paz. Quero ter uma lua de mel normal Edward. E isso não aconteceria se nos cassássemos antes de fim da missão. –Os olhos de Edward voltaram a brilhar intensamente. Não entendi. O que de tão especial eu disse?
Ele pegou a minha mão que estava pousada em as boca e beijou a palma para somente então colocar em meu dedo anelar um anel maravilhoso. Era uma esmeralda pequena rodeada de diamantes envolta e pude ver que dentro do anel estava escrito “Minha Chefa”. Ri internamente com a ironia.
- É lindo Edward. – Disse com a voz embargada, parecendo aquelas garotas que realmente acreditam no amor eterno e blábláblá. Ele fitou-me feliz e me colocou sobre seu colo para sussurrar em meu ouvido.
-A esmeralda por que dizem que meus olhos são dessa cor. E queria que se lembrasse de mim sempre que olhasse. E os diamantes por que utilizando do maior clichê do mundo eles são eternos. E inquebráveis. – Dei um sorriso torto e o beijei calmamente sentindo todo o contorno de sua boca sobre a minha. Era calmo, lento, feliz. As mãos de Edward repousavam inocentemente sobre as minhas e o beijo mais parecia um simples encostar de bocas... Separei-me dele e deliciei-me com seu olhar. Seus olhos verdes praticamente brilhavam com tanta felicidade contida. Levantei minha mão traçando o contorno de seu rosto em meus dedos. Era ele impossivelmente lindo.
De repente o momento ternura foi quebrado pelo toque do meu celular.
-Di Ângelo. – Disse com a voz fria. Quem era o infeliz que tinha que interromper justo agora?
-Quinta Avenida, prédio 567. É um galpão abandonado. Pegaram uma agente. Rápido, parceira. Dessa vez acho que consegui algo. –Alice desligou o telefone rapidamente e essa foi minha deixa. Levantei-me do colo de Edward já me dirigindo rapidamente para a minha sala onde eu guardava uma mala com disfarces caso necessária. Uma Assassina prevenida vale por quatro principiantes. No meu caso até mais do que quatro.
-Missão na quinta avenida. Volto daqui a pouco Chefe. –Virei-me quando já estava praticamente na porta da sala dele. Fitei seus olhos verdes que mostravam preocupação, mas ao mesmo tempo pude ver o orgulho dele sobre mim e vi também que ele teria algo a fazer em breve. –Até logo Chefe.
Ele sorriu de canto e pegou duas armas pendurando-as no cinto de sua calça. Veio caminhando lentamente até mim e deu-me um beijo na testa quando passou por mim.
-Carregamento e a minha própria missão Pequena. Até logo Princesa. – dei as costas para ele e segui até minha sala com passos fortes, mas languidos. O pequeno Anjo. Pronto. Acabei de achar meu próximo nome... Acho que a Mell vai assumir outra identidade. De novo. Meus olhos foram ficando pretos até o momento certo em que entrei em minha sala.
“Olá Mell.” Pensei ironicamente. Peguei a mala embaixo de minha cadeira e vesti logo meu disfarce... Angelical... Provável. Coloquei uma calça jeans junto com uma blusa branca de botões. Calcei minha bota e peguei uma peruca loira com marias-chiquinhas bem longas. “Adoro ser inocente Bella. Devia fazer isso mais vezes”. Concordei mentalmente com a Mell.
Não é como se eu tivesse dupla personalidade ou qualquer doença do tipo. Era simplesmente uma proteção. Ela sempre aparecia quando eu estava com medo, afoita ou simplesmente quando a culpa do que eu fazia recaia sobre meus ombros. Isso era muito raro. Só aconteceu três vezes durante toda a minha vida: No meu primeiro assassinato, quando matei Jacob e quando fui declarada a melhor e pior assassina de todas. Era sempre assim. Quando parecia que eu ia cair, chorar, desabar sobre todas as muralhas que eu construí, Mell aparecia para me salva. Por que sempre é mais fácil acreditar que você tem uma doença, que foi outra pessoa que cometeu tudo aquilo. Ou seja, na regra mais básica e mais instintiva do ser humano: é sempre mais fácil colocar a culpa no outro. O que mais me confundia era porque justamente agora? A missão parecia relativamente fácil e embora eu não soubesse muito que esperar duvidava muito que fosse algo tão estremo a esse ponto. Mas mesmo assim, meu subconsciente parecia querer me alertar. Eu não entendia e estava muito confusa. E por isso agradecia por Mell estar ali mais uma vez.
“Sem melação Di Ângelo”. Ri com a Mell e terminei rapidamente. Cinco minutos desde a ligação da Alice. Ok... Em três em chego no endereço proposto. Sai em direção ao elevador que rapidamente chegou até o subsolo. Subi em minha moto ali estacionada e dei partida rapidamente. Eu precisava de velocidade e foi de bom grado que recebi o vento em meu rosto. Fechei os olhos e senti minhas veias se tornando geladas e meu coração perdeu todo e qualquer sentimento. Hora de entrar em ação Mell. “Deixa comigo Di Ângelo”.
Estacionei a uma quadra de distância do endereço dado pela Alice. Era perto o bastante para fugir e longe o bastante para ninguém desconfiar. Parei em frente ao edifício abandonado e olhei para os lados me certificando que não havia ninguém por perto. Somente algumas prostitutas e dois mendigos jogados no chão. Logo vi os seguranças do galpão. Se é que eles pudessem ser chamados assim. Eram dois estupradores já conhecidos da Máfia. Sempre pegavam garotinhas inocentes, perdidas e principalmente de outro estado. Ninguém era burro o bastante para pegar alguém da própria Nova Iorque. Era idiotice. Arrumei minha peruca e fiz minha melhor cara de garota perdida.
Fui andando calmamente para os homens que logo prestaram atenção em mim. Eu olhava para todos os lados como se para achar uma placa de localização. Fingi te-los visto somente agora e corri em sua direção. Os dois me olhavam com tanta luxuria que somente uma interiorana inocente não perceberia.
-Com licença senhores, mas vocês poderiam-me dizer onde estou? –Olhei para eles piscando calmamente como se estivesse perdida mesmo. O mais alto... Se não me engano Giancarlo olhou para o comparsa e se aproximou de mim pegando no meu cabelo. Afastei-me como se estivesse incomodada e esperei com os olhos calmos.
-Gracinha. Você acabou de entrar no seu próprio inferno pessoal ou no nosso caso paraíso. –Inclinei minha cabeça como se não entendesse e rapidamente o mais baixo... Acho que José abriu a porta enquanto Giancarlo segurava meu braço e me jogava dentro do galpão. Cai com um golpe e revirei os olhos disfarçadamente. Era tão fácil manipula-los. Escutei o estalo da porta de metal se fechando e calculei. Dois minutos até eles se aproximarem. Aproveitei para vasculhar o local. No canto tinha uma escada que levava para um andar superior então ali deveria estar a agente. Gotas de sangue no chão daquele lado confirmavam minha suspeita.
Escutei passos mais próximos de mim. 30 segundos. Apoiei meus pés no chão e inclinei meu corpo para frente me levantando rapidamente. Enquanto meu corpo se levantava peguei minhas armas em minha cintura. Fiquei ereta e eles estavam a cerca de um metro de distância. Sobraram 25 segundos. Eles fitavam-me espantados e vi que estavam desarmados. Acharam que eu era uma presa tão fácil que deixaram as armas perto da porta. Fácil até demais.
-Quem é-é vo-você? – Perguntou José gaguejando. Revirei os olhos apontei uma arma para cada um.
-Mellody Gabbe. Quietos ou mato cada um. –Eles arregalaram os olhos e levantaram os braços em sinal de rendição. Peguei duas cadeiras que estavam jogadas no lado direito do galpão e coloquei uma de frente para outra. Achar as cordas foi fácil. Não iria mata-los. Talvez eles tivessem algo que a dizer que me fosse util. Terminei de amara-los e me dirigi em direção as escadas torcendo que a agente estivesse mesmo ali. Para confirmar liguei para a Alice. Não estava com muita paciência para mensagens de texto.
-Estou dentro. Os dois amarrados e estou indo em direção a escada que da no segundo andar. Há gotas de sangue no chão então acho mais provável. –Disse quando Alice atendeu no primeiro toque.
-Ok. Abra a porta dos fundos, ironicamente localizada no canto contrario a que você entrou. Estou esperando. – Olhei a galpão, localizando rapidamente a porta dos fundos. Caminhei calmamente imaginando quem diabos seria a agente escondida e foi quando um pensamento me ocorreu... Por que eu estava deixando a Alice dar as ordens? A mais velha e a melhor era eu e por algum motivo aqui estava eu seguindo ordens de uma anã. “Mell, coopere. Ela é sua parceira. Você sabe disso. Não finja que não se importa ok?” Revirei os olhos para Isabella. Ok, eu me importava o que não me tornava nem um pouco mais humana. Abri a porta e no mesmo segundo, Alice entrou no galpão segurando pela nuca um homem com no mínimo o dobro de seu tamanho. Era uma cena engraçada. Senti o canto dos meus lábios se recurvarem num sorriso torto. Balancei a cabeça e foquei-me novamente na missão.
-Viuva, cuide desses três imbecis. Vou La em cima verificar. – Alice jogou o homem no chão e virou-se para mim. Por um segundo achei que ela ia contestar, quando vi seu rosto se contorcer num sorriso irônico. Ela pegou um charuto da jaqueta e acendeu ficando numa postura... digamos sexy.
-Graças a deus. Achei que não ia me deixar matar ninguém hoje. – Disse soprando a fumaça negra e fitando o teto. No mesmo momento percebi que o homem que ela havia trago, tinha recuperado a consciência e se arrastava tentando alcançar uma arma. Alice se virou de uma vez olhando fixamente o bandido que congelou de medo no mesmo segundo.
-Calminha ai, camarada. Eu não tinha dito que ia brincar um bocado com você? – Sorri e andei calmamente ate escadas que dariam até a refém, ou que pelo eu esperava que desse ate ela. Ouvi um grito vindo do andar de baixo enquanto estava no meio da escada. Bem, acho que Alice já começou a se divertir. Revirei os olhos e continuei subindo as escadas, meu salto batendo contra as escadas de metal produzindo um barulho talvez irritante em outra situação.
A cada passo, via o sangue no chão aumentar cada vez mais, chegando em alguns pontos a formar poças. Isso era bem estranho afinal duvido que Alice nos mandaria nua missão de resgate ao cadáver, por que com a quantidade de sangue no chão essa pessoa já deveria ter morrido. A não ser... A não ser que o sangue no chão não fosse somente de uma pessoa, mas de vários. Quem sabe?
Finalmente cheguei ao final da escada e me deparei com uma cena que anos atrás talvez me fizesse vomitar... Que merda estava acontecendo aqui?
Notas finais
1-Ginecologista
2-Vizinho
3-Cafetão
4-Romantico
Beemm to esperando a opinião de vocês nos rewies ein?
Mereço Comentarios? Recomendações?
Gostaram? Amaram? Odiaram? O que precisa melhorar??
Bjss
Da Loka Da Lice
P.S. Não esqueçam de ver a fic da minha beta ein? O Despertar do òdio e da Paixão ;) é boa mesmo gente... http://fanfiction.com.br/historia/304155/O_Despertar_Do_Odio_Ou_Sera_Amor/
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