Notas iniciais
Olá! Tudo bem? Segunda e última parte de "Desabrochar". Aqui acaba os hots, por isso aproveitem! Boa leitura!

Toshio se aproximou de Sayuri com o cigarro na boca.

— Posso? — Toshio inquiriu.

— Sim, por favor —Sayuri tirou o cigarro da boca e o entregou a Toshio — Obrigada.

— De nada.

Ele então foi até uma pequena mesa com tampo de vidro e um sofá onde havia um cinzeiro sobre a mesa e depositou os dois cigarros acesos nele. A fumaça deles foi subindo até se apagar.

Então, Toshio voltou para Sayuri. Ele se aproximou dela e ambos começaram a trocar beijos de língua. Toshio segurava com as duas mãos a cabeça de Sayuri enquanto a beijava.

[...]

Eles se separaram e foram até o painel de janelas de vidro espelhados do escritório. Das janelas era possível ver uma vista panorâmica da cidade com a torre de Tókio toda iluminada.

— Coloque as duas mãos na janela e abra bem as pernas — Toshio pediu.

—Sim — Sayuri atendeu o pedido de Toshio.

Sayuri arrebitou a bunda, deixando sua boceta bem exposta. Ela então virou a cabeça para Toshio.

— Assim está bom? — Sayuri quis saber.

—Abre mais as pernas.

Sayuri afastou mais um pouco as pernas.

—Assim?

—Sim, assim está bom — Toshio replicou.

Ele então foi até ela, afastou bem os lábios vaginais dela e começou a lamber o seu interior.

Sayuri soltou um gemido e seus seios foram pressionados contra o vidro da janela.

Toshio continuava a desfrutar do rabo de Sayuri.

Ela gemeu mais um pouco. Ele então introduziu o dedo indicador no interior da gruta dela e esfregou-o. O dedo dele começou deslizar e ficou lubrificado pelo líquido expelido da Vagina dela. Ele então introduziu o segundo dedo e continuou a provocar a boceta de Sayuri.

[...]

Depois de se satisfazer com a boceta de Sayuri, Toshio então brincou um pouco com o anus dela introduzindo o seu dedo indicador no orifício.

Sayuri soltava gemidos que lembravam o choro de uma criança mas se conteve.

Toshio continuou a brincar com o orifício dela e satisfeito, o removeu.

Ele então começou a introduzir aos poucos o pênis dentro dela e Sayuri tentava conter os gemidos de dor.

Toshio continuou introduzindo o órgão dentro dela até encaixá-lo.

[...]

Sentindo o seu órgão preso no rabo de Sayuri, ele iniciou os movimentos de penetração dentro dela de forma lenta e suave para que ela não sofresse tanto.

Sayuri continuou a gemer.

Toshio foi então aumentando a velocidade das estocadas e os seios de Sayuri foram sendo pressionados constantemente contra o vidro da janela.

Vez ou outra Toshio empurrava seu órgão contra o útero de Sayuri.

Eles então continuaram a fazer sexo naquela posição.

[...]

Toshio começou a penetrar a vagina de Sayuri com mais vigor até chegar no clímax. Ela continuava a gemer sem parar.

Então, após algum tempo estocando-a, Toshio sentiu seu órgão ficar rígido como pedra e tentou se conter para não gozar dentro da vagina de Sayuri.

—Eu acho que vou gozar — Ele a avisou.

—Está bem. Vamos juntos! — Sayuri exclamou.

Toshio continuou estocando-a mais um pouco, mesmo com seu órgão já sobrecarregado e prestes a entrar em erupção, até que chegou em um ponto que já não conseguia mais resistir. Tanto ele como ela se conteram seus órgãos latejavam.

Então, eles se soltaram e Toshio gozou dentro da boceta de Sayuri e ela no pênis dele. O órgão dele ficou todo encharcado pelo líquido vaginal dela.

Ele então removeu o órgão de dentro dele e eles respiraram. O órgão de Toshio amoleceu e ele jogou seu tronco sobre ela e segurou os seios dela com as duas mãos.

Ambos estavam ofegantes.

[...]

Toshio e Sayuri já haviam se vestido e ela negociou o preço daquele serviço com ele.

—Sua hora acabou, são 50 mil ienes — Sayuri estendeu a mão.

Toshio pegou um bolo de dinheiro que guardara no bolso interno do paletó para aquela ocasião e o entregou para Sayuri.

—Aqui está — Toshio a pagou.

—Obrigada — Sayuri pegou o dinheiro e o guardou no meio dos seios.

Sayuri então deu um beijo de despedida em Toshio e foi se retirando, até que ele a parou.

— Espere! — Toshio a chamou.

— Sim?

— Eu gostaria de te pagar uma bebida, tudo bem para você?

—Bem, eu tenho que ver com a casa. Se importa se eu usar o seu telefone?

— Tudo bem. Fique à vontade. O telefone fica na minha mesa — Toshio apontou para o telefone.

—Obrigada — Sayuri agradeceu.

Então, Sayuri foi até a mesa de Toshio, pegou o telefone e ligou para o clube.

[...]

A ligação foi completada.

—Alô? Aqui quem está falando é Sayuri.

Notas finais
Nota: 50 mil ienes = Aproximadamente 1.615 reais. Espero que tenham gostado^^ Até o próximo!