Fire Dragon Social Club
7 Desabrochar II
Notas iniciais
Toshio se aproximou de Sayuri com o cigarro na boca.
— Posso? — Toshio inquiriu.
— Sim, por favor —Sayuri tirou o cigarro da boca e o entregou a Toshio — Obrigada.
— De nada.
Ele então foi até uma pequena mesa com tampo de vidro e um sofá onde havia um cinzeiro sobre a mesa e depositou os dois cigarros acesos nele. A fumaça deles foi subindo até se apagar.
Então, Toshio voltou para Sayuri. Ele se aproximou dela e ambos começaram a trocar beijos de língua. Toshio segurava com as duas mãos a cabeça de Sayuri enquanto a beijava.
[...]
Eles se separaram e foram até o painel de janelas de vidro espelhados do escritório. Das janelas era possível ver uma vista panorâmica da cidade com a torre de Tókio toda iluminada.
— Coloque as duas mãos na janela e abra bem as pernas — Toshio pediu.
—Sim — Sayuri atendeu o pedido de Toshio.
Sayuri arrebitou a bunda, deixando sua boceta bem exposta. Ela então virou a cabeça para Toshio.
— Assim está bom? — Sayuri quis saber.
—Abre mais as pernas.
Sayuri afastou mais um pouco as pernas.
—Assim?
—Sim, assim está bom — Toshio replicou.
Ele então foi até ela, afastou bem os lábios vaginais dela e começou a lamber o seu interior.
Sayuri soltou um gemido e seus seios foram pressionados contra o vidro da janela.
Toshio continuava a desfrutar do rabo de Sayuri.
Ela gemeu mais um pouco. Ele então introduziu o dedo indicador no interior da gruta dela e esfregou-o. O dedo dele começou deslizar e ficou lubrificado pelo líquido expelido da Vagina dela. Ele então introduziu o segundo dedo e continuou a provocar a boceta de Sayuri.
[...]
Depois de se satisfazer com a boceta de Sayuri, Toshio então brincou um pouco com o anus dela introduzindo o seu dedo indicador no orifício.
Sayuri soltava gemidos que lembravam o choro de uma criança mas se conteve.
Toshio continuou a brincar com o orifício dela e satisfeito, o removeu.
Ele então começou a introduzir aos poucos o pênis dentro dela e Sayuri tentava conter os gemidos de dor.
Toshio continuou introduzindo o órgão dentro dela até encaixá-lo.
[...]
Sentindo o seu órgão preso no rabo de Sayuri, ele iniciou os movimentos de penetração dentro dela de forma lenta e suave para que ela não sofresse tanto.
Sayuri continuou a gemer.
Toshio foi então aumentando a velocidade das estocadas e os seios de Sayuri foram sendo pressionados constantemente contra o vidro da janela.
Vez ou outra Toshio empurrava seu órgão contra o útero de Sayuri.
Eles então continuaram a fazer sexo naquela posição.
[...]
Toshio começou a penetrar a vagina de Sayuri com mais vigor até chegar no clímax. Ela continuava a gemer sem parar.
Então, após algum tempo estocando-a, Toshio sentiu seu órgão ficar rígido como pedra e tentou se conter para não gozar dentro da vagina de Sayuri.
—Eu acho que vou gozar — Ele a avisou.
—Está bem. Vamos juntos! — Sayuri exclamou.
Toshio continuou estocando-a mais um pouco, mesmo com seu órgão já sobrecarregado e prestes a entrar em erupção, até que chegou em um ponto que já não conseguia mais resistir. Tanto ele como ela se conteram seus órgãos latejavam.
Então, eles se soltaram e Toshio gozou dentro da boceta de Sayuri e ela no pênis dele. O órgão dele ficou todo encharcado pelo líquido vaginal dela.
Ele então removeu o órgão de dentro dele e eles respiraram. O órgão de Toshio amoleceu e ele jogou seu tronco sobre ela e segurou os seios dela com as duas mãos.
Ambos estavam ofegantes.
[...]
Toshio e Sayuri já haviam se vestido e ela negociou o preço daquele serviço com ele.
—Sua hora acabou, são 50 mil ienes — Sayuri estendeu a mão.
Toshio pegou um bolo de dinheiro que guardara no bolso interno do paletó para aquela ocasião e o entregou para Sayuri.
—Aqui está — Toshio a pagou.
—Obrigada — Sayuri pegou o dinheiro e o guardou no meio dos seios.
Sayuri então deu um beijo de despedida em Toshio e foi se retirando, até que ele a parou.
— Espere! — Toshio a chamou.
— Sim?
— Eu gostaria de te pagar uma bebida, tudo bem para você?
—Bem, eu tenho que ver com a casa. Se importa se eu usar o seu telefone?
— Tudo bem. Fique à vontade. O telefone fica na minha mesa — Toshio apontou para o telefone.
—Obrigada — Sayuri agradeceu.
Então, Sayuri foi até a mesa de Toshio, pegou o telefone e ligou para o clube.
[...]
A ligação foi completada.
—Alô? Aqui quem está falando é Sayuri.
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