Notas iniciais
Hey, guys! Como prometido, mais um capítulo! Estou adorando a resposta que estou tendo da fic! Obrigada pelos comentários! Sempre respondo todos! Espero que gostem desse capítulo ;) Boa leitura!

Havia algo errado com Quinn. Ela sempre tinha se sentido atraída por Rachel, mas desde que elas tinham transado e a morena a tinha masturbado, ela agora andava sempre excitada. A morena era a única coisa em sua cabeça. Seus lábios, suas coxas, suas pernas, sua cintura, seus olhos, seu sorriso, sua risada, tudo dela.

Elas estavam no Glee naquele momento e adivinha só? Rachel estava cantando. Só que dessa vez seu olhar ardente estava em Quinn ao invés de estar em Finn, que parecia estar ao mesmo tempo com raiva e confuso. Elas tinham, sem saber ainda uma da outra, terminado com seus respectivos namorados por mensagem.

Todo mundo estava olhando para a diva e para a líder de torcida como se fosse uma partida de pingue-pongue. Alguns estavam com as sobrancelhas franzidas, outros com seu queixo caído, uns tinham um sorriso no rosto e um deles estava pensando se rinocerontes seriam unicórnios cinzas e gordos.

Os olhares estavam sendo ignorados por elas, muito concentradas naquele jogo de sedução para perceber. Rachel estava cantando alguma música sexy que Quinn não estava escutando já que seus outros sentidos estavam focados no seu corpo, olhos e lábios. Rachel estava seduzindo a loira aos poucos, com o jeito que seu corpo se movia e aquele olhar sensual. Àquela altura, Quinn já estava com suas pernas firmemente cruzadas e seu caderno de desenhos cobrindo sua ereção.

Rachel estava completamente ciente da linguagem corporal de Quinn e o efeito que ela estava causando na líder de torcida.

Quando sua performance terminou houve alguns aplausos lentos e dispersos e a sala irrompeu em cochichos.

“Cara, elas definitivamente estão se pegando.”

“O gaydar de alguém também está apitando loucamente?”

“San, eu ouvi falar que gatos com bigode deviam ser levados a sério.”

“Só pode ser brincadeira, Q e RuPaul? Aff, eu sou mais gostosa que as duas juntas.”

Enquanto todo mundo estava comentando sobre aquela nova situação, um bilhete caiu no colo de Quinn.

Me encontre no auditório, primeira fileira, centro, logo depois do Glee. Vai valer a pena ;) – RB*

Quinn sorriu, sabendo que não teria mais que lidar com sua ereção com as próprias mãos. Ela também queria perguntar à morena algo importante.

“Ok, pessoal, fiquem quietos! Rachel, foi uma performance interessante, mas a música era um pouco... sexual demais... então seja mais sutil da próxima vez, ok?” Mr. Schue disse, encolhendo um pouco ao ver o olhar que Quinn Fabray direcionava a ele. “Certo, pessoal, por hoje é só. Vejo vocês na próxima aula!” Ele anunciou.

Todo mundo se levantou fazendo barulho, andando e conversando sobre o que tinha acabado de acontecer. Kurt e Mercedes já estavam trocando mensagens em seus celulares.

Quinn foi mais uma vez a última a se levantar. Ela assistiu Rachel passar por ela com um rebolado extra e olhar por cima do ombro, depois a morena piscou-lhe e saiu.

A loira deixou escapar um suspiro, tentando acalmar sua ereção o suficiente para poder se levantar sem levantar qualquer suspeita.

Assim que ela pensou na Treinadora Sylvester e na Treinadora Beiste, sua ereção se desfez e ela ficou enojada consigo mesma por ter que se valer de tais meios para acalmar seus hormônios em fúria. Ela se perguntou quando tinha se tornado esse garoto no auge da puberdade. Ah sim, quando eu estava entre as coxas de uma certa morena.

Balançando a cabeça, ela guardou suas coisas na bolsa das Cheerios, levantando e deixando a sala do coral, mas sendo impedida de continuar andando por uma mão em seu braço.

“O que está acontecendo entre você e a ManHands?” Santana perguntou.

“Nada está acontecendo entre a Rachel e eu.” Quinn respondeu, tirando a mão de Santana do seu braço.

“Q, por favor, ela estava literalmente despindo você com os olhos e te dando aquele olhar de sexo. E eu reconheço um olhar desse quando eu vejo, eu faço ele toda hora.”

Quinn revirou os olhos. “Só deixa isso pra lá, por que você está se importando com o que eu faço e com quem?”

“Porque a Treinadora não vai ficar feliz de saber que você está balançando seus pompons para a perdedora da escola. Além disso, você acha que o pessoal dessa escola vai te respeitar se você começar a namorar aquela coisa?”

“A Treinadora não vai fazer merda nenhuma depois do que eu disse a ela no início do ano. Eu sou a HBIC por aqui e eu posso ser tão impiedosa quanto ela, então esses perdedores podem chupar minhas bolas se eles esqueceram do que eu sou capaz de fazer, especialmente você. Não me faça te prejudicar mais do que eu já fiz, porque lá no fundo, você e eu ainda nos importamos uma com a outra, mas eu não vou deixar que você me ameace.” Quinn disse com raiva, ofegante e vermelha, sentindo fúria e indignação correrem por suas veias.

“Você realmente deve gostar da Berry, huh? Pra dizer toda essa merda pra mim? Ela deve foder bem pra caralho pra você estar defendendo ela desse jeito. Me diz, oh poderosa Ice Quinn, como foi deflorar a anã? Ela estava apertadinha ou ela é realmente um traveco com um pau grande, grosso e longo e é por isso que você ainda está com ela?” Santana provocou, mas seu sorrisinho logo foi embora assim que Quinn desferiu um tapa em seu rosto. Forte. A loira a empurrou com raiva contra os armários, causando um estrondo com a força empregada.

Indo completamente pra cima de Santana, a loira sussurrou. “Nunca mais insulte a Rachel na minha frente. Nunca. Ou eu vou acabar com você, Santana. Eu vou acabar com você tão rápido que você não vai nem saber o que te acertou. E você, mais do que ninguém, sabe o quanto eu sei ser cruel.” Ela ameaçou, sua voz pingando veneno.

Com um último empurrão numa latina furiosa, ela pegou sua bolsa e foi em direção ao auditório.

Lágrimas estavam prestes a cair dos seus olhos enquanto as palavras de Santana martelavam em sua cabeça.

Como ela iria proteger Rachel de tudo aquilo quando era ela mesma quem era a aberração do relacionamento? Não é como se ela tivesse algum controle sobre o seu corpo. Se Deus a tinha feito assim, ela tinha que lidar com aquilo.

Ela agarrou a cruz dourada em seu peito, fechou os olhos e tentou encontrar um pouco de paz e tranquilidade antes de encontrar Rachel.

Quando ela entrou no auditório mal iluminado, ela sentiu seu coração disparar com o pensamento de ver Rachel e achar conforto em seu toque.

Ela caminhou até a primeira fileira e sentou no assento do meio. Ela esperou, sentindo o peso em seus ombros do que tinha acabado de acontecer e seus olhos começaram a arder novamente.

“Você está chateada.” A voz etérea de Rachel quebrou o pesado silêncio.

Quinn agarrou o braço do assento, segurando suas lágrimas e olhando para o seu colo para esconder seu rosto de onde quer que Rachel estivesse.

Rachel se materializou a sua frente, se ajoelhando e segurando seus joelhos, tentando encontrar seu olhar.

“O que houve?” Rachel perguntou, preocupada. Ver Quinn Fabray naquele estado não era uma visão comum, mas Deus, ela ainda estava linda.

“Nada.” Ela respondeu automaticamente, tentando ao máximo esconder sua fraqueza.

“Quinn, se você quer que isso entre nós dê certo, você tem que se abrir comigo. Eu estou aqui pra você, eu achei que você soubesse disso.” Rachel disse, magoada por Quinn estar se fechando.

Quinn não queria magoar Rachel, longe disso, ela só não queria que a morena soubesse o que a estava machucando.

“Eu tive uma pequena discussão com a Santana a caminho daqui e não terminou bem.” Quinn começou, ainda sem olhar para a morena.

“E o que ela disse pra te deixar assim?” Rachel incentivou.

“Ela estava falando merda sobre você e eu dei um tapa na cara dela. Ela perguntou se você realmente era um travesti e se era por isso que eu estava com você e só doeu tanto que ela estivesse tão perto da verdade, que todos esses anos nós, eu, venho chamando você de nomes degradantes, quando na realidade a aberração sou eu. Eu sou a aberração com um pênis que aparece todo mês e você é perfeita e linda e mulher o tempo inteiro.” Quinn falou, sua voz carregada de arrependimento, finamente deixando as lágrimas caírem pelo seu rosto.

O coração de Rachel estava partido e disparado ao mesmo tempo por Quinn ter falado que ela era linda e perfeita, mas pela loira estar se sentindo insegura, culpada e fraca.

Ela levantou os braços do assento e subiu no colo de Quinn, encaixando-se confortavelmente.

Ela segurou o rosto da loira, fazendo com que ela a olhasse. Seus olhos estavam vermelhos e lacrimejantes.

“Shhh, Quinn.” Ela disse, limpando as lágrimas do seu rosto com os polegares. “Eu perdoei você por me chamar daqueles nomes e eu sempre achei você linda até mesmo depois de saber o que acontece com você todo mês. Obrigada por me defender do que a Santana disse.” Ela sussurrou, se inclinando o suficiente para beijar os lábios salgados de Quinn. Ela estava tentando reassegurar Quinn através de um beijo apaixonado de que tudo ia ficar bem, de que elas iam enfrentar o mundo juntas.

“Esse é o problema, você não percebe? Eu não posso proteger você.” Quinn sussurrou contra os seus lábios, as lágrimas ainda escorrendo pelo seu rosto. “Essa... coisa... faz de mim uma aberração. Se alguém insultar sua feminilidade, eu vou me sentir culpada porque sou eu quem eles deveriam estar insultando.”

“Quinn.” Rachel sussurrou de volta, levando sua mão por entre as suas pernas e as de Quinn para libertar o seu membro. “Isso aqui não define quem você é e não faz de você uma aberração. Você se esqueceu das coisas boas que ele te trouxe?” Ela perguntou, começando a afagar seu membro, sentindo ele começar a endurecer contra a sua mão. “Que com isso, você fez amor comigo, você fez eu me sentir bonita. Que eu molestei você em público durante o nosso encontro.” Ela fez Quinn rir e arquejar com a memória.

“Mas ainda assim eu sou uma aberração, Rach.” Ela afirmou tristemente.

“Não, você não é.” Rachel retorquiu.

Ainda no colo de Quinn ela ficou de joelhos, levantando seu corpo e botando o membro de Quinn na sua entrada molhada e descendo lentamente, centímetro por centímetro, até ficar sentada sobre o colo de Quinn, com seu comprimento todo dentro dela. O osso pélvico da loira perfeitamente alinhado com o seu clitóris.

Ambas arquejaram. O interior de Rachel se contraindo e contorcendo para se esticar e acomodar aquela gostosa invasão.

Quinn agarrou as coxas de Rachel por não esperar emergir dentro dela tão abruptamente. Ela tinha esquecido o quanto era delicioso sentir seu membro firmemente apertado no interior molhado e quente de Rachel.

“Você não é uma aberração, baby.” Rachel arquejou, levantando seu corpo mais uma vez, quase botando o membro de Quinn completamente pra fora e descendo novamente, criando um ritmo lento e sensual no colo de Quinn, sentindo a fricção do movimento em seu clitóris.

“Eu quero proteger você, Rachel.” Quinn ofegou, deslizando suas mãos pelas coxas de Rachel até sua bunda, ajudando a morena a manter o ritmo, puxando ela para baixo, fazendo ela cavalgar lentamente no seu membro.

“Você não tem que me proteger, Quinn... Mmmm, baby... Eu posso tomar conta de mim mesma.” Ela disse, fechando os olhos e se movendo para cima e para baixo no mastro de Quinn, aquela lenta fricção a enlouquecendo.

“De-Deus R-rach, baby... eu sei que você pode... é só que... ohh, céus... mmmm... eu não quero que ninguém te machuque mais.” Quinn gemeu, se apoiando contra o assento para ficar numa posição melhor e começar a estocar dentro da morena, agarrando sua bunda como apoio.

Rachel levantou suas mãos e começou a desabotoar a própria blusa, deixando-a aberta e abrindo o fecho frontal do seu sutiã, deixando seus seios livres e saltando no ritmo do movimento de seus corpos, provocando Quinn.

Uma onda de calor atravessou o corpo da loira, se concentrando no seu membro latejante enquanto ele deslizava para dentro e para fora de Rachel, tudo por causa dos seios da morena.

Gemendo com a visão, ela retirou as mãos da bunda de Rachel, inclinando seu corpo e o peso da morena, trazendo sua mão para as costas da diva. Rachel, sentindo a mudança de posição, se inclinou pra trás, botando suas mãos nos joelhos de Quinn. A ligeira mudança de ângulo fez com que a cabeça do membro de Quinn acertasse um ponto extremamente sensível dentro dela, enviando correntes de prazer pelas suas coxas e através da sua espinha, fazendo com que ela gemesse toda vez que Quinn acertava aquele mesmo ponto. Ela intensificou seus movimentos, todos os seus nervos irradiando prazer.

Quinn colocou um dos mamilos entre seus lábios, começando a chupar, parando com os seus próprios movimentos e deixando Rachel controlar o ritmo que ela queria que sua boceta encharcada fosse penetrada. A loira girou sua língua quente e molhada em volta dele, soprando um ar frio e assistindo ele endurecer ainda mais. Ela foi para o outro, dando atenção também aos seus seios, beijando, mordendo, deixando marcas, mostrando que Rachel era tanto dela quanto ela era de Rachel.

Rachel apertou os joelhos de Quinn, gemendo, lutando contra a vontade de enfiar seus dedos no rabo de cavalo da loira e manter seu rosto enfiado em seus seios, movimentando seus quadris e cavalgando forte, aumentando o ritmo e se excitando ainda mais.

Quinn beijou o vale entre os seios de Rachel, beijou seu colo e sua garganta exposta, onde ela imaginava que estavam suas cordas vocais, mostrando a ela seu desejo, os gemidos agudos e apaixonados de Rachel vibrando em seus lábios.

Elas se moviam uma contra a outra, o calor dos seus corpos saindo em ondas, fazendo elas suarem e ofegarem audivelmente.

Ambas as saias estavam em suas cinturas e Quinn tinha uma boa visão do seu membro penetrando o interior de Rachel como se fosse uma espada, abrindo cada vez mais sua entrada, vendo o quanto Rachel estava entregue. Seu membro reluzindo com a excitação de ambas sob a iluminação fraca do auditório.

Fazer amor com aquela garota era incrível. Ela olhou para Rachel apaixonadamente, observando que algumas mechas da sua franja estavam grudadas na sua testa suada, que ela tinha gotas de suor por entre o vale dos seus seios, seus olhos fechados, sobrancelhas franzidas, seu lábio inferior entre os dentes, seus quadris se movimentando sensualmente, o seu abdômen se contraindo.

Deus, aquela mulher era deslumbrante. Ela a puxou para mais perto, sentindo Rachel rapidamente botar seus braços em volta do seu pescoço. Ela botou uma mão na nuca de Rachel, abaixando sua cabeça e a beijando ferozmente. Ela sabia que ficaria bem mesmo sendo uma aberração se isso significasse que Rachel faria amor com ela dessa forma, provando que estava tudo bem em ser diferente e que ela também merecia ser amada, não importando como seu corpo era.

Tantas emoções e sensações estavam assaltando seu corpo que ela trouxe Rachel ainda mais pra perto e jorrou dentro dela, jatos espessos de gozo saindo a toda força, preenchendo Rachel com sua essência. Seu orgasmo foi tão forte, tão puro e incrível que ela pôs seu rosto entre os seios de Rachel e começou a chorar, lágrimas escorrendo livremente enquanto o nome de Rachel saia dos seus lábios uma e outra vez.

Sentir Quinn preencher seu interior fez Rachel chegar também no seu limite, gritando enquanto suas paredes se contraiam em volta do membro gozado de Quinn, recebendo seu esperma. Ondas de prazer disparam por sua espinha em arrepios eletrizantes, fazendo seus pés se curvarem em seus sapatos e suas coxas segurarem a cintura de Quinn no lugar. Ela viu cores explodirem atrás dos seus olhos, um calor se espalhando e se acumulando no seu âmago.

Ela sentiu Quinn começar a chorar contra o seu peito e seus espasmos em seu interior.

Ela abraçou a loira, beijando o topo da sua cabeça enquanto choques pós-orgasmo passavam através delas, deixando-as numa bolha de calma e paz.

Quando os soluços de Quinn diminuíram, Rachel passou a sussurrar palavras de conforto em seu ouvido, preenchendo o silêncio.

Quinn levantou a cabeça e a beijou, sussurrando um “obrigada” em seus lábios.

Ainda com os lábios grudados, Quinn mais uma vez segurou as coxas de Rachel, deslizando suas mãos pra cima e para baixo, acariciando carinhosamente a região, fazendo Rachel gemer baixinho, seu membro amolecido se contraindo com o som.

“Mmm... melhor você tirar ele, porque por mais que eu queira uma segunda rodada, você precisa me levar pra casa.” Rachel avisou.

Quinn riu. A morena levantou um pouco, deixando Quinn retirá-lo, filetes do gozo de ambas saindo da entrada de Rachel, escorrendo pela sua intimidade em gotas espessas.

“Whoa, que bagunça.” Quinn disse, impressionada com a quantidade de gozo que tinha saído delas.

Rachel riu, tirando lenços do bolso da sua saia e limpando por entre suas coxas e depois o membro relaxado de Quinn, fazendo a loira gemer com o leve roçar do lenço em sua pele sensível.

“Pronto, tudo limpo.” Rachel sorriu.

“Eu terminei com o Sam.” Quinn falou de repente.

“O quê?”

“Eu quero que você seja minha garota, Rachel Berry.” Ela disse, ignorando a pergunta da morena.

“Quando você terminou com ele?” Ela perguntou, seus olhos arregalados em surpresa.

“Ontem à noite, depois do nosso encontro. Eu não sou uma traidora. Eu não quero continuar traindo ele se minha cabeça e meu corpo pertencem a você.” Quinn disse.

“Eu... Quinn... Eu terminei com o Finn também, ontem à noite, mas ele não aceitou muito bem isso.” Rachel disse, percebendo que elas não estavam mais presas a nenhum garoto.

“Então o que isso significa?”

“Significa que sim, Quinn, eu vou ser sua garota, se você for a minha.” Ela respondeu sorrindo, estalando um beijo nos lábios de Quinn.

Quinn deu um deslumbrante sorriso, que iluminou todo o auditório.

“Eu estou feliz que você tenha dito sim, porque eu não encaro muito bem um não como resposta e eu estava planejando maneiras de te convencer a dizer sim se você tivesse dito não.” Quinn sorriu.

“E como você estava esperando mudar minha opinião?”

Quinn arqueou a sobrancelha e olhou para baixo. Seu membro estava duro mais uma vez. Pronto para Rachel e uma segunda rodada.

“Deixa eu te mostrar.”

“Quinn!” Rachel guinchou quando elas inesperadamente trocaram de posição.

Quinn botou Rachel sentada, rapidamente se livrando do seu top para poder sentir a pele morena, colocando o salto de Rachel na borda do assento e abrindo suas pernas para ter uma bela visão do seu sexo reluzente. Ela prontamente posicionou a cabeça do seu pênis em sua entrada e a penetrou completamente com uma estocada forte, o gemido de ambas ecoando pelo auditório.

Rachel escorreu pelo assento, alcançando uma posição melhor. Ela levantou sua mão direita acima da cabeça e segurou a parte de cima do assento num aperto firme, assistindo com os olhos encobertos Quinn se encaixar por cima dela, segurando seu peso com as mãos apoiadas de cada lado da sua cintura, começando a penetrá-la forte, movendo todo o seu corpo para cima e para baixo com intensas estocadas.

Elas estavam ofegando audivelmente, suas respirações falhando ao tentar acompanhar o ritmo. Mantendo os olhares presos um no outro, fazendo com que aquela experiência fosse muito mais excitante. Sorrindo de lado, Quinn beijou Rachel com vontade, quebrando o beijo para grunhir roucamente. Seus seios encobertos pelo sutiã esfregando contra os seios nus de Rachel. A morena segurou o rosto de Quinn com a mão esquerda, sentindo sua respiração acelerada. Elas se beijaram desajeitadamente, só para ter o máximo de contato possível enquanto Quinn acelerava suas estocadas.

“Oh, baby, assim. Você... você está me fodendo muito gostoso agora.” Rachel ofegou.

“É mesmo, baby? Está bom assim? Eu percebi, você está tão molhada pra mim.” Quinn grunhiu.

“Isso! Eu estou pingando por você e só por você.”

“Mmmmmmm, lembra... ohh... que você disse... que o meu pau pertencia à você... oh, Deus... essa boceta é minha, baby... toda minha.” Ela sussurrou acaloradamente no ouvido de Rachel.

“Toda sua... uhmmm, Quuuiiiinnn... continua falando...”

“Você está me sentindo, baby? Dentro de você, entrando e saindo da sua boceta?”

“Eu estou Quinn, eu estou sentindo cada centímetro seu.”

“Me sente Rachel, você vai me sentir por dias.”

Rachel deixou escapar um longo gemido, fechando seus olhos por um momento.

“O que você... quer... que eu faça, baby?” Quinn perguntou.

“Oh, meu Deeeeeus!”

“Me diz, Rach.” Ela implorou.

“Esfrega seu pau contra o meu clitóris, baby.” Rachel mandou.

Botando seu pau duro pra fora, Quinn moveu seus quadris, botando a ponta do seu membro para brincar com o clitóris dolorosamente ereto de Rachel. A umidade do seu membro fazendo com que ele deslizasse deliciosamente contra ele.

“Você gosta disso, baby?” Quinn perguntou, vendo Rachel balançar sua cabeça furiosamente. “Você gosta do meu pau excitando seu clitóris, baby, mmmm... eu não vejo a hora de você gozar na minha boca.” Quinn gemeu.

“Oh, Deus! Quinn, me fode! Me fode agora! Enfia o seu pau na minha boceta!” Rachel gritou.

Quinn penetrou ela mais uma vez, prontamente voltando aos seus movimentos. Fodendo Rachel com tudo que ela tinha, fazendo Rachel gritar de prazer.

Ela movimentou seus quadris ao mesmo tempo rápido e forte, completamente tomada pela paixão, o interior de Rachel queimando com aquela fricção.

Rachel ia ao encontro dela estocada por estocada, a cada movimento, até que ela finalmente arqueou as costas, soltando um gemido agudo quando um forte orgasmo explodiu em seu clitóris e disparou por todo seu corpo, o calor se espalhando como se fosse um rastro de fogo. Era como se todos os nervos do seu corpo tivessem pegado fogo de uma vez só.

“Caralho, Rachel!” Quinn gemeu, penetrando profundamente, deixando se perder num orgasmo intenso, gemendo forte enquanto ele vinha, fazendo Rachel arfar ao sentir seu gozo a preencher mais uma vez.

“Cacete.” Quinn disse, deixando seus quadris lentamente guiá-las através de seus orgasmos, ambas completamente sem fôlego e cansadas.

Ela capturou os lábios inchados de Rachel, ainda sentindo seu interior se contrair em volta do seu membro amolecido. Ela ainda estava gentilmente deslizando por entre a entrada da morena, alongando aquele momento.

Ela tirou seu membro de dentro de Rachel, deixando o gozo pingar no assento, se sentindo mal por quem fosse limpar aquilo.

Rachel ainda não tinha dito uma palavra, seus olhos estavam fechados e se não fosse pelo seu peito subindo e descendo rapidamente, Quinn teria pensado que ela tinha caído no sono.

Pegando os lenços que tinham sobrado caídos ao chão, ela se limpou e depois a Rachel, se perguntando aonde estava a calcinha da morena.

Ao terminar de limpar, ela se sentou ao lado de Rachel, sussurrando pra ela.

“Rachel, baby? Você está bem?” Ela afagou seu cabelo.

Rachel sorriu e acenou que sim, mas se recusou a abrir os olhos, botando sua cabeça nos ombros de Quinn.

“Isso foi divertido.” Rachel disse.

“Foi?”

“Mmmhmm. Eu vou estar toda dolorida amanhã.” Ela disse, já sentindo sua intimidade começar a arder, fazendo Quinn sorrir.

Rachel começou a ficar sonolenta, seu corpo completamente relaxado contra Quinn.

“Podemos ficar aqui só por mais alguns minutos?” Rachel perguntou letargicamente.

“Claro, como você quiser.”

Elas então permaneceram abraçadas, aproveitando o silêncio do lugar onde tudo havia começado.

Notas finais
Bom final de semana, galera!