Notas iniciais
“Você se arrependeu?” Quinn perguntou à morena sentada a sua frente numa das mesas do Breadstix. Ela tinha passado na casa de Rachel para levá-la ao encontro que elas tinham combinado no dia anterior, depois do encontro quente que haviam tido no chão do auditório. Quinn estava preocupada pensando que talvez pudesse ter desapontado Rachel tirando sua virgindade no chão da escola e não ter feito nada romântico como provavelmente a morena teria imaginado para sua primeira vez.
“Você acha que eu estaria aqui num encontro com você se eu tivesse me arrependido?” Rachel respondeu honestamente. “A única coisa da qual eu me arrependo é não ter arranjado um colchão para por embaixo porque agora minhas costas estão doendo.” Ela reclamou enquanto esfregava a parte de baixo da coluna, onde mais estava dolorido.
“Desculpe por isso.” Quinn olhou para baixo.
“Não se desculpe por isso. Valeu totalmente a pena.” Ela disse piscando para líder de torcida. “E você? Se arrependeu de ter perdido a virgindade com a diva da escola?”
“Eu? Claro que não!” Ela rapidamente respondeu. “Quer dizer, eu nunca imaginei que iria fazer sexo usando... Você sabe... Ele... Não que eu tenha feito sexo com você por causa disso... Porque eu gosto de você de verdade... Eu tenho gostado por um tempo... Eu... Nem em um milhão de anos eu ia imaginar que faria isso com você, não que ninguém faria, porque obviamente eu fiz e...”
Rachel riu das palavras desconexas de Quinn. “Eu entendi, ok? Eu sei que você não estava me usando para testar o seu... amigo, mas eu estou feliz por também ter sido a sua primeira vez.” Ela disse. “Além disso, não foi excitante ter sexo no meio do palco com as luzes de teatro sobre nós? Eu não poderia ter pensado em um lugar melhor para a minha primeira vez do que aonde eu me sinto realmente em casa.” Rachel suspirou, relembrando o que tinha acontecido no palco ainda ontem e ficando excitada só de pensar naqueles momentos compartilhados.
“Eu sempre achei você linda Quinn, mas ontem à noite... ontem à noite me fez ver você sobre outras luzes.” Ela disse, tirando um de seus sapatos e passando o pé pelas pernas de Quinn, passando pelos seus joelhos e entre suas coxas, alcançando seu membro já semi-ereto. “Você devia ver sua cara logo antes de...”
“Boa noite, meninas! Meu nome é Johnny e eu vou ser o garçom de vocês essa noite. Já posso anotar os pedidos?” O garçom interrompeu Rachel. Ele observou a morena sorrir para a loira extremamente corada que tinha acabado de engasgar com sua água.
“Olá, Johnny. Eu acho que minha amiga e eu estamos prontas para pedir. Eu estou morrendo por um espaghetti com almôndegas, o que é bizarro porque eu não como carne e ter... bolas... de carne em minha boca é realmente estranho, mas parece que hoje é o dia em que eu vou mudar isso. Até porque eu não tenho reflexos de vômito e seria bom testá-los essa noite, você não concorda, Q?” Ela disse, pressionando seu calcanhar e acariciando o membro agora totalmente ereto da loira.
Quinn parecia estar hiperventilando, agarrando a beirada da mesa como se sua vida dependesse daquilo.
Oh Deus, oh Deus! Rachel, é melhor você parar com isso ou eu juro que vou jogar no chão tudo que está nessa mesa, empurrar esse garçom, botar você em cima dela, tirar sua saia e jogá-la longe, me encaixar entre as suas coxas, levantar a minha própria saia, tirar o meu pau, abrir as suas pernas e te foder toda. Deus, eu vou te foder com tanta, tanta força e foda-se todas essas pessoas em volt...
“Quinn, você está bem?” Rachel disse com um sorriso de lado, interrompendo seus pensamentos.
“Eu...” Ela limpou a garganta. “Umm... eu não acho que você deveria pedir... almôndegas... só de pensar em você...” Quinn perdeu o raciocínio, seus olhos quase se fechando de prazer só de pensar nele dentro da boca de Rachel.
“Senhorita, você está bem? Quer que eu traga algo?” O garçom disse, confuso sobre o que estava acontecendo.
“Sim, mais uma água. Uma água bem gelada, um cheeseburguer com bacon e uma batata frita com bacon, por favor e obrigada.” Ela rapidamente pediu.
“Eu não vou querer o spaghetti com almôndegas afinal, minha amiga aqui tem ótimas almôndegas em casa que eu tenho certeza que ela vai me deixar provar um dia desses. Eu quero legumes fritos acompanhados de uma salada e sorvete vegan, que eu sei que vocês têm desde que eu escrevi para cá pedindo para que vocês o tivessem em estoque já que alguns cidadãos de Lima também são vegans. Obrigada, Johnny.” Rachel disse com um sorriso, assustando ligeiramente o garçom.
“Rachel, você tem que parar.” Pediu uma Quinn totalmente corada.
“Parar o quê, Quinn?” Ela perguntou, ainda acariciando o volume sob a saia de Quinn.
“Seu pé está me deixando louca.”
“Mas eu achei que você estava gostando.” Ela disse, seus olhos ficando imediatamente cheios d’água.
Ver Rachel prestes a chorar partiu o coração de Quinn.
“Eu estou! É só que eu acho que a minha reação não vai ser publicamente aceitável.” Quinn explicou, vendo as lágrimas desaparecerem tão rápido quanto vieram.
“Por que você não disse?” Rachel exclamou, sentando no mesmo banco que Quinn.
A loira tentou lembrar se tinha dito algo nos últimos minutos que poderia insinuar que ela queria que Rachel sentasse ao seu lado e piorasse o seu estado, e por seu estado ela queria se referir ao seu membro escondido.
Assim que ela sentou ao lado de Quinn, Johnny voltou com os pedidos, olhando para o casal e reparando que a morena sustentava um sorriso quase que maníaco em seu rosto e a loira estava pálida como um fantasma.
Ele as serviu e foi embora.
“Ele foi embora rápido, nem deu tempo de agradecer.” Rachel reclamou enquanto assistia o garçom voltar a passos rápidos para a cozinha.
Quinn estava perdida em seus próprios pensamentos quando ouviu um baixo gemido escapar da morena sentada ao seu lado.
“Wow, Quinn... você tem que provar essas minicenouras.” Ela disse, seus olhos fechados e sua boca mastigando a cenoura.
Quinn assistiu atenciosamente a Rachel pegar outra minicenoura, lamber a ponta e mordiscar o topo, oferecendo o resto para a loira, que imediatamente aceitou, mastigando e engolindo-a, não achando nada demais no gosto para ter causado aquela reação em Rachel.
Rachel então pegou o sorvete vegan. Checando para ver se tinha a completa atenção de Quinn, ela trouxe uma colher à boca, retirando-a lentamente e lambendo o excesso no canto dos lábios. Ela pegou outra colher e ofereceu para Quinn, que a encarou por um momento antes de abrir a boca e aceitar.
“É de berry. O sabor.” Rachel disse, extasiada e sentindo uma ligeira inveja da colher na boca de Quinn.
Quinn gemeu. “É o meu sabor favorito.”
“Você tem um pouco de sorvete...” Rachel começou, alcançando a mandíbula de Quinn e passando o polegar pelo lábio inferior da loira. Antes que ela terminasse o movimento, ela sentiu aqueles mesmos lábios prenderem seu dedo entre eles e uma língua passar por ele, sentindo uma leve mordida. Quando a loira o soltou, ela não resistiu em trazê-lo para sua própria boca e experimentar o resto do sorvete com o gosto de Quinn.
Ambas se inclinaram ao mesmo tempo para juntar seus lábios, as línguas momentaneamente geladas logo ficando quentes enquanto elas acariciavam uma a outra, acendendo um lastro de fogo em seus corpos.
O beijo foi interrompido pelo ruído do garçom limpando a garganta, deixando a conta em cima da mesa e indo embora tão rápido quanto veio.
Um “obrigada” saiu suavemente pela boca de Quinn e ela rapidamente pegou o dinheiro em sua bolsa, deixando-o na mesa e acenando para Rachel levantar. Elas notaram que não haviam comido nada, o bacon completamente ignorado por Quinn pela primeira vez em sua vida. Elas só queriam ficar sozinhas.
Elas saíram do restaurante para a noite fria, que logo esfriou seus corpos excitados. Elas entraram no carro de Quinn e esperaram o ar quente golpeá-las através das saídas de ar. Assim que Quinn saiu do estacionamento, um confortável silêncio se instalou entre elas, uma música suave tocando no rádio.
“Você quer andar um pouco pelo parque?” Quinn quebrou o silêncio.
“Está congelando lá fora e nós duas estamos de saia.” Rachel a informou.
“Qual o problema? Eu te protejo do frio. Eu também tenho outro casaco no banco de trás que você pode vestir.” Quinn insistiu. Ela não queria só sexo com Rachel e essa parecia uma oportunidade para conversar, já que elas não conseguiram fazer isso no restaurante. Ela estava até aliviada por não estar mais excitada e poder se focar em outra coisa.
Rachel concordou e Quinn sorriu.
Ela então dirigiu para o parque mais próximo da casa de Rachel, desligando o carro e pedindo para Rachel esperar. Ela saiu do carro e deu a volta por trás do veículo, abrindo a porta e oferecendo sua mão para Rachel, que graciosamente aceitou e saiu do carro.
“Você é tão cavalheira.” Ela disse a Quinn, que corou com o elogio.
Ela então pegou sua jaqueta do uniforme das Cheerios no banco traseiro do carro e botou sobre os ombros de Rachel, que enfiou seus braços pelas mangas, vestindo-a. Ficou um pouco grande, já que seu corpo era ligeiramente menor que o de Quinn, mas a loira achou que a morena tinha ficado irresistivelmente linda em sua jaqueta. Sem resistir, ela a botou contra a porta, se abaixando para capturar seus lábios num beijo doce. Elas ficaram daquela forma por algum tempo até Rachel se afastar.
“Eu achei que íamos caminhar?”
“Nós vamos.” Quinn respondeu. “Vem aqui.” Ela entrelaçou seus dedos com os de Rachel, puxando-a para o seu lado e começando a andar por um caminho entre as árvores.
A luz que vinha dos postes iluminava o caminho.
“Isso é romântico, Quinn.” Rachel sussurrou, olhando para a loira.
Quinn sorriu, feliz por estar cortejando Rachel Berry.
Elas continuaram a andar, aproveitando o calor e a presença uma da outra. Assim que elas avistaram um banco elas caminharam até ele, sentando abraçadas, o braço de Rachel se acomodando por dentro da jaqueta de Quinn.
“Você estava certa. Você está realmente me protegendo do frio.” Rachel constatou, se aconchegando melhor em Quinn.
“Eu te disse.”
“Quando você começou a gostar de mim?” Rachel perguntou, curiosa.
“Provavelmente desde a primeira vez que eu vi você cantando.” Quinn respondeu tranquilamente.
Rachel ficou em silêncio por um momento. Depois começou a rir quando se lembrou de quando tinha sido.
“Você quer dizer quando apresentamos ‘Push It’?”
“Sim.” Quinn disse, lembrando das sensações que tinham surgido por todo seu corpo ao ver Rachel sendo extremamente sensual para o seu ex-namorado. “Primeiro eu pensei que era ciúme, mas era aquela época do mês e de acordo com... ele... não era bem isso.” Ela admitiu.
Rachel riu de novo. Ela olhou para cima para ver o rosto envergonhado de Quinn, dando um rápido selinho na maior. “Você fica tão fofa quando começa a falar do seu pequeno amigo e a ficar desconfortável com isso.”
“É, não é como se eu já tivesse falado sobre ele com outra pessoa, então é um pouco estranho.”
“Eu estou feliz que agora você tenha alguém para conversar sobre isso. Deve ser um fardo esconder essa parte de você de todo mundo.”
Quinn olhou para Rachel, sentindo algo muito parecido com amor crescer em seu coração.
“Eu estou feliz também.” Ela disse.
Elas ficaram sentadas naquele banco o que pareceram horas. Falando sobre suas infâncias, sobre o Glee, Mr. Schue, sobre as aulas, Sue Sylvester, Kurt e Blaine, sobre música e seus planos para o futuro. Todas essas coisas pontuadas por risadas e beijos roubados uma vez ou outra.
Quando começou a ficar muito frio, elas decidiram ir embora, fazendo Rachel lamentar por ter que se afastar do calor de Quinn.
Elas entrelaçaram seus dedos mais uma vez e começaram o caminho de volta para o carro.
Quinn estava perdida em pensamentos sobre Rachel quando sentiu um puxão.
“Para onde nós estamos indo?” Ela perguntou.
“Para atrás daquela árvore grande. Eu sempre imaginei como seria ficar com alguém assim. Eles fazem parecer tão romântico nos filmes.” Rachel disse animadamente. Uma vez que elas alcançaram a mencionada árvore, ela descansou suas costas contra o tronco e trouxe os lábios de Quinn para si. Havia algo sobre aqueles lábios rosados que era viciante e eletrizante. Era como se toda vez que seus lábios se tocavam uma corrente elétrica fluísse entre elas.
Ela agarrou a nuca de Quinn, passando os dedos pelos seus cabelos, arrancando um gemido da loira.
Quinn enfiou os braços por dentro da jaqueta que Rachel vestia, segurando firmemente a cintura da morena, protegendo suas costas de bater contra a árvore. Ela se lembrava da morena comentar sobre a dor que estava sentindo naquela região mais cedo.
Rachel sorriu contra os seus lábios quando sentiu as mãos de Quinn pousarem na parte inferior das suas costas, protegendo-a da dor.
A noite estava silenciosa e a única coisa que elas ouviam eram suas próprias respirações.
Elas continuaram a se beijar apaixonadamente e Quinn sentiu que começava a ficar excitada novamente, ouvindo Rachel soltar pequenos gemidos de prazer que ela provavelmente não ouviria se não estivesse tão silencioso ao redor.
Rachel estava perdida num mundo de calor. Ela sentia sua temperatura subir enquanto seus lábios se derretiam e se moldavam aos de Quinn. Sua língua massageando a dela. Como ela estava confortavelmente pressionada entre a árvore e o corpo de Quinn, ela logo sentiu a excitação da loira se tornar notável entre seus corpos, sorrindo ao sentir Quinn discretamente começar a movimentar seu quadril contra o dela.
Rachel quebrou o beijo, descendo a boca para o queixo de Quinn, passando por sua mandíbula e trilhando um caminho até seu pescoço. Ela começou a beijar o pescoço alvo, colocando seus lábios inchados no ponto de pulso da loira, chupando e mordendo o local. Ela não se conteve em se afastar um pouco para admirar onde a pele de Quinn tinha ficado vermelha.
Quinn inclinou a cabeça para o lado, dando amplo acesso para Rachel continuar marcando a sua pele como uma vampira. Ela estava inconscientemente movendo seus quadris para frente e para trás, sentindo o sangue correr através da sua orelha e de seu membro pulsante. Ela sentiu seu pênis começar a subir e formar um volume em sua saia, pressionando dolorosamente seu short.
A pequena diva estava gostando de como Quinn reagia ao seu toque.
Ela moveu seu braço e o posicionou entre elas, apertando avidamente aquele volume, fazendo a loira silvar.
“Quinn, tem uma lanterna por baixo das suas saias de líder de torcida ou você só está feliz em me ver?” Ela perguntou à loira, que tinha fechado os olhos com a sensação. Ela não respondeu.
“Sabe de uma coisa, Quinn?” Ela sussurrou em seu ouvido. “Isso.” Ela disse, tirando o membro da loira de dentro do short e libertando-o para o ar frio. “É meu.” Ela disse a Quinn, segurando-o firmemente, sentindo como ele estava quente e pulsando contra os seus dedos.
Quinn gemeu, seus olhos firmemente fechados e sua boca aberta enquanto tentava processar as palavras de Rachel em sua cabeça.
“Ele é, baby. Todo seu.” Ela disse com um gemido, amando o quanto Rachel estava sendo possessiva.
“Mmmm, baby. Você sabe o quanto foi maravilhoso sentir você dentro de mim ontem? Tão bom, baby. Eu tive que me tocar ontem à noite pensando em você, sabia disso?” Rachel perguntou para Quinn, começando a estocar o membro completamente duro da líder de torcida com a sua mão, sentindo ele se contrair.
“Não, eu não sabia.” Ela murmurou e começou a empurrar seu quadril, facilitando o movimento da mão de Rachel. Imaginar a morena se tocando fez com que uma queimação se espalhasse por todo seu corpo.
“Eu me masturbei e gozei pensando em você, mas não foi tão bom como quando você me fez gozar penetrando seu pau dentro de mim.” Ela disse, movimentando sua mão mais rápido, passando seu polegar pela cabeça dele e espalhando o pré-gozo por toda a extensão do membro de Quinn.
“Te excita saber que eu me toquei ontem à noite logo depois de você ter tirado minha virgindade?” Ela perguntou.
Quinn só acenou extasiada, incapaz de responder ou abrir os olhos.
“Eu estava tocando meu clitóris em círculos do mesmo jeito que você fez com a cabeça do seu pau. Você devia ter sentido o quanto eu estava molhada por pensar em você, Q.” Ela continuou sussurrando, sua voz baixa e sensual contra a orelha de Quinn.
“Depois eu penetrei três dedos em mim, baby, tentando alargar minha boceta do mesmo jeito gostoso que você fez, mas eu não consegui.” Ela sentiu Quinn puxá-la para mais perto do seu corpo, seu membro entre elas, sua mão bombeando para cima e para baixo, às vezes sentindo os nós dos seus dedos roçarem contra o abdômen definido de Quinn.
“Fazer amor com você foi uma das experiências mais transcendentais que eu já tive, Quinn. Eu nunca me senti tão bonita ou amada como ontem.” Ela disse de forma sincera, fazendo Quinn abrir os olhos e ver o mesmo amor refletido em seu olhar.
“Rachel... Eu... Eu te...” Quinn começou, mas foi impedida por um dedo em seus lábios.
“Shh... Não diga isso agora...” Ela disse, beijando Quinn, que estava à beira do orgasmo.
Ela continuou estocando por um tempo até Quinn enterrar a cabeça em seu pescoço e murmurar “Eu vou gozar, Rach.”
Rachel acelerou os movimentos até escutar Quinn inspirar profundamente e soltar a respiração acompanhada de um longo e agudo gemido enquanto seu gozo era expelido contra o seu uniforme das Cheerios e a mão de Rachel. Quinn trouxe o corpo moreno para mais perto, seu quadril estremecendo incontrolavelmente enquanto aquele orgasmo tomava conta de todo seu corpo.
A morena diminuiu o ritmo até Quinn parar de gozar, sentindo seu membro amolecer entre os seus dedos e colocando-o de volta em seu lugar, limpando a mão em sua própria saia.
Depois disso, ela olhou para uma ofegante Quinn, que estava mais uma vez com os olhos fechados, tentando controlar a respiração. A loira ficava impossivelmente linda momentos antes e logo depois de ter um orgasmo, completamente vermelha e suada. Tentando não chegar muito perto do gozo que cobria o uniforme de Quinn, ela levantou ligeiramente a cabeça e a beijou.
Depois de mais alguns beijos, um “a propósito, você tem sêmen por todo seu uniforme” foi dito contra os lábios da loira.
Olhando para baixo, Quinn constatou que ela realmente tinha gozado nela mesma. Parece que algumas coisas não mudam.
“Merda. Que bom que a Treinadora Sylvester nos obriga a ter sete uniformes.” Ela riu.
“Humm, então é pra onde o dinheiro que era pra ser do Glee está indo.” Rachel respondeu.
“Isso aí.” Ela sussurrou, beijando o pequeno bico que Rachel havia feito.
“Você gostou?” Rachel perguntou timidamente.
“Baby, olha para o meu uniforme. O que você acha?” Ela respondeu como se fosse óbvio. “Falando nisso, você trouxe algum guardanapo?”
“Para falar a verdade, eu trouxe.” Rachel tirou um pacotinho de lenço aparentemente de lugar nenhum. Quinn pegou um deles e limpou o excesso de esperma do seu uniforme, fazendo um lembrete mental para lavá-lo o mais rápido possível, antes que Sue pudesse fazer uma inspeção com luz negra.
Depois de limpar o melhor que pôde, elas se beijaram uma vez mais, saindo em direção ao carro. Quinn jogou os lenços numa lixeira no meio do caminho.
Elas chegaram ao carro e Quinn fez questão de abrir e fechar a porta para Rachel. Depois de botarem os cintos e estarem segurança, ela dirigiu até a casa de Rachel, cantando junto com a diva a música que tocava no rádio e segurando sua mão por todo o caminho.
Chegando à casa da morena, Quinn impressionou Rachel mais uma vez com seu jeito cavalheiresco e foi de mãos dadas com a morena até a porta da casa.
“Eu me diverti hoje.” Rachel disse, sorrindo timidamente para Quinn.
“Eu também.” A líder de torcida responde, brincando com um piso solto no chão com os pés.
“Vejo você amanhã na escola?”
“Uhum, vejo você lá.” Ela disse, encarando Rachel.
“Ok. Você pode beijar sabia? Só seja rápida, porque eu não sei se você notou, mas tem dois pais gays espiando pela janela.” Rachel disse rindo.
Quinn riu também e pressionou suavemente seus lábios nos de Rachel num beijo casto. Ela juntou suas testas e sussurrou. “Vou sentir saudades.”
“Também vou sentir.” A morena respondeu e com um último beijo e um boa noite, Quinn se virou e começou a caminhar em direção ao carro, mas não sem ouvir gritos de alegria dos dois homens dentro da casa e da filha deles. Ela sorriu, entrando no carro e indo embora.
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