Filhos dos Deuses - 1° Livro
5 Capitulo 5 - Filho do Mar
" Eu estava no oceano aberto quando do nada uma baleia veio e me engoliu, quando cheguei em sua barriga vi que la tinha um tridente, tentei pega-lo mais toda a vez em que me aproximava ele fugia, não sei o porque eu estava tentando inutilmente pega, quando vi que era impossível pegar ele eu desisti e fui para um canto da barriga da baleia e sentei esperando pela morte certa, fiquei la sentado na barriga da baleia observando sua cor rosada, então me dei conta de que tinha que sair dali o mais rápido o possível eu não podia morrer não daquele jeito, comecei a bater na barriga da baleia para ver se ela me vomitava mais nada continuei batendo de canto em canto continuei até ver o tridente novamente em seu pequeno e quebrado pedestal, fui devagar atrás dele para ver se conseguiria pegar ele dessa vez mais novamente ele desapareceu e reapareceu em outro lugar, quando olhei para o fundo da barriga da baleia vi que algo reluzia intensamente fui ver oque era deixando o tridente de lado, quando cheguei no fundo da barriga vi que la tinha um cordão peguei o cordão que reluzia em uma cor azulada e nele estava escrito anaklusmos, e como pingente uma pequena esfera com um tridente nele quando apertei aquela esfera o cordão virou uma espada, quando eu voltei a apertar o botão que tinha no final do cabo que era de ouro, a espada voltou a ser um cordão peguei e coloquei ele no pescoço para não perder. Então senti que dessa vez se eu tenta-se pegar o tridente daria certo, fui atrás dele e estiquei a mão devagar e peguei ele, quando tinha ele em minhas mãos pude sentir o poder que ele me transmitia o como eu me sentia invencível com aquele tridente então apontei ele para a boca da baleia mais nada aconteceu, até que eu vi uma luz e então tive a esperança de conseguir sair de la vivo, soque a luz na verdade não era luz era água, quando a barriga da baleia se encheu por completo pela água vi que não iria morrer na digestão da baleia e sim afogado dentro da baleia, quando não aguentava mais segurar o ar tive que abrir a boca para respirar e o panico veio atona, até que eu percebi que não estava morrendo afogado eu estava respirando parecia que a água me dava seu oxigênio para mim não morrer nadei barriga a fora da baleia passando pela sua garganta e por sua boca, quando finalmente sai a boca da baleia se fechou, então me vi no fundo do oceano respirando normalmente, quando estava completamente no fundo comecei a andar como se estivesse em uma calçada soque mais lento, passei por peixes tubarões que não me atacaram, continuei pensando que nunca iria chegar ai fim, quando pensei que estava chegando em casa vi que era uma cúpula enorme toda de vidro transparente e dentro dela tinha uma cidade uma colina de algas e em cima da colina tinha um castelo enorme, no meio da cidade uma estatua que não conseguia distinguir de tão longe, caminhei de encontro a aquela cidade, quando finalmente cheguei na cúpula pude ver perfeitamente que a estatua segurava um tridente igual a o meu que era um homem usava uma tanga e uma coroa na cabeça, no pedestal estava escrito em grego " Poseidon Deus dos Mares ", alguém olhava para mim só não sabia aonde estava mais eu sabia que estava me olhando, quando eu vi que algo la no palácio se mexia me escondi atrás de uma pequena mata de algas, quando eu voltei a olhar la para dentro vi uma coisa muito bizarra uma mulher da cintura para cima e um peixe da cintura para baixo, ela tinha cabelos loiros e olhos azuis pele branca igual leite e atrás dela vinha uma carruagem com um emblema de um tridente a carruagem passou direto até parar em um grande prédio de mármore branco e as portas se abrirem e a carruagem entrar, la dentro pelo visto também tinha água porque eles estavam nadando, olhei em volta para ver se alguma coisa daquelas vinha de novo e fui para a cúpula a procura de alguma porta que poderia me dar acesso aquela cidade, quando finalmente achei no lado Norte da cúpula, era uma comporta para a água entrar e sair mais dava para mim passar, quando estava quase entrando algo bateu muito forte em minha cabeça e então desmaiei."
Quando acordei novamente estava em uma cama de hospital com um saquinho de sangue a o meu lado, não me lembrava do que tinha acontecido mais sei que sentia muita dor nos braços e nas pernas, quando olhei para baixo vi que estava somente com um roupão e por baixo dele eu não tinha mais nada estava nu, eu queria gritar mais não conseguia minha voz tinha sumido e minhas forças também, quando uma enfermeira entrou e me viu saiu correndo e voltou 5 minutos depois acompanhado por mais três médicos.
– Jason, você esta me ouvindo ? — Como não conseguia falar tive que balançar a cabeça em afirmação — Você consegue falar — Toda a vez que tentava saia um ruido e então vi que não conseguiria falar — Calma, a sua fala vai voltar com o tempo você sofreu um acidente feio, mais estará bem em mais dois meses — Mais dois meses quanto tempo tem que eu estou desacordado, acidente que acidente foi esse. O carro capotando a me lembrei e Lym, Lym cade ela, eu tenho que perguntar ao medico.
–L..L..Lym, e..e..ela est..ta be..be..bem ? — Falei o máximo que conseguia.
– Lym ? — O médico parecia confuso até que se lembrou de algo — A a garota que estava com você ela esta bem sim pode ficar calmo ela saiu do coma a 3 semanas atrás, e já esta em casa — Coma como assim coma ?
– C...c..coma ?.
– Doutor desculpa interromper mais acho que não e hora para isso. Jason você ficou em coma durante 2 meses depois do acidente, você perdeu muito sangue e tivemos problema em achar alguém com o mesmo tipo sanguíneo que você, e Lyanna também perdeu muito sangue só que o tipo sanguíneo dela era mais comum e então ela saiu a 3 semanas — Tinha que sair dali e ver se ela estava realmente bem tinha que vê-la abraça-la e pedir desculpa por ter acabado com seu carro — Jason calma ela esta bem e eu prometo que vou chama-la aqui para ver você, Cíntia vai buscar um sedativo temos que por ele para dormir uma pouco — A tão de Cíntia foi a voltou com uma siringa e a doutora ejetou no meu soro, meu corpo começou a ficar sonolento e eu voltei a dormir. Quando voltei a acordar minha mãe estava ao meu lado sentada na cadeira, e eu estava em uma quarto diferente.
– M..mãe ?
– Jason, a meu filho você acordou, eu estive tão preocupada com você — Minha mãe estava cheia de olheiras parecia que fazia um século que ela não dormia — Quando chegarmos em casa você vai ficar de castigo durante 2 anos pelo que fez e pelo susto que me deu — Ela continuou falando até que voltei a dormir, acordei e Lym estava no meu quarto ao lado da minha cama sentada no lugar onde minha mãe estava.
– L..Lym, Você es..esta Bem ?
– Estou sim Jason e graças a você e que colocou o cinto em mim, porque se não fosse por isso eu não estaria aqui — Enquanto ela falava eu voltei a dormir, acordei novamente com minha mãe e o medico que tinha vinde me ver.
– Olha quem acordou — O médico falo
– Dormi muito ? — Perguntei
– Pelo que eu to vendo sua fala voltou por completo, ou melhor um pouco rouco ainda mais vai passa. Mais Jason estava falando com sua mãe aqui que quando você acordasse poderia voltar para casa.
– Já estou acordado posso ir agora ?
– Rá vejo que esta bastante ansioso para ir, então Sr. Daniely me acompanhe — Minha mãe e o Doutor saíram durante mais ou menos 2 horas, quando minha mãe voltou me disse que iriamos embora naquele dia ela me entregou uma sunga box preta ema calça cumprida cinza escura e uma blusa verde simples, me levantei e me arrumei lentamente quando fui colocar a blusa percebi que tinha um colar em meu pescoço tirei para ver ele melhor e quando o virei era igual ao que tinha visto no meu sonho com um botão de tridente no pingente, apertei para ver se fazia o mesmo no meu sonho e quando apertei ela virão uma espada, fiquei ali analisando aquilo estupefato sem saber como aquilo tinha ido parar em seu pescoço e principalmente como virava uma espada, quando a porta começou a abrir voltei a apertar o botão e a espada voltou a virar um cordão coloquei rápido em meu pescoço e vesti a blusa por cima para tampar, minha mãe entrou na sala e foi me ajudar a levantar para irmos embora.
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