Filhos dos Deuses - 1° Livro

6 Capitulo 6 - Encontro meu pai


Quando cheguei em casa depois de sair do hospital minha mãe preparou uma sopa para mim comer, o medico tinha dito a ela que eu tinha que ficar de repouso pelo menos durante uns 2 dias no minimo e depois disso eu poderia ir apenas para a escola de ônibus não apé, depos de comer minha mãe me ajudou a ir para o meu quarto para descansar mais. Deitei para ver se conseguia pegar no sono pensando que seria difícil mais foi até fácil. No sonho eu tinha voltado para a cúpula que ficava em baixo do oceano. Eu tinha conseguido entrar mais acho que me pegaram porque eu estava em uma cela no canto tinha uma cama de palha, não tinha banheiro nem pia e na frente tinha as grades. Sentei na cama esperando que alguém vinhe-se e me souta-se mais nada ninguém veio me ver, o panico começou a bater e eu comecei a gritar por alguém mais nada ninguém ouvia ou fingia que não estavam ouvindo, então me lembrei do cordão tirei ele e apertei o botão o cordão rapidamente virou espada, dei um golpe nas grades e elas se partiram em duas, sai devagar observando se tinha alguém subi uma escada durante uns 5 minutos até chegar em um grande salão, no meio do salão tinha uma outra estatua do Poseidon só que menor, um trono co canto exterior do salão um tridente igual ao que eu tinha pego na barriga da baleia, o chão era de mármore azul claro e o teto era pintada com imagens de outros homens e mulheres sentados cada um em um trono diferente, um barulho veio da porta principal corri e me escondi atrás do trono.

– Quem e que tentou invadir ? — Perguntou um homem de voz grossa, acho que devia ser o chefe.
– Nós não sabemos o nome dele, o soldado Vision deu uma paulada na cabeça dele e colocou ele na cela já desmaiado — Falou o outro homem que devia ser algum tipo de patrulheiro.
– Mais como.. Tem alguém aqui posso sentir — Falou o chefe
– Senhor ninguém esta aqui além de nós, eu mesmo fiquei na porta da sala do trono, e ninguém passou por mim.
– Talvez já estivesse aqui dentro.
– Não pode ser a unica pessoa que colocamos aqui foi aquele garoto — Falo o patrulheiro, então tudo ficou quieto não se ouvia nenhum som, até que senti algo em meu ombro e quando virei fui puxado para de trás do trono, me equilibrei e ajeitei a espada que foi tirada rapidamente de minhas mãos pelo patrulheiro.
– Calma Miro, quem e você ?, como você chegou aqui ? e como consegue respirar de baixo d'água ? — Perguntou o chefe que era musculoso usava uma coroa na cabeça era loiro, olhos da cor do mar e penetrantes, ele também era como a mulher que tinha visto da cintura para cima era homem e da cintura para baixo tinha uma cauda verde.
– Bem primeiro vai com calma que eu não sou um robô — Falei
– Garoto e melhor você ir com calma você esta diante do rei dos mares — Falo o tal de Miro apertando mais a espada em meu pescoço.
– Ta, ta meu nome e Jason, eu não sei como cheguei aqui, e também não sei como consigo respirar de baixo d'água, pronto respondi.
– Jason acredito em você — Ele virou e olhou para a espada pegou ela e apertou o botão e ela virou um cordão, ele voltou a olhar para mim — Como você conseguiu isso — Perguntou ele e eu não respondi — anda fala logo como você conseguiu esse colar garoto ?.
– Eu achei.
– Onde ?
– Na barriga de uma baleia.
– Senhor lê também veio com aquele tridente ali — o Miro aponto para um tridente que estava encostado na parede.
– Você também conseguiu aquilo dentro de uma baleia ? — Perguntou o Rei com voz de ironia.
– Sim senhor dos mares eu achei todos os dois dentro da barriga de uma baleia preta que deve ter me confundido com um almoço.
– Baleia preta — O rei disse com um tom de preocupação na voz — Como a baleia preta de engoliu ?, ela só engole ... — O rei ficou me olhando depois olhou para o tridente depois para mim depois para o colar e novamente para mim — Como pode Miron ?
– Não sei senhor desculpa — Miron deve ter entendido na hora pois me olhava fixamente — Ele tem os olhos...
– Calado Miron, garoto quem e a sua mãe ?
– Primeiro meu nome e Jason, e segundo porque você quer saber o nome dela — Quando disse isso o rei ficou vermelho de raiva mais respirou fundo e voltou a fazer a mesma pergunta.
– Qual e o nome da sua mãe ?
– Daniely Martin Coller, pronto ta ai quer saber a idade dela também se quiser e 32 a e a minha e 14 anos só para te informar — O rei ficou me olhando sem fala.
– Você, como pode e tão ignorante — Falo o rei
– Oque eu ignorante você que foi ignorante comigo me jogando em uma cela que nem um banheiro não tem.
– Miro deixe-nós, tenho que ter uma conversa com esse garoto — Miro saiu pela porta deixando eu e o rei doido sozinhos.
– Eu quero sair daqui — Disse.
– Você vai ficar até que eu fale o contrario, agora me responda umas perguntas.
– Mais perguntas — Reclamei.
– Cala a boca e responde. Quem e o seu pai ?
– Não sei o nome dele minha mãe nunca me disse, a unica coisa que sei e que ele morreu afogado quando o navio em que estava afundou.
– Você tem irmãos ?
– Não, já acabou ?
– Calado vai acabar quando eu decidir. Como você chegou aqui ?
– Bem da ultima vez que me lembro eu estava dormindo, depois de ter sofrido um acidente.
– Acidente você ta machucado ? — Perguntou o rei me analisando.
– Não eu não estou machucado, mais agora você me responde uma coisa no que isso vai ajudar ? e porque você esta fazendo essas perguntas ? — O rei me olhou como se fosse mais uma vez me mandar calar a boca.
– Ta eu vó responder, eu acho que você pode ser meu filho — Fiquei olhando para ele esperando uma reposta verdadeira, esperando que ele comesse a rir de mim, mais nada ele continuou firme esperando uma reação minha.
– Meu pai esta morto, e você e uma especie de peixe humano sei la — Ele olhou para mim e depois começou a brilhar até ficar do meu tamanho penas e roupas de humano, uma bermuda, chinelo e uma camiseta de surfista — Legal rei dos mares, você pode até virar humano mais eu não sou seu filho.
– Quando você foi pegar o tridente oque aconteceu ?
– Ele fugiu até eu achar o colar espada, ai eu fui até ele e peguei.
– Oque você sentiu quando pegou ele ?
– Poder muito poder em minhas mãos.
– E oque você fez para sair da barriga da baleia?
– Depois de ter pego o tridente apontei ele para a boca da baleia e ela se abriu e enchei de água.
– Você consegue respirar de baixo d'água, tem poder, conseguiu usar o tridente e o colar, você e meu filho.
– Eu já disse meu pai esta morto, como eu posso ser seu filho ?
– Eu joguei um feitiço nessas coisas para que ninguém a não ser eu ou um filho meu pudessem pegar e usar esses objetos.
– Ta bom Vossa Graça, posso ir embora agora ?
– Estique as mãos — Não fiz oque ele mando até ver que ele não desistiria até fazer oque ele queria — Agora se concentre na água faça dela a sua corrente o seu poder a sua vida faça ela ir para onde você mais deseja — Fiz o que ele mando ou tentei — Concentre-se mais — Fiquei la durante uns 2 minutos com os braços esticados até que do nada a água começou a me obedecer e foi direto ao rei mandando ele para a parede — Não era para mim ser o alvo — Fiquei olhando para as minhas mãos sem saber oque fazer, paralisado — Pelo menos agora sabemos que você e realmente meu filho.
– O que eu sou ? e oque você e ?
– Eu sou Poseidon Deus dos Mares um dos três grandes, e você e meu filho um semi-deus — A realidade bateu no meio da cara com uma força tão grande de lembranças, o cara da loja de relíquias falo que eu era filho de Poseidon o mendigo flamejante também, a ansiá de vomito começava a ficar tudo preto na minha frente e Poseidon gritando meu nome até que não ouvi nem vi mais nada.

Acordei no meu quarto suando frio, fui ao banheiro lavei meu rosto e voltei, sentei na cama olhei em volta do meu quarto e vi que na escrivaninha tava o colar, peguei ele e joguei pela janela do meu quarto esperando nunca mais vê-lo.