Filha da loucura
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Coringa sempre tentou de todas as maneiras derrotar Batman, porém ou ele acaba em uma cela em Arkham ou supostamente “morto”, porém dessa vez ele ira usar o melhor de seus planos, ele possui a melhor arma secreta de todas, e essa arma se chama Lucy.
Era um lindo fim de tarde, não havia nuvens no céu, e a cor azul alaranjada predominava, pessoas voltavam de seus trabalhos e crianças brincavam nas ruas, poderia ser um fim de tarde perfeito se não fosse por um pequeno detalhe, a cidade estava prestes a explodir.
O pátio estava cheio de gente, mas isso não impediu Lucy de se esgueirar entre caixotes e capangas até o centro pátio, lá se erguia um grande circulo de concreto de 10 metros de altura e uma circunferência de 1 metro. Ela pegou uma corda com um gancho na ponta e o arremessou , ele prendeu no alto da estrutura, e ela ficou orgulhosa por sua força braçal, começou a escalar e também a ouvir os comentários: “ela tá subindo”, “ela pode subir?”, “é pra gente fazer algo?”, “o chefe não vai gostar”, “mas e se foi ele que mandou ela subir?”.
Ela sussurrou para si mesma as respostas
-Sim, estou subindo. Sim, ela pode. Não, vocês não podem fazer nada. Não vai mesmo. Não, não foi.
Alcançou o topo da estrutura e lá viu seu premio, a bomba, um modelo um pouco antigo, sistema de fios, ela retirou a tampa de ferro e olhou para os fios, então sorriu, ela sabia como funcionava.
-Alcance no raio de 100 quilômetros, velocidade da onda de choque... – ela observou um cabo grosso revestido de cobre – 200 km\h, é ele não tá de brincadeira – olhou para baixo e viu todos a observando, espantados, curiosos, idiotas, pensou, então voltou sua atenção para a bomba, ela estava programada para 3 minutos, mas não havia sido acionada, Lucy retirou uma faca de sua bota e cortou dois fios, azul, e o de cobre — bomba, você foi rebaixada – disse e começou a descer.
-ELA O QUÊ?! – gritou coringa em um volume tão alto que até Harley, já acostumada com seus gritos, se assustou.
- S-subiu até a bomba – o capanga engoliu em seco – senhor – e então levou um soco
Após o soco ele se acalmou um pouco e olhou para Harley com uma cara de “e então?”, e ela retribuiu arqueando uma das sobrancelhas, ela caminhou até ele lentamente, delicadamente pôs as mãos nos ombros dele e suavemente disse.
-Está tudo bem, eu resolvo isso.
-Não, dessa vez eu resolvo — disse e caminhou até a porta.
-Mas... – ela não pode terminar de falar a porta bateu forte e estrondosamente deixando-a sozinha com o capanga, ela bufou e sentou na cadeira que havia ali perto – pode ir – disse para o capanga.
Após aquilo, Lucy correu o mais rápido que pode para seu quarto, ela tinha pernas fortes, rápidas e ágeis, e agradecia pelo treinamento toda vez que as utilizava, porem, ao chegar ao quarto encontrou ninguém menos que seu pai olhando para as paredes, ela fechou lentamente a porta, e, ao ouvir ele virou-se para ela.
-Fiquei sabendo de algo — ele disse
-Ótimo — disse ela enfrentando-o, ela estava assustada mas não poderia demonstrar medo – assim não preciso contar a historia de como reduzi o poder da bomba a menos da metade.
Em um movimento rápido, ele a pegou pelo pescoço e a pressionou na parede, pendurada.
-Você sabe o quão duro eu dei pra conseguir aquilo? – ele apertou mais o pescoço dela — sabe?
- Provavelmente. Bem. Mais. Trabalho que eu – ela tentou pegar o ar – tive – e sorriu, o que o deixou ainda mais furioso, ele então socou a cara dela, que caiu no chão.
-Bom, se você não reparou – disse ele retomando a postura – temos um convidado chegando, e eu preciso de algo que exploda.
- Está, chegando? – Ela demorou um tempo para compreender, até que entendeu, ele estava falando do Batman, um sorriso se formou em seu rosto, ela iria finalmente confronta-lo, e sabia o que fazer – isqueiro – murmurou
- O que disse?
- Você quer algo que exploda, me de um isqueiro, eu explodo.
- Há! – e com um sorriso maléfico foi se retirando do quarto – essa é a minha garota – e saiu.
- DEIXE O ISQUEIRO NA SALA DE COMANDO! UM QUE FUNCIONE DE PREFERENCIA!
Afobada ela correu até um baú perto da janela, onde guardava as coisas de seu treinamento, e de lá tirou uma katana, um chicote, e duas pistolas automáticas, pegou também todas as recargas que haviam ali e algumas facas, ela iria precisar daquilo, ela havia comprado uma briga aquela noite, uma briga feia.
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