Filha da guerra

19 17. O ataque II • Jacob Black



— 06:10


A caminho do Território dos Swan


Entregar a minha Nessie não estava nos meus planos. Nunca esteve, porra.

Muito menos revelar toda essa merda do passado da família dela antes de colocar a aliança no seu dedo e torná-la minha oficialmente perante a organização. Em Seattle, a divisão era mantida a ferro e fogo: os Black dominavam a Zona Sul, os Cullen controlavam o Norte, e Charlie Swan mandava com mão de ferro na Zona Oeste, enquanto os desgraçados dos Volturi tentavam abocanhar tudo pela sombra. No meu território, a posse vem primeiro; as explicações nunca vêm. O plano era simples: casar, trancar a garota sob a minha proteção na fortaleza do Sul, consolidar o domínio dos Black e deixar os podres do passado enterrados.

Mas Aro Volturi tinha chutado a porta da minha casa antes da hora, e a porra do tabuleiro de Seattle tinha virado de cabeça para baixo.

Enquanto os pneus do SUV blindado disparavam devorando o asfalto molhado rumo ao Norte, o som da chuva batendo contra a lataria parecia martelar na minha cabeça. O sangue do tiro no meu ombro ainda empapava o tecido da minha jaqueta, mas a dor física não era nada perto da raiva cega que queimava no meu peito.

Ao meu lado, Renesmee estava encolhida contra o canto do banco de couro, abraçando as próprias pernas, vestindo apenas a minha camisa social preta manchada e a jaqueta pesada que joguei sobre ela. O pranto baixo dela e os soluços sufocados cortavam a penumbra do carro.

De repente, os olhos castanhos dela se arregalaram em puro desespero. Ao perceber a mudança na rota e a direção que o carro tomava, a cabeça dela pareceu dar um estalo terrível. A menção a “entregar para o pai” e a “farsa dos King” tomou um rumo totalmente distorcido na mente assustada da garota. Para ela, o único “pai” que conhecera a vida toda era Royce King, o homem que a mantivera sob rédeas curtas e com quem ela vivia um inferno.

— Não... Jake , não! Por favor! — gritou ela de repente, jogando o corpo para cima de mim no banco, segurando a minha jaqueta com as duas mãos trêmulas, a voz rasgada por um pavor sufocante. — Me mata! Me dá um tiro agora, mas não me devolve para o Royce! Eu imploro, Jacob! Por tudo que é mais sagrado, não me entrega para ele!

A reação violenta dela me fez travar por um segundo. As lágrimas rolavam sem parar pelo rosto pálido de Renesmee, e os lábios dela tremiam de uma forma dolorosa de ver. A ideia de voltar para as mãos de Royce King a aterrorizava mais do que a própria chuva de chumbo que enfrentamos na mansão.

— Cala essa boca, Renesmee — soltei num rosnado baixo, segurando os pulsos dela para conter seu desespero.

— Não! Me escuta, por favor! — implorava ela, soluçando alto, colando a testa no meu peito ensanguentado, sem se importar com a sujeira. — Eu faço o que você quiser! Eu fico trancada no seu quarto para sempre, eu sou a sua mulher, eu nunca mais peço para ver a rua! Mas não me devolve para ele... ele vai me matar, Jacob... ele vai me trancar num buraco! Por favor, não me devolve de volta para o Royce!

O pavor nos olhos dela era real, cru e dilacerante. Ela achava de verdade que eu estava descartando a presença dela, entregando-a de volta para o monstro da infância dela para salvar a minha própria pele ou cumprir algum acordo de máfia.

Sentir as mãos dela me agarrando com tanta força, implorando pela própria vida como se eu fosse o carrasco que a mandava para a morte, fez uma pontada de raiva escura atravessar o meu peitoral.

Apertei a mandíbula até os ossos do meu rosto estalarem, segurando o queixo dela com a mão esquerda e obrigando-a a olhar para mim.

— Cala a porra da boca e me escuta! — ordenei, a voz profunda e gélida cortando o choro dela como uma lâmina. — Eu prefiro queimar Seattle inteira a deixar aquele desgraçado do Royce colocar um único dedo em você de novo.

Renesmee piscou, os lábios entreabertos, a respiração travada na garganta enquanto as lágrimas continuavam a escorrer.

— Você... você não tá me levando para o Royce? — sussurrou ela, num fio de voz trêmulo e incerto.

— O Royce King é um defunto que só se esqueceu de deitar — decretei, a raiva queimando nos meus olhos. — Eu disse que tô te levando para o seu pai. Para o homem cujo sangue de verdade corre nas suas veias. O homem que comanda a Zona Norte de Seattle.

Voltei os olhos para a janela, deixando a garota assimilar o choque em silêncio. Deixei meu olhar escorrer pelo corpo pálido dela, fixando a atenção na curva macia da sua barriga sob o pano escuro da minha camisa.

Uma ideia fixa, crua e desgraçada continuava a martelar na minha mente enquanto o perfil dos prédios do território Norte começava a surgir pela janela.

Eu não era burro. Sabia exatamente o risco que estava correndo ao cruzar as fronteiras e invadir o setor de Charlie Swan para jogar na cara daquele velho que a filha “morta” que ele chorara por anos esteve viva esse tempo todo, criada sob uma farsa. Charlie era o Capo da Zona Norte, um homem da velha guarda, influente e armado até os dentes, que não hesitaria em declarar uma guerra sangrenta entre o Sul e o Norte se achasse que eu estava usando a garota como jogada política.

Se aquele velho fizesse guerra e se recusasse a casar a filha perdida dele comigo depois de saber de toda a verdade... eu precisava de uma garantia. Uma garantia biológica e indiscutível.

Forcei minha mente a voltar para as últimas semanas. Relembrei cada noite no meu apartamento no centro, cada madrugada na mansão, cada momento em que a tive contra o colchão ou contra a parede, contra mesas... Relembrei a sensação da pele quente dela arrepiada sob o meu peso, dos gemidos sufocados contra a minha boca e do desespero dela em se entregar para mim para buscar proteção.

Todas as vezes que a fodi foi sem camisinha. Sem me importar com regras, sem me importar com prevenção. Em todas as vezes, sem exceção, eu afundei o mais fundo que pude no corpo macio dela e gozei dentro dela. Preenchi a garota com o meu sêmen noite após noite, marcando o útero dela com a minha posse crua antes mesmo de qualquer padre ou juiz dar a bênção.

Encarei o perfil de Renesmee, vendo-a ainda tremer sob a minha jaqueta, os olhos castanhos fixos em mim em meio ao choque da revelação.

Que um filho meu já esteja crescendo aí dentro, pensei, a raiva se misturando com uma satisfação doentia e possessiva. Porque se o Charlie Swan achar que pode me tirar a garota e me expulsar da Zona Norte depois de hoje, ele vai ter que arrancar o herdeiro dos Black do ventre da própria filha.

— Puxe o ar e se acalme, Nessie — murmurei, o tom rasgado e definitivo enquanto o blindado reduzia a velocidade ao cruzar o primeiro posto de checagem do Norte. — Nós estamos no território do clã Swan. E você tá prestes a encarar o verdadeiro homem que manda nesta parte de Seattle: Charlie Swan.

O SUV cortou as ruas molhadas e silenciosas que levavam ao coração da Zona Norte. Olhei pelo retrovisor lateral, mantendo os olhos atentos a qualquer movimento suspeito na névoa do amanhecer. Os três carros da nossa escolta seguiam em ritmo firme, cobrindo nossa retaguarda.

— Paul, encosta ali no acostamento antes do galpão — ordenei, a voz grave cortando o barulho do motor.

Capo? — Paul franziu o cenho pelo retrovisor interno, mas desacelerou o veículo blindado imediatamente, parando sob a sombra das árvores altas da avenida.

— Sam, Embry... fora do carro — instruí sem olhar para trás, puxando a alavanca de trava das portas. — Passem para o SUV de trás com os outros. Quero só o Paul na direção. O resto da escolta fica a cinquenta metros de distância.

— Chefe, o território do Swan é perigoso, não é seguro ficar sem a guarda direta... — começou Sam, mas um único olhar frio que lancei pelo espelho o fez calar a boca na hora.

— Vocês têm as suas ordens. Saiam.

Eles não questionaram mais. As portas se abriram e os dois homens desceram rapidamente, correndo sob a chuva fina para ocupar o veículo que nos escoltavam. O clique da trava central ressoou pelo interior do SUV quando Paul trancou as portas novamente, ajustando o retrovisor para não olhar para trás, mantendo a frente limpa e os olhos fixos na estrada.

Restávamos apenas nós dois no banco traseiro. A penumbra do carro e o som abafado da chuva lá fora criavam uma bolha de privacidade absoluta e sufocante.

Sem dizer uma única palavra, passei as mãos grandes pelas coxas de Renesmee e a puxei de uma vez para o meu colo. Ela soltou um pequeno ganho de surpresa quando o seu corpo colidiu contra o meu peitoral ensanguentado, ficando montada sobre as minhas pernas, de frente para mim.

— Jake ... o que você... — gaguejou ela, totalmente desorientada, com os olhos castanhos arregalados e marejados, sem entender absolutamente nada do que estava acontecendo.

Não dei espaço para perguntas. A fúria da invasão, o cheiro de sangue na minha pele e a certeza de que aqueles eram os últimos minutos dela sob a minha posse me deixaram completamente possuído. Cravei a mão na nuca dela e puxei sua boca para a minha num beijo bruto, faminto e dominador. Renesmee gemeu contra a minha língua, os braços trêmulos segurando os meus ombros por puro reflexo de apoio.

Com a mão livre, puxei a barra da minha camisa preta que ela vestia, erguendo o tecido até a sua cintura. Passei a mão por baixo, empurrando a calcinha fina para o lado sem o menor rodeio. Ajustei a minha calça com pressa, libertando o meu membro ereto e pulsante, e alinhei a minha entrada no corpo macio dela.

— Jacob, aqui não! O Paul tá ali na frente... me escuta! — pediu ela em um fio de voz desesperado, o rosto queimando num rubor intenso enquanto as lágrimas de choque rolavam.

— Cala a boca, Nessie — rosnei contra a orelha dela, a voz rasgada e carregada de uma fome escura.

Segurei o quadril dela com força e a pousei de uma vez só sobre o meu membro, afundando com tudo até a base de uma única e profunda estocada.

Renesmee soltou um gemido alto e sufocado, jogando a cabeça para trás, a boca entreaberta enquanto as paredes quentes da sua boceta se contorciam para me acomodar. A sensação do preenchimento bruto no meio daquele caos a fez cravar as unhas no meu peitoral. Ela não entendia a minha urgência, não entendia por que, no meio de uma guerra e prestes a ser entregue a um pai desconhecido, o seu homem a tomava com tanta selvageria no banco de um carro.

Apertei as mãos na carne macia das suas nádegas e comecei a ditar o ritmo. Movimentei o quadril dela para cima e para baixo de forma firme, contínua e implacável, fazendo o SUV balançar levemente sobre a suspensão. O som dos nossos corpos se chocando e da respiração entrecortada dela se misturava ao barulho da chuva no teto.

— Você é minha... — rosnei bem no ouvido dela, dando uma mordida firme na curva do seu pescoço que a fez estremecer por inteiro. — Não importa onde você vá, não importa quem o seu pai seja... o seu corpo só conhece o meu toque.

Ela chorava e gemia ao mesmo tempo, entregando-se ao domínio que eu exercia sobre ela. A mistura de terror, confusão e o prazer avassalador que eu sempre arrancava dela fez as pernas de Renesmee tremerem ao redor da minha cintura. O corpo dela travou num espasmo quente e apertado, o orgasmo atingindo-a com força e sugando a minha rigidez.

Sentir o aperto do ápice dela foi o meu limite. Afundei o mais fundo que pude no ventre macio da minha garota, segurando o seu quadril cravado contra o meu, e gozei dentro dela com violência. Descarreguei cada gota do meu sêmen no fundo do seu útero, preenchendo-a até o limite, garantindo a minha marca biológica antes de qualquer separação.

Ficamos arfando pesadamente, o peito dela subindo e descendo contra o meu. Mantive o meu membro dentro dela por longos segundos, sentindo o calor do meu líquido se misturar ao corpo dela.

Deslizei a mão até a barriga dela, espalmando a palma quente diretamente sobre o seu ventre.

— Presta bem atenção no que eu vou te falar agora, Nessie — murmurei baixinho, a voz rosnada e possessiva contra a pele do rosto dela, enquanto ela tentava recuperar o fôlego, ainda sem entender a gravidade daquele ato. — Se você sentir qualquer coisa nas próximas semanas... qualquer enjoo, tontura ou atraso no seu ciclo... no primeiro sintoma de gravidez, você me avisa na mesma hora.

Ela piscou, a boca entreaberta num sobressalto mudo enquanto olhava para a minha mão firme na sua barriga e depois para o meu rosto. A ficha do que eu acabara de fazer ali — e de todas as vezes anteriores — começou a cair na mente dela como uma bomba.

— Você... você fez isso de propósito... — sussurrou ela, choque e entendimento finalmente cruzando os seus olhos castanhos.

— Eu deixei a minha semente aí dentro — soltei a verdade nua e crua na cara dela. — Se tiver um filho meu crescendo aqui, o Charlie Swan não vai ter escolha a não ser te devolver para mim de papel passado.

Ajustei a roupa dela devagar, tirando-a do meu colo e acomodando-a no banco ao meu lado. Olhei pelo retrovisor.

— Paul — ordenei, a voz rouca ecoando pelo veículo. — Acelera essa porra. Vamos entregar a garota ao pai.


— 06:45


Mansão dos Swan | Zona Oeste de Seattle, Washington


O SUV blindado rompeu a névoa espessa do território Norte, desacelerando até parar diante dos imponentes portões de ferro trabalhado da propriedade dos Swan. Diferente do silêncio costumeiro daquela área residencial de alto padrão, o clima ali era de guerra velada.

As duas folhas de ferro se abriram devagar, rangeram e deram passagem para o nosso veículo e a escolta que nos seguia. O pátio principal estava tomado por soldados do clã Norte. Homens de terno escuro, coletes táticos e empunhando fuzis de assalto de última geração formavam um corredor humano, apontando as armas diretamente para o meu carro no segundo em que os pneus pisaram no paralelepípedo.

Ao meu lado no banco traseiro, Renesmee encolheu-se ainda mais contra a porta, tremendo sob a minha jaqueta de couro. O pânico nos seus olhos castanhos aumentava a cada metro. A cena da própria invasão na mansão dos Black ainda estava viva na sua memória, e ver dezenas de homens armados até os dentes só fazia o seu peito arfar de terror.

No centro da escadaria principal da propriedade, parado com a postura ereta e a imponência de quem governara a Zona Norte por décadas, estava Charlie Swan.

O Capo do Norte vestia um sobretudo escuro e mantinha as mãos cruzadas atrás das costas, o semblante duro cortado por linhas profundas de expressão e olhos cinzentos que exalavam uma autoridade perigosa. Logo ao seu lado, mantendo uma distância curta, estava sua filha mais velha, Bella Swan. A garota tinha o olhar frio, calculista e compenetrado de quem fora criada no coração do crime organizado, segurando uma pistola na altura da cintura, pronta para ser sacada.

— Fica atrás de mim e não abre a boca para nada — ordenei para Renesmee num rosnado baixo, a voz gélida, segurando o cabo da minha Glock na cintura enquanto Paul destravava as portas do SUV.

Abri a porta e pisei no pátio molhado. O cheiro de chuva e terra batida dominava o ar. Ajustei a jaqueta sobre o ombro machucado, escondendo o sangue que empapava a minha camisa, e mantive o queixo erguido, encarando a linha de fuzis apontados para a minha cabeça sem piscar.

— Baixem essas porras de armas antes que eu interprete isso como uma declaração de guerra entre o Sul e o Norte — soltei com a voz rouca e firme, ecoando pelo pátio com o peso do meu sobrenome.

Charlie Swan deu dois passos à frente na escadaria, erguendo uma das mãos para fazer seus soldados recuarem um passo, embora o cerco continuasse fechado.

— Jacob Black... — a voz de Charlie veio grave, pausada e cortante como aço. — Você cruza a fronteira do meu território às seis da manhã, sem aviso prévio, com um comboio armado até os dentes. Você tem exatamente trinta segundos para me dar uma boa razão para não transformar o seu carro em um coador.

— O que você quer aqui, Black? — interveio Bella, o tom ríspido e desconfiado, os olhos estreitados para mim. — O que o novo Capo da Zona Sul tá fazendo na nossa porta a essa hora?

Dei um sorriso sombrio e debochado, a raiva da invasão de mais cedo ainda queimando no meu sangue.

— Calma, Swan. Eu recebi uma visita bem pior dos Volturi na minha casa na última hora — respondi, vendo o impacto imediato da menção ao clã mais odiado de Seattle fazer Charlie e Bella ficarem rígidos. — A minha vinda aqui é em missão de paz. Ou pelo menos... em nome do que restou do passado da sua família.

Girei o corpo para o SUV, passei a mão pela porta aberta e puxei Renesmee devagar para fora do veículo.

A garota pisou no pátio com os pés descalços tocando a pedra fria, encolhida dentro da minha jaqueta grande demais, a camisa preta cobrindo as coxas e o rosto pálido manchado por lágrimas recentes. A fragilidade dela diante daquela fileira de mafiosos armados era um contraste gritante.

— Dá um passo à frente, Nessie — ordenei baixo, mantendo a mão firme na curva do seu ombro.

Renesmee deu um passo hesitante, os olhos arregalados passando por Charlie e fixando-se em Bella.

Bella franziu o cenho no mesmo instante, o choque e a confusão cruzando seu rosto ao ver uma garota jovem, vestida com as minhas roupas e visivelmente aterrorizada, ser trazida no centro daquela operação.

— O que uma garota civil tem a ver com os Volturi ? Você enlouqueceu de vez?!

Apertei os dedos no ombro de Renesmee, sentindo-a tremer contra o meu lado, e cravei meus olhos diretamente nos de Charlie Swan. Não fiz rodeios. Não usei meias palavras.

— Eu vim pessoalmente entregar ao homem que manda na Zona Norte o motivo direto de eu ter recebido a visita de três dezenas de assassinos de Aro Volturi na minha fortaleza esta manhã — comecei, cada palavra caindo com um peso esmagador no silêncio do pátio. — Eu vim entregar a você, Charlie... a sua filha mais nova. A garota que esteve perdida por tantos anos e que você chorou e deu como morta.

Um silêncio sepulcral e sufocante caiu sobre a propriedade dos Swan.

A pistola na mão de Bella quase escorregou dos seus dedos, o rosto da garota perdendo toda a cor em uma fração de segundo. Charlie Swan estancou na escadaria, os olhos cinzentos arregalando-se em um choque absoluto e doloroso, encarando a figura de Renesmee como se estivesse vendo um fantasma erguendo-se do próprio inferno.





Notas finais
Espero que estejam gostando. Como será a reação de todos agora?