Notas iniciais
OMG, eu sou edionda, chorei duas vezes escrevendo esse cap! Snif snif
Sugiro que vcs leiam esse capitulo ouvindo: Vídeo Games Lana Del Rey
The Scientist Cold Play
Boa leitura! Preparem os corações!
Ah e como eu ainda qero festa, vou fazer OUTRA festa,pr compenssar essa festa #FAIL do Grammy!

Minha mãe insistiu para que eu continuasse na festa, mas como eu podia continuar lá e fingir que não havia acontecido nada? Erro o meu avo, apesar dele ter me rejeitado. Mas eu podia entender o lado dele, como ele podia aceita que sua garotinha, que amava tanto, estava grávida?

E agora, eu e minha mãe íamos a caminho do hospital, sem coragem de nos olharmos nos olhos. Meu pai não quis vir porque ele pessoalmente odeia meu avô por motivos mais que óbvios. Passamos em frente a um telão de anúncios que mostrou as horas: 4:40 da manhã. Eu não sentia sono, mas certamente meu corpo iria reivindicar seu direito de descansar em parceria com a minha consciência. Mas agora não.

Chegamos ao hospital. Minha mãe saiu literalmente correndo do carro. Eu fui mais devagar um pouco.

- Noticias?! – foi logo perguntando e chorando. Tia Solange, minha avó e Tia Kelly estavam lá, todas com lagrimas. Blue Ivy estava deitada na cestinha, dormindo.

- Ele está correndo risco de vida. – falou Tia Solange. Agora sim, minha mãe desabou a chorar.

- Vai ficar tudo bem... – tentava consolar Tia Kelly, embora também chorasse. Só que todo esse barulho acordou Blue Ivy, que começou a berrar.

- Podem deixar, eu pego ela. – falei, fazendo algo útil. Ninguém além de mim estava com condições de fazer isto. Peguei-a e fui para a porta do hospital, respirar um pouco de ar fresco. Balancei-a em meus braços e ela rapidamente acalmou-se, mas não voltou a dormir, talvez ela também sentisse a tensão na atmosfera.

Os primeiros raios de sol já estavam aparecendo. Fazia um pouco de frio, mas é verão, logo vai estar quente. Fiquei observando o nascer do sol, pensando numa porção de coisas, tentando espairecer a mente.

O sol já estava de fora, então decidi voltar para dentro. Quando chego lá, levo um susto: minha nossa, elas tinham dormido nas cadeiras! Isso era bom, queria dizer que tinham se acalmado. Fui ver meu avô pela janela de seu quarto.

Meu corpo teve uma queda brusca de temperatura. Ele estava acordado! QUE BRUXARIA É ESSA?! Fez um sinal, me chamando para entrar. Segurei na mão de Deus e fui, com Blue Ivy no colo, acordada. Sentei-me na beirada da cama.

- Olá Cherry. – falou sorrindo.

- Oi... Vovô – respondi.

- Deve estar com medo, mas não tenha, meu tempo é curto e eu quero lhe dizer algo.

- P-Pode dizer. – gaguejei

- Bom, eu queria lhe pedir perdão pelo que fiz a você, a Beyoncé a Peter. Mas tem que compreender que eu fiz isso por amor, eu...

- Eu entendo, vovô. Minha mãe, que sempre foi sua garotinha, grávida! Meus pais eram só adolescentes!

- Ah, que alivio, alguém que me entende! Mas isso não justifica meus atos. Você me perdoa? – pediu, segurando minha mão.

- Sim vovô, eu te perdôo. – respondi firmemente. Ele sorriu, é, eu e minha mãe parecíamos com ele.

- Eu queria ter passado mais tempo com você e com esta pequenina, mas não será mais possível.

- Mas... Por que vovô?

- Diga a elas lá fora que eu as amo, e peça a Peter que me perdoe. Eu tenho que ir.

- Não! O senhor não vai morrer agora!

- Vou sim Cherry. Eu só vivi até agora para poder te ver, eu já devia ter morrido há muito tempo.

- Mas...

- Adeus Cherry, foi ótimo te conhecer.

- Vovô...

- Acredite ou não... Eu amo você... – sussurrou antes de fechar os olhos. O medidor cardíaco parou, fazendo o temido apito.

Talvez, eu e ele não pudéssemos ficar juntos. Talvez , para mim voltar, ele tinha que ir embora. Talvez o equilíbrio não estivesse alinhado e a balança pesou para o lado do meu avo, levando-o embora.

Meu avô morreu às 5:15 da manha, segurando minha mão e com um sorriso nos lábios. Fechei seus olhos.

- Descanse em paz... – falei.

Notas finais
Ficou pequeno né? Eu sei U_U
Choraram? É, aposto q não... U_U²
Já estou com a outra parte qase pronta tá?
Bjoo rarah