Fifth Magic War

8 Ordem de Extermínio.


Notas iniciais
HOJE É SÁBADO, DIA DE QUE? Não pera, hoje é quinta. '-' Penúltimo capítulo da fanfic, e chegando mais cedo pq não irei conseguir postar no sábado! T.T Isso mesmo, galera, penúltimo capítulo da fanfic. Mas calma que terá mais dois, um que é o final e o outro é um epílogo. E falando nisso, tem uma coisa que quero q leiam. Por isso, LEIAM AS NOTAS FINAIS! Esse capítulo é o ínício da guerra, e pra quem sabe, luta não é meu forte, então desculpe se as lutas tiverem muito fraquinhas e tal. T.T Boa leitura!

Não se iludam, crianças: Nunca se ganha uma guerra com gentileza.

Vinte e Cinco de abril de 2015, uma hora da manhã.
Inazuma, Japão.

Por incrível que pareça, a guerra começou quando Kirino estava dizer a Irene que gostava dela quando eles estavam preparados para o que viesse. Tinha tirado essa ideia de um de seus sonhos românticos e idiotas com a menina, no qual ela aceitava o pedido de namoro e logo se viam num casamento perfeito, com filhos perfeitos e de cabelos brancos.

Os humanos começaram a desaparecer ao redor deles, ficando apenas os que eram magos, e eles viram o céu começar a formar uma camada vermelha assustadora nos céus, o que fez os olhos da de cabelos brancos ficarem arregalados. Era algo que nunca tinha pensado em ver, e nem sentir medo de algo. Ele segurou a mão da garota, sentindo o medo dela por esta tremendo.

— O céu é vermelho devido ao sangue derramado nas guerras. Segundo alguns, o céu estava totalmente branco na primeira guerra, e aos poucos ficou vermelho. — Kirino explicou a ela, que fez que entendia na cabeça.

— Meus olhos eram azuis. — Kirino olhou a menina, que apenas sorriu de leve. Ele sabia que ela sorria assim sempre que queria chorar. — Mas devido ao meu poder, o meus olhos trocaram de cor quando eu tinha quinze anos, ficando vermelhos. Isso acontece porque o olhar mostra o que você verdadeiramente é.

— Eu me lembro de seus olhos azuis, era como o oceano. — Irene riu do pequeno delírio dele. — O que o vermelho significa no olhar?

O mago que tem um sentimento efêmero. — Kirino a olhou, meio confuso sobre a última palavra. — Efêmero significa o que é momentâneo, de pouca duração.

Kirino ficou calado por um tempo, vendo o sorriso de Irene desabrochar ao olhar o que vinha até eles. Chase, o único do “trio maligno” que estava vivo. Reed tinha sido morto na primeira luta, e Ran tinha sido morta por Pavel, tão fácil que até assusta. Ela chamou a atenção de todos que estavam ali para o que vinham no horizonte daquele local enorme e cheio de grama, rochas e montanhas. Era um campo, longe de qualquer civilização. Em outras palavras, um lugar morto da pequena cidade de Inazuma.

— Se morrermos... — Irene falou baixo ao garoto, soltando a mão do mesmo e fazendo sinal para ele ir ajudar Tenma. — Saiba que eu te amo, e isso não é algo efêmero.

Antes mesmo que o de cabelos rosa pudesse começar a falar uma resposta, Chase começou a atacar junto a outros magos em sua frente, então teve que ir atrás de Tenma. Irene piscou os olhos, fazendo alguns magos do inimigo perder as espadas e algum pedaço de seu corpo, ou até serem destruídos por completo.

— Bem, isso não é uma cena bonita de se ver. — Samantha chegou ao lado dela, junto a Angel. — Então, vamos nessa?

A australiana fez um terremoto acontecer rapidamente aos pés daqueles que vinham, e fez um buraco no chão que fez alguns magos caírem dentro deles e, provavelmente, morrerem soterrados. Angel usou sua magia de tempo para parar um que estava escalando o buraco e atacar com uma flecha cheia de veneno.

— Temos a Ordem de Extermínio, ataquem! — Irene mandou a todos, e então pegou duas bombas, as acendendo e correndo ao inimigo que chegava perto delas e de outros magos.

E a guerra começou por todos os lados, assim como as mortes.

****

Vinte e Cinco de abril de 2015, uma e quarenta e nove.
Inazuma, Japão.

Luana estava ao lado de Nagumo nas brigas, e ambos atacavam juntos. Ela já tinha perdido a conta de quantos magos eles tinham matado do inimigo, e quantos magos amigos morreram aos seus olhos. Era um descuido, e todos morriam, estavam em minoria naquela parte. Era uns onze ou doze contra apenas dois magos.

No caso de agora, três contra dez. Uma menina loira apareceu na frente da mesma, cortando a cabeça de dois magos e enfiando uma espada no coração dos dois. Ela era idêntica a Yuuna, mas seus olhos eram vermelhos.

— Sou a Yuumi, irmã gêmea de Yuuna. — Ela disse, apontando a espada para o céu vermelho escarlate. — Como não achei a minha irmã, ficarei por aqui, espero que não se importem.

— Todo trabalho é bem vindo, Yuumi. — Nagumo respondeu.

— Então posso dar uma ajuda também? — uma voz feminina soou atrás deles, e lá estava à garota das fotos de Nagumo, Hasuike An. Luana soltou a mão de Nagumo na hora. — Não se preocupe, eu entendo que ele seguiu em frente.

— Eu não sou...

Hasuike congelou alguns magos e fechou as mãos rapidamente, fazendo eles se destruírem.

— Futuramente vai ser. — Hasuike sorriu, retirando três adagas da mão e colocando uma delas da boca.

— Depois conversamos sobre isso, ok? — Nagumo perguntou confuso com a fala da garota e com a namorada voltando dos mortos, se é que ela estava morta.

Nagumo pegou uma espada e atacou o inimigo.

— Hasuike, os de trás. Yuumi, os da frente. Nagumo, os da esquerda. Eu cuido com os da direita. — Luana sorriu, e então todos assentiram e começaram a atacar rapidamente.

Ela olhava Hasuike de vez em quando, como ela estava viva? E porque ela estava viva? Essas perguntas passavam em sua mente enquanto lutava com os monstros, e foi ai que seus poderes aumentaram, e ela acabou pulando e girando no ar, e quando pausou, algo fez que todos os magos em sua volta pegassem fogo.

A italiana correu um pouco, tomando impulso e atacando mais uma vez o inimigo com força. Ela viu Nagumo e Hasuike juntando os ataques por suas partes terem se misturado, e logo fazendo um furacão de gelo com fogo. Sabia de longe que essa era a combinação mais forte que tinha. Mas não sabia que o ciúme que teve daquela cena a fez acabar com todos em apenas segundos.

Ela viu Yuuna chegando e ajudando a irmã, e vários raios de luz caíram do céu, atingindo os inimigos e às vezes os deixando cegos, assim sem reação. Aquilo a fez pensar como ficaram poderosas em poucos minutos.

— Luana, vamos! — Hikari apareceu em sua frente e ela virou de costas.

As duas entrelaçaram os dois braços e a maga da escuridão a puxou para cima, o fazendo acertar alguns outros magos que se encontravam ali. Soltaram-se por um tempo, vendo-se cercadas e ficaram em estado de combate.

— Não deixe Irene e Sam saberem, principalmente Irene. — Hikari falou baixo. — Mas Pavel e Jake acabaram de chegar, e entraram na guerra. Parecem que eles são escolhidos.

Luana olhou Hikari pelo o canto do olho, sem perder o foco.

— Eles são muito novos e como assim escolhidos se tem seis bonecas para seis magos? — A loira perguntou.

— Isso é o que não quero que a Irene saiba por ai. Não é uma boneca, é um mago criado por Arthur. Ele é o “mensageiro” de Pavel e Jake.

— E daí? Porque a Irene não pode saber disso mais que a Sam?

Hikari segurou a mão dela, e ambas juntaram um ataque.

— Daí que o garoto se chama Dimitri Ivanon. — Hikari fez uma pausa, se preparando junto a Luana. — Ou melhor, Dimitri Morozov, e é irmão gêmeo dela.

****

Vinte e Cinco de abril de 2015, duas e cinco.
Inazuma, Japão.

Pavel estava sentado junto às outras bonecas, enquanto Tenma, Goenji, Kirino, Jake e Yuri cuidavam para que nenhum dos magos inimigos os atrapalhasse naquele momento. Lazuli estava, junto às bonecas, fazendo milhares de pedras com poderes específicos, e Pavel podia ajudar por criar tudo que imaginasse apenas com um desejo da pessoa.

Mas acabou se distraindo com a mãe entrando no local junto a Dimitri, todo ferido. Ele deu uma olhada no garoto que tinha acabado de descobrir que era seu irmão, todo machucado, e voltou a tentar se focar naquilo tudo.

— Vamos Dimitri, você disse que queria ver Irene se casar. Tem que sobreviver. — Violetta falou, o curando. Logo tossiu fortemente, e Pavel pode perceber que ela estava muito cansada e fraca.

— Mãe, está tudo bem.

Violetta viu Pavel, mas fingiu não ter escutado a pergunta por não ter tempo para explicar ou as bonecas a pararem para proteger o bebê. O que aconteceu, por fim.

— Eu cuido dele, deveria descansar. — Lazuli disse, começando a curar Dimitri mais rápido que Violetta poderia fazer. — É um garoto. Ygor sabe que está grávida?

A de cabelos azuis se assustou e Pavel arregalou os olhos, tentando não sorrir.

— Não. Eu descobri isso hoje de manhã, achei melhor contar para ele depois da guerra. — Lazuli suspirou fundo, fazendo um ato de negação com a cabeça.

— Nunca é uma boa ideia deixar para depois.

E um silêncio tomou no local, e Pavel viu Jake ser apunhalado nas costas. Aquilo foi o cúmulo para ele, o que fez parar o que estava fazendo e correr até onde os quatro lutavam. Ele respirou fundo e fechou os olhos, apenas escutando o medo de um deles: Ser soterrado vivo.

E foi quando abriu os olhos e todos os magos do inimigo caíram, e por mais que Goenji quase foi junto, todos morreram e deixaram aquela parte de modo que ninguém conseguisse subir ou sair dali, e aquilo era um problema a menos, talvez.

— Obrigada. — Jake sorriu ao mesmo, vendo que estava machucado feio nas costas. Pavel o segurou para não cair e o puxou para dentro, vendo se podia fazer algo. Por fim, acabou começando a fazer um curativo rápido.

— Eu apenas fiz o que precisava ser feito. E além do mais, eu não vim... — ele calou a boca, se lembrando de que já tinha visto isso num sonho.

Jake o olhou.

— O que houve? — Pavel olhou o loiro, assustado e respirando fundo. — Pavel, está bem?

Yuri pegou a mão de Pavel.

— Eu menti. Descobri sobre a guerra mágica através de um sonho, e essa era a cena que acontecia no meu sonho. — Pavel falou a Yuri. — Eu posso prever coisas que vai acontecer em meus sonhos, e eles sempre são pesadelos que podem vir ou não acontecer, talvez até em forma de coisas boas. E, se meu sonho tiver realmente certo...

Golden se levantou, começando a mexer nas coisas e chamando a atenção a ela. Dimitri tinha acordado, mas estava sem poder se mexer direito naquele momento, nem conseguia mexer os dedos rapidamente, imagine levantar.

— Tem muitas pedras. Podem parar de fazer. — todas pararam e começaram a arrumar as pedras em baldes de ouro que tinham aparecido ali agora. — Pavel, fala logo a eles. Quanto mais rápido, pior será o destino de todos nós, acredite.

O Morozov mais novo pensou um pouco em Hasuike, a história que tinha escutado de Dimitri, e ficou nervoso com o que iria falar.

— O único modo de acabar com essa guerra...

Um grande tremor aconteceu, e todos colocaram a mão na cabeça e se agacharam.

— Essa não. — Kirino disse olhando de cima o que estava acontecendo. Todos olharam o que acontecia.

Pavel tossiu assustado com aquilo. O céu vermelho tinha rachado ao meio, e dessa vez ele não estava caindo como na quarta guerra, ele parecia um vidro quebrado. Ele se viu dentro do sonho novamente, então sentiu seu coração bater fortemente como antes tinha acontecido.

E uma figura apareceu em sua frente, com uma máscara de coelho. Arthur, mas não incomodava o fato dele ainda se sentir confortável usando a máscara de cara de coelho ao público. Yuri correu até ele e o abraçou, e então todos começaram a se perguntar se eles tinham começado a namorar.

— Em breve, acredite. — Arthur falou de modo que todos acharam ser brincadeira. — E gostaram do que eu fiz no céu para dar à dica as meninas de como acabar com essa guerra enorme?

Todos olharam Pavel, vendo se no sonho era assim mesmo que acabava com a guerra. O garoto tossiu novamente, e chegou à conclusão que talvez estivesse resfriado. Terminou o curativo do amigo e encostou a cabeça no ombro dele, começando a chorar de nervoso.

Jake se virou e o abraçou, tentando o acalmar. Por mais que não tivessem grande intimidade, foi com ele que nesses dias viveu uma aventura suicida e que nunca iria imaginar viver, era como se ele completasse Jake.

— Calma e pare de chorar. — Pavel afirmou, olhando Jake. — Agora, responda de modo mais claro que o cara mascarado que ama coelhos e bonecas... — ele olhou as mensageiras. — Sem ofensas... — voltou a olhar o Pavel, que ria um pouco. — Como acaba com essa guerra?

Pavel ficou calado por certo tempo, pensando em como falar aquilo. Dimitri se sentou, com pouca força, e se se encostou à parede rochosa da caverna.

— O único modo de acabar com a guerra é destruindo totalmente os céus. — Pavel falou fraco, entretanto sério. Todos se encararam, até mesmo o Jones tirou a máscara, mesmo já sabendo disso há tempos. — Mas as únicas pessoas que podem fazer isso e isso tudo não acabar num grande desastre para todos nós são as escolhidas.

Notas finais
*palmas* Meus capítulos ficam melhor nos sábados, não? Eu acho que tenho mais foco nas coisas, entretanto esse capítulo é assim mesmo. Se prepare pq o próximo, vou avisando, tem pessoal q vai morrer bonito. E SIM, TEMOS MAIS UM MOROZOV! E um feto Morozov! -q Vcs verão mais do feto Morozov no epílogo, ele já vai ter nascido. Falando no epílogo, o final da fanfic está feito, só falta passar a limpo e para o PC. Porque a fanfic foi pequena? Pq eu odeio ficar martelando no mesmo assunto a história toda, talvez o fato que está mais sendo martelado é o da Hasuike, pq eu acho q nem o do Rubbit foi tão comentado como o da Hasuike foi nesses últimos capítulos. Ia chegar a um ponto q essa coisa de guerra ia cansar e deixar a fanfic meio cansativa de se ler. E outra coisa, em agosto eu queria ficar livre pq iria ficar difícil de escrever e atualizar a fanfic todo dia, pq eu realmente só fiz essa fanfic pq eu não resisti a tentação de fazer uma, e eu odeio atrasar os capítulos, pode ver q estou até adiantada essa semana pq eu ñ posso postar msm no sábado. Talvez eu faça uma fic no próximo ano, do mesmo tamanho ou maior, com duas temporadas. Não sei, estou pensando ainda. Veremos no próximo ano, e se quiserem, podem participar q eu deixo. Enfim, era isso q eu queria dizer. PSÉ, GALERA!Críticas boas, ruins, slá... Falem o que acharam do capítulo nos comentários, ok? =) Até o próximo, XOXO.