Fifth Magic War

7 E as máscaras caem.


Notas iniciais
TAMOS CHEGANDO NA RETA FINAL DA FIC! Esse título ta na cara q vai revelar o segredo da fanfic inteira, né? Vai fazer todo mundo me tacar pedra em um momento. Mas lembrem-se: Cap feito com o amor. Esse cap é mais focado em Jake e Pavel, sendo q tem um presente a minha leitora q shippa Javel comigo pela as MPs, Letícia Cahill, a dona da nossa Sam White. *aplausos a moça* QUERO TODOS SHIPPANDO JAVEL, FALOW? Sério, melhor shippar. Boa leitura.

Diga quem você é, me diga. Fale-me sobre sua estrada, sobre sua vida.

Vinte e quatro de abril de 2015, dez horas da manhã.
Em um lugar desconhecido da Inglaterra.

Pavel acordou assustado, olhando para os lados. Ele viu o australiano ao seu lado, segurando a mão do mesmo enquanto estava desacordado. Estava frio, e o russo se encolheu um pouco, percebendo que os dedos estavam gelados.

Ele olhou para os lados, vendo que estavam numa rua deserta. Procurou Suzuno com o olhar, e sem sucesso não achou o garoto de cabelos grisalhos. Voltou a olhar Jake, que não se mexia, e começou a ficar realmente preocupado com o loiro.

— Jake? — perguntou, o mexendo um pouco. Balançou de leve, e nada do australiano acordar.

Ele chegou mais perto da cara de Jake, na tentativa de sentir a respiração do mesmo. Quando estava com cara a cara com o garoto, ele viu os olhos de Jake se mexerem e sentiu um frio na barriga aos verem abrindo, se inclinando para frente involuntariamente, e fazendo um beijo acidentalmente acontecer.

Cinco segundos e se separaram, depois de calcularem o que tinha acontecido ali. Jake fez cara de nojo e passou a mão na boca, se afastando de Pavel e soltando a sua mão. Pavel ficou envergonhado e passou a mão na boca, se levantando. O australiano fez o mesmo e o puxou pela a gola da camisa.

— Nunca mais faça isso. — Pavel estava trêmulo e com os lábios ressecados. Jake o largou, passando a mão no cabelo por reparar nos lábios finos do menino. A cena deles se beijando se repetia em sua mente. — Eu odeio isso.

— Pode deixar, deixarei sempre meus lábios longe de seu rosto. Apenas deixe os seus longe dos meus, porque foi você que se mexeu. — Jake o olhou, irritado por estar colocando a culpa nele.

— Você que estava quase em cima de mim! — exclamou, apontando para o albino.

— Eu estava vendo se você estava vivo. — Pavel se explicou.

— Eu estou. Feliz?

Eles ficaram em silêncio e Pavel esfregou os braços. Foi naquele momento que viu que Pavel estava com frio, como se tivessem na Rússia. Ele viu que o sol brilhava e não parecia estar calor, então o tocou com uma mão na tentativa de esquentá-lo. Não dava certo.

Foi quando ele viu algo segurar Pavel e o tacar na parede. Jake arregalou os olhos e viu uma mulher em sua frente, de pele morena e cabelos dourados encaracolados. Era alta e magra, sem falar que de seus dedos saia cipós. Ele correu até o garoto, o ajudando a levantar.

— Um White e um Morozov. — a mulher comentou. — Fáceis de distrair como as irmãs. Eu sou Ran, uma “amiga” de suas irmãs. — falou, fazendo aspas com o dedo na parte de amiga.

— Cuidado, Jake. Ela é maga da flora. — o loiro o olhou.

— Não tinha reparado nisso. — ele falou sarcástico, o colocando numa barreira de fogo. — Fique ai e não se envolva.

Ran riu do loiro, e o garoto não entendeu o motivo daquilo, tentando a atacar. Por fim, ela criou um tronco em sua frente e fez com que ele fosse atingido, e o empurrou para longe, segurando as duas mãos do loiro e o sacudindo de leve, não adiantava a queimar. Ele olhou o cabelo dela, com um lótus crescendo em uma das pontas.

— Lótus anulam poderes físicos. — Ran comentou, tirando-a do cabelo e a colocando na orelha de Jake de modo que não saísse, assim fazendo com que os cipós o segurassem. — Se tivesse escutado o Morozov, talvez soubesse disso. Esses Whites não servem nem para copiar o dever de casa dos nerds.

Ela chegou perto da barreira de fogo, que sumia e olhou Pavel. Ele se afastou um pouco da mesma, e a garota ia o atacar, mas recuou na hora assustada com algo. Jake olhou a cena, tentando ver o motivo dela não ter o atacado, e feliz por isso não ter acontecido.

Magia dos Sonhos. — Pavel a olhou, mesmo preocupado com Jake. — Tenho que o matar antes que ela se ative.

Ela soltou Jake, o tacando em uma das casas vazias e começou a correr na direção de Pavel, que começou a correr também. Ela puxou a perna dele com uma raiz de uma árvore, o fazendo cair com tudo no chão. Pavel viu a mulher pegar uma rosa com um espinho fino, grande e pontudo. Ele fechou os olhos, erguendo as duas mãos mesmo sabendo que não ia adiantar de nada.

E foi quando escutou a mesma tossir. Ele abriu os olhos, vendo que ainda estava vivo e viu Ran com a própria rosa no coração, caindo no chão e se contorcendo. Sangue saia da rosa.

— Tire essa rosa daqui, socorro! — ela falou, enquanto seu rosto parecia começar a se desfazer. — Socorro!

Pavel sentiu como se seu corpo ficasse mais aquecido, e abriu a mão. Sua mente sabia o que fazer, era algo automático. Ele imaginou uma espada, e assim a mesma apareceu em sua mente. Ele olhou a morena, gritando a mesma palavra toda hora e viu seu medo de morrer com algo atravessado no corpo.

Ele olhou Jake, que parecia confuso. Não parecia, estava confuso.

— Vai logo, a mate. — Pavel se levantou, indo até o corpo da mulher. Jake pegou a mão do menino com a espada e o ensinou a segurar mais firme. — Assim.

Ele olhou a mulher se contorcendo e apontou a espada para seu coração. Ele a levantou, e por fim enfiou a espada no coração de Ran, e Jake o ajudou a empurrar para dentro, até eles conseguirem ver a espada do outro lado do corpo de Ran, que se desfazia m mil folhas.

A mulher logo virou totalmente folhas, e Pavel fez a espada desaparecer. Jake olhou o mesmo, e o mesmo por impulso o abraçou. Estava aliviado por ele não ter morrido como achou ao ver a maga que apareceu. Por fim, ela estava morta.

— Parabéns, matou uma das magas mais poderosas do inimigo. As escolhidas estavam guardando o melhor do bolo para depois, mas vejo que vocês já comeram a cereja. — uma voz masculina disse, indo até eles. Não era a de Suzuno, e o australiano percebeu que o mais baixo tinha reconhecido essa voz.

O garoto tinha cabelos loiros, provavelmente tingidos pelo o tom, da altura dos ombros e todos repicados, e olhos azuis. Usava uma blusa preta de couro com sem mangas, com uma calça preta e tênis da mesma cor, não tinha nada de especial no visual do garoto além da perturbadora cicatriz que tinha no rosto, provavelmente de queimadura. Ele era alto, e com certeza era mais velho que ele. Talvez da idade de Sam, pensou Jake.

— Dimitri Ivanon! — Pavel disse o nome do garoto completo por estar surpreso. Jake escutou o “Ivanon”, e logo percebeu que o garoto era russo e que tinha escutado isso quando escutou o nome de Valdir, o melhor amigo de Pavel. Eles vão dominar o mundo.

Pavel puxou Jake até o mesmo e o mais novo abraçou o russo mais velho.

— O que faz aqui? — perguntou o menino, curioso.

— Bem, Rubbit está ocupado nesse momento. E como ele sabia que vocês estão perto de chegar a uma conclusão nisso tudo, me pediu para adiantarem isso tudo logo. — Pavel o olhou, se afastando dele. — Pavel, você não sabe nem da metade da minha história. Eu sei quem é Rubbit, quase fui criado por ele quando minha família biológica, para me proteger, me distanciou deles.

— Sua família biológica. Quem são eles? — Jake perguntou. Dimitri o olhou sério, e logo sorriu.

— Vocês também irão descobrir isso. — Dimitri sorriu. — Agora vamos.

Ele pegou a mão dos dois, abrindo um portal.

— Próxima parada, casa do Rubbit. — Os dois o olharam assustados. — Ou melhor, Big Ben.

E assim eles pularam para dentro do portal, fazendo Pavel fechar os olhos. O portal se fechou, e assim que se passaram dois minutos após a saída de ambos, quatro pessoas com capuz apareceram, olhando o local normalmente. Um deles tirou o capuz, mostrando que era Suzuno.

— Está na hora. — Suzuno disse, olhando o relógio. Ele escutou um riso vindo de dois deles. — Eu sei, foi irônico logo eu falar isso.

— Realmente. — as duas vozes, ambas masculinas disseram juntas. — Para de falar ao mesmo tempo! Ei! Ah, desisto!

— Idiotas. — disse a única pessoa que tinha a voz feminina, ou seja, a única garota. — Tem certeza que está na hora de entrarmos nisso tudo?

— Sim. — Suzuno falou. — Tirem o capuz.

— Não precisa dizer duas vezes. — um deles disse, tirando o capuz.

Um deles tirou o capuz, reclamando que finalmente tiraria aquela coisa feia. Dylan Keith, escolhido por Lapis Lazuli na Quarta Guerra. O garoto tacou o capuz no chão, sorrindo por estar livre daquilo. Ele puxou o capuz de outro, mostrando Mark Kruger, o escolhido de Blizzard Crystal na Quarta Guerra.

— Rubbit nos salvou, e ao mesmo tempo salvou o futuro do mundo, ou algo assim. Estou péssimo em memória. — Dylan passou a mão na cabeça, e Mark riu.

— Ele salvou essa geração. — Mark o corrigiu. Suzuno revirou os olhos.

—Parem de puxar saco dele, não é como se ele estivesse aqui para escutar isso. E além do mais, ele não vai dar a vocês a conta bancária, ok? — Suzuno olhou para todos os lados. — Bem, ele está sempre em todos os lugares.

Eles conversaram, deixando a garota de fora. Logo Suzuno sorriu a mesma e retirou o capuz dela, ajeitando o cabelo da mesma, que se afastou, irritada com o ato. Os outros fizeram o mesmo, e ela bateu em cada um deles.

— Parem de me tratar como frágil, eu sou forte. — ela disse, vendo-os passando a mão no local aonde ela socou.

— Percebemos. — Dylan e Mark disseram, e Suzuno sorriu, falando com um pequeno sorriso no rosto:

— Eu sei disso, Hasuike An.

****

Vinte e quatro de abril de 2015, meio dia.
Londres, Inglaterra.

Pavel e Jake olhavam a casa de Rubbit assustados. Agora perceberam que nunca descobriram quem era ele, afinal, nunca iriam imaginar uma casa dentro da Torre do Relógio, isso foi algo inteligente e estranho, tinham que admitir.

Além de estranhar a casa, eles procuravam provas para descobrir quem é Rubbit. Via várias fotos espalhadas de uma família, de Dimitri, Suzuno e até mesmo da família White e da família Morozov, no qual fez Jake e Pavel fazerem careta se perguntando como ele deve ter conseguido aquilo.

Eles olharam um mapa mundi cheio de anotações sobre guerras, novas e velhas, e Pavel sorriu. Jake deu uma olhada e lembrou-se do amigo anotando tudo das guerras num cartaz.

— Seu futuro. — Pavel o olhou estranho. — Futuro Rubbit.

— Apenas existe um Rubbit. E ele salva muitos. —Jake se apoiou na mesa onde estava o mapa.

— Mas quem iria salvar Rubbit? — Dimitri sorriu com a pergunta de Jake. — Rubbit sempre salva a todos, mas e se um dia ele correr perigo? Pode ser você, talvez.

— Esse mundo tem bilhares de humanos, umas nascem, outras morrem, é a vida. A metade deles são magos. — Pavel olhou Jake. — Porque, entre eles, seria eu a salvar o mago mais poderoso desde que Merlin se aposentou.

— Você se parece com Rubbit. — Dimitri comentou por Jake. —É inteligente, pensa antes de falar e fica anotando tudo em algum lugar para pensar. Sem falar que tem a magia dos sonhos, sabe quando terá outro mago com essa mesma magia? Depois de cem anos após a sua morte.

— Essa coisa de ser especial não é comigo. — Pavel comentou, fazendo Dimitri rir e Jake ficar o encarando, mas depois sorrir com o comentário do mesmo.

Ele viu que as frases e anotações desde a quinta guerra mundial pareciam estar fazendo um tipo de desenho. Ele abriu as gavetas, pegando um piloto vermelho e fazendo Jake e Dimitri pularem quando o mesmo começou a traçar o mapa mundi do mago.

— Eu nunca iria conseguir fazer isso. — disse, tampando o piloto. Jake olhou para o mapa sem ver nada. Dimitri sorriu. — Jake, nessa direção.

Jake ficou ao lado de Pavel, vendo que ele as anotações faziam o formato de um cachimbo. Eles olharam em volta, começando a procurar um cachimbo. Mexeram em gavetas, abriram armários, se ajoelharam para ver em baixo da mesa da área de trabalho, enquanto Dimitri estava sentado esperando eles acharem logo a evidência de quem era Rubbit.

— E se não for um cachimbo que ele quisesse? — Pavel perguntou, pegando o Mapa mundi e o olhando.

— Pavel, isso é um cachimbo.

— Poderia ser a ilustração de um cachimbo. — Jake o olhou, sem entender enquanto o garoto procurava algo e logo sorriu, correndo a um dos quadros no armário e apontando a um com desenho de cachimbo. — Ceci n’est pás une pipe. — disse, lendo o que tinha escrito no quadro. — Esse quadro é de René Magritte.

Jake foi até o garoto e viu o quadro velho no meio de vários outros. Ele tentou ler o francês, mas a magia dos idiomas demorou a entender algo correto, e assim olhou Pavel, esperando que ele soubesse. O albino pareceu surpreso por ele não ter visto esse quadro.

— Significa que isso não é um cachimbo. — disse ao australiano, que olhou o quadro e viu o cachimbo.

— Isso é um cachimbo. — Jake disse, vendo o desenho. Pavel o olhou, parecendo que ia explodir, e o loiro percebeu que estava realmente meio lerdo hoje. Pensou um pouco mais e logo entendeu. — Ah! Isso não é um cachimbo, porque não iremos fumar um quadro. Ou seja, isso é a ilustração de um cachimbo, porque não podemos o usar.

Pavel sorriu.

— Isso, loiro! Achei que ia me desapontar me fazendo acreditar no ditado que loiros são burros. — Jake olhou Pavel e puxou a orelha dele enquanto ele pegava o quadro. — Ai!

Eles viram atrás do quadro, e tinha apenas outra pintura, mexeram mais um pouco por aquela área até verem um papel caindo do quadro, e Jake o pegar, vendo a foto e se assustando com quem era.

— Ei, esse cara não é... — Pavel olhou a foto.

— Sim, é ele. — Pavel disse vendo a foto pelo o ombro de Jake. O garoto virou a cara e Pavel se esquivou antes que acontecesse outro acidente. — Viu? Sua culpa.

Jake novamente começou a reparar no lábio do garoto e fez cara de nojo, depois voltando a sua atenção a foto. Ele virou a foto, vendo o nome da pessoa e Pavel sentiu um ódio profundo naquele momento por ter sido lerdo e não ter reparado nisso.

— Acho que vão precisar dar um telefonema, não? — Dimitri falou, fazendo um telefone aparecer no chão. Pavel olhou Jake, que o entregou a foto e pegou o telefone, discando a irmã. Sentou-se no chão, ao lado do mesmo, e olhou Dimitri. — Seja direto.

Pavel deu um tapa em sua própria cara.

— Como nunca reparei nisso? Como a Irene nunca reparou nisso? Estava na cara. — Ele se sentou do lado de Jake, com a foto de Rubbit na mão. — Arthur R. Jones. Arthur Rubbit Jones.

****

Vinte e quatro de 2015, meio dia e meia.
Inazuma, Japão.

Irene atendeu ao telefone, rindo de Hikari com Goenji implicando com o cabelo do Kirino. Realmente o cabelo dele era melhor que muitas garotas.

— Quem incomoda? — Irene atendeu. Ela escutou a voz de alguém dizendo “Do jeito que falou, tenho certeza que é a cobra da minha irmã”. — A cobra da sua irmã está escutando, Pavel Morozov!

Yuri se levantou na hora, e Arthur deu uma olhada às bonecas que conversavam. Elas pararam o papo e olharam ao mesmo, sabia o que estava acontecendo. Ele correu para o telefone, pegando da mão da irmã.

— Seu suicida anão, onde você está? — Yuri quase gritou no telefone, e todos da casa ficaram o olhando. Irene olhou Kirino, que se abaixou um pouco e contou que Pavel e Jake estavam sumidos a quase duas ou três semanas.

— Bem, aqui é o Jake, mas já vou passar para o suicida anão. — o garoto falou, e logo foi escutada outra voz.

— Oi, Yuri! Saudades! — uma voz infantil foi escutada. — Mas olha, não brigue agora comigo.

Irene e Sam, nervosas com o irmão, tiraram o telefone da mão do garoto e escutaram a última fala de Pavel.

— Por quê? — Elas falaram juntas. — Querem contar a história triste?

— Na realidade, nós descobrimos algo. —Jake disse, e Sam começou a discutir com ele de modo que somente um White entende. — Descobrimos quem é Rubbit. — falou rápido para a menina calar a boca.

E eles contaram a história inteira as duas, e quando encerrou a ligação dizendo que Dimitri iria os levar para Inazuma depois de almoçarem, elas contaram para todos que estavam no local, e eles olharam ao moreno sentado no sofá. As bonecas se levantaram.

— Arthur, é verdade? — Yuri perguntou. — Você é Rubbit? Então quer dizer que...

Arthur se levantou, ajeitando o vestido de Golden que estava amassado na ponta.

— Sim, eu previ essa guerra, eu criei essas bonecas. — ele falou, dando um beijo em cada uma. — Vocês apenas me elogiaram, mesmo sendo que a maioria quase quer me ver morto.

— Como eu nunca reparei em seu nome? Arthur Rubbit Jones... — Luana falou baixinho, passando a mão na testa.

Arthur levantou a mão e cessou antes que aquilo começasse a ficar mais barulhento do que normalmente é.

— Eu tenho a magia das almas, antes que alguém me pergunte se é essa ou magia dos escudos. — disse, olhando Hikari, que sorriu e pediu desculpas por ter duvidado. — Agora que descobriram quem eu sou não me tratem melhor, me tratem do mesmo jeito. Eu odeio essa falsidade toda para cima de mim por causa do meu poder. Talvez por isso eu nunca revelasse minha cara antes a todos. Mas antes, me escutem.

Todos o olharam. Nagumo olhou Luana e pegou a mão dela, apenas porque sabia que ela estava preocupada com tudo aquilo.

— A guerra vai começar com força agora. O que vocês viram antes foram conflitos, tudo pode acontecer nessa guerra. — Arthur sorriu gentilmente, e seus olhos brilharam olhando todos. — Hoje, se preparem ao máximo, porque amanhã eu finalmente irei dar a ordem que sempre mostra o destino da humanidade. A primeira ordem na Quinta Guerra mágica, e assim como as outras, espero que seja a única e que seja feita de bom jeito.

As escolhidas se encararam, e Irene sorriu ao ver que era a líder daquilo depois de tanta confusão. Sorriu a Lazuli, que piscou de leve a ela, e finalmente olhou Arthur.

— E qual seria? — Irene disse, mesmo que todos já soubessem a resposta.

Arthur sorriu, e por fim sumiu. Eles apenas escutaram a voz de Arthur, mas séria e focada, ele parecia mais inteligente e forte agora, comparado à primeira vez que falaram com ele.

— A Ordem de Extermínio, minhas caras.

Notas finais
Pra quem quiser imaginar como é o Dimitri Ivanon, ele vai ser importante nesses ultimos episódios. Afinal, até a Ran foi importante ai gente, se não fosse ela o Pav taria na mesmice de perso sem magia. -q Aqui: http://www.zerochan.net/1000554 MUHAHAHAHHAHAHAHAH! Revelações, vou fugir dos tijolos por causa de quem é o Rubbit. Apenas uma pessoa descobriu quem era o Rubbit. x.x' Gente, o R. no nome já falava de cara, a mala verde musgo... Mas enfim, até eu tinha me esquecido de quem era Rubbit enquanto fazia alguns caps, haha! PSÉ, GALERA!Críticas boas, ruins, slá... Falem o que acharam do capítulo nos comentários, ok? Até o próximo capítulo pq a autora ta com sono (escrever cansa), XOXO.