Notas iniciais
RYAN ELESIS RONAN

AMY SIEG ARME

HOLY LIRE ZERO

EDEL REY DIO

LIN AZIN LASS

LUPUS

A sala se encontra dessa forma.

Quando eu tinha 5 anos, dei uma rosa à Mari, logo em seguida dei um beijo e sua bochecha e prometi amá-la pelo resto da vida. Os anos se seguiram assim, eu com 10 anos, abracei a Mari e disse que a amava, e hoje não é muito diferente, temos dezesseis anos, e vamos continuar estudando na mesma escola. Era o que eu achava, a Mari me disse que seu pai conseguiu uma vaga numa escola muito cara, e disse que seria melhor para ela, porém, essa escola fica em outra cidade, já pedi diversas vezes para que minha mãe me colocasse nesta escola, mas ela não tem dinheiro o suficiente para pagar a escola e o apartamento. Então, continuei na mesma escola de sempre, e a Mari partiu, no dia em que ela se foi, quase não a larguei, ela retribuía meus beijos.

Hoje é o dia em que irei para a escola, e descobri algo muito estranho, a sala que eu vou fica em outro bloco de onde eu estudava, eu não conhecia antes, e me disseram que tem até outro diretor para comandar aquele bloco. Minha mãe me levou em seu carro, a viagem havia sido rápida, sai do carro rapidamente me despedindo da minha mãe, quando cheguei de frente ao grande portão metálico com azul-marinho, franzi a sobrancelha e olhei para minha mãe como se estivesse perguntando: Tenho mesmo que entrar? Em resposta, ela balançou a cabeça em concordância. Fitei novamente a portão da escola, respirei fundo e minha mãe foi embora, atravessei o portão com passos curtos, na esperança de não ter que ir. Já estava ficando tímido, diversas garotas que eu nunca vi ficavam olhando para mim, e teve até uma que chegou perto de mim pedindo o número do telefone, continuei andando fingindo que não escutei.

Após atravessar todo o bloco que conhecia, cheguei ao bloco que não conhecia, era igual ao outro, só que menor, tinha apenas primeiro andar, era dividido em duas cores: azul e branco; azul era a parte de baixo, e branco a de cima. As salas se encontravam em corredores vagos, e nesses corredores tinham bancos, lixeiras, bebedouros e etc., Ao entrar no bloco, fui diretoria , onde vi a diretora, cabelos louros e usava roupa vermelha. Quando ela me viu, mordeu o lábio inferior, e desabotoou dois botões que ficavam próximo aos seios, virando assim um belo decote, estranhei, mas logo voltei ao normal, perguntei a ela onde ficava minha sala, e respondeu:

-Se você quiser está dispensado das aulas.

-Quero saber onde está minha sala, obrigado! –Falei recuando.

Ela abotoou os botões, e me deu um papel com o número da sala. Deixou de morde os lábios que já estavam tomando uma cor escura, e voltou para uma mesa onde estava escrevendo alguma coisa.

Sai da sala, e rumei em direção a um corredor, ficava olhando os números entalhados nas portas de madeira das salas, mas nenhuma tinha o número que eu procurava. Sai daquele corredor, e fui ao segundo e último corredor da parte de baixo, esse corredor era igual ao outro, a diferença, é que no final deste há uma escada. Nenhuma das portas deste corredor tem o número que procuro, deve ser na parte de cima. Não havia aluno algum que pudesse me ajudar a chegar mais rápido, o sinal já havia sido tocado, e todos já estavam em suas salas, continuei andando e procurando a minha sala, e finalmente achei, ela é a antepenúltima sala, fica perto de um banheiro, e logo a frente da sala há também uma vidraça do tamanho da parede, me preparei para entrar, fiquei posicionado de frente a porta, respirei fundo, tossi para tirar qualquer vestígio de pigarro, levantei o punho fechado pronto para bater na porta, e o fiz, depois de três batidas iguais, o professor abriu a porta, perguntou o que eu queria, e expliquei, toda sala se encontrava em silêncio, não havia muitos alunos, talvez dezessete ou dezesseis pessoas, mas todos me olhavam com seus olhos grandes e devoradores. O professor, baixo e barbudo, pediu para que eu entrasse e disse:

— Atenção! Esse aqui é o novo aluno que se chama... –Ele parou e olhou para mim.

— Hm... –Eu estava perdido em meus pensamentos.

— Olha, não sabe nem o próprio nome. –Disse um garoto com o cabelo roxo enquanto se levantava da cadeira. Toda sala caiu nas gargalhadas.

— Sieghart. –Respondi. –Ecnard Sieghart. –Disse determinado.

Uma garota que parecia ser a irmã deste garoto bateu nele e ordenou que ele sentasse. O professor apresentou-me a minha cadeira, e pediu que eu fosse sentar. Quando sentei, o barbudo se apresentou.

— Sieghart, me chamo Aron, e sou professor de história. –Disse, enquanto pegava o giz.

Acenei com a cabeça em concordância, apesar de saber que não tinha nada em concordar. Comecei a tirar minhas coisas da bolsa, e quando levantei a cabeça, uma garota pequena e com cabelo roxo se apresentou.

— Oi, sou a Arme. – Ela disse com um sorriso estampado no rosto. – Prazer em conhecê-lo.

— Oi Arme. Prazer também. – Respondi disfarçadamente para que o professor não reclamasse.

Voltamos a prestar atenção na aula, e juro por qualquer coisa nessa vida, era muito chato. A Arme continuou a olhar para mim, e eu já estava começando a ficar tímido. Coloquei a mão em meu pescoço na esperança de tirar alguma sujeira de lá, que poderia ter chamado a atenção da pequenina. Mas não tinha nada, e ela continuou a me fitar, quando baixei o braço, bati em minha borracha, e deixei cair no chão, foi parar na cadeira à frente, toquei no braço na dona da cadeira, uma ruiva que estava fazendo o desenho do professor no caderno, ela interrompeu seu trabalho e se voltou a mim.

-Desculpa, mas minha borracha caiu aí, você pode pegar, por favor? –Perguntei com brilho nos olhos.

A garota se abaixou para pegar meu material, e me devolveu. E eu não deveria ter feito isso, agora, a garota também me olha constantemente, igual a Arme. Baixei minha cabeça em direção ao caderno, peguei um lápis de grafite e comecei a escrever algumas frases que vinham a minha cabeça, também escrevia o nome da Mari, e tomei um susto quando uma garota que estava do meu outro lado me perguntou.

— Quem é esta Mari?

A garota possuía cabelos rosa, me direcionei a ela e disse.

— Minha namorada.

A garota ficou com um olhar incomodador. E parou de me olhar quando o sinal tocou, o professor pegou suas coisas e saiu da sala rapidamente, deixou todo o quadro sujo, a garota de cabelo rosa levantou-se e foi apagar. Com o apagador em punho, começou a apagar a parte de cima, e deixou a parte de baixo para o final, empinou a bunda provocante e pôs-se a apagar em baixo, um garoto se levantou, e com as mãos apalpou a rosada, ela virou-se para o garoto, e deu um tapa em seu rosto, ele tinha cabelo laranja e olhos verdes, o showzinho dela acabou quando a professora entrou na sala, mandando todos sentarem. A professora era morena e os cabelos ligeiramente rosados, seus seios eram empinados, grandes e arredondados, não que eu só tenha visto isso, ela usava um uniforme diferente dos outros professores – Os dos professores eram uma calça azul-marinho e uma blusa branca com o nome da escola, das professoras igualmente, mas elas também podiam vestir-se com uma saia. – Ela usava um mini short amarelado, e uma blusa branca com um cara musculoso de cor amarela, e em baixo da figura desse homem, tinha o nome: Educação Física. Minha expressão de rosto mudou de: Nossa! Que grandes. Para: Ah Não!.

Ela pediu para fizéssemos uma fila única e andou até a ponta da fila, todos nos caminhamos seguindo-a, a minha frente estava a garota ruiva, e atrás, uma loira que não havia falado com ela ainda. Descemos as escadas, e fomos ao mesmo salão de educação física do ano passado, não havia ninguém. A professora pediu para que fossemos nos trocar, os vestiários dos garotos ficavam de um lado, e das garotas de outro. Esperei disfarçando o máximo, esperando que todos os garotos fossem embora logo, e assim que o último saiu comecei a me trocar, virei-me de costas para a porta, pois sou muito tímido, queira eu ou não, e tirei a blusa, havia um armário com meu nome em cima, peguei a roupa de treino e tirei a calça, quando ia colocando o short da educação física, a Arme chegou me vendo só de cueca, minha bochecha ruborizou, e rapidamente coloquei o short evitando falar com a pequena. O silêncio se fez presente até agora, mas a Arme quebrou com um sorriso.

— A professora mandou te chamar. –Continuou sorrindo.

Coloquei a blusa, e sai do vestiário, os homens se encontravam lado a lado de frente a professora, enquanto as garotas estavam sentadas conversando e sorrindo, me aproximei dos garotos, e a professora pediu para que me apresentasse, falei meu nome e ela disse o dela, Edna, ela também falou.

— Espero que você não seja igual a esses burros!

Franzi o cenho e o garoto que havia apalpado a Amy me disse:

— Pode parecer estranho, mas repetimos esta série três vezes.

Fiquei aterrorizado, será que é tão difícil assim, mas tentei tirar esses pensamentos de minha cabeça. A professora pediu para que nos alongássemos, e ela foi falar com as garotas, consegui ver a professora pronunciar meu nome e dar um sorrisinho, as outras garotas a seguiram rindo também. Edna voltou-se a nós e pediu agora que corrêssemos ao redor da quadra três vezes, sem perca de tempo, corri e vi que as garotas estavam fazendo o mesmo, provavelmente a professora pediu para que elas corressem também, alguns garotos correram tanto que ficaram a metros de distância de mim, agora, algumas garotas fizeram o mesmo, a que chegou perto de mim, foi uma de cabelo roxo, que parece ser irmão do garoto que caçoou de mim. Ela estava me acompanhando e disse.

-Meu nome é Rey, desculpe meu amigo naquela hora.

— Tudo bem. — Então não são irmãos, pensei.

Alguns minutos se passaram, e a Rey nem passou e nem ficou para trás, continuou correndo lado a lado comigo, já estávamos na segunda volta, quando todos pararam, pois a Rey caiu no chão, todos se aproximaram dela, inclusive eu. Perguntei.

— Machucou algo gravemente? – Disse enquanto os outros alunos se aproximaram.

Ela balançou a cabeça em negação, e disse.

— Apenas os seios. -Suas mãos encostaram as minhas e fizeram se aproximar de seus seios. – Sinta! –Ela ordenou.

Agora, ela fez com que eu apertasse seus seios e fizesse movimentos circulares, o que a fez sentir prazer, pois soltava até gemidos leves e disfarçados. Ela continuou o movimento, e os outros alunos gritaram maliciosos, a professora se aproximou e perguntou.

— Não posso virar nem por de minutos e vocês já começam a transar na escola, se peguem nos corredores, mas aqui não! – Por algum motivo me deu vontade de rir daquela cena, e foi o que aconteceu. – Tá rindo de que, só por causa disso, vocês dois vão para a direção.

Nós dois caminhamos lado a lado até chegarmos à diretoria do segundo bloco, a diretora ordenou que nos sentássemos no sofá, e disse:

-Na escola? Façam isso em suas casas, pois a escola não é um bordel. –Ela apontou para a Rey e pediu que se retirasse. Quando a Rey saiu, a diretora fechou a porta, olhou para mim e disse. – Você gostou daquelas coisas pequenas? –Indagou. – Veja isso. – Pegou minha mão e fez tocar nos seios dela.

Eu estava aterrorizado, por que uma diretora havia feito isso? Apenas continuei fazendo o que ela mandou para não levar reclamação para casa no primeiro dia.

— Me beije agora. –Ela pediu.

Recuei a cabeça, mas minhas mãos ainda estavam em seus seios, seus grandes seios. Ela aproximou a boca de meu rosto, mas eu rejeitei. Ela percebeu que eu não queria e recuou, começou a tirar a blusa, e eu perguntei.

— Você não acha melhor me mandar para a sala. – Perguntei timidamente.

— Agora que começou, tem que terminar. –Ela disse.

Engoli em seco, sou fiel a Mari, não iria fazer nada que não fosse com ela, e com certeza não iria fazer isso com a diretora. A diretora estava sem a blusa, ficando apenas com o sutiã, ordenou que eu pegasse novamente, eu já estava excitado, mas não queria mostrar isso para a diretora, ela me deitou no sofá, e mordeu minha orelha, cada fio de cabelo que existe em meu corpo ficaram franzidos, a diretora estava em cima de mim, mordendo meu pescoço, apenas de saia e sutiã, ela passou sua mão sobre minha blusa tirando-a, deixando-me envergonhado, ela agora me fez passar minha perna em sua genitália, o que a fez ficar com um sorriso super malicioso no rosto, em seguida me beijou, e foi aí que me dei conta do que estava fazendo. Tentei sair do sofá, mas a diretora não permitiu, ordenei que ela me deixasse sair, e logo ela ficou assustada, levantou-se e me deu a blusa, ela também colocou a dela, e realinhou o cabelo.

— É só o primeiro dia, depois nós fazemos isso. –Expliquei sentindo um tom de súplica na minha voz.

-Volte sempre aqui. – Sua voz estava rouca.

Saí da sala, e fui até a quadra, os outros haviam voltado para a sala, pois o sinal havia tocado bem antes da diretora começar a fazer aquilo comigo, entrei no vestiário, tomei o banho para tirar o suor, coloquei minha roupa da escola, e fui para minha sala, antes de entrar, bebi um pouco de água, e bati na porta, dessa vez, quem abriu a porta já era outro professor, um professor com o cabelo longo e louro que usava óculos pediu que me apresentasse, logo em seguida foi a vez dele, e pediu para que eu sentasse em meu lugar, ele era professor de química, ou seja, passei toda a aula entediado, anotando apenas o que o professor mandava. Até a aula dele acabar, conheci o nome de três garotas, Lire, Amy e Elesis. As mesmas olhavam para mim, e a Lire me pediu o endereço, tive até medo de informar onde moro, mas tentei ser o mais gentil possível.

Outro professor entrou na sala, pediu para me apresentar, e logo em seguida ele se apresentou, como foi com todo mundo hoje. Tive aula dele, enquanto conhecia mais as garotas, e foi quando percebi que até agora não conversei com nenhum garoto, exceto o de cabelo laranja. A aula acabou, e passou mais rápido do que eu esperava, estou me soltando aos poucos. E enfim chegou o último professor do dia. Quer dizer professora. Ela se apresentou com o nome Nix, seu cabelo era mal-cortado de cor branca, seus olhos eram estranhamente vermelhos, mas me disseram que ela usava lente, e gostava de ser diferente, por isso se vestia de preto.

Levantei a mão pedindo para ir ao banheiro, Nix permitiu, e antes de sair, a Amy também pediu, permitiu. Eu e a Amy caminhamos até o banheiro, e ela entrou junto comigo no banheiro masculino, perguntei o motivo e ela me beijou. Antes do beijo completar três segundos, me afastei dela. Mas ela me fez tocar no seus seios, esse seria o terceiro ou quarto seio diferente que eu estou tocando hoje. Fez movimentos circulares com minhas mãos, o que a fez gemer. Ela tirou minhas mãos de seus seios e colocou na bunda, eu não consegui parar, eu segurava fortemente e de vez em quando também dava leve tapas, enquanto ela me beijava. Novamente, percebi o que estava fazendo e me afastei, mas a Amy avançou em cima de mim e tocou minha genitália, eu estava excitadíssimo. O que a fez sorrir um pouco. Afastei-me novamente, e fui fazer minhas necessidades. Terminei, lavei minhas mãos, e não vi mais a Amy. Voltei para sala apenas para pegar minha mochila, pois após cinco minutos o sinal tocou. Fui para o pátio do primeiro bloco, acompanhado da Rey e da Amy, liguei para minha mãe pedindo para vir me buscar. Alguns minutos ela chegou, despedi-me das duas e da diretora que vi chegando ao Bloco 1. Minha mãe me perguntou como havia sido a escola, respondi dizendo que foi normal, conheci pessoas, fiz amizade e etc.

Cheguei em casa morrendo de fome, minha mãe preparou o jantar. Meu pai estava trabalhando. Logo após terminar de comer fui tomar um banho, um banho rápido, quando terminei, assisti um pouco de televisão no meu quarto, enquanto trocava sms com a Mari. Ela disse que o dia dela foi cheio, a sala é cheia de pessoas ricas, e disse ainda que fez bastantes amizades. Fechei a janela do meu quarto, fique de cueca e fui dormir.

Notas finais
Dê sua opinião, você acha que está muito grande, ou pequeno, ou rápido, ou qualquer coisa... A sua opinião é a que conta.