Fiel... Até Que Elas Nos Separe!
2 Dias Escuros
Notas iniciais
Acordei, normalmente deveria estar fazendo frio, mas uma parte de meu corpo ainda estava quente, pensei que fosse meu cobertor, mas não tinha o mesmo tecido, isso que me tocava era pele humana... Quê? Pele humana. Meus olhos abriram e vi longos fios loiros estirados pela extensão de minha cama. Era aquela garota de minha escola, a... Não lembro o nome... Seus seios tocavam minha pele, suas pernas se enroscavam na minha, sua cabeça estava de encontro com meu ombro. Eu só me perguntava: Como e por quê?
Logo me movi para fora da cama, o que a fez acordar, seus olhos se encontraram com os meus, mas ela tinha expressão normal, e eu tinha a expressão de saia daqui!
— O que faz aqui e como? — Percebi logo a janela aberta, e vi que ela usava apenas uma calcinha.
— Apenas vim aqui para brincarmos. — Ela disse levantando o rosto. — Ou você é lerdo de mais para perceber que não é só brincar.
Ela se levantou e caminhou em minha direção, os móveis do meu quarto entravam em conflito com meu corpo a cada vez que eu dava um passo para trás, a garota com seus seios empinados, e ela andando em minha direção, infelizmente, meu corpo foi de encontro a uma parede, o que me fez parar, e a garota conseguir me tocar. Sua força era superior a minha, vi isso assim que ela me agarrou e me puxou para seus braços, ela pegou minhas mãos e fez apalpar sua bunda, enquanto o seu lábio se aproximava do meu, meu rosto que continuava inexpressivo agora pegou um ar de rejeição, e logo me afastei, ela voltou a me perseguir, dessa vez eu caminhava em direção a minha cama, ela me empurrou, o suficiente para me fazer cair no meu colchão, ela sentou perto de mim, e passou o dedo indicador por minhas costas, o que fez os meus pelos se franzirem por inteiro, ela agarrou firme minha cueca e baixou, meu bumbum ficou a amostra, ela sorria, só percebi isso pelos barulhos que ela fazia.
— Vire-se — ordenou — quero ver o que você esconde.
Engoli em seco, não iria me virar, mas sei que se não o fizesse, logo ela usaria sua força para me virar.
— Isso é assédio. — Gritei.
Em resposta, ela caiu por cima de meu corpo, e mordiscou minha orelha, eu já estava superexcitado, mas ela continuou fazendo, quando virei meu rosto para pedir que ela parasse, ela me beijou, esse foi o momento que mais me fez raiva, estirei meus braços tateando o local onde minha cueca estava, assim que a peguei, me vesti novamente, mas infelizmente a garota conseguiu me ver pelado, o que a fez pular para cima de mim novamente, novamente eu estava deitado na cama, mas desta vez fiquei de barriga para cima. A garota em cima da minha cintura, com o corpo curvado para frente, ela pegou minhas mãos e as fez acariciar seus seios, gemidos propositais impactavam com meus ouvidos, quando ela percebeu meu órgão excitado, ela cavalgava lentamente. Eu só não fazia nada, pois estava anestesiado, a Mari quase nunca fez isso comigo, daí chego na escola e no outro dia já tem uma garota cavalgando em mim. Continuei imobilizado com aquele corpo em cima de mim, já estava quase desistindo da Mari, quando minha mão gritou por mim, olhei num relógio que ficava no meu quarto e percebi que havia se passado muito tempo desde que vi a garota.
Pedi para ela me deixar levantar, ela não recusou, apenas beijou meu peitoral, quando de pé, vesti minhas roupas, igualmente a garota loira, quando nos vestimos completamente, ela me abraçou, e me deu um longo beijo... Continuei anestesiado... Ela se soltou de mim, andou até a janela e pulou, antes de ela ir embora, corri até a janela e perguntei.
— Como você conseguiu subir aqui? — Comecei. — Aliás, como arrombou a janela?
Ela se virou para mim, sorriu e piscou um olho. Fechei a janela, fui em direção a porta para descer as escadas, e minha mãe chamou novamente, gritei dizendo que já estava indo. Desci lentamente, e logo minha mãe entrava no meu campo de visão, ela tomava café da manhã. Aproximei-me de onde ela estava, e sentei perto. Coloquei um pouco de café com leite numa xícara, e comi um pouco, apesar de ser bastante tarde, minha mãe sempre aguarda minha presença para tomar café. Terminamos de comer e ela me perguntou.
— O que vai fazer agora?
— Não sei... — Disse calmo. — Talvez, escovar os dentes.
Fiz o que disse, fui ao banheiro e escovei os dentes, quando acabei, sai de casa, e antes mesmo de dar um passo, observo a Arme, a baixinha de minha sala. Ela correu em meu encontro, quando chegou, estava ofegante, colocou suas mãos no joelho, com a respiração pesada. Assim que se recuperou, se voltou a mim e disse.
— Bom dia! — Ela disse sorrindo. — Eu estava indo a uma loja de roupas... E, gostaria que você me ajudasse a carregar.
Atordoado, porém consciente, balancei a cabeça em concordância, mas não queria ir. Coloquei a cabeça dentro de casa e avisei para minha mãe o que eu ia fazer, ela concordou e em seguida me despedi.
Em algum momento senti a mão da Arme se aproximando da minha, mas recuei, o que a fez desistir de entrelaçar os dedos. Ela tentava começar uma conversa, mas sempre acabava quando eu dizia: Com certeza! . Ela percebeu que a loja já estava perto, e acelerou o passo, foi em disparada na minha frente, quando fiquei de frente com a loja, percebi a Arme babando um vestido de cor violeta, sua cor favorita. Tentei parecer conformado, mas não sei se estava dando certo, a Arme parou de olhar o vestido, e escolheu centenas de roupas que via, logo depois foi ao trocador, a acompanhei até a porta do trocador, e em seguida sentei no chão, a loja era grande, e havia um corredor que tinham portas espalhadas, essas portas eram os trocadores, e eu estava sentado no corredor. Ninguém passava pelos corredores. A atendente da Arme saiu do cômodo. E foi em direção ao local onde ficam as roupas, eu levantei, e por uns minutos fiquei inexpressivo. Em seguida, o silêncio que se fazia presente foi quebrado pela voz da Arme me chamando para dentro.
— Ei Sieg... — sua voz estava num tom de sussurro. — Acho que este sutiã não cabe, você poderia tentar fechá-lo?
Olhei para os lados, percebi que ninguém estava lá, e abri a porta, vi a Arme com uma calcinha e um sutiã, ambos lilases, mas o sutiã não estava fechado. Coloquei a mão nas abas do sutiã, e perguntei.
— Como que faz isso?
— Calma! É mais fácil do que parece. Só precisa encaixar estes ganchos uns nos outros.
Encarei os pequenos ganchos, e os encaixei uns nos outros. A Arme deveria estar sendo sufocada, porque apertei para conseguir fechar. Ela estava ficando vermelha de tão apertado que estava, e voltou ao normal quando uma das abas se partiu. Entreolhamo-nos, e com faces expressivas, nos perguntávamos O que fazer? . A Arme tirou o sutiã, deixando a amostra seus seios empinados e esbeltos. Olhou para minhas bochechas rosadas e perguntou.
— Você não precisa ficar envergonhado. — Ela disse balançando... — Quando quiser é só tocar, e usar para o que quiser.
Assim que o disse, se aproximou e enroscou seus braços em mim, me dando um beijo, eu apenas correspondi. O trocador era relativamente grande, possuía um espelho de meu tamanho, um pufe cor-de-rosa e alguns cabides para estender as roupas. Sentei no pufe, me despindo, a Arme sentou de frente para mim em meu colo, inclinou o corpo em minha direção, e me beijou, com minhas mãos eu acariciava o bumbum dela. Continuamos nos beijando, daí decidi tirar o meu short, antes mesmo de passar por minha coxa, a atendente da Arme chega. Acho que neste momento eu e a Arme estávamos tão envergonhados, que... Vestimo-nos, pedimos desculpa, e pagamos pelo que a Arme fez com o sutiã. Saímos da loja, e recebemos uma carta de banimento, não poderíamos pisar naquela loja por séculos... Ficamos conversando.
— Então... — Comecei. — Quer terminar o serviço lá em casa?
— Não! Outro dia.
Ela e deu outro beijo, e fomos em direção a minha casa, com dedos entrelaçados. Assim que chegamos, ela me deu um beijo, e se despediu. Entrei na minha casa e percebi que já eram dez e meia da manhã. Subi para meu quarto, e fui tomar um banho, quando acabei, fui assistir a TV, enquanto esperava minha mãe me chamar para almoçar. Às onze e quarenta, ela me chama, minha barriga ronca feito um monstro. Terminei de almoçar, e fui novamente para meu quarto, assim que bateu às doze e trinta, decidi ir a pé para a escola, minha mãe não concordou muito, mas com um pouquinho de esforço eu a convenci, fui andando e encontrei uma garota de minha sala que ainda não conversei com ela. Me aproximei e perguntei.
— Olá, você estuda na minha sala certo?
— Sim estudo.
— Qual o seu nome? — Perguntei.
— Holy.
— Posso a acompanhar até a escola?
— Não sei por que não! Claro que pode! — exclamou.
— Tudo bem. — um sorriso se formou em meu rosto.
Caminhamos lado-a-lado até a escola, já haviam pessoas lá, passamos direto do Bloco 1, e fomos para o Bloco 2. Lá, avistamos a diretora que coordenava onde as pessoas deveriam, assim que ela me viu, mudou de uma expressão brava para carismática. Eu e a Holy subimos as escadas, e entramos na nossa sala. Assim que sentei em minha cadeira, cochichei no ouvido da pequenina que já havia chegado.
— Quer ir lá em casa essa noite?
— Fazer o que?
— Sei lá... Estudar, talvez! — Meu rosto tomou uma forma maliciosa.
— Sim! Pode ser.
Amy e Rey prestavam atenção na nossa conversa, mas não conseguiram escutar a proposta. As aulas iam se passando as vezes rápido, e as vezes lento, dependia bastante do professor. Quando chegamos na última aula, todos começaram a contar os segundos, esperando acabar rápido, e quando finalmente acabou, não esperaram ao menos o professor deixar sair. Eu segurei na mão da Arme, e a puxei para o banheiro, lá a Arme me disse que não havia outra turma, só nossa turma se fazia presente no primeiro andar. Ela disse que não havia mais salas disponíveis na parte de baixo, daí a Lotos nos colocou na parte de cima, mas era muito longe de um banheiro, o que resultou numa longa crise, daí nos moveu para a antepenúltima sala, onde fica perto do banheiro. Beijei-a e logo depois saímos do banheiro de mãos dadas. Caminhamos até a escada e encontramos a diretora.
— Sieghart. — Ela começou. — Você está de castigo! — Exclamou.
— Mas, o que eu fiz?
Ela olhou em todas as direções e disse:
— Jogou um papel no chão. — Ela falou colocando um papel de bala na minha mão.
Logo em seguida, ela bateu na minha mão que segurava o papel de bala, fazendo assim deixar cair. A Arme despediu-se de mim, e eu acompanhei a diretora até a sua sala.
— Sente-se. — Ordenou.
Sentei, e ela fechou a porta, as persianas da janela também foram fechadas. Ela se aproximou de mim, e em pé mesmo disse.
— Então... Vamos começar?
Meus braços estavam cruzados, me levantei, coloquei minhas mãos no ombro da diretora, e dei um beijo nela. Ela ficou boquiaberta, e logo em seguida, me empurrou para sentar novamente, ela sentou também, colocou as mãos no meu rosto e me beijou, por vontade própria, eu toquei em seus seios. Logo em seguida comecei a desabotoar sua blusa. Despi-a e em seguida tirei minha roupa. Nesse momento que decidi que a Mari ficaria de lado. Tenho todas essas garotas, por que não ficar com elas? ... Talvez eu tivesse de mandar uma mensagem para ela... Mas estou muito ocupado com essa diretora. Lotos pediu para que eu deitasse, assim que o fiz, ela tirou minha calça, passou a mão em minha região íntima, porém por cima do tecido. Puxei novamente para perto do meu rosto, tentei mordiscar sua orelha, mas seus seios faziam isso ser impossível. Então decidi mordiscar os lóbulos dos seios da diretora, isso a fez gemer levemente. Antes de começarmos a fazer (você sabe o que!). A professora se levantou completamente desnuda, e colocou a calcinha e o sutiã, imediatamente, colocou a calça e abotoou a blusa. Pediu para que eu me vestisse, e em seguida fez uma ligação, enquanto ela falava, aproveitei para sair. Atravessei os dois blocos, e sai. Andei até a minha casa novamente, era uma viagem de dez minutos, e quando cheguei... Arme estava lá, já estava me esperando, conversava com minha mãe, pararam de conversar assim que me viram. Peguei a Arme, e puxei-a lá para cima. Pedi para ela se sentar na minha cama e disse que ia tomar banho. Tomei um banho rápido, e sai logo apenas de toalha, a Arme se levantou, e colocou os braços em mim, me beijou, em seguida voltou-se a cama e sentou. Pedi para ela ir ver o lado de fora pela janela, e aproveitei para pôr uma roupa. Logo o jantar sairia. Pedi para minha mãe adicionar um prato a mais na mesa. Voltei-me a Arme, deitei-a na cama, e fiquei deitado ao seu lado, em seguida beijei-a enquanto acariciava seus seios, nossa festinha foi atrapalhada por minha mãe que nos chamou para jantar. Sentamos a mesa e minha mãe nos serviu.
— Que bom que está fazendo novos amigos filhos.
— Sim! É verdade. — Olhei para a Arme.
— Essa comida está deliciosa, Sr. Sieghart.
— Obrigado!
O resto do jantar seguiu-se em silêncio. Assim que acabamos, Arme e eu subimos novamente para meu quarto, escovamos os dentes, e deitamos na cama. Gradativamente, fomos ficando desnudos, e após beijar cada canto do corpo da Arme, nós fizemos (você sabe o que!), daí acabou, nos beijamos mais um pouco, e enfim fomos tomar banho juntos. Em seguida, deitamos na minha cama, já era umas dez da noite. Colados um no outro, nos cobri com o cobertor, e logo em seguida, dormimos de conchinha.
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