Notas iniciais
Oie, demorou um pouquinho mais tá ai o 5 capitulo de F&F. Vamos ai comentar tá, por que ta difícil sem incentivo.

Capitulo 5 – Só mais um dia normal

O sinal da escola Avalon tocava indicando aos alunos que outro bimestre começava, era uma correria, como se você o primeiro dia de aula do ano, alunos perdidos ou atrasados, brincadeiras sem graça nenhuma sobre espinhentos com óculos... é, tudo começou de novo.

— Vocês viram a Felipa Hun? Como ela consegui ser tão bonita?

— Ai eu ouvi falar, que aquela menina loira alta, está fazendo uma posta sobre a data que o Alex vai trair ela.

— Nossa é tão cruel... e empolgante.

Algumas meninas conversavam e davam risadas em meio de gente no corredor principal, mas todo mundo se calou quando Felipe e Trish adentraram no corredor.

Trish estava radiante com as suas vestes pretas e brancas que nem parecia dormir no mesmo quarto que a sua irmãzinha Kaila e Felipe estava com um vestido florido fazendo combinação com um casaquinho jeans e uma rasteira que nem parecia que ela tinha passado bastante tempo da noite anterior preocupada com Corey, que ainda não havia aparecido.

— Felipa! Soube da sua viagem nas férias, foi muito lega. Será que você poderia me passar o nome do hotel, meus pais estavam pensando em viajar para Portugal também. – Uma das meninas que conversavam antes pediu animada enquanto suas acompanhantes apenas balançavam suas cabeças empolgadas também.

— Ah claro, se em algum intervalo você poder me encontrar? – Felipa sugere educada.

— Sim! Claro!... que dizer, tudo bem pra mim. – A menina responde e Felipa murmura um “ótimo” e um “bye bye” e depois ela e Trish continuam a andar no corredor cumprimentando algumas pessoas e sorrindo.

Elas eram legais. Felipa e Trish não eram aquele tipo de populares que todo mundo odeia, mas quer está perto. Elas eram o tipo de populares que eram populares por conta de seus bens familiares e por serem carismáticas e incrivelmente lindas, todo mundo queria está perto delas por que elas eram tão legais que te transformavam em legal também, só de estar perto. Não afirmo também que elas eram boas e educadas com todos, só com aqueles em que elas não viam necessidade de serem más. Por exemplo, Felipa guardava todas as suas grosserias para Felipe e companhia.

— Você em ver a professora Bailey? – Trish pergunta pra Felipa depois delas passarem da parte cheia de gente do corredor.

— Sra. Beiley? Mas ela não deveria está de licença a maternidade. – Felipa pergunta confusa.

— E está, só que ela veio aqui pra mostrar o bebê pros seus alunos favoritos. – Patrícia diz com um ar brincalhão fazendo uma cara de convencida.

— Ah ta bom! – Felipa ri — Mas sendo assim, eu vou à sala dela vê-la, só que antes eu tenho que passar no meu armário, acho que deixei um livro lá antes de ficarmos de férias. – Ela explica e Trish assente.

— Tá bom, mas vê se não demora tá. –Trish disse seguindo o corredor.

Então Felipa dobra o corredor e acaba se batendo com quem era alvo das suas grosserias.

— Nossa Felipa, que clichê! Eu esperava um pouco mais de originalidade. – Felipe falou brincando e Felipa o encara sem entender. – Se você quiser falar comigo, pode vim sem medo, não precisa chamar minha atenção desse jeito.

— Ah Felipe, fala serio! É você que não olha por onde anda. – Felipa se defende

— Que eu saiba, é você que é míope. – Ele fala rindo e a mesma se cala e fica vermelha. – Ah é mesmo, ninguém pode saber que você é quase cega, por que você é a senhora perfeita.

— Cala boca Felipe, por que que você não sai logo da minha frente? – Ela fala cruzando os braços.

— Não sei, acho que é por que é legal de torturar. – Ele fala a imitando.

— Que fofo, agora tchau. – Ela fala e tenta sair da li mais Felipe a irrita ficando na sua frente toda vez que ela escolhia uma nova direção.

— Tá menina chata, passa. – Ele disse finalmente a deixando seguir o caminho, ela revira os olhos com preguiça de responder o insulto. E quando ela já estava meio distante dele, ele volta a falar. – Felipa, mande lembranças a Trish! – Ele provoca.

— Pra você, é Patrícia. – Ela apenas diz e se dirige ao seu armário.

Ela destrava o seu armário e da uma olhada nele. Ele estava meio vazio por causa das férias, mais a sua decoração continuava a mesma, nada tinha mudado de lugar. Ela tinha algumas letras de musicas grudadas na parede de Paramore, Michael Jackson, P!nk ou 5 Senconds Of Summer, fora isso tinha fotos dela com Alex, Trish, May e uma pequena foto e rara da sua família, ela ainda era pequena, Corey ainda era só um garoto e eles sorriam, seus país pareciam muito mais novos, era muito curioso e torturante não lembrar do dia que aquela foto foi tirada.

Ela pegou o livro e deixou alguns e depois seguiu para sala da Sra. Bailey aonde toda sua classe babava o bebezinho dela.

— Você demorou. – Trish disse ao vê-la.

— Problemas técnicos. – Felipa disse dando de ombros e Trish deu um sorrisinho.

— Felipa! Venha cumprimentar o meu garoto. – A professora disse alegre ao ver a aluna. Felipa sorriu e foi até ela e o bebê.

— Ele é muito fofo. – Ela disse vendo o bebê que ainda não tinha nem cabelo, ele estava enrolado em uma manta olhando desconfiado para todas aquelas pessoas ao seu redor.

— Pegue-o. – A professora baixinha sugere.

— Eu?... Não, eu não...

— Eu não estou perguntando. – Sra. Bailey fala e todos dão uma risadinha. Felipa endireita a postura enquanto a professora passava o bebê pequeno para ela. Ela pegou de mal jeito no começo e o bebê deu um leve choro, e quando ela pensou em devolver o bebê ele se acomodou em seus braços parando de chorar.

Felipa não levava jeito com bebês, ela era melhor com quase crianças ou crianças, talvez de dois anos até os 10, mas com bebês pequenos, ela era insegura, não sabia segurar e se desesperava a um gemido.

Quando o neném da sua professora voltou aos seus olhos para ela, Felipa sentiu um arrepio pela sua espinha, ela não queria aquele bebê mais no seu colo, ele provocava um reação esquisita pra ela. Felipa era simpática, mas era fria e bem logica e pratica, mas aquele bebezinho fazia ela mostrar o lado frágil e esperançoso, ela não gostava disso.

— Acho que ele gostou de você. – A Sra. Bailey disse sorridente.

— Acho que sim. – Ela disse meio sem jeito.

A Sra. Bailey levou o bebê embora, e eles começaram um novo bimestre, e no quarto horário, Felipa seguiu para a sala de biologia, uma das aulas que tinha o desprazer de fazer com Felipe.

— Para começa, eu quero um voluntario que me responda o que são células cancerígenas? Quem quiser levanta a mão. – O Professor pergunta e Felipa e Felipe levantam a mão ao mesmo tempo. – Felipe. – Felipe joga uma piscadinha convencida para ela, que revira os olhos.

— Eu sei que o acumulo dessas células formam tumores malignos. — Ele responde meio sem saber muito do assunto, mas Felipa emenda logo em seguida.

— Elas se multiplicam de maneira descontrolada, mais rapidamente células normais do tecido á sua volta, acabando invado-o. – Ela complementa com um ar de superioridade.

— Muito bem pros dois.

Era assim todos os dias, competição em aulas, fora delas, todo santo dia. Então eles estavam em um dia aparentemente normal, Felipe sentou com Zac e mais algumas pessoas no intervalo, e Felipa sentou com sua galera do outro lado do refeitório, pelo menos ninguém invadia o espaço de ninguém.

Felipa namorava com Alex atrás de uma das arvores que tinham na escola quando May mandou a seguinte mensagem para ela.

“Acharam seu irmão. Lima Central Hospital.”

Felipa se separou um pouco de Alex e ele estranhou de imediato.

— O que foi? – Ele pergunta preocupado, ou pelo menos teve a intenção de parecer se importar.

— Meu irmão. – Felipa diz angustiada. Estava escrito que haviam achado Corey, ele não tinha voltada para casa só, ele não tinha voltado com o seu carro ou nada parecido, ele foi encontrado, achado. Isso era muito mais que preocupante. – Eu tenho que ir.

— Como assim? Estamos no meio da escola. – Ele diz sem entender.

— Não importa, eu tenho que ir. Diga a Trish que eu saí, e a gente se fala mais tarde. – Ela se despediu com um selinho depois saiu apressada.

— Cara, por que a Trish não para de olhar pra você. – Zac pergunta estranhando o olhar da morena para eles no meio da aula de historia.

Felipe então olha em direção a menina, que ao perceber que ele a encarava deu um tchauzinho que foi muito bem recebido.

Ele relaxou na cadeira e depois disse com um olhar convencido.

— Ela tá na minha.

— Você vai ficar com a melhor amiga da Felipa, isso não parece uma boa ideia. – Zac argumenta.

— Não disse que ira ficar com ela, só disse que ela tá querendo meu corpo nu. – Ele diz e Zac tenta segurar o sorriso.

— Senhores Collins e Kault, algum problema? – A professora chama atenção dos dois.

— Não, senhora. – Zac responde, ela da mais uma olhada de repreensão pros dois e depois continua com a sua aula.

+++

— Como foi a aula Charlie? – Felipe pergunta enquanto ele caminhava para casa junto com sua irmãzinha.

— Foi normal, eu vi uma ambulância hoje. – Ela contou.

— Uma ambulância? Na sua escola? – Ele pergunta confuso.

— Umas meninas da minha sala encontraram um cara de trás da escola. Elas chamaram os professores, e eles chamaram uma ambulância.

— Nossa, que esquisito.

— Foi sim, mas e ai? Como esta a sua namoradinha? – Ela pergunta sorrindo e levantando as sobrancelhas de uma forma engraçada.

— Que namorada criatura? – Ele pergunta sem saber do que ela estava falando.

— Aquela menina bonita, dos olhos verdes que parece uma modelo. – Ela descreve.

— Felipa? – Ele pergunta incrédulo e ela afirma. – Que horror Charlie, ela não é minha namorada e no dia em que eu namorar uma pessoa como ela, você pode me internar. – Ele disse bagunçando o cabelo dela.

— Ok, eu farei isso.

— Acho bom.

Notas finais
IHHHHH, ferrou pro Corey. Eai, o que vocês acham que aconteceu?