Faça-me, Quero Ser Tua.

22 Tomada por seus lábios.


Notas iniciais
Oi amoressss! Mazaaah! como estão? Bem... peço perdão caso tenha erros ortográficos, pois estou sem tempo de escrever, imaginem de revisar? kkk Deixo aqui, meu grande beijo para a Jacqueline Veneno que está acompanhando a fic! Bem, espero que gostem do cap... e q desfrutem com carinho... e erotismo kkk~~parei Boa Leitura!

Meu corpo estava pesado, e tudo em mim parecia doer. Algum calor delicioso envolvia-me, e mesmo relutante, eu sentia-me obrigada a acordar. Um flash de memórias tomou conta de minha mente nebulosa, e foi ai então, que cai em realidade... Ele!

Abri meus olhos, um pouco confusa, e imediatamente meu olhar chocou-se com um homem das trevas desperto –desperto e mais lindo do que... pare Paulina. Não foi um sonho... ele... está aqui, ao meu lado, em minha cama... dormindo comigo! Oh, meu, santíssimo, Pai!

–Oi. –murmurou ele com a voz pesada, tirando-me de meu raciocínio.

–Oi. –disse rapidamente. Ele sorriu para mim, mirando-me nos olhos, e quando fui mover-me, senti o peso de uma de suas pernas sobre mim. OH MEU DEUS! Tentei levantar-me as pressas, e ele tirou a perna, mas manteve-me no lugar.

–Hei, acalme-se. Vai acabar desmaiando.

–Deixe-me levantar. –pedi para ele.

–Devagar.

Ele mirou-me nos olhos, com um sorriso querendo aparecer em seus olhos, e foi ai então, que saltei da cama, fugindo de sua mira. Fui para a cozinha, e enchendo um copo d’agua, o bebi inteiro, e logo outro. Estava com uma sede incrível.

–Você está bem? -perguntou-me ele, levantando-se da cama.

–Sim, apenas minha cabeça que dói muito. -disse virando-me de costas, para não mira-lo.

–Tens que tomar outro comprimido.

Em questão de milésimos, ele já estava parado atrás de mim, aproximando-se cada vez mais. Dei um passo a frente, libertando-me de sua proximidade, e virando-me para ele, tive de encarar os fatos.

–Precisamos conversar. -afirmei mirando-o nos olhos.

Ele, ainda descalço e com os cabelos bagunçados, suspirou pesadamente e apoiou as mãos nos bolsos da calça. Eu estava tomada por uma ira, uma raiva dele que nem sabia de onde vinha...

–Não temos o que conversar. Você voltará pra minha casa, irei cuidar de ti até que melhore, e então... veremos o que acontece.-disse firme, sem nem ao menos piscar.

–Não. -falei decidida. -Ficarei em minha casa. Eu na minha e você na sua.

Eu estava no meu máximo de tudo que podia suportar. Não estava mais aguentando isso tudo com ele. Eu estava realmente mal, e não era apenas pelo ferimento.

–Você realmente é pior do que todos dizem... -falei abruptadamente. -Me Beija, acaricia-me, e logo me diz coisas horríveis como fez hoje a tarde. Confesso que sim, me sinto ligada a ti, mas não, não irei para a cama com você! Não é esse o destino que quero pra mim, não quero ser mais uma vez enganada.

Desabafei aquelas palavras, sentindo meus olhos arderem pelas lágrimas, e com a visão já turva, eu mal podia vê-lo. Baixei meus olhos, fugindo de sua mirada, e quando ele deu um passo a frente, estiquei minhã mão, tocando seu peito.

–Não! -murmurei com o nó em minha garganta. -Não chegue perto de mim.

–Mas que porra é essa Paulina? -grunhiu ele.

Irritada, -completamente descontrolada- tentei dizer algo, dizer o motivo por tanta coisa me afligir. Carlos Daniel não entendia como era o meu mundo. Ele queria transportar-me para o seu, sem se importar com meus conceitos e pensamentos.

–Você só pensa em si mesmo! Não entende que quem vai sair machucada disso tudo sou eu? -gritei desesperada. Não conseguia mais suportar tudo isso.

–Porra, o que eu fiz pra te deixar assim?

Ele ainda estava no mesmo local. Parado. Tenso. Mirando cada ação minha. Eu realmente não sabia o que estava acontecendo. Em meu mais profundo, queria me abrir para ele e contar tudo que me afligia. Mas... nem sempre tudo é possível.

–Além de entrar na minha vida? -falei sem pensar.

Carlos Daniel deu um passo a frente, e no mesmo instante dei um passo atrás. Passei meus dedos sobre a pele encharcada de minhas bochechas, tentando além de mandar as lágrimas embora, mandar tudo o que ele me provocava.

–Vamos Conversar... por favor Paulina. -sussurrou ele, dando um largo passo a frente, prendendo-me contra o balcão da cozinha. -Não sei mais o que fazer para que entenda-me. -murmurou apoiando suas mãos em minha cintura, cerrando os olhos, parecendo confuso.

Ele abriu aqueles olhos, encarando-me com aquele olhar escuro. Pude ver-me refletida na imensidão daquele brilho, mas... algo estava errado. Ele também estava em conflito, mas... quem acabaria saindo ferida era eu, e não ele. Isso precisava de um fim.

Segurei seus punhos e o afastei de mim, empurrando-o, e sem demoras, sai da casa, tentando achar uma forma de me afastar dele, me afastar de tudo.

Meus pés descalços bateram de encontro a areia fria. O dia mesclava-se com a noite, em um céu escuro, escondendo o fervor do sol. O Vento batia forte de encontro a minha pele, e rezei em silêncio para que ele limpasse minha alma, levando junto os sentimentos cravados em meu coração.

Sai de meus pensamentos com sua voz -que eu já conhecia tanto- me chamando, e junto seu toque em meus braços, virando-me para ele.

–Me escute... droga, por que você não pode deixar essa menina longe de você? Olhe a grande mulher que és e converse comigo como a tal!

Meu sangue ferveu mais uma vez, e perdi o controle de mim. Droga, ele ainda insiste com isso de me chamar de menina... -não que ele esteja muito errado.

–Tudo bem Carlos Daniel... chega disso! Sou muito menina para você! Não sou mulher pra ti. Já disse isso, e você é quem não age como o tal homem que diz ser. Deixe-me em paz, e pare de querer me mudar!

Minha voz alterada, fez a raiva transbordar por meus olhos. Carlos Daniel puxou-me para si, colando seu corpo ao meu, e ali, senti minhas pernas enfraquecerem e tudo o que existia era ele, eu... e meus medos.

–Solte-me... -murmurei apoiada a ele, baixando meu rosto para não mira-lo. Ele tem poucos centímetros a mais que eu, e tudo favorece a nossa proximidade.

–Não! -grunhiu ele puxando-me para mais perto. Meus punhos fechados apoiaram-se ao peito dele, e obriguei-me a erguer meu olhar para ele.

–Você disse que tudo o que eu pedisse, você faria... -atirei, recordando de suas palavras.

–As Vezes é necessário quebrar promessas. Principalmente quando o que mais se deseja escorre por seus dedos.

–Solte-me... -murmurei mais uma vez, sentindo o frio do vento mesclar-se com o calor das sensações que ele me enviava.

–Não vou te soltar. -disse firme, sacudindo-me em seus braços.

Assustei-me com sua maneira de me tratar, tão bruta e violenta, ele correu suas mãos pela minha cintura, e de maneira forte cavou a pele de meu quadril.

–Me Solta Carlos Daniel! -gritei sentindo minhas pernas mais uma vez fraquejarem, e minha respiração acelerou no mesmo instante, me traindo.

–Sh... sinta... sinta o que te provoco. Sinta...

Ele correu seus dedos por minha pele, e tudo o que eu pensava foi arrancado de minha cabeça. Seus dedos de encontro a minha pele revidavam aquelas estranhas -e deliciosas- sensações, e a necessidade de sentir mais dele me possuía. Queria agir com meu corpo, -e coração- mas minha mente gritava me repreendendo, e foi empurrando-o com força, que ele mostrou o quão monstro era. Com força ele passou sua perna por entre as minhas, e virando-me me jogou na areia, tombando sobre mim, me prendendo entre ele e os pequenos grãos.

–Não me toque! Solte-me Carlos Daniel. Pare... me solta! -Gritei batendo os punhos em seus peito, movimentando-me debaixo dele, tentando de alguma maneira faze-lo me soltar.

Ele levou forte sua mão até minha garganta, e violentamente segurou meu rosto, pressionando o polegar e o indicador em minha mandíbula. Temi que aquele ato deixasse marcas, e cerrei os olhos com tamanho o ato dele.

–Diga.. diga que não me quer mais na tua vida, que deseja nunca mais me ver, e assim, será!

Suas palavras em tom grosso, arrogante, deixaram-me imóvel por inteira, e imediatamente minha íris chocou-se com a dele. Seus atos eram violentos, mas em seus olhos eu podia ver o quão frágil ele era. Seus atos tentam esconder o bom homem que ele é, só não sei o motivo para ele querer esconder-se dessa forma. Ele respirou pesadamente mirando ainda no fundo de meus olhos, e quando pensei em dizer algo, — ofendê-lo talvez — gritar para que deixasse eu seguir com minha vida, ele passou a língua nos lábios e direcionou seu olhar para minha boca.

–Eu sabia... -murmurou.

Perdi a noção do mundo e possessivamente ele atacou minha boca com a sua. Cerrei meus lábios impedindo seu beijo, debatendo-me para que me soltasse. Não sei o que seria de mim se seu sabor tocasse meus lábios novamente. Bati meus punhos em seus ombros, e ele pouco se importou, continuando sua luta para conquistar meu beijo. E foi quando sua mão que segurava meu rosto correu por meu pescoço, encaixando-se em minha nuca, que me perdi, gemendo de encontro a ele, acalmando meus punhos, abrindo os lábios, deixando que ele me tomasse outra vez.

Notas finais
Eh ai SC's? e agora? rolou beijo... e o que vai acontecer? quem sabe um tchuco na areia? kkkkkk~~parei Hey, a escritora saliente aqui ~~no caso eu~~ ficou muito triste com a decaída das visualizações da fic... chateada... =( então... vc que gosta... indiquem pras amigas, mandem pro povo... pras vizinhas fofoqueiras jajajaja... então.. comentem, favoritem, recomendem... :D #LasAmooooo beijoos