Faça-me, Quero Ser Tua.

10 Roupas com o cheiro dele. / Tão Cuidadoso.


Notas iniciais
Oi meninas! mazaaa! que saudade! bem, estou no meio de uma palestra sobre saude bucal, e roubando o wifi da escola, (pq o FDP do técnico da Oi, ainda não foi lá em casa) então, estou sem internet. Espero que gostem, do cap. Se der, irei programar o prox cap, que já está pronto... Ah, notícias... O cap do Tchuco está pronto.... jijij me ammmmmmmmeeeeeeeeeeemmmmmmm!!! Espero que vcs gostem desse cap, e espero que não abandonem a fic. Assim que minha net for instalada, irei postar pra vcs... Las amo. ah, perdoem o Título! Estou sem inspiração... =/ Desfrutem!

Carlos Daniel pegou minha mão e levou-me novamente para a suíte. Droga. Eu não tinha o que fazer. Não tinha como fugir dele. Ele me dominava.

Assim que entramos, ele abaixou-se e juntou as roupas que eu havia jogado aos pés dele. Outra vez, ele parou frente a mim e entregou-as em minhas mãos.

–Não se preocupe, não te farei mal. –disse ele colocando sua mão sobre a minha, e seu olhar de encontro aos nosso dedos juntos. -Eu Juro.

–Mas...

Tentei argumentar mas ele me impediu erguendo os dedos da mão livre, levando-os aos meus lábios.

–Faça Paulina. Obedeça e faça. –sussurrou fazendo o desenho de minha boca.

Extasiada, acenei para ele em concordância, e a passos largos caminhei até o banheiro.

Entrei no grande ambiente e rapidamente tranquei a porta. Meu coração batia tão aceleradamente, que parecia que eu tinha corrido uma maratona. Santo Deus. Tentei acalmar-me, mas foi impossível. Exausta, e começando a ficar com sono, acabei rendendo-me. No meu mais profundo, sabia que ele nunca me faria mal. Não sei o que, mas algo me impedia de sentir medo dele. Talvez eu até tivesse medo, mas não conseguisse pensar nisso estando ao lado dele. Decidida a tomar um banho, abri as roupas que ele havia me entregue. Oh Céus. Ele separou para mim, uma camisa de Linho azul, e uma calça de pijama. Droga, o que eu faria agora? Abri desesperadamente as portas do armário, e graças a Deus encontrei um roupão limpo. O colocaria por sobre a roupa. Exausta, eu tirei minha roupa completamente suja de sangue e a larguei em um cantinho do banheiro.

Quando caminhei até o box de vidro, lembrei-me do corte, e que teria que tirar o curativo. Recuei e sentei-me na borda da grande hidromassagem. Um pouco nervosa, abri o curativo, e assustei-me com o tamanho do corte. Eu pensei que ele fosse menor. Respirei fundo, e então, voltei ao box e abri rapidamente a agua quente sobre minhas costas. Oh Deus, como eu precisava disso.

A agua quente lavou minha mente, tentando esquecer as tantas coisas que tinham acontecido naquele dia. Virei-me de frente para a janela de vidro fumê e pude ver que lá fora, começava a anoitecer. Eu não podia acreditar. O dia tinha voado. Meu corpo no mesmo instante, mostrou-me que era verdade, fazendo um grande ruído, pedindo por comida. Fiquei mais alguns minutos no banho, e tentei –inutilmente- esquecer do toque de Carlos Daniel sobre minha pele. Foi mais do que inútil, foi torturante. Lembrei de cada segundo meu ao lado dele... Seus dedos acariciando meu rosto... os mesmos dedos correndo meus lábios, e em seguida os seus... Meus dedos correndo pelos botões de sua camisa, despindo-o... a pressão de seus dedos contra os meus, pressionando-me contra sua pele descoberta... Seu rosto próximo ao meu... nossas respirações se encontrando... tudo aquilo, levou-me para outro mundo.

Desliguei o chuveiro após alguns minutos, tentando desligar com eles meus devaneios. Enrolei-me em uma toalha, e logo, levei minha mão para abrir o vidro. Acabei, naquele momento, esquecendo-me do corte, e meu grito de dor ecoou pelo grande espaço.

–Ai! –gritei colocando a mão sobre o corte, e em seguida, olhei para ver se não tinha aberto nenhum ponto.

–Paulina! Você está bem!? –chamou-me aquela voz já conhecida, berrando em um tom alto.

–Sim, estou! Só... machuquei minha mão. –respondi olhando para a porta fechada.

–Tem certeza que está bem? –soou sua voz já em um tom mais baixo.

–Sim, tenho...-murmurei engolindo em seco.

–ok, não demore, você precisa comer.

Sua voz –Preocupada- afastou-se aos poucos, e cai no silencio do enorme banheiro outra vez. Sai do box de vidro, -agora abrindo-o com a mão certa- e rapidamente me vesti. O cheiro daquelas roupas pareciam ter o cheiro dele. Provavelmente tinha. Tive que por as mesmas roupas íntimas que eu estava, mas pouco importava, eu iria sair daqui, pedir para uma das camareiras da noite pegar minhas roupas, e iria embora. Penteei meus cabelos frente ao espelho, e tirei de uma das gavetas do banheiro, um prendedor elástico. Prendi meus cabelos em um rabo de cavalo, e enrolando-me no roupão, destravei a porta e em seguida sai dali.

Assim que abri a porta, dei de cara com Carlos Daniel. Ele estava sentado em uma das poltronas próximas a janela, e imediatamente, olhou-me nos olhos.

–Está tudo bem? –perguntou levando um copo a boca. Ele estava bebendo, e pelo jeito, era whisky.

Nervosa, movimentei minha cabeça em concordância, um pouco nervosa? Errada! Muito nervosa.

–Venha, sente-se ao meu lado. –Disse calmamente, apontando-me a poltrona.

Engoli em seco, e pisquei rapidamente, como se tentasse buscar respostas para as inúmeras duvidas que corriam em minha cabeça. Ele pareceu ver minha mente naquele instante, e antes que alguma palavra saísse de minha boca, ele levantou-se e caminhou até mim.

–Venha... –sussurrou Parando em minha frente, e logo, seus dedos se encontraram com os meus e com delicadeza, ele levou-me até a poltrona ao lado de onde ele anteriormente estava sentado.

–Sua mão está doendo? –perguntou sentando-se ao meu lado, fazendo-me erguer meu olhar até ele.

–Um pouco. –sussurrei olhando-o nos olhos.

Carlos Daniel olhou-me, e em seguida seu olhar desviou do meu. Ele apontou para que eu me senta-se, e assim o fiz. Ele, virou-se de costas para mim, e em seguida caminhou até a cama. Sentando-se ali, ele levou a mão até o telefone e discou algum número. Poucos segundos depois, uma voz feminina outra vez ecoou.

–Sim, Senhor. –Reconheci a voz, era Manu.

–Preciso de duas cartelas de diclofenaco sódico, 500mg. Rápido.

–Sim, senhor.

Ele apertou algum botão e a chamada encerrou-se. Ele levantou-se e caminhou até o banheiro, sem olhar-me. Minha audição atiçou-se, e ouvi ele abrindo os armários do enorme armário do banheiro. Passaram-se pouquíssimos segundo, e logo ele voltou com algumas coisas em mãos.

–Venha... –sussurrou para mim, indo até a cama, sentando-se ali. Como uma boneca comandada por ele, caminhei até a cama. Sentei-me em uma distância razoável dele, sua presença me deixava nervosa. Baixei meu olhar para minhas mãos em meu colo, mexendo-as nervosamente. Lentamente abri a mão, e percebi que o corte estava muito vermelho. Estava começando a ficar preocupada. Sentia-o latejar, e começava a doer, realmente doer.

–Srtª envergonhada, venha mais para cá... –sussurrou estendendo sua mão para mim. Tremi por dentro. Meu olhar ergue-se para o rosto dele, e ali, um belo sorriso estava esboçado. Estiquei minha mão até a dele, e com um carinho que eu não esperava, ele envolveu meus dedos aos seus. Oh Céus... Aqueles olhos escuros miravam o fundo de minha íris, como se de alguma forma tentasse ler minha mente. Seus dedos puxaram os meus, e como em uma questão de míseros milésimos, eu estava sentada ao lado dele.

–Me dê sua mão. –sussurrou de uma maneira serena, na qual, sua voz automaticamente me tranquilizou –um pouco. Automaticamente, estendi minha mão machucada para ele. Meu olhar mirava abaixo, tentando não se encontrar com o dele.

Cuidadosamente, Carlos Daniel segurou meus dedos com os seus, e puxou-me para mais próximo dele. Sabendo o que fazia, ele derramou uma boa quantidade de agua oxigenada sobre minha mão, que no mesmo instante latejou a dor por meu braço inteiro. Ardeu bastante. Fechei meus olhos, escondendo-me da dor, e ele, logo tratou de secar o líquido que borbulhava sobre o ferimento.

Delicado, como jamais imaginei que ele pudesse ser, Carlos Daniel envolveu em minha mão uma faixa de tecido para ferimentos, fechando o local do corte. Eu, encantada, observava cada movimento dele ao redor de mim, ele parecia enviar milhões de reações ao meu corpo, reações que a cada olhar seu, vinham a tona.

Quando menos esperei, ele, pegando-me completamente de surpresa, ergueu minha mão até seu rosto e depositou um beijo sobre o curativo. Meu corpo inteiro tremeu, e desejei sentir aqueles lábios outra vez tocando minha pele. Minha íris pareceu dilatar-se com o olhar dele preso ao meu. Seu olhar fazendo-me perguntas em silêncio, invadindo-me por inteira. Oh Deus, as coisas que esse homem me provoca...

Notas finais
E ai?? o que ele vai fazer com ela? ai mds... quero um homem desses pra mim... onde compra??? kkk Espero que gostem! beijoooos! Sempre de Vcs... Dai.