Faça-me, Quero Ser Tua.

45 Palavras jogadas, sentimentos confusos. Medo e amor. Mistura total e viciante.


Notas iniciais
Oi geeeeeeeeente! ya, promessa é dívida! (dizem né?) Pois bem, as meninas do grupo no whats estavam querendo meu fígado (bjos proceiss..) então aqui está o capítulo... Deixo aqui, um super beijo pra minha amada Raquel, que sempre fizemos altos debates sobre nossas histórias, apoiando e incentivando certas cenas malucas. Também, a dona Marcelly que está lendo minhas histórias, comentando e parece bem feliz com o desenrolar da fic hahahha... beijão pra vc. Bem, uma dica pra vcs, é que Observem muito esse capítulo. Tem algumas dicas ai das seguintes cenas... muahahhaah (risada da Paola Bracho) então... DESFRUTEM!

James, alguns minutos depois já me deixa no hotel. Caminho até a recepção, e Manu vem rapidamente até mim, abraçando-me forte.

—Achei que ele tinha matado você! -Diz com um sorriso, afastando-se de mim.

Preparo alguma respostinha mentalmente, mas no mesmo instante, o objeto me entregue a pouco, vibra em meu bolso. O Retiro, e vejo o nome no visor.

"Homem das trevas."

—Sim? -Atendo contendo um sorriso.

—Só pra dizer-te que adoro o sabor da sua boca, e que foi deliciosa nossa conversinha no escritório.

Não consigo segurar um sorriso.

—Eu também adoro o sabor da sua. E concordo. Tivemos uma conversa interessante.

—Hm, Paulina. Só fala assim comigo quando estou longe, não é?

—Ontem falei assim...E hoje também.

—É verdade. Você vai me levar para um mal caminho desse jeito. -Ele ri. -Agora vá trabalhar.

Ele desliga o celular e fico olhando para o aparelho com cara de boba.

—Mas o que foi isso? -pergunta Manuela me olhando espantada.

—Isso o que?

—Essa conversinha! E... e esse celular ai, que paga todas minhas contas!

Não posso deixar de sorrir.

—É coisa dele... -digo baixinho.

—Pois é! E por falar em homens... -faz uma pausa olhando para os lados. -

Prepare-se para conhecer o novo gerente. É bonitão, mas insuportável.

—Ai Manuela.

—É verdade Lina! -diz debochando.

—Pois bem, então irei indo. Vou cumprir meu horário para não me estressar.
.
.
.

Organizo as coisas dentro de meu armário, e mesmo sabendo que Carlos Daniel irá me matar, deixo o telefone celular ali. Uma das regras do Hotel, é que não podemos usar celulares no horário de serviço. E como já disse a ele, não quero misturar as coisas entre nós. Deixo o aparelho ali, e logo me dedico as minhas tarefas.

Há uma pilha de lençóis a serem passados e dobrados. O faço. Fico a maior parte de meu turno por ali. Faço uma pequena pausa apenas para comer algo. Logo, subo para organizar alguns quartos. Embriago-me quase de imediato quando entro naquela suite na qual aconteceu meu primeiro encontro com Carlos Daniel. Organizo-a pacientemente.

Encerro meu turno com alguns minutos a mais. Encontro Manuela fechando seu turno também. Ela insiste para que eu vá a um bar com ela, para que possamos conversar.

—Lina, vamos... por favor. Faz tantos dias que mal nos falamos! a Raquel irá também.

—Manu, eu não sei não... o Carlos Daniel...

Nesse mesmo instante travo. O Celular!

—Droga! Manu, já venho, Me espere.

Corro até meu armário nos fundos do hotel, e assim que pego o celular, meu corpo inteiro treme. 23 chamadas não atendidas. 8 mensagens. Todas dele. Bem, não teria ninguém mais para me ligar.

Finjo que não vi nada, e coloco o celular no bolso de minha calça, voltando a sair do Hotel.

Manu me espera paciente.

—O Que aconteceu? -Pergunta-me preocupada.

—Nada de mais, só acho que Carlos Daniel vai me matar. Tinha 23 chamadas não atendidas dele no celular.

—Eita Paulina... isso vai dar tendel!

Não posso deixar de rir de sua expressão. Assim que saímos do Hotel, dou de cara com James. Tinha quase esquecido dele.

—Senhoritas... -nos cumprimenta e vem logo até mim. -Senhorita Paulina, o Senhor Bracho está um tanto, hm, nervoso procurando pela senhorita.

Manu me encara, e eu encaro os dois. No mesmo instante, meu celular toca. Adivinhe? era ele. Atendo o celular receosa.

—Oi.

—Até que enfim! Porra! Onde você está?! -Diz em tom preocupado.

—Oi pra você também! -Digo debochada.

—Estou muito irritado, não me venha com esse papinho.

—Me Escute bem, Carlos Daniel. Eu estava trabalhando, e como suas próprias regras, não posso andar com o celular pelas dependências do Hotel...

—Mas, -tenta me cortar.

—Deixe-me terminar! -me irrito. Ele fica calado e continuo. -Deixei o celular no armário e acabei esquecendo completamente dele ali. -DIgo paciente já. Que homem complicado. -E outra coisa, se me ligou pra estragar meu dia, nem continue.

—Ok, mas me preocupei contigo. Só isso. -Diz como se não tivesse a certeza de suas palavras.

—Ok também. Eu sei disso, e só acho que se preocupa demais. Estava no hotel apenas. Agora encontrei Manu, e ela está me atazanando para que saia com ela. Com ela e Raquel.

—A Senhorita Hernandez, e sua irmã?

—A Própria. -falo lançando um olhar a Manuela.

—Sair pra onde? -questiona com um tom autoritário.

—Ela quer beber algo, um barzinho que íamos as vezes, acredito eu.

—Paulina, bem... Vá se divertir. Mas se cuide, e James leva vocês ao bar e depois para casa.

Ok, essa parte está encerrada. Mas, e ele?

—E Como você está? -pergunto esperando algo dele.

—Bem, apenas cansado. Tenho um jantar dentro de meia hora.

—Foi tranquila sua viagem?

—Foi sim, passei ela toda pensando nos seus sons hoje pela manhã.

—Carlos Daniel... -murmuro quase reprovante, segurando-me para não enrubescer. Falho drasticamente.

—Vergonha, ainda?

—Você... você não tinha um jantar?

Ele ri do outro lado da linha.

—E Tenho. Pois vá se divertir. Quando chegar em casa, envie-me uma mensagem que retorno como chamada, ok?

—Ok. Boa noite pra você.

—Pra você também, e se cuide.

—Idem.

Carlos Daniel desliga a chamada e quando foco onde estou, encontro Manuela e Raquel me observando.

—O que foi?

—Credo Paulina, nunca te vi com essa cara de besta! -diz Manu entre gargalhadas.

—Manu! Sempre você! -Não contenho a ironia, mas acabo por rir também.

—Vamos logo que não quero ficar até tarde na rua.

Seguimos com James até um pequeno quiosque na beira da Praia. A noite, o bar ali fica aconchegante e lindo, com a vista do mar e suas ondas agitadas.

Conversamos entre um drink e outro, e acabo contando algumas coisas dos últimos dias. Manuela insiste inúmeras vezes por saber se estou mantendo realmente um caso com Carlos Daniel, o tal Bracho, como ela diz.

—Fala Lina, poxa... vocês já estão nessa enrolação a um tempo. -insiste esticando-me um copo de margarita. Tomo um gole, mas logo me repuna.

—As coisas são difíceis. Complicadas... não sei o que temos. -digo roubando o copo de Manuela, tomando um gole de sua piña colada. Hm, bem melhor. -Vamos trocar...

Ela nem se preocupa com a bebida, ainda mais com nossa conversa.

—Mas e ai Lina, conta, o cara é gostosão, não é? -indaga Raquel.

Dou um salto da cadeira. Manuela apenas ri com a pergunta da irmã.

—Ah, é que... Bem.

—Fala ai Lina, como foi?

—Ah meninas, vocês estão me deixando envergonhada! -protesto sentindo o álcool afetando nós três. -Ok, assumo. O Homem é sensacional... e eu odeio admitir que ele mexe demais comigo.

—Eu Sabia! -grita Manu. -Aquele homem deve ser um espetáculo sem roupa.

Oh, se elas soubessem...

Entre Risos e gargalhadas, bebemos mais um drink, e James acaba por nos levar para casa. Deixo as meninas na casa de Manu, e em seguida vamos para a casa de Carlos Daniel. James insiste em me ajudar, e eu, teimo em ir sozinha para o quarto. Tiro a roupa de pressa, e então me jogo na cama em que eu e Carlos Daniel dormimos na noite passada. Me obrigo a levantar, lembrando-me de meu celular, que ficou no bolso do casaco. O pego e observo as horas. Quase 3 da manhã, aqui. Carlos Daniel citou de estar em Miami... lá, apenas uma hora de diferença, mas acredito que ele dorme. Acabo por mandar uma simples sms para ele.

"Estou bem. Cheguei a pouco. Viva e inteira. Boa noite, meu homem das trevas. Acho que estou bêbada, mas tudo bem. Vou dormir, estou cansada. até amanhã. bj"

Era uma mensagem simples.

Talvez um dia foi.

Mas a transformei em uma bomba.
...

Desperto com um barulho irritante. Miro o despertador, são 3:40 da manhã.

Ah, droga! o Celular!

Dou um salto na cama, tateando o celular no meio das cobertas. O

Encontro rapidamente, e assim que observo o visor, é ele.

—Oi... -murmuro sonolenta, tentando manter meus olhos abertos.

—Oi. -responde-me, deixando-nos em um silêncio ensurdecedor em seguida.

—Achei que estava dormindo...

—E estava, mas assim que sua mensagem chegou, despertei. -diz sereno.

—Você está bem?

—Eu estou. E você?

—Também. -digo virando-me nas cobertas. -Só acho que minha cabeça está rodando.

—Quantos drinks você bebeu?

—Iii... não contei. Mas a piña colada tava maravilhosa.

—Piña colada?

—É.

—Hm... -murmura do outro lado da linha. -Fico tranquilo que esteja tudo bem, então. Acho que você precisa descansar, não acha?

—hurum... -murmuro me aconchegando a cama.

—Vai trabalhar pela manhã?

—Hurum...

—Somente hurum?

—Hurum.

—Você pronuncia mais coisas quando estou ai...

Meu sangue acelera nas veias. Rolo nas cobertas pela décima vez.

—Pois é, mas você não está fazendo nada que me obrigue a falar coisas a mais.

—hm... Vou providenciar mais bebidas quando estiver ai contigo.

—Não... sempre que bebo, acabo falando coisas que não devo. -repreendo-o.

—Você apenas perde a vergonha, meu anjo. Agora vá dormir, amanhã nos falamos.

—Tudo bem.

—Durma bem, e se cuide.

—Carlos Daniel... -murmuro seu nome quase como uma súplica.

—Estou aqui...

—Se você tiver que partir meu coração, faça logo.
Encerro a chamada antes que ele diga qualquer coisa.

Acordo com o toque do despertador. Hm, não quero levantar, mas o faço.

Minha cabeça parece que vai explodir. Tomo um banho depressa, visto uma calça jeans e camiseta como normalmente faço, e então desço para preparar algo para comer. Cacilda está na casa, e eu nem lembrava. Ela já está com a mesa posta quando chego a cozinha. Tomamos café juntas, e logo James aparece, avisando-me que me espera para levar-me ao hotel.

Sigo minha rotina, e em pouco tempo estou no hotel.

Verifico o celular. São 8:25h e não temos mensagem nem chamada perdida de Carlos Daniel. Direciono-me ao meu armário, e logo visto meu uniforme de trabalho. Estou acabando de prender o cabelo, quando um homem entra no vestiário.

—O Senhor não pode entrar aqui. -murmuro com a voz falha.

—Quem lhe disse que não? E o que você faz aqui ainda? Não devia estar trabalhando já?

Ignoro-o. Mas acredito que ele seja o gerente novo que Manuela citou ontem.

—O Senhor deveria saber que não deve entrar no vestiário feminino. São contra as regras. O Senhor é o gerente, mas isso não muda para você. -Digo colocando minhas coisas no armário. Retiro a chave e a guardo em meu bolso.

—Tens uma lingua afiada, Senhorita. Bastante afiada. Hm... -Ele olha meu uniforme. -Senhorita Paulina. Até onde a senhorita é capaz de ir com essa boca?

—O Que o Senhor está insinuando? -bufo tentando me manter calma. Na verdade, de calma nada tenho. Sinto minhas pernas bambas.

—Nada. Não estou insinuando nada. E vá trabalhar, antes que eu lhe faça nunca mais pisar aqui.

Ele vira as costas, eu fico ali, perdida e apavorada.

Demoro a me recuperar. O que esse homem pensa que é?

Caminho até a lavanderia, e logo começo minhas funções.

Dou de cara com o querido homem que invadiu o vestiário mais duas vezes durante meu turno. Em uma das vezes, ele xinga uma das garotas que até então, pelo que me disse Raquel, foi quem espalhou minha história com Carlos Daniel.

Finjo que nada vi, e passando das 6 da tarde, consigo acabar tudo no hotel. Assim que saio, James já me espera. Me pergunto mentalmente se ele fica ali o dia inteiro esperando que eu apareça. O Cumprimento, e assim que entro no carro, uma saudade instantânea de Carlos Daniel me preenche.

..

Dois dias se passam.

Não passou um segundo sem que eu não pensasse nele.

Vou enlouquecer.

Saio do Hotel exausta. Exausta e irritada. Aquele gerente do Hotel, não tem moral alguma. Não sei nem como Carlos Daniel coloca um homem daquele nível para trabalhar, ainda mais depois do que vi hoje, quando dei entrada em meu turno. Um absurdo. Bem, nem tanto... ainda mais que eu já fiz coisa semelhante com meu chefe, mas... não daquele jeito, e não ali, onde qualquer um poderia ver.

James me espera do lado de fora do hotel, como sempre, e então entro no carro, ansiosa pela chamada de Carlos Daniel. Sempre que saio do Hotel, não demora muito tempo, e meu celular toca. Ele sempre liga. Todos os dias.

Como se ele ouvisse meus pensamentos, o telefone toca em meu bolso do casaco. O pego apressada, ansiando por ouvi-lo.

—Alô? -digo atendendo, esperando que ele se pronuncie.

—Olá, princesa. -diz com a voz suave.

—Oi, príncipe.

Ele ri, e eu contenho um sorriso.

—Como você está? -pergunta. Ouço ao fundo, barulho de papéis.

—Estou bem, e você?

—Idem. Já saiu do Hotel?

—Sim... estou indo para sua casa. Estou exatamente, dentro do carro.

—Hm... esse Carro, se ele falasse.

—Pois é.

Ficamos em um silêncio na linha, enquanto eu recordo todas as vezes que ele me tocou enquanto estávamos ali. Retorno minha mente a realidade, e então me ouso a perguntar.

—Quando você volta?

—Acredito que amanhã. Tenho um jantar de negócios em alguns minutos, e assim que o dia amanhecer, regresso para o México.

—Fico contente que esteja tudo bem, e que você voltará logo.

—Eu também... ainda mais, por saber que amanhã você está de folga. -diz ele com a voz rouca, daquele jeito autoritário.

—Não estou de folga, amanhã ainda é sexta-feira. -Digo rapidamente.

—Pois eu sou seu chefe, e você está sim de folga.

—Carlos Daniel... -suspiro irritada, tentando me controlar. -Não tínhamos combinado que você não iria mais interferir no meu trabalho?

—Mas eu sou seu chefe, e tenho o direito de te dar folgas.

—Sim, você infelizmente é meu chefe, mas também temos essa coisa entre nós. E se não fosse por isso, você não me daria essa tal folga, então o Senhor não tem direito algum.

—Você sempre vai teimar comigo? -pergunta em uma bufada.

—Sim.

Ficamos em um silêncio torturante, e então ele se prontifica a falar.

—Olha, você sempre me surpreende.

Não digo nada, apenas o escuto. Dizer que não fico brava quando ele faz esse tipo de coisa, seria uma grande mentira. Droga, ele teima em meter meu trabalho no meio do que temos. Isso é muito frustrante.

—Pois bem, já que a senhorita me parece um tanto irritada com minha... hm, autoridade, irei para o Jantar. Te Ligo quando o Jantar acabar, se não for muito tarde.

—Ok. E sim, estou irritada. Você me irrita.

—Hm... Adoro te acalmar. Até logo.

—Até.

Assim que desligo o telefone celular, percebo que já estamos chegando a casa de Carlos Daniel. Droga. Não é que ele conseguiu me deixar brava. Poxa, o que vão ficar falando por ai? Gosto do meu trabalho, e não quero fazer dele um sacrifício.

Despeço-me de James, e em seguida desço do carro, deixando-o perdido ali.

Entro na casa, largando minhas coisas em um dos sofás, e de imediato subo as escadas. Hoje o dia foi de total stress... Não sei nem como foi possível.

Dou-me ao luxo de encher a banheira no quarto de Carlos Daniel, e então me jogo ali, deixando o peso daquele dia turbulento ficar na água. Fico um bom tempo ali, meus pés chegam a criar ruguinhas. Rio da situação. Recordo brevemente de minha infância na beira do mar, onde muitas vezes, inúmeras vezes, voltava para casa com os pés assim.

Pela janela, percebo que já anoiteceu. Bem, acho que já fiquei muito tempo por aqui. Saio da Banheira, enrolo-me a um roupão, e meu estômago pronuncia-se em pedido de comida. Desço para a cozinha, e vasculhando a geladeira, decido por fazer um ensopado de legumes. Me distraio picando os legumes e tudo mais, e me perco nas horas.

Me jogo como uma criança frente a televisão, com uma tigela de ensopado e uma coberta. Na TV, passa um filme de romance, mas acabo pegando-o pela metade. Assisto o restante do filme, e me delicio com o ensopado... hmmm, ficou maravilhoso!

Desligo a TV assim que já chorei bastante com o final do filme, e então vou para a cozinha arrumar o restante da bagunça que fiz.

Com tudo organizado, Subo as escadas e assim que encontro o celular, verifico as horas. Quase meia noite.

No Closet de Carlos Daniel, escolho uma camisa sua, e a visto como meu pijama. Hm, o cheiro dele... nada melhor.

Atiro-me a cama, agarrada ao celular, sabendo que provavelmente ele já não ligará mais hoje. Mexo em alguns aplicativos do aparelho, mas logo o sono começa a aparecer. Me abraço a um dos travesseiros, ansiosa por saber que amanhã a noite, ele estará ao meu lado.

Apago. Apago, em um daqueles sonhos turbulentos. Mulheres de saias, andando descalças pela beira da praia. Logo, Homens que colhem uvas... e tudo se mistura. Uma confusão na mente enquanto eu simplesmente durmo.

Notas finais
Então? Deixem nos comentários a opinião de vcs sobre o que vai rolar a seguir... Beijooos, e participem do grupo no whats: (51) 81406117 Beijos a todas!