Faça-me, Quero Ser Tua.

66 O Chefe e a Camareira: Dois loucos sem limites.


Notas iniciais
Oi amorecos! Aqui é a Paola, tudo bem? Dai mandou um grande beijo a todas vocês, agradeceu aos comentários no último capítulo e disse também estar muito feliz com as mensagens e o grande apoio que recebeu de vcs mesmo com tudo. Bem, pra quem não viu a postagem no facebook e ainda não sabe... Dai está com um "segundo emprego" e ainda está doente... As coisas estão um pouco complicadas e ela está sem tempo. Com isso, depois de muita conversa ela pediu para que eu me encarregasse de escrever as ideias dela para postar nas histórias. Dizer que não me doeu seria mentira, ainda mais por acompanhar seus primeiros textos... Nosso acordo foi o de que: Eu escreveria todas as ideias que ela já me repassou, reenviando para ela avaliar e mudar o que acha necessário, postando assim que possível. Ela, algo que me deixou bastante feliz, prefere que "façamos" isso ao invés de excluir sua conta. Sim, achei fofo. E Justo. Seria um tanto frio se simplesmente excluísse tudo ignorando o sentimento envolvido de vocês com tudo isso. Bem, sem mais... como ela sempre diz... Desfrutem! Beijinhos :*

Estico-me sobre a cama ele segura-me as coxas. Com bastante dificuldade consigo alcançar uma camisinha sobre o criado mudo. Estico-a até ele.

—Toque-se... -sussurra ele se afastando, parando de pé, vestindo a camisinha.

—Carlos Daniel, eu...

—Apenas mostre-me como te deixei molhada. -Diz ele parado no meio do quarto.

Meus dedos trêmulos descem por entre meus seios e então os levo para o meio de minhas pernas. Afasto-as um pouco mais e fechando os olhos deixo que meus dedos passeiem por minha pele escorregadia.

—Isso... mostre... -incentiva ele quando passo os dedos por ali e abro-a para ele.

—Carlos Daniel... -abro os olhos, encarando-o. -Por Favor... -suplico com a voz sumindo.

—Você quer que eu te coma, meu amor? -diz ele dando apenas um passo a frente, os dedos da mão livre tocando meu joelho, afastando mais minhas pernas.

—Sim... sim, amor.

Ele curva-se sobre mim, as mãos apoiadas ao colchão, seu sexo coberto pela camisinha se esfregando onde tanto desejo.

Gemo contorcendo-me enquanto ele me tortura.

Seus olhos encaram os meus. Ele diz mil coisas em apenas uma mirada. Suas mãos me agarram com força e ele me vira, colocando-me daquele jeito que tanto me encantou: o peito sobre a cama, os joelhos apoiados, com a bunda no ar esperando que ele a toque.

Ele agarra minha cintura, agarra-me e enfia em mim de uma vez só, lá dentro.

Dói. Tento fugir de seu toque mas ele me segura.

—Assim dói... -murmuro com o rosto colado ao colchão. Não sei por qual motivo estou tão dolorida.

Ele sai de mim e então empurra tudo de volta, fazendo-me gritar.

—Ainda dói? -questiona puxando-me contra si.

—Sim... -falo sincera, sentindo tudo lá dentro doer, arder.

Ele faz de novo. Grito com a força que ele me atinge lá dentro e com a brutalidade que suas mãos agarram minha cintura.

—Quer que eu pare? -pergunta tirando quase tudo de mim.

Não!

Empurro o corpo contra ele. Seus dedos puxam minha pele e o escuto gemer se enterrando em mim outra vez.

Dói mas é maravilhoso. Não quero que ele pare. É aquele maravilhoso ponto em que a dor e o prazer se misturam.

Ele mete... uma, duas.. cinco, quinze vezes. Grito agarrada aos lençóis e ele me surpreende quando solta uma das mãos de minha cintura e toca então o centro de minha intimidade. Contorço-me empurrando contra ele, sentindo aquela dor virar uma onda gigante de prazer.

—Goza. Não segure... Vou te fazer gozar e depois você ainda vai me dar um pouco mais.

Minha Virgem de Guadalupe!

Ele aperta-me e gozo ao seu redor, perdendo-me... caindo...

Ele tira de mim com pressa, deixando-me sem nada entender e então meio segundo depois já está todo lá dentro... todo... somente ele. Sem camisinha outra vez.

—Você é gostosa demais... gostosa demais minha Paulina.

Ele empurra, socando lá dentro, alongando meu orgasmo. Ergo o rosto e pelas cortinas afastadas do quarto vejo o sol desaparecendo de encontro o mar.

Pense em uma combinação maluca? Aquela vista com essa sensação...

Ele mexe... mexe dentro de mim, me abre... me enlouquece... me machuca de um jeito delicioso. Não entendo o motivo de estar doendo tanto... fizemos isso tantas vezes já, de tantos jeitos...

—Carlos Daniel... -sussurro já fraca, perdida no seu toque.

—Isso Paulina... isso, meu amor.

—Te amo... te amo... te amo... -sussurro mirando o mar, deliciando-me com ele ali.

—E eu a ti... também te amo Paulina, também...

Chego ao ápice outra vez, sentindo inchar-se dentro de mim, explodindo lá dentro, enchendo-me com seu prazer, perdendo o controle em minha pele.

—Você... minha... -diz ele ofegante enquanto ainda tremo sobre a cama.
Carlos Daniel sai de mim e então deita-se puxando-me para seu peito. Aconchego-me a ele.

—Amo você, Louca Paulina. -Sussurra depositando um beijo entre meus cabelos.

Beijo seu peito e apago, perdida no cansaço que esse homem me causa sempre que fizemos amor como dois loucos sem limites.

.

.

.

No dia seguinte sou a primeira a despertar. Carlos Daniel dorme enlaçado em minhas pernas enquanto seu celular vibra sobre o criado mudo incessantemente.

Levanto ignorando o ruido e vou ao banheiro. Escovo os dentes, prendo os cabelos, e quando saio dali indo em direção ao closet em busca de uma roupa, travo frente ao espelho. Minhas coxas e minha cintura estão com hematomas.

Minha Virgem de Guadalupe! Fomos esse turbilhão todo ontem a noite? Reviso meu corpo. O pescoço aparenta vermelhidão. Suas mordidas aparecem em minha cabeça como um flash.

Arrepio-me por inteira e então entro no closet. Imediatamente observo as sacolas que deveriam estar na sala agora aqui. Isso significa que ele levantou depois que dormi e as trouxe para cá. Ah Esse Carlos Daniel...
Abro uma das sacolas e encontro as saias que escolhi.Coloco-as sobre a poltrona cor de rosa. Abrindo a outra, encontro praticamente uma saia de cada cor. Ali está uma azul bem escura, outra marrom...vermelha, outro tom de rosa... Uau.

Abandono as peças por ali e então volto para o quarto. Carlos Daniel ainda dorme, mas agora agarra o travesseiro que me pertence.

Quando ele desperta já estou com a mesa para o café arrumada. Ele encosta-se ao batente da porta e então encara meu corpo com um olhar pesado. Estou vestindo apenas uma calcinha e a camisa escura que ele usava ontem a tarde.

—Bom Dia. -Diz ele com a voz sonolenta. Largo a jarra do café e o observo caminhar até mim. Seu corpo sem delongas envolve-me com força e ele enfia o nariz entre meus cabelos.

—Bom dia... -digo-lhe acariciando a cintura. -Está tudo bem? -pergunto baixinho.

—Tive um pesadelo. Fazia tempo que não sonhava com meus pais. -Diz ele soltando-me, mirando-me agora nos olhos. -Você dormiu bem? -questiona como quem esquece o resto do mundo.

—Sim, dormi muito bem.

Ele desliza suas mãos por meu corpo e então quando segura minha cintura acabo temblando em suas mãos.

—O que aconteceu? -Pergunta ele quando me afasto de seu toque.

—Culpa sua. -Digo agarrando a jarra do café servindo nossas xícaras.

Solto a Jarra e seus dedos param na borda de minha camisa. Sua camisa, na verdade. Ele ergue o tecido e nem ouso me mover. Ele olha meu corpo e então encara meus olhos.

—Sinto muito. -Diz parecendo chocado.

Ah Carlos Daniel... não faça essa carinha! Ele me olha como quem tivesse me amarrado e me surrado até que eu desmaiasse.

Querido... aquilo foi de livre e espontânea vontade. E que vontade, tenho que confessar!

Seus braços envolvem-me mas ele não me aperta, apenas me toca suavemente.

—Se você não lembra, lhe recordo que não pedi que parasse em momento algum. -murmuro longe de sua mirada. Meu rosto cora.

—É, mas que ficaram uns belos hematomas, ah... foi. -Diz ele com um sorrisinho, beijando minha nuca.

Tomamos café sentados um ao lado do outro. Não podemos deixar de notar o bom clima em que estamos. Nossas miradas dizem mais que qualquer palavra. E bem, aqui estamos nós.

Quem diria, não é? A Camareira e o chefe.

Nunca imaginei que aquele homem que eu sonhara tantas noites poderia se tornar meu namorado. E não é que se tornou mesmo? E ainda diz que me ama! Além de dizer... demonstra. Estou vivendo no paraíso.

Notas finais
E então, gostaram? Amorecos, outra coisa... a Dai ainda tem alguns capítulos postados no nosso Drive, ou seja, capítulos totalmente dela... ainda teremos "só ela" escrevendo por uns tempos. Grande beijo a todas, comentem ai bastaaaante, recomendem e essas coisas ai. E leiam minha fanfic SL também kkkkk Deixem as opiniões, por favor. Beijinhos, e até quando der :*