Faça-me, Quero Ser Tua.

43 Mudança radical / Confusa e apaixonada, para onde correr?


Notas iniciais
Oi Pessoas! Bem, esse capítulo nem ia existir, mas não me contive, e em segundos começou a fluir... e o que seria apenas um carinho... opa! hahhaha Desfrutem!

Em algum momento entre meus carinhos nos cabelos de Carlos Daniel e meus pensamentos, ele desperta; Se move devagar, então beija meu ventre, meus seios, meu pescoço, meu queixo, e logo minha boca.

—Desculpe. Acabei apagando, não foi?

—É. -sussurro levando as mãos até os olhos dele, acariciando cada uma das pálpebras. -Foi.

—Sinto muito... tinha planos melhores para a sobremesa. -murmura com a voz rouca, empurrando seu corpo ao meu, fazendo-me senti-lo.

Seu sexo toca ao meu, coberto por tanta roupa, e no mesmo momento, corro minhas mãos por suas costelas, sentindo a pele macia sob seus músculos, sentindo seu cheiro me embriagando.

—Na Verdade... ainda os tenho. -Sussurra beijando o contorno de meu rosto. -Confia em mim?

—Confio a muito tempo. -digo sem nem pensar. Digo simplesmente por ser verdade.

—Fico Honrado. -murmura, afastando-se. Seus dedos correm por minha barriga e rapidamente ele os desliza sobre o botão do jeans, abrindo meu short.

—Você me enlouquece. Qualquer pequeno toque, parece um choque de desejo...

Tremo a cada toque seu.

—Vamos fazer uma acordo? -diz com seus dedos acariciando-me.

—Tenho escolha? -murmuro agarrando-o para que beije meu pescoço.

—Claro que tem. Adoraria lhe fazer gozar assim, somente lhe esfregando... mas, tem um coisa que quero muito que aprenda a fazer.

—Quais são minhas opções? -consigo dizer quando tira sua mão de mim, deixando-me ofegante em menos de 2 minutos.

Esse homem é mar e calmaria. Fogo e vento. A menos de dois minutos dormia, e nesse tempo que passou, já me deixou ofegante.

—Fazemos meu joguinho e eu lhe recompenso bem, ou... fazemos como sempre.

Ele sorri cafajeste, daquele jeito que me enfeitiça, e imediatamente ele já descobriu minha resposta.

—Pensei que sempre eram joguinhos seus.

Seus lábios tocam o contorno dos meus, e entregando-me a tal caixinha, ajoelha-se entre minhas pernas. Apoio o objeto sobre meu ventre, enquanto ele me deixa trêmula apenas correndo seus dedos pela parte interna de minhas pernas, antes da borda do short. Abro a caixinha, e ali encontro uma quantidade gigante de camisinhas. Ele morde o lábio, mirando-me quando pego uma delas. Tira a caixa de mim, a larga ao nosso lado, ainda aberta, e então agarra minha mão livre, levando-a até sua ereção evidente mesmo debaixo do Jeans. Tento recuar meus dedos, mas ele me impede, fazendo-me tremer com a simples sensação de o sentir duro em minha mão.

—Quero que aprenda a colocar...

Tenho de rir. Ele ri junto comigo, mas me cala com um beijo.

—Não ria... estou falando sério.

Fico séria de repente. Ele beija minha boca e então corre as mãos por minha cintura, ele nem pensa suas vezes, e ergue minha blusa, tomando um de meus seios imediatamente em sua mão.

—Vamos brincar? -pergunta baixando a boca sobre meu seio, deixando-o molhado de sua saliva, logo soprando sobre ele. Gemo de prazer.

—Não devíamos usar... hm, sei lá, uma banana para tal experimento? -Seguro o riso. Ele ri e morde meu seio.

—Pra quê? Se temos eu? Duro e louco pra meter tudo em você?

Meu rosto cora. Fico vermelha e então não tenho tempo de pensar quando ele começa a beijar-me faminto e ousado, mordendo meus lábios, apertando meu corpo. Seu sexo toca minha coxa por sobre todo aquele monte de tecido, e mesmo assim ele é capaz de me fazer temblar.

Ele recua.

Se afasta.

Senta-se ao meu lado rapidamente, e em poucos segundos, abre a calça, abaixa o elástico da cueca, e se deixa visível a mim. Quase que por instinto, minha boca se enche d'água. Olho para seu sexo, latente, e logo miro seus olhos, que me miram fascinados.

Suas mãos puxam-me para que eu vá para seu colo. O faço. Sento-me sobre suas coxas, e ele rapidamente puxa meu corpo, fazendo-me senti-lo quente em minhas coxas. Engulo um gemido. Apoio-me aos seus ombros, enquanto ele me beija, me mordisca, me deixa enlouquecida.

Minhas mãos correm por seus ombros, beijando sua pele, sentindo sua textura em contato com minha língua, seu sabor. Ele se arrepia várias vezes, e isso me incendeia. Seu quadril se ergue, o sinto palpitar entre nós.

Cuidadosamente, Carlos Daniel me afasta, deixando-me sentada sobre suas coxas, mais distante que antes. Miro seus olhos, eles brilham.

Com um meio sorriso, já desaparecendo, ele coloca a mão dentro da caixinha das camisinhas e retira uma delas. Ainda mirando-me, ele a leva até os lábios o pequeno objeto e rasga sua embalagem. Um som tão pequeno, capaz de me fazer vibrar toda.

—Vou fazer uma vez só, e depois você fará. -diz com aquela voz rouca.

Engulo em seco, o rosto já corando. Miro então cada ação sua.
Seus dedos seguram firme a pontinha da camisinha, e sem delongas ele a apoia sobre seu sexo. Seus dedos a firmam, e facilmente a desenrola até o fim. Fico louca, totalmente com a boca seca.

No mesmo instante, ele a puxa pela ponta, retirando-a de si, largando-a ao chão. Sua mão envolve seu sexo, e então miro seus olhos. Ele parece encantado ao me ver observando-o.

—Viu? Agora é a sua vez.

Ele agarra a caixinha e a estende a mim, deixando-a diante de meus olhos. Revezo meus olhares entre a caixa e os olhos dele. Bem, estou nervosa. Mas, Meu Deus, já fiz tantas coisas com ele... isso não será a última, todavia.

Agarro um dos preservativos, e assim como ele fez, rasgo a embalagem com o dente. Cuidadosa, o tiro dali de dentro e pela primeira vez o sinto em minha mão. É estranha a sensação.

—Cuidado com o lado, para que consiga desenrolar. -Diz ofegante, mirando todos meus movimentos.

Sinto o objeto e descubro facilmente o lado certo. Receosa, Carlos Daniel pega minha mão já trêmula, e leva ao seu sexo. Gemo baixinho quando ele envolve meus dedos a si, pulsando em minha mão.

Ai Meu Deus.

Isso é... delicioso.

Ele é completamente rígido e macio ao mesmo tempo, uma mistura perfeita e alucinante.

—Coloque a caminha, irei segurar aqui para lhe ajudar. -diz em tom baixo.

Solto-o, e ele segura apenas com sua mão onde a minha estava. Tento me concentrar com a camisinha, e logo faço como ele fez. Agarro a beiradinha de látex, e posiciono-a sobre ele. O vejo engolindo em seco, e então desenrolo o objeto. Carlos Daniel geme soltando-o para que eu consiga ir até o fim.

Minhas mãos tremem. Estou nervosa, ansiosa. Uma mistura de tudo. Levo meus olhos até os seus, e eles brilham.

—Você é sensacional. -Diz, me pegando rapidamente pela mão, fazendo-me levantar. Levanto-me quase alarmada, e em segundos ele tira meu short e calcinha, deixando-me completamente nua da cintura para baixo.

Abaixo-me ao seu lado, e sem demoras ele beija minha boca, puxando-me a si. Fico de joelhos ali, e então me move em seu favor, puxando-me para seu colo outra vez. De imediato, sinto seu sexo de contato a minha pele. Tremo. Quero que ele faça comigo o que quiser, o que seja bom pra nós dois.

Suas mãos, suaves, um tanto irreconhecíveis a mim, se encaixam as curvas de meu corpo. Ele me ergue, apenas o suficiente para posicionar-se debaixo de mim, com seu sexo exatamente onde desejo que ele esteja. Não me puxa para baixo, apenas o coloca ali, provocando. Seria um simples movimento meu, e ele estaria todo lá dentro, me pertencendo.

Acaricio seus cabelos, aperto seu corpo ao meu. Meus lábios parecem procurar o toque dele. E assim é.

Suas mãos pousam em mim carinhosas, protetoras. O Desejo, o quero, o amo mesmo não querendo.

Quero que ele me pegue forte, mas que não deixe de me dar carinho. Me movimento sobre ele, procurando encaixe, mas ele não ajuda, não empurra daquele jeito. Espera que eu o faça. Recuo. Quero fazer, quero senti-lo, mas parece que meus desejos e meus atos vivem em conflito.

Ele solta minha boca, erguendo meu pescoço com um dos polegares. Sua mão acaricia minhas costas, e a outra fica ali, espalmada entre minha mandíbula e meu pescoço. Me Deixo sentir seu toque. Ele me mordisca, a boca descendo por minha pele, chupando a curva de meus seios. Gemo baixinho quando a mão que firma minhas costas corre por mim e envolve meu seio. Ele o ergue, e de imediato sua boca o toma. Arrepio-me empurrando meu corpo em sua direção, e posso ouvir que ele geme baixinho.

—Carlos Daniel... por favor... -murmuro sentindo meus músculos protestarem em ânsias por senti-lo.

—Paulina... -diz soltando meu mamilo de entre seus dentes, deixando que o ar de seus pulmões o toquem. Arqueio-me com a sensação. -Me coloque em você... -murmura voltando a me mordiscar.

Anseio isso, e querendo o amar, abaixo finalmente meu corpo sobre ele. Carlos Daniel solta meu seio, e então me abraça, puxando meu rosto com uma das mãos, beijando minha boca. Saboreio cada milímetro dele entrando dentro de mim. A Sensação não pode ser comparada a nada já vivido. Ele me beija, me mordisca, acaricia meus cabelos.

Talvez, o Homem das trevas continua dormindo, e agora, o príncipe do mundo encantado tenha ganhado vida naquele coração, completamente desperto. Suas carícias chegam a deixar-me confusa. Estou em um misto de sensação. O sinto, o quero, desejo estar somente buscando nosso prazer, mas não consigo deixar de pensar no que estamos vivendo, no que estamos fazendo. Esse homem que agora beija meu pescoço e diz que me quer, não é o mesmo que conheci a menos de... de o quê? Dois meses? Me Sinto confusa, me sinto... amada, e ao mesmo tempo, talvez, rejeitada. É estranho demais.

—O que foi? -pergunta ele, mirando-me nos olhos quando percebo que apenas o acaricio, sem me mover.

—Não foi nada. -sorrio brevemente, tentando desligar a confusão em meus pensamentos, pensando em somente dedicar-me a ele. Acaricio seu rosto, e toco minha boca a sua, movimentando devagar meu corpo sobre o seu.

—Você acha que me engana? -Diz afastando minha boca. -Te conheço bem demais para saber que está mentindo.
Travo.

—Estou confusa, ok? Somente isso. -Confesso fugindo de sua mirada. -...Mas quero que você me acaricie, e me faça sua. -digo quase sem voz alguma. Forçada, sorrio novamente, e então toco sua boca com meus polegares. -Não se preocupe com meus pensamentos bobos.

—Me preocupo contigo, sim. Você está aqui, mas parece que sua mente não.

Carlos Daniel me tira de sobre ele, quase que brusco e ofego por sua ausência em meu interior. Rola comigo rapidamente, e então, deita seu corpo ao meu, quase como estávamos a pouco tempo atrás, antes de seu pequeno cochilo.

—Não... -murmuro protestando seu ato. Quero que ele me faça sua, droga! Amanhã ele vai me deixar aqui de novo, e quero senti-lo mais... desfrutar e dar todo o prazer a ele. -Me toque... -sussurro puxando seu corpo sobre mim.

—Paulina, preciso entender você. -pronuncia mirando meus olhos, acariciando meus lábios.

—Não precisa não. São apenas coisas idiotas que ficam me atormentando.

—Você fica estranha de repente e tenho que achar isso normal? -grunhi exasperado.

—Eu estou bem.
Tentando puxar sua atenção para outro lado, e então empurro meu quadril ao seu corpo, que acaba por tocar nossas intimidades uma a outra.

—Faz Carlos Daniel, você também quer. -murmuro puxando sua boca contra minha, rebolando de encontro ao seu corpo, provocando-o.

—Hey, -diz afastando-se quase de imediato. -Realmente quero, mas não desse jeito. Assim, não.

Como assim, não? O Encaro com uma expressão mal definida. Como assim, desse jeito não? Nossos olhares se encontram. Vejo que as perguntas ameaçam a sair de sua boca, mas ele percebe também, que não irei nada falar.
Frustrado, tanto quanto eu, ele bufa, apoiando-se sobre as almofadas. Seu corpo se afasta do meu bruscamente, e então ele levanta. Virando-se de costas para mim, tira a camisinha e a joga longe, perdida ao chão. Puxo uma das cobertas, cobrindo meu corpo, quando ouço ele fechar os botões da calça. Sem falar nada, muito menos me olhar, ele caminha para o interior da casa.

Mas o que foi isso?

O observo indo para longe de mim, e sinto meus olhos pinicarem.

Droga, droga, droga!

Não o sigo. Não irei!

Não tenho como expressar minha confusão de sentimentos a ele.

Encontro, no meio das cobertas, meu short e calcinha e acabo por vestir apenas a calcinha. Observo Carlos Daniel andando pela cozinha, acendendo as luzes por onde passa. Ele parece bravo.

Pois bem, se ele está bravo, e acha que tem motivos, eu tenho todos muito mais para ficar magoada. Ele não percebe que chegou e virou minha vida de ponta cabeça? Que de um dia pro outro me marcou como sua, me fez seguir sua vida, e que eu estou ficando apavorada com a maneira que necessito dele? Inferno!

As Lágrimas já não são mais de meu controle. Aconchego-me as cobertas e almofadas, mirando ao longe o sol que começa a se pôr.

Minha cabeça gira. Estou confusa. Olho brevemente para a casa, e já não tenho mais Carlos Daniel ao alcance de meus olhos.

Se ele pensa que irei atrás dele, se enganou...

Já cheguei a uma conclusão que realmente não queria admitir, mas amo esse homem. Amo ele e gostaria sim, de o ter todos os dias. Mas, se ele tiver que partir meu coração, que seja agora, que seja breve. Uma dor só. Quanto antes ela chegar, antes será curada.

Entre mil pensamentos, aconchego-me ali, e acabo apagando entre lágrimas e preocupações.

Notas finais
Ai meu rim! E agora? Quem está errado? Ele por questionar, ou ela por negar? tcha na na naaaam! muhahahah Deixe sua opinião! Comunique-se com a história! Beijos a todos, até a próxima!