Notas iniciais
Oi Gente! Sem muito lê lê lê... obrigada a todas que acompanham... Desfrutem!

Nossas respirações estavam igualadas, de forma acelerada, enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo completamente trêmulo. Carlos Daniel deslizou a boca por minha pele, e o toque de seus lábios me fez agarrar-me a ele, segurando-o por aqueles braços fortes. Seu corpo moveu-se debaixo de mim, e tentei controlar os sons de minha boca, quando seu sexo roçou-se a minha intimidade, quase acomodando-o lá dentro. Ele gemeu, pressionando os dedos a minha cintura, e afastando uma de suas mãos ergueu meu corpo. Agarrei-me a ele ainda mais, e não pude deixar de gemer quando em um golpe só enterrou-se em mim, despertando a melhor sensação de dor que já imaginei sentir. Gemi alto, com seus dedos já cavando em minha pele, e quando joguei a cabeça para trás deliciando-me com aquele prazer, ele aproveitou para tomar meu seio em sua boca. Minhas unhas cravaram em seus ombros e ele rodeou meu mamilo com sua língua. Oh Meu Deus... Segurando-me, começou a movimentar-me ao seu favor, e já era quase impossível não gemer, mas ainda minha sanidade tentava me controlar.

Ele me movia de uma forma firme, e quando senti tudo arder dentro de mim, apoiei-me a ele e arrisquei traçar um círculo com o quadril. Oh Deus! Carlos Daniel gemeu puxando meu seio entre seus dentes, e o som que saiu de sua boca foi meu impulso a prosseguir. Movimentei-me em busca de mais prazer, e ele obrigou-se a soltar meu mamilo, afundando o rosto em meu ombro, murmurando palavras desconexas sobre minha pele, frases mal concluídas, e palavras sujas... sujas e excitantes demais. Meu corpo parecia ter vida própria, e não demorou a tudo começar a tremer, e girar girar girar. Suas grandes mãos seguravam-me e seu quadril empurrou o meu, indo tão mais fundo, tão... oh meu Deus... eu...

–Goza... vai. -sussurrou ele entre os dentes cerrados, acariciando meus ombros com sua boca.

Gemi baixinho, quase em agonia, movendo-me sobre ele, criando cada vez mais coragem de realmente mover-me em busca de prazer. Nos colocamos a um ritmo insensato, e então aquilo que eu já conhecia começou a endurecer minhas pernas, meu ventre... Por favor... por favor...

–Vou Gozar Contigo... -disse-me ele envolvendo-me em seus braços, como se eu tivesse escolha, levando-me a um abismo onde não tinha outra opção a não ser pular, e agarrando minhas mãos firmes aos seus braços, meu corpo tomou um ritmo mais acelerado, e comecei a ofegar, queimar, sentindo-o empurrar o quadril a mim e droga... sim sim sim...

–Sim... -murmurei perdida em prazer, ouvindo a respiração acelerada dele, me perdendo nele.

Ele agarrou-se a mim, e quando pensei que ia desmaiar sobre o corpo dele, senti seus músculos tremerem debaixo de mim. Minhas mãos correram por aquela pele suada, e o envolvi igualmente, com minhas mãos espalmadas sobre suas costas. Minha boca, exalando o ar quente correu pela pele dele e desfrutei do sabor daquela pele morena completamente suada. Ele gemeu, e empurrando o quadril fundo em mim, me levou ao fim.

Gemi uma e outra vez, com os olhos cerrados, o corpo o envolvendo por inteiro, a respiração trancada, sentindo os músculos dele tremerem e tencionarem debaixo de mim, e então caí rendida naqueles braços, voltando a respirar descompassada.

Eu fiquei ali, destruída nos braços dele, enquanto ele não me soltava, envolvido a mim como uma serpente, foi então que ele afastou-se e suavemente me tirou de seu colo, deitando-me sobre a cama. Na penumbra do quarto, vi de relance ele tirar o preservativo e lança-lo em algum canto do quarto, virando-se em seguida para mim que sentia os olhos pesarem... tudo tão... exaustivo.

Ele me puxou para si, acomodando-nos lado a lado, rosto com rosto extremamente próximos, e carinhosamente enlaçou suas pernas as minhas, prendendo-me ali. Seus Dedos começaram a enrolar meus cabelos, e fechei os olhos no mesmo instante, cansada de mais para negar esse desejo a eles.

–Você é incrível Paulina, e não estarás sozinha.... nunca mais.

nunca mais...

nunca mais...

sono...

sono...

imensidão escura...

.

.

.

O som de passos me despertaram... Hm... que preguiça. Abri meus olhos um tanto confusa, querendo dormir um pouco mais, mas... dei-me conta da falta de Carlos Daniel na cama, e por uma fresta da cortina vi que já era dia. Permaneci de bruços, e então o vi, caminhando do banheiro até mim. Ele vestia um terno sem gravata, sapatos impecavelmente lustrados, e o cheiro dele exalava pelo ambiente. Mais lindo, impossível. Devagar, ele sentou-se ao meu lado, e carinhosamente acariciou meu rosto, logo, meus cabelos como fez na noite anterior, enrolando-os.

Gemi baixinho, aprovando a carícia, e ele sorriu, deslizando os dedos pela minha espinha. Seus dedos brincaram com cada nó de minha coluna, e tremi inteira com meu coração a falhar batidas quando ele enfiou sua mão por debaixo das cobertas, ainda tocando minha pele. O mirei asustada, e então ele aproximou seu rosto do meu, ainda sentado ali, tocou sua boca a minha.

Deus... ele... oh Meu Deus... eu... agora?

–Linda... Linda... -murmurou ele deslizando os dedos por entre minhas coxas, afastando-as rapidamente. Gemi confusa, ainda sonolenta, mas querendo aquilo, e ai então quase gritei extasiada quando um de seus dedos circundaram o ponto mais sensível de mim. Agarrei-me as roupas de cama, e então ele não demorou a deslizar um dedo dentro de mim.

–Ah! -Gemi aceitando-o, prazer me consumindo.

–Oh Paulina, tão molhadinha....

Cerrei meus olhos, fugindo de sua mirada, e então ele empurrou fundo seu dedo, desenhando círculos dentro de mim. Eu...

–Quer que eu te faça gozar ainda sonolenta?

Gemi sentindo-o mover seus dedos em mim, me tomando como sua, me fazendo conhecer todos os meus limites, e então o que eu não esperava começou a surgir... rápido, quente, arrebatador...

–Diga que sim, e olhe-me. Faça, e irei te fazer gozar.

Como se o que ele dissesse fosse uma ordem, meus olhos se abriram e o encarei, com os lábios entreabertos, ofegante, vendo o suor acumulando nas sobrancelhas dele, e como uma regra murmurei tão baixo e sem me mover que pensei que ele não me ouviria.

–Sim...

Ele gemeu, cerrando os dentes, mirando-me fixo, enquanto sua mão livre agarrava o lençol entre os dedos.

–Com prazer, princesa.

Sem demoras ele empurrou um segundo dedo dentro de mim, e gemi alto, arqueando-me ao seu toque, empurrando minha intimidade a cada carícia sua, e então eu estava ali, tencionando, tudo me envolvendo.... sim sim sim!

Amassei os lençóis, gritando, derramando-me deliciosamente enquanto seus dedos não paravam, e ele apenas calou-me com um beijo pesado, silenciando-me de pressa, e então eu sucumbi, tremendo, atirando-me na cama. Abri meus olhos quando ele tirou os dedos de mim, e corei até a alma quando sem rodeios ele levou seus dedos que acabaram de sair de mim até a boca. Aqueles belos lábios envolveram o gosto de meu prazer, e vi os olhos de Carlos Daniel se fecharem em aceitação.

Oh Pai Amado.

–Hm... Deliciosa. -sussurrou ele lambendo os lábios, sem mirar-me.

Ele levantou, deixando-me ali trêmula, e então dirigiu-se ao banheiro. Não sei em que ponto caí no sono, e despertei com ele a chamar-me.

–Escute Paulina, -disse quando me orientei. — Quero que fique na casa.

–Mas...

–Sem Discussões. Fique aqui. Terei que passar mais 3 dias em Miami, perdi uma reunião hoje cedo e terei de refazê-la.

Oh Meu Deus... ele deixou seu trabalho para... ficar comigo.

–Fique na casa. Por Favor. Cacilda e James estão aqui para o que precisares... E, todos meus números estão em um bloco sobre a mesa do escritório, caso precise de mim. Não tenha vergonha de telefonar-me, ok?

Acenei a cabeça feita uma boneca, mirando-o incrédula, tentando raciocinar.

–Você está bem? -Ele perguntou acariciando meu rosto, e outra vez acenei, mirando no fundo daqueles olhos que tanto me fascinavam. Ele aproximou-se de mim, e quando menos esperei, me puxou para si, beijando-me como não esperava: Carinhoso, lento, apaixonado... Não... isso não!

Suas mãos firmaram meu rosto, e ele separou-se de mim relutante, depositando suaves beijos ao redor de meus lábios.

–Volte a dormir, descanse.

Então ele levantou-se da cama, dirigindo-se até a porta... e Assim que o som dos sapatos dele desapareceram, cai na profundeza do sono, sonhando com seu beijo, com seu toque, com tudo aquilo tão novo e assustador que crescia dentro de mim.

Notas finais
E ai? CD voltou apenas para ficar com ela... o que isso pode ser? ui ui ui! Comentemmm povoooooooooooooooo!