Fault of Boys- Cage
2 Flertando com a grama sempre mais verde do vizinho
Notas iniciais
Eu estou tão cansado de evitar o meu irmão. O senhor perfeito tem me irritado até a morte por estes dias. E o pior é que Mark não em culpa de como eu estou me sentindo. Tudo que está causando em mim esta bagunçada reação tem a ver com minhas próprias atitudes.
Eu quis Lena no momento em que eu pus meus olhos sobre ela, e isso foi muito antes de meu irmão sequer nota-la. Eu a evitei como o diabo evita a cruz desde então também. Eu não podia ficar perto dela, pois eu sabia que eu não conseguiria me manter de reivindica-la. Nunca nenhuma mulher me fez querer desistir de tudo, mas Lena fazia. Eu tinha vontade de desistir das minhas próprias convicções de que o ‘felizes para sempre’ não funciona, quando eu olhava para ela. Mas mesmo que funcione, o felizes para sempre não existe para pessoas como eu.
Eu sou destrutivo.
A primeira vez que eu a vi, ela estava sentada dentro do seu carro e parada no meio de uma estrada deserta que leva a Jackson Falls. Eu parei o meu próprio veículo e bati na janela do dela para oferecer alguma ajuda. Ela abriu a porta, e eu vi a primeira coisa pela qual fiquei fascinado nela: suas malditas pernas longas, que terminavam no par mais sexy de botas de cowboy que eu já tinha visto. Depois disso eu deixei meu olhar subir pelo resto do seu corpo curvilíneo para chegar até seu rosto bonito.
Lena bufou, soprando alguns fios do seu longo cabelo preto para fora do rosto, e disse: “pela forma como você me olha, eu poderia muito bem ter baixado o vidro para o cara gordo e careca que passou meia hora atrás. Mas tarado por tarado eu prefiro um mais bonito” ela me olhou de cima a baixo como eu tinha feito com ela. Eu sorri um largo e completo sorriso, e me ofereci para olhar o carro. Ela disse: “o motor está sem água. Se não se importar, eu prefiro que você me dê uma carona até a cidade, amanhã dou um jeito de buscar meu carro.”. Então eu perguntei se ela tinha certeza que queria passar meia hora com um tarado desconhecido dentro de um carro fechado. Sua resposta foi a segunda coisa que me fez querer conhece-la.
“Não há nada que você possa fazer comigo que alguém já não tenha tentado. Mas eu te aviso logo que, se tentar algo, sua única resposta vai ser a minha bota no lugar onde mais dói. ”
Até hoje sua resposta é um mistério para mim, gostaria de saber sobre o que ela estava falando. Lena não parecia velha o suficiente para a forma como ela agia, o que me fez pensar se qualquer filho da puta já fez algo ruim para ela. O que me deixa com um humor assassino, então vamos voltar.
Na meia hora em que eu passei com ela dentro do meu carro, soube que eu deveria me afastar. Lena Cole era um risco para mim como ninguém nunca foi e nuca seria. Eu sabia, já naquele momento, que poderia me apaixonar cegamente por ela.
Acontece que, depois de conhecer Lena por meia hora, eu sabia também que ela é o tipo de garota que merece um compromisso real. Que mereça alguém que saiba como trata-la, dar a ela o que merece e garantir um futuro estável. Coisa que eu não poderia fazer.
Mark sim. Infernos eu tenho certeza que para pessoas como o meu irmão, casar-se com alguém que ama aos 21 anos seria perfeitamente normal. Já eu? Não importava quantos anos tivesse ou quanto eu achava que poderia amar uma mulher, casamento, votos e crianças não foram feitos para pessoas com a minha mente.
Eu tenho o costume de estragar tudo, e ela não seria uma das minhas vítimas.
Mas, Lena parecia mais brilhante, mais tentadora e apelativa a cada vez que eu a via com o Mark. Era como desejar a grama do vizinho, ninguém que eu pudesse ter pareceu tão bom quanto ela, que eu podia apenas querer de longe. Minha necessidade por Lena estava atingindo proporções preocupantes, assim como o sentimento de perda, o que eu não entendia em tudo.
Porque eu me sinto tão descontrolado em relação a ela, justo agora, que Mark a quer para si? Por que no maldito inferno, eu sentia que Lena é minha, e tinha vontade de bater no meu irmão cada vez que eu o vi colocar suas mãos filhas da puta sobre ela?
Ah, sim. Porque se ela fosse do Mark, eu saberia que ela nunca realmente poderia ser minha. E o ciúme é uma cadela amarga.
Então, quando eu soube que Lena estava vindo para a fazenda hoje, me escondi dentro do celeiro. Eu não queria ter que ver o meu irmão farejar ao redor dela, eu andava muito propenso a ir lá e arrancar seus braços.
Mas a vida tem um jeito de brincar comigo, tudo está dando errado, minhas convicções, meu juramento de nunca me apaixonar ou não me permitir nem sequer olhar para a mesma garota que um dos meus irmãos, assim com meu esconderijo.
Já fazia algum tempo que eu estava aqui quando eu ouvi sua voz. Ela vinha andando para dentro do celeiro com o telefone no ouvido.
— Não, Dallas. — Lena respondeu a pessoa ao telefone— Bem, porra, eu não sei o que vou fazer! — Ela suspira — Eu te liguei por uma opinião, não para que você ficasse me interrogando. Será que você pode deixar a Detetive Kerrington de lado e ser só a minha melhor amiga? — Ela ouviu por um longo tempo e depois riu do que sua amiga respondeu — Dallas Anne, você não vale o chão que pisa. Qualquer dia desses o Texas vai ser um estado pequeno para você. Como vai o agente Bradshaw? ... Ah, qual é Dallas?!
Lena ainda não tinha me notado, até que ela levantou os olhos e olhou direto na minha direção. Ela pareceu alarmada, eu dei uma baforada no meu cigarro antes de levantar as mãos para cima em sinal de rendição.
— Hum, Dallas, eu tenho que ir. Te ligo amanhã à noite. — Ela olhou nos meus olhos, enquanto se despedia de sua amiga. — Ok, sim. Certo. Também te amo. Diga ao Agente Bradshaw que se ele fizer algo, eu vou marchar todo o caminho de volta para o Texas para chutar suas bolas. Não, eu não me importo se ele é um maldito agente especial fodão do FBI. Ele está me ouvindo? — Ela riu. — Sim Nate, eu quis dizer cada palavra. Agora, você pode continuar o que estava fazendo com ela antes deu ligar... Como eu sábia que tinha interrompido? Ela estava resmungando maldições quando atendeu. Sim, sim... Tchau Dallas, até mais cowboy.
Quando ela enfim desligou, estava com um enorme sorriso no rosto. Qualquer que seja a preocupação que ela tinha quando ligou para a amiga, desapareceu do seu rosto.
— Você tem costume de sempre ameaçar as bolas de um cara? — Questiono levantando uma sobrancelha.
Ela ri. — Só quando eles precisam estar avisados. — Eu também dou risada. — Apague esta coisa! — Fala referindo-se ao meu cigarro— Vai matar nós dois, fogo e feno não são a melhor combinação.
Eu sacudo a cabeça e uma risada borbulha de mim, porque ela parece genuinamente preocupada.
— Não vai acontecer nada se ele não sair da minha boca, preciosa. — Objeto, mas apago o cigarro.
— Obrigada. — Diz quando encosta em uma das paredes com um suspiro profundo.
— Achei que você tivesse vindo para ver o Mark.
Todo o rosto de Lena caí quando responde: — Eu vim.
Pela sua reação, eu estou em estado de alerta. Antes que possa sequer pensar a respeito, estou em pé na frente dela. — Lena, o que houve? Você está bem? Mark fez algo para você? — Eu vou mata-lo se ele fez...
— Não, bem, sim. Eu não sei. — Hesita.
Eu amaldiçoo com raiva e me viro tempestivamente para ir caçar a bunda do meu irmão, quando Lena me interrompe com uma mão no meu braço. — Cage, Mark não me machucou. Ele só... — Ela respira fundo— ele perguntou algo que me deixou realmente confusa.
Minha necessidade de ir bater em Mark ainda não tinha terminado, por que de qualquer forma, ele tinha feito Lena desconfortável.
— O que ele perguntou? — Ela olha para baixo sem me responder, mas eu seguro seu rosto, acariciando-o, antes de suavemente levantar seu queixo para me encarar. — O que ele perguntou, Lena?
— Cage, eu não acho que deveria estar discutindo isso com você...
— Diga-me, preciosa, — Algo dentro de mim me diz que eu tenho que saber o que a incomoda. Ela fecha os olhos quando eu a chamo de preciosa. Sua respiração saí em ondas rasas. Eu não consigo evitar, então a puxo suavemente para os meus braços. Lena descansa a cabeça contra meu peito, e eu sinto toda a porra do meu mundo balançar quando ela relaxa contra mim. — o que ele queria saber? — Sussurro em seu ouvido.
A voz dela saí em tom vulnerável quando responde baixinho — Ele perguntou se eu consideraria ser a namorada dele.
Eu fico tenso, mais ainda mantenho meus braços ao redor dela— E?
Lena se afasta — E que eu não sei, Cage. Eu não sei se poderia fazer isso, por que, por mais que ele seja bom para mim, eu não sinto que é certo. — Ela olha nos meus olhos — Não é por ele que eu estou atraída... é por você. — Sussurra.
Porra! Mil vezes, porra!
Eu a puxo para mim novamente, num reflexo incontrolável. Encosto minha testa na dela, olhando dentro dos seus olhos, nossas respirações se misturam. — Lena.. — Ofego seu nome. A respiração dela saí entrecortada. Eu não estou mais pensando. Meu cérebro paralisou e a única coisa que eu posso pensar é que eu a quero. Agora.
Eu deixo minha boca roçar na dela, apenas sentindo a sensação. Lena geme meu nome, e todo resquício de qualquer controle que eu tinha, evapora. Minha boca toma conta da dela num beijo faminto, consumidor.
Seu gosto tem minha cabeça em parafusos. Nada nunca foi tão bom, ou tão intenso. Um beijo, e eu já estou pronto para arrancar nossas roupas fora. Para implorar que ela seja minha, e esqueça que o meu irmão seria a melhor escolha para ela. Que me veja, que me pertença, e somente a mim. E é por isso que eu me afasto.
— Droga, droga, droga... — resmungo quando abro distancia entra nós dois, para tentar pensar em algo que não seja meu pau profundamente dentro da boceta dela. E quando há distância entre nós, tudo que eu quero é tê-la de volta em meus braços.
Ela permanece onde eu a deixei. Eu passo as mãos pelo rosto, buscando algum controle.
Lena está de costas para mim quando diz— Eu sinto muito, Cage. Não deveria ter feito isso. Te coloquei numa situação ruim com seu irmão, não é?! — Ela suspira, antes de dizer: — É tudo o que eu faço, ser a destruição... — Isso é tão baixinho que eu mal posso ouvir, como se ela tivesse falando para si mesma.
Caralho, porque eu sinto que está frase é mais do que está situação?
Eu olho para suas costas, arrependido de ter feito o que eu fiz. Porque se alguém tem culpa, esse sou eu. — Não peça desculpas, preciosa. Eu levo a culpa por tudo. Eu te quero tanto que doí, mas não posso fazer isso. Eu não saberia como. Fique com o ele. — Travo minha mandíbula, para dizer a coisa mais difícil que já tive de dizer. — Fique com o Mark, preciosa, ele pode te dar uma garantia.
Eu passo por ela, direto para a saída do celeiro, usando todas as minhas forças para ir embora e deixa-la praticamente de bandeja para o meu irmão, apenas por que eu sei que ele fará melhor por ela.
— Cage? — Ela chama antes que eu possa ir.
Eu paro, mas não me viro. — Sim?
— No dia que eu quiser uma maldita garantia, procurarei o cara da loja de eletrônicos.
Merda.
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Texas hot guys- In love with you
Toda sua vida Josh Bradshaw foi insensível para o amor, nunca se importou com uma mulher que não fosse da sua família, ele dormia com elas e era só. Pelo menos era isso o que as pessoas pensavam. Na verdade, Josh nunca se importou com nenhuma mulher porque ele é apaixonado pela mesma desde que consegue se lembrar...
Della é doce e amável, mas seu passado ronda sobre ela como uma nuvem negra. A menina é linda, do tipo que poderia usar isso para o que quisesse, mas ela não tem o menor conhecimento deste fato, e ela não espera nada de ninguém, nunca. Della está quebrada, e parte o coração de Josh saber disso. Ele sabe que algo ruim aconteceu com ela, que ela não foi valorizada o suficiente para saber sua importância, sua beleza, sua bondade... Josh não sabe quem fez isso com ela, mas com toda certeza quer ser o único a concerta-la.
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