Fate Can't Wait

4 Capítulo 4 - Que Tal Vampiros?


Notas iniciais
Preparados, leitores? Este capítulo terá o que vocês queriam o/
Ps: prometo não ser tão mal com cliffhangers mais ;*

“C-como você saiu do Purgatório?” Dean pergunta após respirar, ainda congelado por saber que o amigo está vivo.

“Bem, teve uma Ceifadora a minha procura. Ela disse que você iria precisar da minha ajuda.” Benny respondeu.

Um sorriso passa pela cara de Dean e ele, finalmente livre da surpresa inicial, abraça Benny, sem vontade de soltá-lo, com medo de perdê-lo outra vez. Cas ficou constrangido, e envergonhado com ambos colados na frente dele. Quando Dean finalmente sabia que Benny não iria mais voltar de volta para o Purgatório, ele soltou Benny, e ficou meio constrangido por perceber o que fizera.

Só então, Cas e Benny seguraram o antebraço um do outro, puxando um ao outro e dando tapinhas nas costas.

“A Ceifadora não se referia a um ninho de vampiros, eu imagino.”

“Não.” Benny disse.

“Mas é um caso. E você pode ajudar.” Dean sorri de lado para Benny.

“É melhor sermos rápidos. Logo vai começar meu turno.”

“Turno?” Benny pergunta.

“No trabalho.”

“Anjos trabalham?”

“Não sou mais um anjo.” Cas fala abaixando a cabeça.

“O que? Como...?” Benny fica confuso.

“Ele perdeu a Graça.” Dean falou por Cas, que foi para a caverna querendo fugir dos dois, ou apenas acabar com a conversa entre o humano e vampiro, mas foi seguido por ambos, caverna à dentro.

Após alguns passos, quando a luz estava quase toda apagada, e as paredes voltando a se alargar um pouco permitindo um pouco de opacidade no lugar, mas ainda difícil de enxergar, Dean resolveu ascender uma lanterna, mas fora impedido por Benny antes de fazê-lo.

“O que está fazendo? Está louco? Isso vai ser um farol pior do que seus batimentos quando se aproxima dele” Benny olha para Cas por um segundo e continua “ou o pulso dele quando ele se aproxima de você!” Benny terminou com um pouco de raiva na voz, deixando Cas e Dean pouco constrangidos.

“Me desculpe, mas nem eu nem Cas temos visão noturna!” Dean reclama.

“Como vocês pretendem atacar um ninho se alertar eles a um quilômetro de distancia?!” Benny retruca aumentando o tom da voz.

“Shh, vocês dois.” Cas pede, e aponta para uma das passagens além da escuridão, agora mais visíveis pelas pupilas agora ajustadas ao máximo à escuridão.

Dois vampiros estão olhando para a entrada do lugar, onde estão os três. Os dois vampiros dão gritos desumanos, provavelmente chegando o mais fundo possível da caverna.

“Maravilha!” Dean fala.

Ambos os vampiros correm para atacar os três, e Castiel, o mais próximo gesticula seu facão arranhando o braço de um vampiro, deixando-o paralisado de dor pelo sangue de morto na lâmina, e cortando o pescoço, cabeça e parte de um ombro do outro, separando o braço abaixo deste ombro do resto do corpo, tanto quando o pescoço estava agora. Sangue havia sido espirrado para cima de Cas. Então Dean decapita o outro vampiro.

Mal a ameaça parece ter acabado, vampiros brotam de todas as entradas, quase como se tivessem combinado. Eram muitos para lutarem num lugar escuro.

“Corram!” Benny gritou, para os dois humanos, que obedeceram sem questionar, enquanto o vampiro atacava um ou outro familiar de sangue, correndo não tão rápido quanto os humanos.

Quanto mais perto da luz eles chegavam mais vampiros diminuíam a velocidade. Entre uma das corridas, Benny recolocou os óculos de sol, e muitos dos vampiros também. Quando eles estavam à luz do sol, com apenas algumas árvores interrompendo o caminho da luz, os dois humanos pararam de correr dos vampiros e passaram a lutar junto com Benny, impedindo que eles saíssem da caverna. Era uma ótima forma de batalharem contra os vampiros. Mas uma hora ou outra os vampiros iriam estar todos com óculos, seriam demais para todos segurarem.

“Não é possível que haja tantos vampiros assim.” Dean falou com o braço cansado de tantos golpes parecidos.

Após mais alguns golpes dos três em algumas cabeças, os vampiros recuaram, mostrando as presas com seus chiados, os de trás empurrando os da frente sem saber que os corpos enchiam até mais da metade da entrada, quase na altura da cabeça. Este foi um pequeno momento calmo de descanso.

Nós já estávamos quase alcançando o portal. Talvez mais uns dois dias, e saída do Purgatório. Mas e depois? Ele podia sentir que o anjo não iria sair, mas Dean não o deixava falar, ou estava com medo de ser o que ele imaginava, e talvez puxasse Castiel a força. Dean mal precisa comer aqui, o que é bom, mas descansar é outra história.

Eu e Castiel estávamos conversando sobre sei lá o que, e passamos pelo assunto de que Dean não queria saber.

“Então logo você não estará mais conosco.” Eu digo.

“Sim, Benny.” Ele me responde. Sua falta de expressões é tão reconfortante, que eu estranho o que eu sinto por ele. Isso é tão reconfortante quanto sangue passando pelas minhas veias, assim que me alimento. Parece até que sacia minha sede que aumenta a cada pulsação do coração do receptáculo ou de Dean.

“Temos que aproveitar esse tempo então.” Eu dizia.

“O que você quer dizer?”

“Os anjos transam?”

Ele ficou quieto, e eu temi que realmente eles não. Mas ele olhou para Dean, e para mim, e acenou co a cabeça. Eu precisava, disso. Tantos anos sem sexo, que eu não poderia segurar mais um dia. Eu não estaria traindo Andrea, pois estava morto, certo? Ou eu sempre estava morto? Isso não me passou muito pela cabeça. Só a vontade de descarregar, e ali estava a minha chance.

Eu cheguei mais perto de Castiel, e o beijei, tirando seu sobretudo entre vários e vários beijos. Não foi tão bom quanto eu esperava, mas eu não me importava. Logo eu tirava minha roupa, e ele desabotoava as roupas dele. Aquele era um pequeno momento calmo no Purgatório, o que era raro, e o som dos nossos beijos e respiração que se pesava cada vez mais logo acordara Dean, e nós já estávamos tirando as calças. Nós estávamos interligados um no outro que nem percebemos que ele havia acordado e estava nos observando tirar a roupa.

“O-o q-que está...?” Dean gagueja.

Eu e Castiel paramos, apenas de cueca, e olhamos para Dean.

“Dean.” Cas fala. “eu posso explicar.”

E um sorriso passou pelos lábios dele, que dizia muita coisa, como: “Não precisa explicar.” Ou “Por que não me acordaram?”,

“O que fazemos agora?” Cas pergunta tirando Benny de seus devaneios.

Do nada, os vampiros começaram a recuar, aos poucos, e aos cochichos.

“O que... Eles estão fazendo?” Dean pergunta a Benny.

“Eles devem ter uma passagem pelos fundos.”

“Mas por quê?” Cas pergunta.

“São muitos vampiros para um único ninho. Acho que está tendo algum tipo de reunião.”

“Mas se for uma reunião de vampiros, o Vampiro Alfa tem que estar aí em algum lugar.” Dean pensa alto.

“Não necessariamente.” Benny responde. “Mas é uma grande possibilidade de ele vim se reunir mais tarde.”

Após todos os vampiros terem sumido de vista, os três amigos saíram da entrada da caverna, e esperaram até o turno de Castiel estiver quase começando.

“Droga! Tenho que me limpar desse sangue antes de ir pro trabalho.”

Então eles foram para a pensão passar uma água no corpo, para tirar o sangue do corpo.

“Quem é esse vapiro?” Disse o Sr. Frinsburn, na porta da casa assim que os três adentraram.

“Ele segue nossas regras.” Cas fala, Benny já sabendo de tudo pela viajem de volta.

O fantasma continuou olhando desconfiado para Benny.

“Não vou morar aqui. Só estou de passagem.” Disse o vampiro.

O fantasma sumiu, deixando a passagem para o quarto de Cas e Dean livre, onde Cas tomou o banho primeiro, pois ele estava com pressa para chegar ao trabalho. Antes de entrar no banheiro, Cas foi interrompido por Dean que disse que o levaria ao trabalho. Depois que o ex-anjo terminou o banho, Dean foi entrando no banheiro, esbarrando no amigo só de toalha.

Os dois se encararam enquanto a toalha de Cas levemente se soltava do nó.

Eu tiro os sobretudo dele, e então ambos tiramos nossas próprias roupas, sem parar de nos beijar, e andar até as costas de Cas bater em uma parede. Eu não acredito que realmente vou fazer isso.

Cas tira o cinto enquanto eu beijo seu pescoço. Ele me agarra pelas costas, aos poucos me puxando para baixo. Meus lábios passam por entre pelos do peito dele. Continuo a descer e passo a língua pelo abdômen dele.

Quando eu chego mais abaixo, eu prendo o volume dele com meus dentes antes de abaixar sua cueca azul claro, e deixar seu órgão sair livre, duro e grande o suficiente.

Dean olha para baixo e vê a nudez de Cas, ficando maior aos poucos.

Benny, que estava na cama, se levantou e foi para a porta e disse:

“Ok, estou saindo. Façam o que quiserem. Usem proteção.” E saiu, fechando a porta.

“Desculpe.” Dean falou.

“Não há por que se desculpar.” Disse Cas indo pra cima de Dean, que tirou a jaqueta, antes que Cas pudesse pensar nisso.

Notas finais
"prometo não ser tão mal com cliffhangers mais ;*" LIED :D
Bem amados leitores, espero que gostem! Comentem. Me digam o que mudar. Se tem algo em algum personagem que não parece com o personagem... acho que só.
Até o próximo capítulo.