Fate Can't Wait

5 Capítulo 5 - Love Love Love


Notas iniciais
SAUDADES DAQUI *-* gente, e queria postar esse capítulo antes do episódio sair, mas Nyah não deixou com a manutenção... enfim... Antes de eu ver o episódio eu tava querendo deixar como ele, mas eu vi e achei triste de mais pra isso, então vou continuar cada vez mais do meu jeito lindo e divo o/ espero que gostem :3

Ambos foram para debaixo do chuveiro, pois Dean ainda precisava tirar o sangue do corpo, sem parar os beijos. Eles se abraçavam, e tentavam puxar mais e mais um ao outro para mais perto de si, mesmo sendo impossível. Seus membros colados, pressionados um contra o outro, como estava cada músculo frontal deles.

A água do chuveiro caindo por sobre eles relaxava tanto quando os beijos. Em uma pausa dos beijos Dean encarou Cas, feliz por estarem ali, juntos, e puxou Cas para um último beijo antes de virá-lo de costas, e beijá-lo no pescoço. O pênis de Dean era passado pela bunda de Cas, sem penetração, ao começo.

Castiel levantou o braço por cima da cabeça e segurava o cabelo de Dean, enquanto este segundo usava pressão nos quadris, forçando-se dentro de Cas. Respirações fundas saíam da boca e nariz dos dois. A força que Dean fazia era muita, e Cas apoiou a mão direita na parede.

As mãos de Dean passavam por entre os flancos de Castiel até sua barriga, inclinados, logo suas mãos passavam por entre as pernas de Cas, e ele começou a masturbar Cas, enquanto havia a penetração. A água do chuveiro caia por sobre as costas de Cas, e os ombros de Dean.

Antes que Dean pudesse ejacular, Cas se virou e colocou Dean no vidro embaçado do box do banheiro, prensando-o nele. Cas logo friccionava seu falo dentro de Dean, com movimentos incensáveis. Tanto tempo que Dean não fazia isso que já havia se esquecido de quão boa a sensação era, apesar da dor no começo. Dean nunca admitiu para Cas, mas ele sabe como fazê-lo, e Dean podia dizer, melhor até que Benny.

Gemidos saiam de Dean cada vez mais altos. Aos poucos, quanto mais rápido Cas ia, mais Dean se inclinava para trás, e mais e mais Cas se aprofundava mais em Dean. A sensação em seu interior ficava cada vez melhor. Até que Castiel ofegava mais e mais, e eles se separaram, Dean se virando e se ajoelhando, colocando o pênis de Cas na boca, movendo a cabeça para frente e para trás até que o liquido veio, enchendo a boca de Dean, ou passando direto por sua garganta abaixo. Cas levanta Dean e se beijam mais algumas vezes, antes do primeiro se ajoelhar e fazer o mesmo que Dean fizera, também engolindo o liquido.

Eles se abraçam e deixam a água cair por sobre eles, por mais um minuto. Quando saem colocando as calças, ainda sem ter falado nada, Cas se joga na cama por alguns instantes e Dean vem lhe dar um beijo, e se senta na beira da cama.

“Cas.” Dean fala, deleitando-se com a sílaba. “Você devia ter falado antes que gostava de mim.”

“Você também deveria ter falado.”

“Eu não sabia como você reagiria... Quero dizer. Você era um anjo. Não sei se você sentiria algo por mim após se tornar humano, ou ia continuar do mesmo jeito, sem sentimentos.”

“Dean. Eu sempre gostei de você.”

Dean olhou nos olhos de Cas.

“Quero dizer. Eu não sabia como me expressar para humanos. Mas eu te amava. Ainda o amo.”

“Anjos... Amor.”

“Você não entende?”

“É que eu nunca ouvi um anjo falar assi...” e Dean abaixou a cabeça, não querendo terminar a palavra e frase.

“... Assim de amor.” Cas termina.

“É um sentimento humano.”

“Não. É uma palavra. O que importa é a conexão que a palavra implica. Poderia me dizer o que você daria para se segurar a essa conexão?”

“Você acabou de citar ‘Matrix’?”

“O que? Vocês, humanos, têm uma ótima cultura. E eu não tinha nada para fazer, a não ser viver como um humano. O que você esperava?”

“Sei lá. É que você fica... fofo... quando não entende uma referência. Você normalmente não faz referências.”

“Mas você não me respondeu.”

“O que?”

“O que você daria para se segurar na conexão que a palavra amor implica?”

Dean olhou nos fundos dos olhos de Castiel, para ter certeza do que ele iria responder.

“Qualquer coisa.”

Eles se beijaram por alguns segundos.

“Droga... Acabei de terminar a citação, de ‘Matrix’!” fala Dean, cortando o clima, ambos sorrindo ainda com os narizes e testas tocando um do outro.

Há nada que você faça que não possa ser feito.

Há nada que você cante que não possa ser cantado.

Há nada que você não possa falar,

Mas você pode aprender a jogar o jogo.

É fácil!

Tudo que você precisa é amor! Amor!

Amor é tudo que você precisa.” Cas canta, um pouco desafinado, mas rindo, e Dean estava gostando. Era o que importava. “Vamos para a loja. Não quero me atrasar.” Cas fala.

Dean abre a porta, enquanto Cas colocava o sobretudo sobre o uniforme azul de seu trabalho. Benny, que estava encostado na porta, quase cai quando Dean abre a porta, ainda sujo de Sangue de vampiros.

“Oh, valeu!” Benny fala entrando no quarto. “Ah, Cas? Posso pegar alguma roupa emprestada?” e olha para as roupas sujas.

“Claro.” Cas responde olhando para Benny de relance.

Dean logo tirou a roupa, e então parei de me senti como um step para Benny, apesar de agora ser como um step para ambos. Ele se virou para mim e deu um beijo enquanto Dean vinha se misturar a nós. Apesar de Benny beijar bem, Dean ainda fazia-me me sentir mais confortável ao fazer sexo.

Dean me encosta na árvore, eu quase deitado, e tira minha cueca, Benny atrás de Dean, beijando-o e dando-o chupões na nuca, apertando-o os peitos. Eu levanto meu torso e beijo Dean. E Isso me faz estremecer por dentro. Dean passa a língua de meu pênis até meu pescoço. Eu me viro, e Benny tira a cueca de Dean, enquanto tira a própria.

Cas acorda do passado, voltando a ficar tenso ao reparar que Dean estava do seu lado, tendo um momento esquecido como o relacionamento deles estava agora. Eles saíram do carro, Castiel sem o sobretudo, e foram para a loja, Cas pedindo para Dean não ir junto, mas Dean não iria deixar Castiel só por tanto tempo agora. Especialmente agora.

Dentro da loja, havia um homem magro, e começou a dizer coisas para Steve organizar, como Cas se nomeou, e Dean o encarou como se questionando a escolha dele. Após o cara sair do lugar, e Cas começar a organizar, como encher as máquinas de suco, sorvetes, as geladeiras e prateleiras, Dean e Castiel conversaram sobre coisas que o ex-anjo havia feito como humano e o que ele sabia sobre filmes, séries e músicas que ele conhece.

Castiel estava tenso, e, portanto voltava a derrubar algumas coisas, sempre que Dean chegava mais perto.

“Droga! Eu já tinha pegado o jeito. Estava derrubando bem menos coisas no começo da semana.”

E Dean ajudava Castiel sempre que algo caia. Quando eles terminaram de arrumar tudo, ficaram sentados, uma hora ou outra alguém passava para encher o tanque, entrando ou saindo da cidade, sempre entrando para comprar alguma coisa.

“Por que você se nomeou Steve, e não Jimmy?” Dean pergunta.

“Eu não queria nada relacionado ao passado. Muito menos se fosse tão óbvio para me reconhecerem.”

“Você tem um ponto. Mas Steve?”

“Eu gosto.”

~~~***~~~

Sam tinha roubado um carro, e andando o dia todo, parando agora em algum lugar para se hospedar. O sol ainda estava relativamente alto no céu, mas ele não havia comido nada desde a noite passada, então resolveu parar em qualquer lugar e ir comer numa lanchonete. O dia todo, Sam olhava para o celular querendo ligar para Dean, mas chegar de surpresa seria melhor, e não daria a chance de ele escapar, se fosse o caso. Quando ele estava de barriga cheia, Sam ligou para Kevin para saber das noticias.

Com Crowley estava tudo bem, mas sobre o exorcismo angelical, Kevin não queria passar informações por telefone. Sam resolveu que sairia de no final da madrugada do dia seguinte, e pelas suas contas, chegaria a Athens mais ou menos as duas ou três da tarde.

Notas finais
É isso pessoal o/ como eu acho que eles estariam vivendo, e cada vez mais eu crio mais enredo o/ Ps: quote de Matriz: Revolutions e The Beatles. Matrix é a cena da Estação de Trem, e Beatles a música que deu nome ao capítulo, All You Need is Love.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.