Fate

15 Cap 15 - Envolvido


/Stwart/

O celular do garoto vibrou em seu jeans ele tentou se levantar para atender, mas eu não lhe permiti. Peguei o celular em seu bolso traseiro, olhei no visor rapidamente, Bia. Não devia ser nada importante, e se fosse, ela que ligasse outra hora. Agora tinha que saciar minha fome.

_ Deixe-me atender. Pode ser urgente.

_É só sua amiguinha. Deve ter ficado com saudade.

_ Bia? A esta hora? Ela nunca me liga. Deve ser importante. Preciso...

Ele estava me irritando. Porque resistia tanto se estava claro que ele me queria? Beijei-o novamente para silencia-lo. Não iria mais me conter.

Estava apenas de calça em baixo de mim. Parecia apreensivo. Como ele não fez menção de tirar minhas roupas, eu mesmo o fiz, Tirei-lhe então as calças, e parei por aí queria atiça-lo mais um pouco. Pobre garoto.

Cobria todo seu corpo com beijos e caricias, podia ouvir sua respiração pesada entre gemidos contidos. Tanto eu quanto ele estávamos obviamente excitados.

_ Vamos ao que interessa agora.

Disse-lhe provocador. Arranquei sua cueca, ele não ofereceu resistência, apenas se ergueu um pouco para poder deixar passar pelas pernas. Pude analisa-lo. Percebi que estava totalmente sem graça.

_Você é realmente um garoto muito bonito. Quem poderia imaginar que em baixo de suas roupas...

_ O senhor devia parar de me deixar envergonhado.

_Se você tem vergonha da verdade. O que se há de fazer?

Parei a conversa antes que ele argumentasse. Simplesmente passei meus lábios por sua extensão até chegar a seu sexo. Gastei alguns minutos ali. Já não podia me conter.

Me posicionei entre suas pernas, e calmamente comecei a penetra-lo, sem toda aquela coisa de preparação. Iria bem devagar para que não fosse doloroso. Mas não queria esperar mais.

/Reich/

Eu não pude acreditar no que havia feito. Eu saí da casa dele era mais de 4 da manhã, o que iria dizer minha família?

Ao chegar em casa por sorte estavam todos dormindo. Não queria ter que inventar historia agora. Queria apenas pensar no que fazer agora.

Droga, eu precisava de um banho, estava quente, meu corpo ainda estava vibrando.

Nunca senti nada parecido. Se pudesse optar por não sentir dor, provavelmente seria um prazer incomparável. A alguns meses atrás, se alguém tivesse dito que seria capaz de transar com um homem, eu provavelmente iria soca-lo até sangrar. Mas agora, estava lá eu, desejando mais uma rodada. Droga. Maldição.

Entrei na banheira e comecei a pensar na segunda feira. O que eu iria fazer? Como iria encara-lo? Estava envergonhado apesar de tudo.

Por um breve segundo pensei em contar tudo para Bia. Mas a ideia me pareceu assustadora logo depois, ela provavelmente iria zombar de mim até o dia de minha morte.

Lembrei que ela havia me ligado, senti meu rosto ferver ao lembrar da situação em que me encontrava.

Pensei em enviar-lhe uma mensagem, pois era assim que nos comunicávamos via celular, mas ela provavelmente não acordaria com o som do celular. Ligaria depois ou a veria na segunda na escola. Naquele momento não me importava muito com Bia, só consegui pensar no corpo quente ao qual pertenci naquela noite.

Que bela recompensa recebi pelo meu bom trabalho hein? Espero que meu pai me confie tarefas assim mais vezes. Estava zombando de mim mesmo. Com fundos de verdade. Nunca poderia imaginar que algo tão estranho, era tão bom.

Notas finais
O que é? isso não é um Lemom, é só um azedinho bem de leve, o foco não é esse, sorry.