Farieland - O Reino das Fadas
1 Prólogo
Num mundo distante, existe um povo que não vemos que não conhecemos. São Fadas, Elfos, Gnomos... criaturas de todos os tipos, boas e más, altas e baixas, engraçadas e sérias. Vivem livres e longe do homem. Em um ambiente jamais visto por humanos, ou pelo menos, nunca ninguém confirmou sua existência.
Mas esse mundo estava prestes a ser descoberto.
Uri, um jovem estudante, usava um cavanhaque, tinha os cabelos curtos e negros, tinha por volta de 1,69cm, apesar de não se alimentar direito, sempre fazia suas caminhas e corridas matutinas, mantendo-se sempre seu corpo esbelto, além do mais era curioso, então ele resolve ir mais a fundo sobre esse “novo mundo”. Ele fazia a faculdade de artes. Fora para o Rio de Janeiro para se formar, mas sua cidade natal era Fortaleza. Sempre nas férias voltava para ver a família e amigos que havia deixado aqui. Era um jovem como outro qualquer com seus vinte e um anos de idade, gostava de hambúrgueres, refrigerantes, doces e “porcarias” em geral.
Usava uma calça jeans já um pouco velha e desbotada, o azul que ela tinha antes, quando nova, já não tinha mais, e passara a um tom mais esbranquiçado. Usava uma camisa branca pintada por ele mesmo, usara suas próprias mãos, literalmente, para dar aquela arte na sua blusa. Colorira suas duas mãos e de forma desordenada deu “tapas” na blusa. Era sua obra prima, que não era tão exclusiva dele. Vira aquilo uma vez quando visitou uma exposição de artes numa escola da prefeitura de Fortaleza que os próprios alunos fizera. Um dos alunos havia feito aquilo em sua blusa, então ele resolveu copiar.
Sempre nas férias, quando voltava para ver sua família e amigos, gostava de ir à biblioteca da cidade. Gostava sempre, desde crianças de livros de aventura e fantasias. Durante todas as suas idas a biblioteca sempre observava que havia um livro na sessão de fantasias, que nunca ninguém pegava nele, e nem ele mesmo sentia vontade de pegar para ler, era um livro de aspecto velho e sujo. Mais a curiosidade lhe consumia cada vez mais. Perguntara para seus amigos sobre aquele livro e para a bibliotecária se alguém já havia lido e a resposta era sempre a mesma. Nunca ninguém havia se interessado em lê-lo.
O jovem o Uri resolve ver o que aquele livro tinha de tão interessante e misterioso, para estar na última fileira, na última prateleira, com capa dura, como os livros de magia que via nos filmes, e amarrado por um barbante já desgastado.
Então ele abre, limpa um pouco a poeira, e começa a ler...
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