Famous Friend
39 Time is over
Notas iniciais
obg a todas pelos comentários e desculpa a demora amores.
ai nem vo falar mt, so, apreciem.
Pov. Mallory Scotcher.
Na margem do mar gélido, a criança sorriu e voltou-se para a mãe, muito longe de si, chamando-a.
- Vamos mamãe! Corra ou as tartarugas irão fugir! — o sorriso dela era magico. A garota tentou acompanhar a menor, mas suas pernas pareciam ser feitas de pedra.
- Espere — pediu. — Por favor...
Enquanto corria sobre a areia morna da praia, sua vista começou a turvar-se. Sua cabeça latejava. Preciso alcança-la! Mas quando olhou denovo para frente, a menininha desaparecera. Em seu lugar havia uma mulher esbelta de olhar agonizante e sorriso sádico.
A garota encarou a mulher, os lábios torcendo-se em uma careta melancólica. A mulher, que ainda exibia o sorriso assustador, apontou para o mar. A garota olhou na direção onde a outra lhe apontara e deixou escapar um grito de angústia que ressoou pela praia deserta.
Era a garotinha boiando pálida, gélida e desacordada, enquanto as ondas tentavam engoli-la a todo custo. A mulher lhe tinha desaparecido.
Sobrou só a imagem de sua filha morta e entregue ao movimento das ondas. Entregue à escuridão sem fim.
Acordei sobressaltada do pesadelo, ofegante e assustada. Um único pensamento em evidência: Era eu no sonho. Era minha filha no mar.
Respirei fundo e olhei em volta. A primeira coisa que notei, foi a agulha posta em meu braço esquerdo. Deixando claro que eu estava mais uma vez no hospital.
O quarto estava silêncioso e vazio. Eu podia ouvir borburinhos demasiado baixo e não muito longe. Respirei fundo mais uma vez e recostei no travesseiro. Senti um movimento repentino do feto que me fez por a mão sobre a barriga, sentindo os leves chutes sendo proferidos ali.
Sorri bobamente agradecendo por não ter sido como no sonho. Não existia vazio. Eu ainda estava completa.
- Hey, você acordou. — olhei para a porta a tempo de ver Brian entrando com um copo de café em mãos. Ele andou em minha direção e se abaixou, ficando a minha altura.
- Você... está bem? — perguntei fitando seus olhos castanhos agora bem próximos. Ele sorriu. Especificamente o meu sorriso.
- Acho que era eu que devia fazer essa pergunta, uh? — ele questionou com as sombrancelhas arqueadas.
- Ah! Tudo bem, pergunta.
- Ok. Você está bem? — disse com sombras de riso. Acenei mecanicamente.
- Bem melhor agora. — acrescentei. Mordi o lábio um pouco envergonhada com a declaração, me sentindo presa a aquele olhar.
- Tudo bem, será que se eu te beijar, altera seu quadro clínico? — perguntou dramáticamente me fazendo revirar os olhos.
- Com certeza. Aceleração cardíaca, respiração descompassada, inquietação baixo ventre, mãos suando... Ah, é um perigo. — disse teatralmente, me segurando para não soltar um "Ok, me beije logo".
- Hm, é mesmo? Acho que vou me arriscar. — sorriu antes de se aproximar o suficiente para sentirmos nossas respirações quentes. Ele levemente encostou os lábios nos meus. Depositando vários selinhos demorados.
- Hm, Brian?...
- Uh? — ele se afastou devagar para me encarar.
- Sinto falta da época que você era menos sensível e me beijava como homem. — disse com a minha melhor expressão inocente, recebendo um olhar surpreso.
- Agora se tornou questão de honra, você está desafiando minha masculinidade. — e então ele me beijou denovo. Porém não foi nada suave, lento, sensível ou calmo. Era caloroso. Era... nosso.
Enrosquei minhas mãos em seu cabelo e o puxei para mais perto forçando-o a se apoiar na cama, uma mão de cada lado do meu corpo.
- Er, u-hm... Eu preciso mencionar que isso é um hospital? — soltei-o imediatamente quanto escutei essa voz. Brian bufou audívelmente e se afastou quase como um robô.
- Muito obrigado, pai. — corei violentamente ao ver Papa Gates e Suzy parados na porta. Eles sorriam, mas isso não os tornavam menos intimidantes.
- Denada filho, pode contar comigo pra tudo. — ele falou irônicamente. — Então mocinha, quero muitas explicações. Como a senhorita veio parar nesse hospital? Aliás, como vocês foram capazes de esconder essa gravidez de mim que sou o avô? Vocês tem noção do choque que eu senti quando me disseram que já estava com 9 meses? E eu só fui avisado disso ontem? — me olhou com um semblante sério. Fiquei muda, esperando que Brian dissesse alguma coisa.
- Ok, Brian. Depois vocês conversam sobre isso. Como você está Mallory? — Suzy interveio com sua voz doce.
- Ah, estou bem... só, um pouco enjoada. — respondi sincera.
- Enjoos? — ela perguntou surpresa.
- O médico disse que é por conta da fraqueza e dos remédios. Você pode brigar com ela agora pai, ela não está cuidando bem da sua neta. Nem se alimentando direito. Está quase anêmica e sem nenhuma vitamina no corpo.
- É só isso o que eu tenho? — perguntei aliviada, pois achava ser algo mais grave.
- E você acha pouco? Nossa filha pode morrer se não tiver todos os nutrientes, vitaminas, proteínas, e todas essas frescuras ai. — ele resmungou decepcionado.
- Eu estou pensando filho, vou levar Mallory para morar conosco. Pelo menos ela vai se alimentar decentemente...
- Eu me alimento! Eu como tudo, é só que... eu estava evitando comer em grandes proporções porque estava começando a engordar. — esbravejei cansada.
- Mas você está magrinha, Mallory! Nunca vi uma grávida tão em forma. Você não precisa disso. — Suzy sorriu acolhedora.
- Eu acho que o problema é falta de elogio do Brian. — Papa Gates semicerrou os olhos na direção do filho.
- O que? O que isso tem a vê? — ele perguntou confuso.
- Mulheres tem que ser elogiadas diáriamente para não dar pane no departamento da auto-estima, filho. Eu vou ter que te ensinar a elogiar sua mulher? — ele olhou para o filho que parecia incomodado com o assunto.
- Isso Brian, me elogie. — disse séria, tentando provocá-lo. Ele me olhou perdido, pensando no que falar.
- Gostosa. — mordeu o lábio segurando um sorriso malicioso.
- Brian!! — Suzy o advertiu assustada.
- O que? To elogiando! — ele se defendeu inutilmente. Nem preciso dizer que devo estar igual a um pimentão, né? Pois é.
Depois disso a médica entrou no quarto, dizendo que eu estava liberada. Me passou apenas algumas recomendações e me proibiu de insistir em lactovegetarianismo. Disse que eu não estou engordando, que a fase de engordar já passou. Ela acha que é coisa da minha cabeça.
Suzy e Papa Gates eram uns amores. Eles mantinham o ambiente tão descontraído que eu só conseguia dar risada de tudo o que eles falavam e nem consegui me sentir realmente preocupada com meu quadro clínico. Eu sabia que meu bebê estava bem. E isso era o suficiente.
Agora eu iria me cuidar melhor. Também não teria como não fazê-lo já que recebi promessas de que seria monitorada diariamente apartir de hoje.
Me senti bem melhor quando finalmente estava saindo do hospital. Brian me explicou que os nossos amigos não paravam de ligar. Que Samantha estava aqui antes mas teve que ir trabalhar, agora que estava na gerência do Spa. Ele me obrigou a ligar para todos eles para não preocupá-los mais.
Eu recebi broncas de todos, obviamente. Eles me pediram desculpas por não estarem no hospital quando eu acordei. O que por um lado foi até bom. Os funcionários desse hospital já estam traumatizados com a nossa tropa. E realmente não adiantaria nada eles ficarem olhando para parede enquanto eu ficava desacordada com uma agulha do braço.
Chegamos em casa, que por sinal estava vazia, e eu me senti suja. Parecia ter cheiro de hospital grudado em minha pele. E automaticamente, em tudo o que eu tocava.
- Ah, preciso de um banho. — comentei num suspiro. Brian repentinamente me abraçou por trás, me impedindo de continuar a subir as escadas.
- Nada disso, eu vou cuidar de você agora. Vamos ficar o dia inteiro embolados no sofá enquanto eu gasto toda a minha cota de elogios. Estou até pensando em pesquisar na internet alguns elogios decentes já que, infelizmente fui informado que os que sei não suficiente e nem são apropriados. — ele sussurrou em meu ouvido me causando inúmeros arrepios.
- Ah, é? E quais seriam esses elogios? — perguntei baixo apreciando o contato de nossas peles e, puta merda como eu sentia falta disso.
- Bom, isso é algo a se discutir mais tarde, sabe. Sentindo o conforto da nossa caminha...
(...)
2 semana e depois...
Definitivamente os dias estão passando demasiado rapidos. E eu até que estava conseguindo esconder bem o medo que sentia do dia em que minha filha daria adeus ao conforto do meu... útero. Deve ser confortável, uh? Que seja, o primeiro reflexo a se tornar evidente era o da dor, quando eu pensava no parto.
Optamos pelor parto natural. Nada de cortes. Não escolhi assim apenas pela estética em si. Eu não estava preocupada com as cicatrizes mas sim, com o período pós-parto. Eu não aguentaria ficar varios dias em repouso. E além de tudo, meu pai estava tentando entrar em contato com a minha mãe para certificar uma possível má-reação a anestesia que ele achava que eu tinha. Ele disse que quando eu era pequena anestesias não eram o suficiente para mim. Eu sempre sentia dor. Como nos dentistas. Mesmo sendo aplicado uma quantidade suficiente para me deixar inchada, aparentemente não fazia efeito.
Então resolvemos não arriscar, né. A dor de um feto saindo pela minha vagina parece mais tolerável do que um bisturi estribuchando meu ventre.
Brian ao contrário de mim, não estava escondendo o receio que sentia da data cada vez mais próxima. Um dia, ele deixou escapar entrelinhas, que sentia medo de se desesperar, não saber o que fazer para me socorrer e isso acabar preojudicando a mim e a nossa filha. Ele se martirizava por uma possivel falha que ainda nem tinha acontecido.
Outro dia também escutei sem querer, uma conversa que ele teve com seu pai, num dia que Sophia e meu pai resolveram fazer um jantar para recebe-lo juntamente de Suzy. Eles estavam fumando na sacada enquanto meu pai teve que se retirar brevemente para atender um telefonema de um dos sócios. Eu estava voltando do meu quarto, onde eu tinha pegado um par de sapatinhos que tinha adquirido recentemente para mostrá-los a Suzy, e escutei-o dizendo que sentia medo de não ser um bom pai. De não ser o suficiente para ensinar princípios e integridade a seus filhos. Ele dizia não se achar bom o suficiente. E confesso que tive que me segurar para não invadir o local com palavras de conforto para reverter essa interpretação que ele tinha de si mesmo. Eu tinha certeza de que ele seria um bom pai. Mas me controlei naquela noite. E não toquei no assunto até então. Não diria nada até ele expressar novamente, alguma preocupação relacionada a esse assunto.
No mais, estávamos levando a nossa vida. Brian dormia todas as noites aqui em casa agora. Ele dizia não querer me deixar nem um segundo sózinha agora que a bolsa podia estourar a qualquer momento. E por incrível que pareça, ele e Pétrick estavam se dando super bem. Como se fossem velhos amigos que trocavam figurinhas e tudo mais.
Fiquei feliz em saber que não mas existia alguma aversão entre eles. E eu me senti na obrigação em aderir essa tendência com relação a Kate também. Eu não tinha palavras para expressar o quanto estava agradecida por tudo o que ela fez naquele dia do almoço na casa de Jimmy. Nós duas meio que... nos tornamos confidêntes. Jogavamos conversa fora nas noites em que Brian e Pétrick tiravam para jogar video-game. O que se resumia em quase todas as noites da semana.
Sr.Johh, posso dizer que está a cada dia, mais afetado pela Soph. Eu podia dizer com propriedade, que ele realmente estava apaixonado por ela. E isso me deixava muito feliz. Em consequência, tirava Sophia de casa todas as noites. Afinal, seria um tando estranho meu pai também dormir aqui enquanto Brian também dormia aqui. Então pelo conforto e pela privacidade para ambos os casais, ela residia a mansão dos Scotcher por um período indetermidado.
No fim, sobrávamos apenas nós quatro. Pét, Kate, Brian e eu. Geralmente optávamos por um programa entre casais. O que tornou nossas noites bem mais divertidas nessas duas semanas que se passaram.
Não sei se é possível de se imaginar, mas Leana e Jimmy estavam ainda piores no quisite pais corujas. Era realmente assustador a maneira com que eles cuidavam dos gêmeos. Eles contrataram uma equipe de babycity exclusivamente para cuidar dos bebês. Eram exatas 4 babás responsáveis por mantê-los limpos, confortáveis, alimentados e seguros. E é claro, tudo sobre a supervisão dos dois. Era uma zona total quando todos íamos visitá-los juntos. Além da árdua disputa pelos bebes. Eu sempre tinha prioridade quando se tratava de Mylean. Afinal, eu era a madrinha dela. Eu tinha mais direitos.
Assim como Zacky e Gena tinham com Zattrian, já que eles foram nomeados os padrinhos do mais novo por meio minuto.
Eu e Brian andamos conversando muito sobre esse lance de padrinhos. Eu estava super confusa. Toda vez que falavamos nisso perto de Valary ela enchia os olhinhos de animação num pedido mudo para ser a madrinha de Melanie. Morgana... Ah não sei, ainda não tinhamos decidido isso. A questão é, também tinham Kate e Pétrick.
E é claro, Jimmy e Lea. Também seria uma boa retribuir o presente que eles nos deram nos nomeando padrinhos de Mylean. Não pensamos em Gena e Zacky porque eles já eram padrinhos do JZ. E nem em Johnny porque ele e Samy ainda não tinham se acertado. Eles não se consideravam namorados, tampouco um casal.
Resolvemos dar tempo ao tempo e não ficar planejando tudo antes da hora. Afinal, posso dizer que nossos planos nunca deram de todo certo.
Papa Gates me ligava todos os dias querendo saber se eu estava bem. Se ainda tinha desejos, se precisava de algo e coisas do tipo. Brian estava mais no estúdio do que em casa durante o dia. Ele dizia querer adiantar tudo o que tinha para fazer, deixando sua agenda livre de compromissos quando nossa filha nascesse. Ele queria tempo para mimá-la em paz.
E eu podia jurar que ele e seu pai estavam apostando quem cuidava mais de mim. Eles praticamente brigavam para ver quem atendia as minhas nescessidades mais rápido. Ontem mesmo, estavam apenas eu e Samantha aqui em casa, e eu senti uma leve dor de cabeça. Meus remédios tinham acabado e quando eu ia ligar para Brian, Papa Gates ligou querendo saber se eu precisava de alguma coisa. Eu comentei sobre a falta de remédio e ele disse que ia providênciar. Quando finalizei a chamada, Brian ligou também querendo saber se eu precisava de alguma coisa. Eu disse a mesma coisa que disse anteriormente, mencionando que o pai dele tinha se prontificado a comprar os remédios. O que ele fez? Disse que iria comprar porque ele chegaria mais rápido que o pai. Além de ter ficado chateado por eu não tê-lo comunicado primeiro.
Resultado? Os dois chegaram juntos com os remédios, brigando e disputando para passar pela porta e me entregar a porra do remédio. Eu apenas gargalhei dos dois, esquecendo até da minha dor de cabeça.
Foi as duas semanas mais divertidas e pacíficas do mês. E isso me preocupava. Se há muita paz, é porque virá guerra.
(...)
Era sábado. E resolvemos fazer algo diferente.
Basicamente, era a final do campeonato de baseball dos times do estado. E era obvia a euforia dos meninos quanto a esse jogo. Porém, realmente a euforia era só da parte deles.
Então, resolvemos nos dividir. Brian, Matt, Zacky, Jojo, Jimmy, Pét, John e Papa Gates, foram para o estádio de HB para assistir o tão esperado jogo dos Pirates da temporada de jogos. Enquanto eu, Val, Lea, Gena, Samy, Soph e Kate, resolvemos fazer uma espécie de chá de bebê fora de casa.
Lea muito tristemente deixou os gêmeos na casa dos pais acompanhados de duas babás, apenas para termos esse momento juntas.
Pra começar, já chegamos fazendo uma bagunça no shopping, ja que os garotos nos trouxeram para cá. Parecia um multirão. Eles todos vestidos com camisetas dos times e nós todas fantasiadas de crianças. Foi um momento muito engraçado. Todas as pessoas nos olhando no shopping. E eu afirmo e repito que não fui eu que tive essa idéia de fazer um chá de bebê ambulante num shopping.
Depois de nos despedírmos e de os homens correrem para o jogo, fomos para as lojas. Nós estavamos realmente engraçadas vestidas de modo infantil. Leana estava toda colorida com uma chupeta enorme pendurada no pescoço e com os cabelos amarrados em xuxinhas, assim como Samy e Gena. Kate também estava engraçada com seu vestido de pirulitos.
Resumindo: Chamamos muita atenção.
- Eu ainda não entendi como isso funciona, Val. — Kate disse ansiosa, praticamente saltitando enquanto entrávamos na loja de artefatos infantis.
- Funciona assim, temos que fazer perguntas super íntimas e indiscretas para a Mell. Se ela responder rápido, ela pode escolher um presente da loja, para quem fez a pergunta pagar. Entenderam? Já vou avisando. Vamos usar criatividade nessas perguntas ai, temos que fazê-la passar vergonha. Caso ela não queira responder, ela tem que pagar um mico. — Valary explicou. E confesso que isso me assustou um pouco. Vai sair cada pergunta.
- Ok, entendi! Eu começo. — Gena disse quando nós chegamos numa área da loja, que tinha sofás. Pelo o que entendi, os funcionários da loja já tinham sido avisados dessa brincadeira. — Hm... essa é bem facinha Mell, quando você transou com o Brian, foi tipo, sexo selvagem, sexo papai e mamãe, que tipo de sexo? — ela perguntou com os olhinhos brilhando. As outras praticamente pularam em excitação. Ok, elas querem minha caveira.
Puta merda. Essa era para ser fácil? Não era difícil, mas puta constrangedor.
- Ahh gente. — reclamei.
- Nada disso, Mallory! Responda, você está perdendo tempo. — Val me advertiu. Corei violentamente com os olhares que elas lançavam em mim. Parecia que até as vendedoras estavam prestando atenção, aguardando a minha resposta.
Brian meu amor, venha me socorrer!
- Ah, tudo bem. Foi sexo normal ué. — respondi inocênte recebendo um olhar desaprovador. — Ok, selvagem. Porém não muito. Porém, ... ah, Brian não é nada suave.
- Não! Queremos detalhes! Essa sua resposta não vale um presente, Mallory. — Kate protestou sádica. Nossa, obrigada.
- Ai, pra começar até num carro já transamos. E não foi nada romantico, suave, delicado. Brian tem dois lados quando se fala de sexo. O lado brutal, que ele exerce durante a maior parte do sexo e o lado carinhoso que ele exerce durante o orgasmo.
- Num carro? Que safados! — Samy gargalhou.
- PUTA MERDA! Mais detalhes! — Valary pediu empolgada.
- Ai gente, também não vamos exagerar, né. — Sophia disse para a minha felicidade. Ela parecia constrangida com esse tipo de intimidade.
- Ta bom! Mell escolha um presente bem caro para a Gena pagar. — Val instruiu.
- Hmmm, da Gena eu quero uma poltrona de amamentação. — disse com um sorriso convencido. Eu ia estourar os cartões de créditos delas para me vingar.
- Boaa! — Leana disse. A vendedora foi atrás do preço para informar a Gena. — Tá, agora é minha vez. — Leana saltitou empolgada. Todas ficaram em silêncio esperando a pergunta da vez. — Nos conte sua pior fantasia sexual. — ela falou com um sorriso sacana. Revirei os olhos. Eu não ficava mentalizando fantasias sexuais. Mas eu respondi a primeira coisa que me veio em mente: Transar naquelas saletas completamente estofadas de hospício.
Até eu me assustei com a minha resposta.
Depois dessa, depois de me zoarem muito, elas continuaram com as perguntas obssenas. Que sinceramente, tenho vergonha até de pensar sobre. Teve uma pergunta em excessão que eu não respondi, tendo de pagar um mico. Foi a pergunta da Samy.
"- Se você pudesse escolher dois dos meninos da banda, tirano o Brian, para fazer um menage selvagem... Quais você escolheria?"
Me lembrem de esganar a minha irmã depois. Eu não respondi. Isso não envolvia só a mim. Era... comprometedor demais. Apesar de eu já ter os escolhidos em mente.
Então tive ficar na frente da loja, com a cara lambusada de batom, gritando coisas como "PRATICO BDSM E TENHO ORGULHO!" Umas senhoras me olhavam com cara feia, assustadas com a minha falsa confissão. Já uns caras que trabalhavam na loja do lado, pareceram animados com isso. Acho que se eu não estivesse com esse barrigão eles provavelmente não exitariam em mexer comigo.
Definitivamente foi tudo muito divertido e acabamos que chamamos clientela para a loja com essa brincadeirinha.
Eu já tinha ganhado fraldas, roupas, brinquedos, poltrona, mamadeiras, chupetas, talco... tudo. Já estavamos indo para a última rodada de perguntas quando senti algo morno escorrer por minhas pernas.
Logo depois, um leve movimento em meu ventre. Coloquei as mãos instintivamente sobre a barriga, não prestando atenção na pergunta de Sophia.
- Meninas? — balbuciei com o olhar perdido. Eu tinha que manter a calma.
- O que foi, Mell? Você está palida! — Samy se aproximou exasperada, chamando atenção das outras.
- A bolsa estourou... Vai nascer!
Notas finais
é, eu imagino que sim. Porém, não vai demorar. Acho que sabado eu posto, porque amanha tenho compromisso importante com a familia, so, dscpa deixar vcs curiosas.
bjs e comentem bastante que eu posso tentar postar amanhã de madrugada.
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