Famous Friend
31 Happy B.Day pt. 2
Notas iniciais
Não posso falar mt pois estou com pressa. Este é bem trite.
Eu confesso que chorei escrevendo ele enquanto escutava a musica The only Exception do Paramore. Não sei porque, mas me emocionei mt.
desculpa qualquer erro. editei com pressa.
ENJOOY IT! *-*
Pov. Mallory Scotcher.
Cá estou eu, na minha festa de aniversário, sentada num sofá e sozinha. Pode parecer meio patético, mas observar as pessoas se divertirem daqui de cima me apetecia muito mais. Vocês devem estar se perguntando.. E o Brian? Pois é, ele não veio falar comigo. O que é muito estranho, pois no hospital, quando ele me salvou do afogamento ele estava super simpatico e falando comigo. Depois de descobrir sobre a gravidez da Michelle que ele começou a me ignorar.
De onde eu estava eu podia ver Valary e Matt abraçados e gargalhado felizes por algo que talvez nem tivesse muita graça. Zacky acariciava os cabelos de Gena delicadamente, e a olhava como se ela fosse o ser mais belo que já virá. Leana participava de uma disputa banal de quem virava masi drinks, perto do bar. Johnny se divertia com Lacey dançando de modo engraçado, enquanto todos em sua volta riam. Eu de certo modo os invejava. Eu queria me divertir como eles, me sentir bem com todo mundo próximos de mim porém me sentindo tão sózinha. È até meio depressivo eu sei.
- Mellzinha... eu não quero que você fique aqui sozinha, e além do mais... você prometeu se divertir. — Jimmy disse em mais uma de suas tentativas com uma careta em descontentamento.
- Estou me divertindo, Jim!! — menti tentando ao menos não atrapalhar a noite dele me consolando. Ele fez uma careta, não convensido de minha situação. — Tudo bem, não está tão divertido assim... é que não estou me sentindo muito bem. — afirmei evitando seu olhar.
- O que foi? Alguma coisa com o bebê? Eu disse para aquelas antas que você não deveria estar em uma festa dessas proporções, você não pode se agitar e... ahh, será que eu devo ligar para o médico? Não! Está tarde pra caralho! Ok, diga o que você está sentindo.... já sei, vou buscar um copo d'agua e você se sentirá melhor.. CADÊ A VALARY? — começou a atropelar as palavras muito desesperadamente enquanto eu comecei a rir. Ele me olhou indignado, não entendendo a minha reação. Eu é que não entendia o desespero desse povo, meu deus! — O que foi ? — perguntou com as sombrancelhas arqueadas, ainda um pouco exasperado.
- Ai ai, como o que foi Jimmy, seu bobão?! Agora eu realmente estou me divertindo com a sua preocupação exagerada sem motivo. — disse controlando a respiração. Ele revirou os olhos e fez uma careta decepcionado.
- Eu aqui, todo preocupado com você e você curtindo com a minha cara, muito lindo dona Scotcher . — fingiu-se de bravo, mas bastou eu apertar-lhe as suas bochechas que aquele sorriso bobo voltou. — Vamos dançar vai, vou pedir uma musica lenta pra gente arrasar com a galera! — disse divertido enquanto eu revirava os olhos.
- Jimmy, eu estou grávida e não morrendo! — reclamei fazendo um muxoxo que ele ignorou. Me arrastou para a pista de dança enquanto eu observava todos dançando, envergonhada por causa de certos fatores. 1°: eu sou uma péssima dançarina, 2°: todos ficavam me olhando, não sei porque 3°: as unicas danças que o Jimmy sabe é a do panda e a do pinguin. 4°: eu realmente estou sem animo para me divertir, como disse anteriormente. e 5° e ultimo mas não menos importante: EU ESTOU DE SALTO.
- Hey, você tem que dançar e não balançar a cabeça, Mallory! — Jimmy ria do meu jeito atrapalhado. Enquanto eu tentava pegar o ritmo da música. Ficamos instantes assim, apenas tentando nos divertir com a nossa própria palhaçada não ligando para os que nos fitavam achando estranha a nossa performance. Estava tudo normal até que percebi Jimmy ficar tenso.
Olhei para trás e dei de cara com Brian, muito perto. Encarei-o tentando decifrar sua expressão rígida.
- Posso dançar com ela agora? — Perguntou agora olhando para o Jimmy que imediatamente me soltou, sussurrando um "Qualquer coisa me chame." discretamente.
Respirei fundo só de me imaginar perto o suficiente dele, era tão ... ruim esse joguinho que ele estava fazendo. Me ignorava, depois me surpreendia. Me deixava fodidamente confusa. Por que eu não conseguia odiá-lo?
- Hey. — cumprimentei apenas. Eu me sentia extremamente intimidada com a sua proximidade, porém, ao mesmo tempo segura. POR QUE SOU TÃO BIPOLAR, ZEUS? — Hm, o que está achando da festa?? — Perguntei tentando estabelecer uma comunicação amistosa. Mas ele parecia querer o silêncio enquanto nos mexiamos totalmente fora do ritmo da música que estava tocando. Ele havia pegado na minha cintura, levemente, causando inúmeros arrepios por mais que havia panos que impediam o real contato pele a pele. Ele me fitava tão intensamente enquanto eu me deixava levar pelo balançar lento de nossos corpos, que eu me sentia aqueciada. Por que ele agia desta forma? O que realmente houve com Synyster Fucking Gates?
- Tudo bem, se você não quer conversar. Ok. Só não me faça pagar de idiota, Brian! Por que está assim? Pra que tudo isso? Por que você ficou me evitando esse tempo todo, em? Olha aqui se você... — ele colocou um dedo em meus lábios impedindo que eu continuasse com a cachoeira de perguntas.
- Para de falar, por favor. — disse suplicante, e me assustei com a aparente dor em sua voz. Ele suspirou colando mais nossos corpos, continuando o mesmo ritmo que obviamente não se adequava a batida que tocava estridente agora. Eu o obedeci, ainda curiosa e com mil perguntas na cabeça. Mas, ele tinha razão, o momento era único demais para estragar com questionamentos sem nexos. Eu queria tanto dizer que o amava, que ainda o queria, que não me arrependo de ter tido a oportunidade de estar em seus braços. E ... finalmente que a criança que estava crescendo em mim, fazia parte dele também. Eu sonhava todas as noites com a possibilidade de ficar com ele, abraçar nossa filha e sorrir feliz por ter as pessoas que eu amo, perto de mim. No sonho parecia tão... próximo, digo, uma realidade quase palpável. Mas na realidade era um pouco mais complicado que isso.
- Eu preciso falar com você . — sussurrei perto de seu ombro. Não obtendo nenhuma resposta, além do apertar em minha cintura. — Brian, eu... — Fui incapaz de continuar. Apenas me afastei dele caminhando para fora do local, eu precisava respirar. O que eu estava fazendo também? Eu não podia contar nada para ele. Não podia. Fui em direção ao estacionamento do estabelecimento e me escorei no carro que eu julgava ser o do Jimmy. Me abaixei tentando controlar minha respiração sôfrega.
- Finalmente encontrei a piranha. — uma voz fina e enjoativa contastou para minha indignação. Me virei imediatamente a procura da dona dessa voz, me surpreendendo fútilmente.
- O que ... você faz aqui ? — perguntei com os olhos semicerrados, assustada com a situação. Sim, a Michelle e eu sozinhas num estacionamento, gravidas de um mesmo homem e... Ela me chamou de piranha?
- Vim conversar com a biscate que quer roubar meu homem . — falou com certo desprezo. — Eu conheço muito bem garotas da seu tipo. Você voltou só porque ele estava famoso né? Daí arrumou um jeito de engravidar dele, e agora, quer separá-lo de mim. Colocá-lo contra mim! Ele está querendo até que eu faça um teste de DNA, por sua culpa. Você que está colocando essas coisas na cabeça dele, mas você não me engana não!! Quer bancar a coitadinha da história, dizendo que o pai desse verme que você carrega na barriga é o seunoivo, dizendo que é por dó de mim??? Você acha realmente que o Brian escolheria você? — disse debochada, e eu juro que só não voava no pescoço dessa Michelle quando ela disse a palavra biscate, porque ambas estavam gravidas. Até onde eu sei.
- Heeey!! Espera ai garota! Eu não sou biscate não, muito menos voltei por causa dele! E outra coisa, ele tem o direito de querer o DNA vai saber se a aproveitadora da história é você? Eu nem estou falando com ele direito, quanto mais aconselhando ele a fazer esse maldito teste e..
- HAHAHAHA . — riu irônica me interrompendo. Cara do céu, essa Michelle já estava me assustando com esse olhar psicopata, a mulher parecia estar endemoniada. — Eu sou a aproveitadora é isso?? Me poupe garota, eu sempre tive ao lado dele! E eu digo mais, ... se você continuar com esse joguinho, colocando todos os meus amigos e garotos da banda contra mim, eu vou contar a verdade para o Brian. — completou, ainda com vestígios do humor negro em seus gestos e feições.
- Mas que merda de verdade? — perguntei indignada.
- Que você ofereceu dinheiro pra mim tirar essa criança, pra você ficar com ele. Que você me ameaçou, caso ele assumisse o nosso filho. Você é uma bruxa Scotcher!! Como pode fazer isso? — disse teatralmente. E para o meu completo desgosto ele escutos essas merdas que ela disse.
- O que? — Brian perguntou atrás dela, se aproximando lentamente de nós duas. Ela como boa atriz que é, se desmanchou em lágrimas e correu para perto dele. — Você... você fez isso mesmo Mallory? — perguntou com as sombrancelhas arqueadas, uma mistura perfeita da raiva, dor e surpresa estampada em sua face.
- Como você pode cogitar essa possibilidade? — perguntei ofendida, se ele me conhecesse de verdade, saberia que eu nunca seria capaz de algo assim. Caramba o que essa Michelle fez com a gente?
- Para de ser falsa garota!! Você me ofereceu muito dinheiro para tirar essa criança e largar o Brian. E sabe porque eu não o fiz? Eu amo ele de verdade, não sou como você que apenas quer o dinheiro dele! — Michelle disse com mais "veneno" saindo de sua boca. Eu não me controlei e avançei nela sendo impedida pelos braços tatuados .
- Então quer dizer que .. — Já com lágrimas nos olhos, tratei de interrompê-lo.
- Não quer dizer nada, Brian! Você não confia em mim. Eu que te conheço a anos, desde a nossa infância, lembra? A garota magricela que fazia os seus deveres apenas para tê-lo perto de mim, ... A que nunca te abandonou, mesmo depois de brigas e tantas decepções. A que ficou te esperando internamente todos esses anos... a que você jurou amar e proteger na infância... È dessa garota que você está desconfiando. Ouça muito bem essas palavras... Você verá que está errado. — disse com meu rosto cheio de lágrimas e sentindo uma dor enorme. Tanto emocional quanto fisicamente.
Me virei dando passos longos para longe do casal. Caminhei em direção a rua quase deserta, sem me importar com alguém que gritava meu nome insistentemente. Eu não conseguia nem exergar direito, minha visão estava turva e eu sentia que podia cair. Como pude me enganar tanto assim com uma pessoa? Tirei o salto que eu usava e caminhei descalço pelo asfalto úmido. A noite estaria bonita se não fosse o clima trágico que pairava sobre tudo o que eu olhava.
Não sabia para onde eu ia, na verdade eu nem estava me importando. Eu não queria ninguém assistindo meu estado deprimente de camarote. COMO POSSO SER TÃO CAGADA DE POMBO ASSIM, SENHOR?
Caminhei pesadamente pelo meio fio, rezando para que não viessem atrás de mim. Eu apenas queria sair daqui, e ir para um lugar onde eles sejam incapazes de me encontrar. Se fossem outros tempos talvez eu imploraria para ser atropelada, sequestrada, torturada... mas agora eu só queria me distanciar com segurança, pois eu carregava uma vida agora.
Acho que já havia andado umas 2 quadras quando percebo um carro me acompanhando lentamente. Fiquei tensa e preparada para correr caso fosse necessário, mas não foi.
- Mallory, o que faz aqui? — uma voz conhecida perguntou. Me virei fitando aqueles olhos claros e me sentindo segura.
- Pétrick.
Notas finais
Dózinsa da Mells.
como disse, foi mals qualquer erro e porfa comentem. :)
BEIJO BEIJO DLÇINHAS. anne .
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