Famous Friend
21 Day and night summarized up in one hour...
Notas iniciais
eu estava com saudades de vcs. e tipo demorei pq sou tonta, porem não sou obg a fazer coisa mal feita e vcs
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Então enjooy it! pq a farra deles vai acabar, vish fuck yeah'.
Me mandem review de Boas-voltas'. keikeiekiek. beijos .
>>>>>>>>>>> LEIAM A NOTINHA LA EM BAIXO PLEASE?! OBG
Pov. Mallory.
– Tudo bem, precisamos conversar. Porém quero te pedir algo antes... — respirei fundo observando ele fazer uma careta, ok agora é definitivo... estou nervosa pra caralho. Continuei quando ele acentiu, analisando minha expressão. — Preciso que você me escute, e depois dê a sua opinião ou coisa do tipo.. — eu precisava apenas que ele me escutasse, dane-se depois se ele quisesse me chingar ou algo parecido. Pelo menos me justifiquei.
Ele pareceu pensar por instantes e foi em direção ao estoque de bebidas do Jimmy, que ficava num armário ali na sala de estar mesmo.
Ele tirou de lá um Whisky, um daqueles com cara de ser caro, antigo e viciante. Mais que porra também, ele não podia largar a bebida por um minuto não? Tipo, quando o Rev disse que ele estava se afogando nas bebidas e no cigarro, não imaginei que fosse literalmente.
– ok, eu vou te escutar. — falou e se sentou de frente para mim, após bebericar a bebida. Hm, é, quente.
– Ok. — acenti e suspirei, pensando no que falar. Eu tinha tantas perguntas para esclarecer, que não sabia se eu conseguiria esclarecer as dele. — Bem, nós dois sabiamos das consequências do que fizemos... e sabiamos também que eu tinha alguém me esperando, na França. — pisquei rapidamente, um ato de nervosismo. Ele pareceu concentrado em mim enquanto mantia a garrafa na sua mão direita e a levava até a boca em pequenos intervalos de tempo. OK, tenho que prosseguir e não ficar observando seus lábios umidos envolta da garrafa em movimentos despercebidos e inconciêntes. Omg. Foco Mel, caralho! — Só que... eu planejava ir para Paris, resolver minha situação com o Pétrick. Meu plano inicial era contar-lhe a verdade, eu esperava que ele terminaria comigo. Eu queria isso. — soltei sem querer, seus olhos ganhando um brilho diferente, seus lábios se curvando num quase-sorriso timido. — Quer dizer... não que eu esperasse algo a mais de você, só que eu não ficaria com ele após tê-lo traído, e eu não mentiria para ele nunca.. — sussurrei, esperei por uma reação sua, mas a única coisa que ele fez foi dar outro gole. Bufei impaciente com a situação.
– Mas de uma hora para outra ele chega aqui, com um papo estranho. Eu contei para ele, no primeiro dia que ele chegou. Eu contei tudo. Mas o que ele fez? Me perdoou, disse que me amava demais para me perder. — segurei uma lagrima lembrando da pior parte. — E então... ele me pediu em noivado.
– Aaah, pelo amor de Deus! Você podia ter recusado. — ele protestou também impaciente.
– Pra quê ? Pra ficar com você? Pra depois você ir comer uma vadia no banheiro? — Vish, nessa hora nem adiantava mais segurar porra de lágrima fujona nenhuma, eu já estava demonstrando minha puta fragilidade, para o meu "inimigo".
– Não! Porque você não ama ele. — aumentou o tom de voz, mas uma vez ele me pegou desprevinida com suas constatações verdadeiras.
Respirei fundo, e passei a mão no rosto para limpar as lágrimas que escorriam.
– Eu amo sim, é por isso que vou me casar com ele. Posso não amar como ele me ama, mas amo o suficiente para casar com ele, porque devo isso para ele. Ele cuidou de mim por vários anos, e ele me perdoou,... e ele está aqui agora. O que você quer que eu faça ? Eu cansei de te esperar Brian! Te esperei por minha adolescência inteira. — admiti com dor em minha voz. Aquilo estava engasgado aqui a tempos. Ele paralisou, exalando tensão.
A sala derrepente adquirindo o silêncio mortal como decoração.
Por mais que essas palavras nos doía, elas nescessitavam ser ditas.
– Me desculpa. Por ser um idiota e não ter percebido que você me esperava. Desculpa por contribuir com o seu arrependimento e sua consciência pesada em vários fatores. — começou, após segundos de tensão.
Meus olhos marejados fitaram os seus, que pareciam pegar fogo. Eu não conseguia decifrar o que ele queria, suas palavras me confundiam, seus gestos também... suas atitudes, nem se fala. O que fazer então, senhor?
– Tudo bem, Syn. O que quero dizer é, no momento em que aceitei me casar com Pétrick, não valia muito a pena arriscar algo consistente,... por incertezas. E também, eu não tinha muitas alternativas. — conclui exasperada, parecia que um peso estava sendo tirado de minhas costas, por eu ter conseguido esclarecer o meu ponto de vista.
Ele bebeu mais um pouco e colocou a garrafa em cima da mesa, no centro da sala. Sentou do meu lado, no sofá.
– Eu entendo. Eu não sou muito merecedor da sua total confiança, assim também! Mas eu andei pensando e... acho que estou sofrendo por você.. quero dizer, por você estar casando... Eu acho, que eu queria estar no lugar desse francês, ai. — Ok, isso me deixou sem reação. Foi isso mesmo que ele quis dizer, que queria estar casando comigo em vez do Pétrick? Choquei. Minha reação foi rir, mas de nervosa sabe?! Eu nunca esperei escutar isso saindo da boca do Brian.
Ele me olhou, parecendo surpreso e entristecido com a minha reação.
– Só que chego na casa da minha mãe, e recebo a noticia que o seu casamento será daqui a um mes. E que, bem eu vou estar na turnê e nem vou poder forjar essa merda! — sorriu um pouco, mais ainda com aquele ar triste.
– Como assim, na casa da sua mãe? Eu gostaria de saber mesmo, como você descobriu sobre o adiantamento do casamento já que eu mesma, só descobri ontem... — franzi o cenho analisando as possibilidades, talvez minha mãe contou para a Suzy. Elas são melhores amigas mesmo.
– Como assim ontem? Achei que sabia a mais tempo. Tipo, minha mãe sabe disso a uma semana já! — ele também pareceu confuso. Tudo bem, o que eu perdi? Como assim que a mãe dele sabia que me casaria daqui um mês, sendo que nem eu mesma sabia dessa possibilidade?
– Quem contou? — perguntei, percebendo que estavamos nos distanciando do assunto principal.
– Bem, sua mãe disse que tinha sugerido isso para o seu "namoradinho." — disse com um leve ar de sarcasmo. Me levantei exasperada. Mas que porra estava acontecendo? Contei para minha mãe ontem e ela pareceu supresa com o adiantamento, agora ele vem me dizer que ela foi a idealizadora de tudo?! Voltem a fita, por favor, porque eu me perdi. Eu tinha que conferir isso.
– Tanto faz, eu vim aqui com outro propósito. — ele interrompeu minha analise. O encarei apreensiva. — Me desculpar, e pedir para não se precipitar Mel. Você não tem que casar as pressas com esse tal de Pétrick só porque se sente culpada por ele não passar mais pelas portas, tamanhos são seus chifres. — Ah, ótima hora para piadinhas, Haner.
– Não é por culpa ... — tentei me defender inútilmente, eu estava intimidada com sua segurança posta nas suas palavras cortantes. Saiu como um esganiçado.
– É sim. E é também por teimosia e orgulho. Porque você quer a mim, e não a ele. — Falou mais uma vez, como se aquilo tudo fosse a coisa mais óbvia de todas. Bufei, ficando nervosa com a sua insinuação por mais que ela fosse completamente verdadeira.
– Brian, você está se achando demais. Você nem sabe se eu quero voc.... — ia me defender com a primeira desculpa patética que encontrasse. Mas fui interrompida por seus lábios gélidos forçados contra o meu, num beijo urgente. Sua lingua enfrentando a minha como se fosse a coisa mais certa a acontecer, tudo misturado com o gosto de alcool, ingerido recentemente. Deixando esse beijo mais degustativo. Meu corpo com saudades do seu, respondia ao seu toque desesperadamente.
Esse beijo nos dizia que estavamos sendo idiotas em achar que essas palavras que acabaram de ser ditas, seriam mantidas por muito tempo.
Pude perceber, que o queria mais do que qualquer coisa e por incrível que pareça... aparentava ser recíproco.
Nos separamos por falta de folego, se não fosse a necessidade de respirar manteria esse beijo por horas. Mas não tinha tempo para isso agora, eu tentava desvendar o segredo de seus olhos castanhos com o rosto bem próximo ao seu. Minha boca entreaberta, buscava por qualquer contato com a sua, mentalmente'.
– Por favor, só admita que estou certo. — sussurrou me fitando, estavamos tão próximo que seu hálito refrescou minha face. Meu orgulho dando sinal de alerta vermelho, um ato defensivo. Ele queria que eu admitisse meus sentimentos por ele. Que até agora não descobri uma palavra que defina melhor... além de amor'.
– Eu er, ... por favor Brian... não faça isso. — sussurrei em resposta. Era como se eu estivesse configurada em modo defensivo, onde o lema era: "Me preservar, primeiramente."
– Eu te quero, Mel. .... E só quero saber se é recíproco. Ou se sofremos tudo isso por porra nenhuma. Eu prometi para mim mesmo que correria atrás de você. Porque você é a única mulher que me faz sentir o que eu sinto. Essa vontade de sorrir toda hora, quando estou contigo. A vontade de largar tudo, adiar todos os compromissos só para te ver sorrir, ... sentir sua boca na minha... sentir o seu cheiro, seu gosto, sua pele. — Ele estava dizendo aquilo de um modo tão intenso, que me senti derretida em seus braços. Minhas pernas estava bambas com a emoção do momento. Ele estava dizendo através de palavras e gestos doces que me amava. ELE ME AMAVA. sério isso?
– Eu... er, er, eu sinto tudo isso também. — falei timidamente. Ele tentou ingerir isso por instantes.
– Promete que vai lutar por isso, por esse sentimento? Que não vai jogar tudo fora por culpa? — sua mão foi para o meu rosto, acariciando de leve minha bochecha enquanto ainda me perdia naquele olhar concentrado em me intimidar.
Avaliei o nosso caso e conclui que não tinha para onde fugir. Casar com Pétrick agora nunca foi o que quis. Eu deveria dar uma chance dele me provar que o que acabarà de dizer era verdade?
Quer saber, eu nunca fiz o que devia mesmo.
Essa foi a minha deixa. Eu acenti. Eu prometi. Eu o amava. Fato.
Ele sorriu e se afastou. Acabando com o contato visual que estavamos mantendo a tempo.
– Você precisa pensar muito. — disse ainda de costas para mim. Eu acenti para o nada. Eu estava acentindo para tudo ultimamente. — Eu preciso ir, ninguém além do Jimmy e você sabem que estou aqui. Além do mais, tenho um jantar hoje, er... quer ir junto? — questionou educadamente. Pensei por instantes, provavelmente iria ficar pensativa e estranha depois dessa conversa e dessa atmosfera declarações" e pá. É melhor que eu fique assim sózinha.
– Acho melhor não, ... obrigada por convidar mas vou esperar o Jimmy chegar e ir para casa. — Suspirei um pouco aliviada por termos esclarecidos os fatos recentes. Mas também estava preocupada com as novas dúvidas implantados na minha cabeça.
– Ok, então. — vociferou apenas. Ele se distanciou indo em direção a porta por onde entrou. — Se cuida... e quando decidir algo me liga. — acenou com a cabeça e se foi.
Me joguei no sofá com lágrimas nos olhos, parecia que cada vez que o via eu mudava de rota. Ele parecia ter nascido para me confundir por inteira.
Ele era a pergunta e a resposta ao mesmo tempo.
E isso era uma merda.
Notas finais
Desculpem mas vou dar a minhã opiniao: achei épico e de certa forma poético esse capitulo.
Acho que precisava mesmo de tempo para idealizar algo realmente Symel. Desculpa pela demora, sério.
Mas creio que foi o melhor para vocês. e para eles é claro.
Em, gostaria de agradecer a MayShadows' pela recomendação, essa linda. Ela que foi a minha primeira leitora! Me alegrou muito.(:
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E mandar um beijo para a LittleGirl'. Que é um amor, e eu vou casar com ela. porém não, pq gosto de homens. Ops. keimajesus'. kekiekeik mas bjo vcs.
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