Famous Friend
22 And Now ?
Notas iniciais
gostariia de deixar aqui meu formspring. perguntem lá? imploro. eta rs. então: formspring.me/quero1zombie. - se puderem passar lá. criei a pouco tempo e bem, tá só a putariia. kkks.
msn: raianecarlesso@hotmail.com --> sim esse é meu nome.
Tipo, adicionem lá pra gente se falar, p vces me lembrar de postar, coisas do tipo e tals. OPA.!! kkk.
twitter: @pqveei. mais esse é só de trolagem dos avengers. hehe. eu zuo eles pq eu amo mt.
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own. obrigada minhas lindas que fizeram recomendações super fofas para mim!. sérioo. super obg.
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vamos ao próximo? SIIIM! so, ENJOOY IT!
(...)
- Meu Deus, vocês se beijaram? — Jimmy arregalou os olhos. Ele chegou não muito tempo depois que o Brian saiu, e está aqui me perguntando os detalhes da nossa conversa a uns 20 minutos já, esse maricas.
- Sim. — tampei o rosto com as mãos, para esconder o sorriso de satisfação que eu tinha estampado no rosto quando lembrei do beijo, de suas mãos na minha cintura. Ok, é melhor parar de pensar nisso, porque né...
- AH, seus safados de uma figa! Me conta mais, Mallory! Argh. — ele esbravejava curioso. Eu apenas ria da suas caretas anciosas.
- Acho que ele teve um ataque de fofisse, Jimbo! — sorri mais grandiosamente, e ele gargalhou quando o chamei assim. Aquelas risadas meio do mal do Rev, sabe ?
Comecei a contar mais detalhes da nossa conversa, ele a todo momento ria. E fazia piadinhas que faziam minha barriga doer de tanto rir.
Eu realmente esqueci que tinha um problema em mãos, com o Jimmy a toda hora me fazendo rir, fazendo graça e dizendo coisas fofas meio que destacando um lado bom na história. Um lado que até certo momento para mim, não existia.
Quando já era umas 9 horas da noite, ele me levou até em casa já que eu estava sem meu carro.
Nos despedimos e entrei em casa, com os problemas/duvidas começando a oucupar a maior parte de minha mente. Seria uma noite e tanta.
(...)
"Eu estava numa ponte, de um lugar muito alto. Meus cabelos castanhos voavam com o vento batendo em minha face. Eu me segurava firmemente na corda da ponte que se movia quando escutei meu nome sendo gritado por uma voz rouca.
Me virei imediatamente no rumo da voz melódica e não muito distante de mim, Brian estava parado, na mesma ponte. Com um sorriso convidativamente encantador em sua face, ele me chamava com o olhar.
Sorri em vê-lo e comecei a caminhar lentamente em sua direção, mas ouvi meu nome ser gritado novamente, porém no lado contrário a Brian. Me virei reconhecendo a voz.
E lá estava ele, vestido de noivo. Sim. Pétrick. Ele tinha um buque de rosas em mãos e também sorria. Como resposta sorri gentilmente, então a ponte começou a estalar e a despencar.
Não pensei duas vezes e corri para perto do Brian, que me aguardava silenciosamente. Quando me aproximei o bastante, Michelle apareceu atrás dele, com um sorriso sarcástico. Foi só então que percebi a mão de Syn junto com a dela, e seu olhar agora se tornou o olhar de alguém superior, com desprezo escorrendo como lágrimas.
E a ponte caiu, apenas eu e Pétrick caindo no precipício rochoso enquanto Brian e Michelle riam satisfeitos da minha cara. "
Acordei ofegante com esse pesadelo. Parecia tão real. Olhei para a janela do meu quarto e parecia ser umas 8 horas da manhã;
Me levantei assustada, o olhar vingativo de Michelle em minha mente. Ótimo, psicológico fudido, você está me ajundando muito.
- Bom Diia! — Minha mãe disse alegrinha como sempre quando desci as escadas lentamente.
- Oi, — disse secamente. Eu ainda não tinha esquecido da história do casamento e da falsa-surpresa da parte dela. Mas resolve deixar isso para depois, pois agora uma dor de cabeça infernal estava reinando sobre mim. Uia.
- Temos prova de vestido hoje... Ja escolheu suas madrinhas? Precisamos arrumar os vestidos delas, lista de convidados... aah! Será que aquela prima rica do seu pai que mora na Espanha vai poder vir? ... — como sempre dona Hágata começou com seus papinhos fodidamente irritantes logo no café da manhã.
Mastiguei um pouco do bacon, que estava com um gosto meio ruim. Fiz uma careta e bebi um copo cheio de suco de melancia para sair o gosto da boca. Mas definitivamente piorou.
Corri para o banheiro mais próximo e vomitei o que tinha acabado de ingerir. Droga, isso é sinal que meu organismo estava debilitado.
Eu tinha isso as vezes, quando eu ficava fraca de mais, até mesmo psicológicamente eu tinha essas crises e tal.
O enjoo repentino logo passou, me deixando mais tranquila.
Voltei para o meu quarto, recebendo o olhar desaprovador da minha mãe porque deixei ela falando sozinha. Ah, ela devia agradecer pois se tivesse ficado mais um minuto lá, provavelmente alguém ouviria merda.
Deitei na minha cama, não estava com sono mas não tinha nada que eu quisesse fazer além de criar raizes no meu quarto.
Comecei a lembrar das palavras do Syn dizendo que eu não devia me precipitar casando com o Pétrick agora e me lembrei do pesadelo que tive. Oh fuck. Eu estava perdida. E se esse sonho fosse um sinal de que eu não podia largar tudo e seguir Brian cegamente? E se isso, era meu inconsciente dizendo para mim casar logo e largar de agir irresponsávelmente?
Meu celular começou a tocar me assustando mortalmente.
- Oi. — atendi prontamente. Nem olhei se o número já era registrado.
- Oii Mellz. Tudo bem amiga? — uma voz doce cumprimentou. Valary e sua voz inconfundível.
- Tudo sim Val e você? — respondi automaticamente, ela começou a rir meio sarcástica?'
- Conta outra, Scotcher! Eu quero te ver hoje. Vamos marcar algo? — falou divertida. Então uma onda de enjôo me atingiu fortemente e corri para o banheiro ainda com o celular na mão.
É, vomitei mais um pouco. Estou começando a achar que não é uma de minhas crises passageiras e que pode ser algo que comi. Algo estragado. O Bacon não seria, porque meu corpo não reageria tão imediatamente assim. Será que foi aquele sanduíche de ontem e só fez efeito agora ? Eu sou meio desregulada mesmo!
- Mell? Você está bem ? — Valary perguntava preocupada no celular. Respirei fundo e lavei a boca na pia, quando o enjoo passou.
- Não estou nada bem. Está me dando uns enjôos estranhos. Acho que não vai dar para a gente sair hoje, tem problema? — solucei massageando o estômago, indo em direção a minha cama denovo.
Realmente eu não estou bem, me senti fraca, pernas bambas, tontura.. nossa, parecia que eu estava sentada no colo do diabo tamanho era o calor.
Liguei o ar condicionado em 0ºc. Sim, eu queria me congelar.
- Não, eu tô indo ai pra sua casa, ok? Não vou te deixar ai sozinha, daqui a 15 minutos tô chegando, amor. Beijo. — Val sempre preocupada e tudo mais, suspirei e fechei os olhos tentando normalizar minha respiração.
- Ok, beijo. — e desliguei o celular. Na esperança de que esta mal estar passe rapido.
(...)
- Mell . — escutava alguém me chamar, mas parecia distante. Meus olhos estavam pesados, meu corpo parecia que foi moido violentamente. — Mell? — a voz chamou agora mais próxima do que antes.
Tentei abrir os olhos denovo, e vi a figura pequena da Valary sentada ao meu lado, aparentando preocupação.
- Oi Valary... — sussurrei apenas. Ela me olhou mais assustada ainda.
- O que aconteceu com você amiga? — perguntou com a mão na minha testa. Sorri tentando tranquiliza-la, mas parecia haver uma força me puxando para a escuridão. Não era sono... não sei, quer dizer. AH, SEI LÁ.
- Um mal-estar me fodendo. Acho que já vai passar. — me sentei, tentando expulsar essa vontade de fechar o olho e capotar na cama.
Comecei a conversar com a Val sobre tudo o que aconteceu recentemente até sobre ontem, ela pareceu concordar com a atitude do Brian e coisa do tipo. Não sei bem, na verdade eu estava meio distante. Aquela merda de mal-estar não demorou a passar, como eu pensava. Ficamos ali na minha cama a manhã toda, enquanto a Val se enrolava nos meus edredons implorando para desligar o ar.
TAVA CALOR PRA PORRA! POR QUE ESSA MULHER TA COM FRIO, DEUS? POR QUÊ? DEPOIS EU QUE ESTOU DOENTE.
Almoçamos no quarto mesmo, pois não estava com animo muito menos energia para descer as escadas. Valary ficou comigo o tempo todo, distraíndo, consolando, sorrindo, aah ela era uma ótima amiga. E também me ajudou a convencer a minha mãe a adiar os preparativos do casamento, porque eu não estava bem e desculpas do tipo .
Até perdi a noção do tempo dentro do quarto, com ela me ensinando a dança do panda.
(...)
Acho que devia ser umas 5 horas da tarde, a Val estava dormindo no canto da cama. Era o que eu estava fazendo também até um ser bater na porta do meu quarto.
Me levantei devagar com medo do enjoo estranho voltar e quando abri a porta dei de cara com o Pétrick.
- Amor, que saudades!! — ele me abraçou apertado, me senti mal com isso e recuei um pouco. Caralho, acho que não estava preparada para conversar com o Pét ainda. — O que foi? — perguntou com o cenho franzido, referente a eu ter me afastado do seu toque.
Pisquei inumeras vezes, com o nervosismo começando a transparecer em minhas inconsientes ações.
- Er, nada... só não estou muito bem e, ... estou um pouco confusa. — balbuciei evitando seu olhar. Ele me fitou apreensivo, e seus olhos foram para a Val dormindo tranquilamente na minha cama, não muito distante da porta. — É, podemos conversar no jardim? — perguntei já fechando a porta do quarto atrás de mim. Ele simplismente acentiu e começamos a andar em direção ao enorme jardim dos fundos.
Chegamos lá e tinha um banco perto da arvore que produzia a maior sombra.
- O que você tem? Está meio pálida . — constatou, me fitando com uma expressão confusa.
- Ah, um daqueles meus mal-estar passageiro. — me sentei observando ele se sentar ao meu lado. Pensei nas palavras enquanto ele olhava para a piscina não muito distante em silêncio. — Então ... como foi seu dia? — perguntei para descontrair um pouco. Fazia tempo que não conversava direito com Pétrick.
- Foi muito bom, fui contratar fotógrafos, decoração e coisas do tipo com a minha mãe. — falou contente. Arregalei os olhos surpresa. COM A MÃE DELE? O que?
- Como assim? Sua mãe está aqui? — perguntei já desesperada. Imagine minha mãe 7x pior em relação a anciedade com essas coisas de casamento. Imaginou? Então, imagine 7x as 7x. (n/a: é pra ser confuso, me matem. )
- É por isso que eu vim aqui, ela estava querendo fazer um jantar para comemorar. — disse mais uma vez com aquele sorriso em sua face. Engasguei com o ar, repentinamente ganhando um olhar confuso como reação imediata de Pét. — O que foi ?
- Comemorar denovo? Sabe que eu odeio essas coisas. E sua mãe Pét, vai querer tudo muito exagerado . Isso já está começando a fugir dos meus planos. — comecei a reclamar, enquanto ele escutava calado.
- Tudo bem. Faremos do seu jeito então ... é ... você que sabe. — Ele disse com um ar super triste. Derrepente uma dorzinha misturada com pena me atingiu, ele estava tão empolgado, tão feliz com esses preparativos do casamento e tal. E eu planejando acabar com a sua alegria, além de ficar reclamando . Ah eu sou uma idiota mesmo.
- Desculpa, Pétrick. Eu é que estou sendo muito egoísta. — bufei e olhei para o chão . Eu precisava falar com ele, de um jeito que não o magoasse; Mas já estou vendo que seria difícil.
- Tudo bem, você tem razão. Minha mãe concerteza vai querer fazer as coisas, exageradamente e tudo muito grandioso . Também concordo que isso não é a nossa cara. Se você prefere algo simples eu também prefiro. — ele beijou minha bochecha, num ato de carinho que me confortava. Mas não agora, não agora que eu me sentia suja beijando ele.
- Èr... não sei não Pét. Não acho que devemos adiantar esse casório e ... — ia começar a dizer minhas desculpas mais ele me interrompeu com um beijo. Daqueles urgentes e de certo modo raivosos. Fiquei sem jeito de afastá-lo mesmo não sentindo nada com aquele gesto.
- Não fale besteira, ... nós dois queremos isso e você sabe. Agora eu tenho que ir, porque tenho muita coisa para programar. E você em vez de ficar escutando conselhos idiotas de sua amiga e ficar ai, pensando em merdas dentro do quarto, deveria estar ajudando a sua mãe a organizar o nosso casamento que vai sim' acontecer daqui a um mês. Para de pirar, Mallory — falou seco, me assustei com a sua mudança de humor repentina. E com esse Pétrick que eu realmente não reconheci. Ele me olhou, parecendo nervoso e saiu, entrando dentro da casa.
Lágrimas e mais lágrimas começaram a cair quando me toquei que seria mais difícil do que eu imaginava. Eu estava muito sensível ultimamente. Acho que é tpm, não sei.
A Val apareceu na porta, me observando com um olhar triste. Se aproximou e me abraçou, maternamente. Dizendo coisas como, "você é mais forte que isso."
A verdade era que todos apostavam todas as suas fichas em mim, quando eu não merecia nem um olhar solidário.
Notas finais
Quero comentários, anjos.
Bem - vindos leitores novos! (:
beijo beijo, até o próximo.
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