Falling in love with a criminal.
4 Capítulo 4 - Don't look back.
Notas iniciais

(ELENA)
“Aqueles olhos, aquele sorriso.” Pela manhã, Elena mal pode se concentrar. O rapaz da noite anterior estava invadindo seus pensamentos, como invadiu seus sonhos. As aulas pareciam durar uma eternidade. “Apenas mais meia hora. Mais meia hora. EI! Elena, você tem um namorado...Está dando um tempo com ele, mas ainda sim é o seu namorado. E Damon é apenas...Apenas alguém que a ajudou. Incrivelmente bonito...Elena, pare!”
(DAMON)
“Claro que não é certo. Ela é uma garota rica, estuda medicina, é bonita, feliz... Comigo ela só vai se meter em confusão. Ou eu vou me meter em confusão.” Damon estava ao lado de fora, escondido em um beco, observando o lugar onde havia combinado com Elena. Ela estava lá, impaciente é claro, já passava das três da tarde. A vida que Damon possuía, não era destinada a relacionamentos, afeto ou o que muitos falam por ai: O amor. Criminosos e assassinos não tem amor. É claro, Damon já havia matado pessoas, mas somente aqueles que ele julgava merecer tal fim. Ele não era como Klaus, que matava por diversão. “Sentir o sangue escorrendo até meus pés, os últimos suspiros invadindo minha mente e completando minha alma, AH! COMO ISSO FAZ BEM!” Ele repetia e dava sua risada assustadoramente alta quando fazia uma vitima.
Damon precisava voltar para o galpão, Klaus havia arranjado novos trabalhos para todos ali e Billy era sua responsabilidade agora. O jovem o lembrava alguém, alguém a muito deixado apenas em seu passado.” Como será que Stefan estaria agora? Namorando? Noivo? Cheio de filhos puxando seu cabelo?” Damon sempre pensava no irmão, quando todos estavam dormindo ou jogando Poker, ou até mesmo em algum tipo de trabalho, ele pensava em que a sua vida poderia ser diferente se tivesse escolhido viver com o mais novo. Mas, isso era impossível, ele havia feito uma promessa. Os desgraçados que haviam tirado a vida de seus pais iriam ter a garganta cortada e as tripas espalhadas ao chão. Seus pais poderiam não estar orgulhosos, mas Damon iria vinga-los.
— EI! Pode ir parando! – Damon estava caminhando para longe do “Papa’s Coffe” quando escutou a bela voz, irritada, da moça que havia ajudado na noite anterior. – Porque me fez perder meu tempo? É alguma espécie de jogo ficar me observando, enquanto eu te espero?
O rapaz fitou a garota enquanto a mesma lhe olhava com o cenho franzido, braços cruzados e um levemente corada. – Desculpe, Elena. Não faço esse tipo de coisa. Adeus. – Damon se virou novamente e continuou se afastando até que sentiu a pequena mão em seu braço o puxando para trás.
— “Esse tipo de coisa?” Ora, pelo amor de deus, estou rodeada por babacas. – A morena revirou os olhos e se afastou.
— Aquele playboizinho é realmente um babaca. Deveria procurar alguém que esteja ao seu nível. – O que definitivamente Damon também não se apresentava.
— De quem está falando? – Agora a menina havia ficado curiosa.
Damon deu um sorriso de lado, colocou as mãos em seu bolso e encostou na parede, com apenas um pé apoiado, assim como antes.
— O garoto que te jogou para fora do carro. Manchou o caríssimo e amado carrinho? – Damon estava com um sorriso nos lábios e o mesmo cresceu quando percebeu a menina vindo para perto dele, um tanto nervosa.
— Estava me espionando? Como sabe disso? –
Damon riu. – Não me faça perguntas difíceis, Elena. –
A morena o fitou por breve minutos e voltou a caminhar para longe do rapaz.
— Não olhe para trás, Elena. Mas ouça o que digo, você não vai querer ser amiga de alguém como eu. – E assim, ambos seguiram seus caminhos. Mas não por muito tempo, oposto.
(ELENA)
– Você acha que eu tenho medo de você, Matt Donovan? Você realmente acha que vou manter nosso relacionamento pelo fato de que “Nossos pais são sócios e podemos ter um incrível futuro de sucesso por ter direito ao império deles!”? Seu playboizinho interesseiro e mimado. Escute, o qualquer tipo de relacionamento que já tenha existido entre nós está acabado, eu não quero mais ter que conviver mais um minuto no mesmo ambiente que você. Não me importune mais com ligações ou mensagens. Tenha uma boa noite, seu idiota. – Elena atirou o celular na cama e afundou na poltrona próxima a janela.
(...)você não vai querer ser amiga de alguém como eu. “O que ele quis dizer com isso? Será que foi uma tentativa falha de tentar me “afastar”? Pois não deu certo” Já passava da meia noite. Elena estava deitada, observando seu teto e pensando no não encontro que tivera naquela tarde, nas palavras daquele rapaz atraente e agora misterioso. Seus pensamentos estavam perdidos entre seu sorriso e seus olhos. Aqueles grandes olhos azuis. Mas seus pensamentos foram interrompidos por um barulho.
“TAC, TAC, TAC”
Alguém estava jogando algo em sua janela. A morena se levantou desconfiada, pegou uma lanterna, e abriu sem fazer barulho, as portas da sua janela. E lá estava ele, a olhando com o sorriso malicioso e brilhante.
— Venha, vamos dar uma volta. – Não demorou para que a garota estivesse arrumada e saindo nas pontas dos pés ao encontro de Damon.
— O que está fazendo aqui? — Elena perguntou com uma expressão séria. Sem deixar claro o quanto estava animada e surpresa por te-lo ali.
— Quero me desculpar. E te levar a um lugar especial. — Damon estendeu a mão para a garota em sua frente e seu sorriso se expandiu pelo rosto.
— Sorte sua que não tenho aula amanhã. Sou uma estudante exemplar. — Elena também cedeu, lhe devolveu o sorriso e deu uma ultima olhada para porta de sua casa antes de entrar no carro de Damon.
— O que foi princesa? O papai vai brigar com você? — Ele zombou e ela lhe deu um soco no ombro.
— Cale a boca. — Elena revirou os olhos enquanto o homem ao seu lado dava partida no veículo.
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