Falling for the Target
5 Addiction
Notas iniciais
~ L E M O N ~
O barulho tão alto do celular ecoava pelo largo apartamento, chegando a ser quase insuportável. Mas Joon não se importava. Olhava para o nome no visor, decidido a ignorar a chamada mais uma vez. Era talvez a quarta vez que ignorava as chamadas de Rain. Sabia que o homem mais velho deveria estar com ódio de si e que as coisas iriam complicar muito, a partir de agora, principalmente quando desistira de vez de negar que sentia alguma atração pelo garoto que deveria matar.
Chegava a ser depressivamente engraçada a situação em que se encontrava. Um assassino frio, que se orgulhava de tantas mortes que havia causado, considerado um psicopata dentre os colegas de trabalho, por ser tão desprovido de sentimentos. Até acreditava ser um, já que jamais havia sentido alguma coisa – que não fosse desprezo – por outro ser humano. Mas aí aparece CheolYong e destrói seu mundo, virando-o de cabeça pra baixo e ainda o chacoalhando. Levou a garrafa de vidro contendo cerveja até os lábios, ingerindo um grande gole; precisava pensar, precisava de um jeito de tirar o mais novo dessa, precisava protegê-lo. Mas para isso, deveria saber o porquê de terem encomendado o assassinato.
Isso parecia impossível, pois. CheolYong parecia tão inocente quanto um filhote de cachorro, tão fiel quanto um. Era quase uma criança – mas com um corpo maravilhoso, deveria admitir. Céus, o que estou pensando? Perguntou-se, decidindo-se, então, a parar de ingerir mais álcool. Estava afetando-o. Depositou a garrafa quase vazia sobre a mesinha de centro que se encontrava na frente do sofá em que estava sentado, só então notando que o barulho irritante do próprio celular, havia cessado.
CheolYong. CheolYong. CheolYong. Era apenas nisso que sua mente se focava. Estava enlouquecendo, precisava vê-lo, precisava tocá-lo, precisava sentir mais uma vez aqueles lábios tão doces e macios contra os seus carnudos. Precisava de CheolYong. Precisava tanto que sentia o coração arder de saudades. Não adiantaria aparecer no trabalho do garoto, pois era seu dia de folga. ChangSun estava confuso e perdido e sabia que a única pessoa que poderia resgatá-lo daquele fundo de poço em que se encontrava, era justamente a pessoa que o empurrara nele. CheolYong-ah.
Devia sair da vida do mais novo, talvez se o assassino que fora designado para matá-lo sumisse, poupariam a vida do menor. Pff, ChangSun, você sabe como as coisas funcionam. Sabia que se sumisse, outro assassino apareceria e acabaria com a vida do coreano. Aish! Chutou a mesa com frustração, fazendo a garrafa que estava sobre esta, cair e estilhaçar no chão. Ótimo, agora corria perigo de machucar-se por um ato impensado seu. Que ironia. Ultimamente estava cheio de atos impensados que eram capazes de machucá-lo.
Sabia que Rain não era burro. Ao contrário. Sabia que estava se enganando quando dizia que tudo estava bem, que ele havia engolido sua mentira de dias atrás, mas no fundo sabia que não era a verdade. Só achava estranho que nada havia acontecido. Aquela calmaria sim era estranha; ainda mais agora que recusava atender as ligações de seu superior.
Suspirou pela enésima vez aquela noite, podendo sentir os lábios do mais novo contra os seus. Derrotado, voltou a atenção ao celular que ainda encontrava-se em sua mão, discando um número que já poderia digitar de olhos fechados.
– CheolYong-ah...
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O som da campainha ecoou pelo apartamento e CheolYong dera passos apressados até a porta. Já sabia quem era, pois minutos antes, Joon lhe ligara e sua voz soava tão triste, tão dolorida que podia até sentir facas atravessarem seu próprio coração. Doía ouvir aquele tom tão machucado provindo do mais velho e CheolYong apenas queria poder fazê-lo melhor. Mal sabia que era ele mesmo quem causava a dor no assassino.
Ofegante – por conta da pequena corrida que dera, somada com a preocupação e ansiedade –, o coreano de cabelos loiros logo escancarara a porta e a primeira coisa que pudera ver foram cabelos avermelhados e desgrenhados, logo podendo sentir braços fortes lhe envolvendo a cintura de forma possessiva, puxando-o com urgência contra o corpo da figura que apenas após sua mente querer voltar a funcionar, descobrira ser Joon. Talvez demorara demais em retribuir o abraço, visto que o ruivo quase o desfizera, mas logo envolveu o pescoço de ChangSun com os braços, puxando-o contra si com a mesma urgência.
– Joonie hyung...
Não houve resposta alguma e CheolYong passava a duvidar de o assassino tê-lo escutado. Estava pronto para chamá-lo mais uma vez, porém a resposta que esperava veio, mas não da forma como havia imaginado. ChangSun afastou ligeiramente a parte superior do corpo, apenas para ser capaz de fitá-lo. O atendente do café sentira o peito arder ao ver toda a dor e confusão que estava exposta naqueles orbes escuros; nunca o vira tão vulnerável, ou demonstrando qualquer tipo de sentimento tão abertamente. Sentira uma mão gelada contra sua bochecha esquerda, fazendo seu corpo arrepiar com o contato. O coreano mais velho fitava-o com quase adoração cada traço, querendo gravar a face tão bela.
CheolYong era como uma droga pesada, viciante, mortal. Uma droga a qual não conseguia, não queria se desviciar. Era todos os seus problemas, mas também, era todas as suas soluções. Perto dele, era como se tudo que o preocupava sumisse, mas tudo que envolvia o garoto, lhe preocupava. CheolYong era a sua boa ação, mas era também o seu pecado. Era capaz de despertar o melhor de si, mas também o pior. Essa contradição toda estava enlouquecendo ChangSun.
– CheolYong-ah...
Queria falar tudo. Queria dizer que estava correndo perigo, queria mandá-lo para longe da Coréia do Sul, mas era egoísta, não queria que o rapaz se afastasse. Sabia que o faria, se contasse. Em um ato desesperado, hipnotizado pelos lábios cheios, entreabertos e convidativos, Joon uniu os próprios lábios com os semelhantes, provando daquele sabor tão diferente e especial. Porém, diferente do primeiro beijo que trocaram, esse era mais necessitado, mais rude. Joon beijava o garoto sem cuidado algum, com tal desespero que parecia ser a última vez em que poderia fazer tal coisa. E talvez até fosse. Mir apenas deixava o beijo ser conduzido pelo homem; não que não apreciasse, mas aquela urgência a qual era beijado, o machucava. Não o machucava fisicamente, machucava-o internamente, no coração. Era como se durante o ósculo pudesse sentir toda a angústia do assassino e aquilo lhe afligia.
Com os braços – mais uma vez – rodeando a cintura de Bang possessivamente, ChangSun o obrigara a dar passos para trás, preocupando-se em fechar a porta da frente com um chute desajeitado. Empurrou o mais novo até que sentisse o corpo menor encontrar algum obstáculo, notando ser uma parede. Prensou-o contra a mesma, recebendo um ofego contra seus lábios em resposta. As mãos gélidas do assassino se infiltraram debaixo do suéter listrado que o garoto usava, sentindo a pele arrepiar-se debaixo de seus dedos. Os lábios abandonaram os semelhantes e ocuparam-se em marcar a pele tão alva do pescoço do menor, enquanto as mãos apertavam e arranhavam as laterais do corpo magro, sem muito cuidado, mas ainda assim arrancando gemidos baixos de deleite do mais novo.
Mir não sabia o que pensar. Seu corpo estava mole, sua mente perdera a capacidade de raciocinar. Aquilo fora tão repentino e os toques estavam tão bons que não tinha forças para pará-lo. Sentia o corpo mais quente do que devia e tinha dificuldades para respirar. Não sabia se por conta do prazer que sentia com tanta atenção, ou se a dor presente em cada toque do mais velho lhe sufocava.
Se antes não iria conseguir pará-lo por não pensar, agora tinha a certeza que não o faria. Quando os olhares se encontraram mais uma vez, CheolYong não encontrara vestígio algum de dor, ou confusão, como alguns minutos antes estavam tão explícitos para quem quisesse ver. Dessa vez, os orbes escuros do coreano estavam repletos de desejo, tanto desejo que o mais novo sentira o corpo estremecer de forma quase indefesa entre a parede e o corpo esculpido do outro homem.
E se fosse para arrancar a dor dos olhos de ChangSun, ele estaria disposto a fazer qualquer coisa.
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O som de gemidos e ofegos repletos de prazer ecoavam pelo quarto do mais novo. Sequer sabiam dizer como chegaram até o cômodo, ou em que momento as roupas abandonaram os corpos de ambos. Cada um deles preocupado demais em explorar o corpo do outro com as mãos, ou com os lábios, deixando marcas arroxeadas e avermelhadas nas peles claras. Joon – que se encontrava entre as pernas daquele a quem deveria matar – mordia e beijava sem cuidado algum o abdômen tão liso do outro, enquanto o mais novo perdia-se nos sons prazerosos que produzia, as unhas ligeiramente crescidas arranhavam ruidosamente as costas do assassino, que já continham longas marcas avermelhadas. A agonia do garoto parecia aumentar ao sentir a mão do homem sobre si, rodear desleixadamente sua ereção esquecida e dolorida, iniciando movimentos tortuosamente lentos.
CheolYong arqueou o corpo, afundando ainda mais a cabeça contra o colchão, liberando um silvo em frustração à velocidade tão reduzida. Notara com os atos anteriores do ruivo, que este simplesmente adorava lhe provocar. Parecia que queria ver o limite daquele corpo. Aquele corpo que queimava, que estremecia a até o mínimo toque do homem mais velho. E ouvir cada som emitido pelo garoto, deixava o assassino ainda mais louco de prazer, ainda mais louco pelo menor abaixo de si.
Os lábios se encontraram mais uma vez, as cavidades sedentas uma pela outra. As mãos do mais velho apertavam e massageavam de forma possessiva as coxas volumosas do garoto mais novo, as coxas que há tempos eram alvos dos olhos luxuriosos do assassino. As mãos do submisso percorriam avidamente as costas largas, os dígitos dedilhando cada curva dos músculos tensos de ChangSun, procurando decorar o máximo possível daquele corpo, procurando convencer-se que aquele não era mais um sonho realista que estava tendo.
E, em um movimento cego pela luxuria, sedento por mais contato, esfomeado por aquele corpo, Joon enterrou-se contra aquele corpo frágil e quente, sem qualquer preparação, ou aviso, arrancando lágrimas e um grito carregado de dor – e um pouco de prazer – de CheolYong.
– Me desculpe... – Pediu, em um fio de voz, depositando vários beijos sobre a face do amado, desde seu nariz, — me desculpe... – até suas bochechas – me desculpe – e, por fim, porém não menos importante, os lábios, os quais se demorou.
Trocaram mais um beijo aquela noite e, diferente dos anteriores, esse era repleto de amor e carinho, cada um querendo expressar ao outro os sentimentos mais puros possíveis, agora que estavam unidos em um ato tão íntimo; mesmo que CheolYong ainda sentisse a dor da invasão tão repentina.
ChangSun parecia fazer um esforço sobre-humano para não iniciar movimentos naquele interior tão apertado, pela primeira vez em sua vida não se preocupando em obter apenas o próprio prazer. Queria que o garoto aproveitasse aquilo tanto quanto estava aproveitando.
– M-mova-se... – Se não estivesse com a face tão próxima a alheia e se aquelas palavras não tivessem ecoado dentro de sua própria boca, ChangSun jamais teria escutado. E, quase instantaneamente, iniciou movimentos, lentos ainda, pois não queria causa mais dor àquele que era dono do seu coração.
A dor agora parecia nula diante do prazer que sentia com as estocadas firmes que sentia em seu interior e as mãos – quase desesperadas –, buscaram as madeixas já bagunçadas de Joon, puxando-as sem muito cuidado, como se aquilo fizesse com que seus gemidos diminuíssem ao menos um pouco.
Os corpos se chocavam e os gemidos ecoavam, mas nenhum dos dois se atrevia a desviar o olhar do alheio, embriagados demais nas expressões de prazer que o outro fazia. Joon segurava o quadril alheio, ajudando-o a ir de encontro ao próprio, penetrando mais firmemente o loiro, que chegava a machucar as costas bem trabalhadas do assassino, diante dos arranhões que depositava sobre a pele quente e suada. Joon deslizou as mãos até as nádegas do menor, apertando-as e massageando-as com tanta avidez, que arrancara um gemido estrangulado do menor, que procurou os lábios do outro com os próprios, para trocarem mais um beijo luxurioso.
Sentir as mãos do assassino lhe tocando daquela forma, era demais para o mais novo. Seu corpo febril estava próximo ao ápice e o tom gradativamente alto dos gemidos que proferia, eram as provas. Não que o ruivo estivesse de maneira diferente, mas, ao notar a situação de ambos, fizera questão de segurar as mãos alheias com as suas, dando uma última estocada profunda, sentindo um líquido viscoso sobre seu abdômen, no exato momento em que liberava seu prazer no interior daquele corpo tão belo abaixo de si e vocalizara uma frase que jamais se atrevera terminar:
– Eu te a-...
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Estava perdido, sabia disso. Fizera a maior burrada de sua vida. Dormiu – mais de uma vez, diga-se de passagem – com quem já deveria estar morto e por suas mãos. Rain iria estrangulá-lo, se soubesse. O pensamento o fizera rir, desgostoso.
O ato impensado do assassino fizera o garoto em seus braços se remexer, dando os primeiros sinais de que estava acordando, sendo observado atentamente pelo mais velho.
– Bom dia... – Soou a voz infantil do menor, que antes mesmo de abrir os orbes, sorrira para Joon.
– Bom dia, CheolYong-ah. – O mencionado limitou-se a rir. Chegava a ser engraçado como, mesmo após o que fizeram noite passada, o outro lhe cumprimentava da mesma forma que sempre cumprimentou no Café onde trabalhava. No mesmo tom polido de sempre.
– O que foi?
– Nada, Joonie hyung. – Respondeu, ainda divertido, movendo-se contra o corpo másculo até que ficasse confortável o bastante. Joon, por sua vez, passou a acariciar as madeixas loiras do mais novo, preguiçosamente. – Quer café da manhã? – Perguntou, sem demonstrar intenção alguma de querer sair dos braços do maior.
– CheolYongie – chamou de forma tão íntima que fizera o loiro corar. – você quis dizer café da tarde, não é?
–... – CheolYong não parecia estar raciocinando direito, mas esperaria o quê? O garoto literalmente havia acabado de acordar de uma noite (que durara até o amanhecer) maravilhosa. – Que horas são!?
– Quatro e meia. – O ruivo riu, ao notar a face desnorteada do mais novo que rapidamente levantou-se da cama.
– Droga! Joonie! Porque não me acordou mais cedo!? Você sabe que meu turno começa às cinco! – Falava exasperado, correndo — completamente nu — pelo quarto, causando uma risada gostosa vinda do assassino, que apenas se espreguiçou, pronto para retirar mais um cochilo antes do garoto sair do banheiro.
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Os dois foram juntos para o trabalho do mais novo, no carro de ChangSun, trocando beijos a cada sinal vermelho – mesmo que o trajeto não fosse tão demorado.
Despediram-se ainda no carro, mas Joon resolvera entrar e tomar sua dose diária de café Latte, dirigindo-se até a mesa que sempre se sentava, para logo notar CheolYong ir até o balcão com um sorriso aberto dirigido à si.
Suspirou longamente, perdido nos próprios pensamentos – os quais eram todos voltados à noite anterior. Quase fizera a maior besteira. Quase declarara o seu amor – que por teimosia julgava não existir. Por sorte, cansara o garoto demais para que este fizesse qualquer pergunta desnecessária. Talvez, não tivesse nem escutado.
– Yah, ChangSun, como vai!? Quanto tempo, não é? – Assustou-se ao ouvir a voz, já que por estar perdido nos próprios pensamentos, não notara a pessoa que se aproximara tão repentinamente e que já procurava se sentar sobre a cadeira à frente de Joon. – O que foi, não reconhece mais seu hyung?
– ...ByungHee hyung...? – Quase se engasgou com a própria bebida, notando um riso de escárnio vindo do outro coreano e assassino. O medo tomou conta de Joon, mas jamais deixara transparecer. E se ele tivesse sido mandado para matar CheolYong? E se Rain tivesse cansado de esperar!?
– Tsc, ChangSun-ah. Já disse que agora é G.O!
– Assim como agora é Joon, hyung.
– Você sabe que eu nunca liguei pra isso, ChangSun-ah... Mas você tem que respeitar os mais velhos! Tsc, depois que essas crianças crescem, acabam perdendo o respeito... – Disse de forma exageradamente dramática, demonstrando toda sua má encenação, arrancando um riso soprado do ruivo.
G.O tinha tudo para não ser um assassino. E por isso, era um dos melhores. Tinha um jeito espalhafatoso, brincalhão e extrovertido, mas quando estava em suas missões de trabalho, conseguia ser menos notável que um gato negro em um beco escuro. Seu único defeito era sua compaixão e vez ou outra recusava matar alguém, especialmente quando famílias estavam envolvidas. ChangSun jamais entendera porque logo ele havia virado um assassino com feitos invejáveis até para si. Mas apesar de serem ‘colegas de trabalho’, os dois se tornaram amigos logo que entraram para o submundo. Talvez ByungHee fosse o único amigo que tivesse por lá, mas ainda assim não confiava no mais velho. Força do hábito, talvez. Uma das regras daquele mundo de assassinos profissionais e talvez a mais importante: jamais confie nas pessoas.
– ByungHee hyung, peço que perdoe a minha falta de consideração. – Sorriu de canto, de forma divertida, o tom mudando do arrogante para o mais educado e polido o possível. – Mas já salvei tanto sua vida que achei que poderia lhe tratá-lo assim.
– Claro, ChangSun-ah... – E a expressão um momento antes brincalhona e desleixada, tornara-se incrivelmente séria e G.O inclinara o corpo para frente, diminuindo o tom da voz, pois sabia que assim, apenas o ruivo escutaria o que dissesse. – E por isso temos que conversar.
Notas finais
Só postei porque não queria deixá-las esperando .-. E algumas devem estar achando que estou indo rápido demais, não é? x-x Sorry ~ Há uma explicação para isso, se quiserem saber, perguntem :B
Minhas aulas começaram ;/ O tempo que terei para escrever vai ser apenas no domingo, já que não tenho tempo sequer no sábado :(
Ou seja, as atualizações semanais estão anuladas :
Mas prometo que irei dar o meu máximo para não demorar muito *-*
Obrigada a todas que deixaram review ♥
Até a próxima ~
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