Fallin For You

4 Six years later!


Notas iniciais
Oiii minhas leitoras foooodas.
Estou tão animada com essa fic que vocês não tem noção. Espero que estejam gostando, como eu não coloquei sinopse não dá pra entender muito bem como vai rolar a fic, mas explicando mais ou menos, acho que vocs perceberam que na foto da capa tem o Brian e o Arin né? Então a fic se resume em Arin, Natalie e Brian;
kkk'
Eu sei que não sou normal gente.
Pretendo que ela não fique uma fic mto grande e cansativa, por isso estou indo mais direto ao ponto. Então não se assutem;
Bjo bjo da gôrdáh, amo vcs e BOA LEITURA.

Foram longas horas de viagem mas finalmente chegaram em HB, já eram seis horas da tarde, Arin e Natalie caminhavam calmamente pelas ruas, seguindo rumo a casa de Amy.

-Cara sua tia é muito foda. –Arin quebrou o silêncio, as mãos afundadas no bolso da calça.

-Foda? Minha tia tem um parafuso a menos. –Natalie disse rindo.

-Hey temos que vir aqui qualquer hora. –Ele disse apontando para uma espécie de boate que estava fechada, mas aparentemente pareci ser bem foda.

Era o Scream’s, a boate mais falada da cidade, o local era extremamente foda, é claro que ao invés de musica eletrônica rolava só rock’n’roll, em alguns eventos específicos rolava outros tipos de música, mas o Scream’s era mesmo conhecido por ser uma boate típica para motociclistas mal encarados, caras de bandas que após os shows em HB iam para lá, prostitutas, e tudo mais que imaginar, Natalie fitou o local por bastante tempo.

-Isso parece ser extremamente foda, nós temos que vir aqui. –Natalie disse sorrindo.

Arin sorriu, andaram por mais algumas quadras e chegaram a casa da tia, era uma casa simples, porém linda, tinha um jardim no fundo com piscina, era toda mobiliada o que já ajudava bastante. Na casa haviam dois quartos, cada um se acomodou em um e foram descansar.

Natalie acordou primeiro que Arin, eram por volta de dez horas da noite, estava morta de fome por ter passado a noite inteira sem comer, por sorte havia um mercado na esquina, ela correu até lá e comprou biscoitos. Quando voltou se sentou na cozinha e saciou sua fome.

Ligou o som e colocou seu CD do Venom, ficou ali tocando sua bateria imaginária. Por mais que ambos tivessem apenas 15 anos não aparentavam de forma alguma ter essa idade, talvez Arin aparentasse um pouco mais ter 15 anos do que Natalie. Apesar da garota ser baixinha já tinha um corpo bem desenvolvido, ambos haviam falsificado suas carteiras de identidade para que pudessem conhecer bastante lugares novos, o que só acabou rolando mesmo seis anos depois.

(Seis anos depois)


Nos últimos seis anos, Natalie e Arin haviam trabalhado feito condenados, ambos combinaram de juntar uma boa grana para que pudessem descansar mais a frente, era o ideal a se fazer, Arin havia tocado em algumas bandas, mas nada que desse certo ele ficar por muito tempo.

Natalie estava mais linda do que nunca, trabalhava em sua loja de CD’s, que em homenagem ao amigo chamava-se Arin’s crazy. Ela ficava lá de manhã e uma funcionaria à tarde, e ás vezes elas trocavam os turnos.

Ainda moravam na casa da tia Amy, que agora os visitavam com mais frequência.

Natalie estava dormindo tranquilamente quando acordou ouvindo barulho de pedras sendo jogadas em sua janela.

Natalie Pov’s On


Acordei ouvindo barulho de pedras sendo jogadas em minha janela, bufei sabendo exatamente quem me tirava de meu sono dos Deuses, porra justo sábado que eu podia dormir até mais tarde?

Tentei me levantar mais enrolei os pés no cobertor e caí no chão.

-Ai caraaaalho. –Murmurei enquanto batia com força no chão.

Levantei meio desengonçada devido à bebedeira da noite anterior e abri a cortina, a luz que invadiu o quarto me deu uma enorme dor na vista e na cabeça, apertei os olhos enquanto tentava abrir a janela.

-Bom dia Branca de neve. –Ouvi a voz doce do meu branquelo gritando fazendo minha cabeça latejar.

-Bom dia sapo. –Bufei enquanto mostrava o dedo pra ele.

-Perdi a chave de casa porra. –Ele falou rindo enquanto retribuía o meu gesto.

-Imaginei. –Falei enquanto saia da janela.

Arin é assim mesmo, perdi as contas de quantas vezes essa lombriga branquela perdeu as chaves de casa, sorte a dele que dividia casa comigo.

Eu estava com meu pijama, um shortinho cinza e uma regata branca, o cabelo todo desarrumado, e a maquiagem toda borrada, desci as escadas tomando bastante cuidado com os degraus, por incrível que pereça minha coordenação motora ainda estava afetada, abri a porta e Arin entrou todo sorridente, me abraçou me tirando do chão e me girando no ar.

-Aaaarin eu vou vomitar desse jeito porra. –Reclamei batendo em seu ombro.

-Gostoooooooosa. –Ele brincou rindo.

-Seu idiota. –Falei enquanto ele me colocava no chão e eu fechava a porta.

-Sou idiota, mas você me ama. O que tem pro café? –Ele perguntou fazendo cara de bebê.

-Nada, e a proposito, essa carinha nem cola mais. –Falei rindo enquanto subia as escadas.

-Como NADA? –Ele perguntou incrédulo.

-Ta achando que só porque eu sou a única mulher da casa vai ter comida pronta toda vez que você chegar? Me poupe né dear. –Falei enquanto subia as escadas rumo meu quarto.

-Você anda ficando muito má sabia. –Ele reclamou subindo logo atrás de mim.

-Porque não tomou café na casa da vadia que você estava. –Falei fechando a porta.

-Ciumenta. –Ele gritou, abri a porta e o fitei, ele gargalhava maldosamente.

-Olha aqui, ciumenta é a porra do caralho do FDP da PQP, entendeu? –Falei brava, odeio quando me chamam de ciumenta, eu não sou assim porra.

-Acabou de provar que é. –Ele falou e saiu correndo sentido o quarto dele, saí atrás.

-Volta aqui seu magrelo filho da mãe. –Falei voando atrás dele.

Ele correu e caiu encima de sua cama, pulei encima dele e comecei a fazer cosquinha em sua barriga.

-Quem é a ciumenta agora em seu frouxo? –Falei brava enquanto ele gargalhava.

-Você... me chamou... de... argh...para porra... você... você. –Ele falava com dificuldade em meio aos risos.

-É frouxo mesmo. Não consegue nem se livrar de mim olha aí. –Falei rindo.

-Espera... esper...para praaaaaaga. –Ele gritou rindo.

Num impulso ele reverteu nossas posições e respirou ofegante segurando meus pulsos na altura da minha barriga, eu gargalhava da cara dele, de branquelo ele parecia um pimentão de tanto rir.

-Idiota. –Bufei me livrando dele e correndo pro meu quarto.

-Só não vou atrás de você porque você me cansou. –Ele gritou do quarto dele.

-To sabendo. –Falei rindo.

Fui até o banheiro e finalmente fiz minha higiene matinal, dei um pulo quando me olhei no espelho, eu estava tremendamente horrível, é isso que dá bebedeira. Tomei um banho e lavei meus cabelos que cheiravam a Tequila, e por falar em Tequila onde será que minha baby se meteu em, bom depois eu acho ela.

Liguei o som antes de entrar debaixo do chuveiro e comecei a cantar junto com a música. Tocava Venom, a música Vengeance, começei imitando a bateria e logo depois comecei a cantar junto.

-You never know when it will come
Just like a bullet — from a gun
You lie awake — you sweat & shake
& may no lord have mercy on your soul

Take him down
Vengeance — will be mine.
-Cantei e gargalhei em seguida da voz engraçada que fiz.

Dancei que nem uma louca e só depois resolvi terminar meu banho, saí enrolada na toalha e com os cabelos pingando e lá estava ele, como sempre aliás, Arin branquelo fuçando no meu notebook, a como eu “amava” aquela cena. Qual é? Eu tenho ciume do meu not mesmo e daí? E a dona Tequila deitada encima da minha cama com seus pelos espalhados e lindos observando o senhor Arin.

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-Você canta mal pra caralho sabia. –Ele falou encarando a tela.

-Eu também te amo lombriga. –Falei enquanto fuçava minhas gavetas atrás de uma roupa.

-Acho que vou ser o novo baterista de uma banda. –Ele falou com a voz animada.

-Sério? –Perguntei curiosa o fitando.

-Sério, os caras me chamaram pra fazer um teste. –Ele falou sorrindo.

-Qual a banda? –Perguntei.

-Avenged sevenfold. –Ele respondeu animado.

-Nunca ouvi. –Dei de ombros.

Peguei minhas roupas e voltei para o banheiro pra me trocar. Como estava quente pra caralho vesti uma sainha branca e uma regata cinza. Eu penteava tranquilamente meu cabelo quando ouvi uma certa vozinha me chamando.

-Naná,vamos lá na lanchonete? -Arin perguntou com a voz infantil, abri a porta e o fitei com a sobrancelha arqueada.

-O que foi que você aprontou dessa vez Arin? -Perguntei.

-Porra nada.-Ele respondeu sincero, bom pelo menos eu acho.

-Okay, vou só pegar minha bolsa. -Falei enquanto o fitava desconfiada.

Peguei minha bolsa e fomos caminhando até a lanchonete que não era muito longe dali. Nós sentamos do lado de fora porque no lado de dentro estava muito quente.

-Quando você vai conhecer os caras? –Perguntei o fitando.

-Ainda vou esperar o e-mail deles, se nada mudar vai ser amanha. Me parece que eles estão aqui na cidade. –Arin disse empolgado.

-Scream’s Hoje? –Perguntei o fitando animada.

-Com certeza né pirralha. –Ele disse sorrindo.

Fizemos nossos pedidos e ficamos jogando conversa fora até que chegassem. Arin sorriu tão perfeitamente que não pude evitar apertar suas bochechas.

-Para de me infantilizar perto das pessoas mano. –Ele cochichou bravo.

-Me senti uma mãe levando o filho na escola agora. –Falei e ambos gargalhamos.

-Um brinde a noite de hoje. –Arin disse levantando a xicara de café.

-Um brinde. –Falei sorrindo e batendo nossas xicaras.

-Acho que agente não bola, brindar café já é um tanto quanto insano. –Arin disse fazendo careta.

-E quem foi que disse que algum dia na vida agente foi normal? –Perguntei séria e ele gargalhou.

-Fato. –Ele disse enquanto tomava um pouco de café.

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When I see your face

(Quando eu vejo o seu rosto)
There's not a thing that I would change

(Não há nada que eu mudaria)
'Cause you're amazing

(Pois você é incrível)
Just the way you are

(Exatamente como você é)
And when you smile

(E quando você sorri)
The whole world stops and stares for a while

(O mundo inteiro para e fica olhando por um tempo)


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