Fallin For You

5 Brian Haner... Synyster Gates!


Notas iniciais
Oiiii minhas lindas, não vou escrever mto aqui hoje não pq tenho que voltar pro trampo.
Espero que estejam gostando da fic... LEITORAS NOVAS SEJAM BEM VINDAS. LEITORAS FANTASMAS SE VCS EXISTEM, MANIFESTEM-SE POR FAVOR.
BOA LEITURA E AMO VCS! OBG POR CADA REVIEW FIQUEI MTO FELIZ.

Nós andávamos calmamente até o shopping, havíamos acabado de sair da lanchonete, por mais estranho que isso possa parecer eu e Arin sempre andávamos de mãos dadas, ou abraçados.

E não sei porque, mas desde cedo eu estou me embriagando com esse cheirinho maravilhoso do perfume novo dele.

-Ai Arin você não devia fazer isso. –Comentei sem pensar.

-Isso o que? –Ele perguntou sem entender, corei e percebi que tinha falado demais.

-Nada, eu só pensei alto. –Tentei disfarçar.

-Agora desembucha. –Arin falou sem parar de andar.

-Esse perfume. –Comentei deixando as palavras saírem difíceis.

-O que tem meu perfume? É tão ruim assim? –Ele perguntou se cheirando.

-Não Arin. –Revirei os olhos.

-Então que porra tem o meu perfume? –Arin perguntou agora me fitando com um meio sorriso.

-Tem um cheiro muito bom. –Falei corando e fitando a rua.

-A bom. Achei que ele fosse ruim. –Arin comentou enquanto desviava o olhar.

Por minha sorte meu amigo ás vezes parece ser inocente. E esse é justamente o “x” da questão, ele “parece” ser inocente, o que não justifica que seja, infelizmente. Só espero que ele não tenha percebido nada.

Minha cabeça está mais bagunçada do que meu quarto nesses últimos dias, me parece que algum sentimento vem crescendo e eu sinceramente tenho muito medo disso. Existem coisas que antes eu nem me importava e que agora estão me fazendo entrar em contradição com os sentimentos. Por exemplo, eu nunca reparei no sorriso de Arin antes, agora toda santa vez que eu vejo essa lombriga sorrir eu sinto uma vontade enorme de sorrir e de apertar até matar esse lombrigão. E tem o lance do cheiro dele também, a como o cheiro dele é bom, e eu não digo o cheiro do perfume, eu quero dizer o cheiro dele mesmo, aquele cheiro que fica em suas camisas, na minha cama quando agente assiste um filme juntos. E pra variar tem a porra do ciúme que anda me atormentando, toda vez que eu vejo o Arin com alguma garota parece que meu coração vai sair pela boca, e isso esta extremamente me matando muito.

Respirei fundo enquanto me livrava desses pensamentos, mal percebi que já estávamos dentro do shopping. Nós andamos por várias lojas, mas uma em especial me chamou a atenção.

-Eu quero aquele vestido. –Falei boquiaberta enquanto fitava a vitrine.

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-A sei lá Natalie, ele está um pouco comportado demais para você. –Arin disse com meio sorriso.

-Comportado? Está insinuando o que sua lombriga ambulante? –Perguntei o fitando.

-Estou insinuando que aquele vai ficar bem mais sexy. –Ele disse dando ênfase ao “bem mais”, enquanto apontava para o outro lado da vitrine.

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-Não acredito. –Falei boquiaberta fitando a perfeição do vestido, puxei Arin violentamente para dentro da loja.

Experimentei os dois vestidos, mas acabei ficando com o segundo, o que o Arin falou. E depois achei um sapato mais perfeito ainda e não resisti, acabei o comprando.

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-Pronto já estou equipada para ir ao Scream’s essa noite. –Falei sorrindo enquanto Arin tomava as sacolas de minha mão.

-E como sempre vai estar linda. –Arin disse sorrindo simpático, me senti corando e retribui o sorriso.

-Nem está pesado Arin pode deixar que eu levo. –Falei mudando de assunto e me referindo as sacolas.

-Pode deixar. –Ele disse sorrindo.

Está aí mais um fato que me deixa confusa. Quer coisa melhor do que um perfeito cavalheiro? Ô meu pai o que eu fiz para merecer gostar do meu melhor amigo? Acho que isso é carência viu, preciso arrumar um namorado, um pega ou seja lá o que for.

O dia passou como qualquer outro, eu fui para minha loja a tarde e quando cheguei em casa fui direto me preparar, afinal de contas sairíamos daqui algumas horas, e eu ainda tinha que fazer unha e tudo mais.

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Quando já estava beirando onze horas da noite eu já estava pronta, deixei os cabelos soltos caindo pelo ombro, fiz uma maquiagem bem forte e sexy, ouvi leves batidas na porta e a dona Tequila que saiu em disparada e começou a arranhar a porta.

-Pode entrar, só toma cuidado que a Tê está atrás da porta. –Gritei enquanto Arin entrava.

-E aí você já está...-Ele não terminou a frase. — Ual. –Arin exclamou ao me fitar.

Joguei uma almofada nele enquanto disfarçava a vergonha, é infelizmente eu sou tímida ao cubo.

-Para com isso. –Reclamei.

-Caralho você tá muito gostosa. –Arin exclamou com os olhos arregalados.

-Arin, dá um tempo merda. –Falei enquanto procurava por meus brincos.

Quando finalmente achei e girei os pés em direção a porta Arin ainda “babava”, revirei os olhos me dando por vencida e ri pelo nariz.

-Vambora lombriga. –Falei rindo.

-My Lady. –Arin disse esticando o braço, entrelacei nossos braços e descemos as escada juntos e rindo.

Fomos andando até o Scream’s, já que não era muito longe, e porque também eu não iria dirigir bêbada, era preferível voltar de taxi, porque normal eu já me digo “pilota de fuga”, imagina só fora do meu normal.

Quando chegamos na porta pegamos uma pequena fila para entrar, o lugar parecia que ia lotar hoje. Quando finalmente entramos me arrepiei ao conhecer o som, tocava Black label society, e sim a musica que tocava era minha música favorita.

Não posso negar que assim que entrei recebi olhares um tanto quanto tensos, grudei no braço de Arin enquanto passávamos pela multidão, ele avistou um de seus amigos e fomos até eles.

-Opa, sua irmã Arin? –Um mais alto perguntou me fitando.

-Não é uma amiga, essa é Natalie. Esses são J.D. e Danioul. –Arin nos apresentou.

-Olá rapazes. –Os cumprimentei fazendo um tchauzinho, ambos sorriram.

Sabe aquele momento tenso em que sua companhia pega no papo com os amigos e começam a falar de carro, ou qualquer outra coisa que convenha a papo de homem? Então eu me sentia perfeitamente assim, respirei fundo e me soltei do braço de Arin.

-Eu vou pegar algo pra beber, quer alguma coisa? –Perguntei.

-Não obrigada Naná, vê se não some em pequena. –Arin brincou rindo, mostrei o dedo para ele.

Andei em meio a multidão, agora tocava Pantera, e nossa, como eu amo o som dos caras. Quando cheguei ao bar me sentei e apoiei os braços no balcão, o cara veio sorrindo simpático até mim.

-E aí vai querer o que? –Ele perguntou sorrindo.

-Sabe aquela bebidinha do capeta? Manda uma dose. –Falei e ele riu, não demorou muito para me servir.

Quando ele voltou com o copo abri um sorriso largo enquanto entregava o cartão para ele. Admirei por um momento o copo á minha frente e virei-o de uma só vez, fazendo careta no final.

-Mais um por favor. –Falei sorrindo.

Eu estava distraída esperando ele encher o pequeno copo quando fui desperta por uma voz masculina perto de mim.

-Meu Deus, uma mulher tomando uma coisa dessas. –O homem falou me fitando.

Bom, não posso negar que ele era lindo, e aqueles olhos castanhos, meu Deus, eram penetrantes, senti um arrepio na espinha ao ver um sorriso bobo que brincava com os lábios dele, e aquele cabelo de Sonic era uma fofura, ele ficou me fitando e eu nada disse, apenas fiquei fitando seus finos lábios, quando percebi que estava o encarando me virei corada e virei o copo que estava em minha frente.

-Manda duas doses desse aí. –O cara disse se sentando ao meu lado.

O fitei e ele encarava descaradamente minhas coxas.

-Hey, é falta de educação encarar as coxas de uma mulher assim na cara dura. –Falei sorrindo.

Ele apenas me fitou sorrindo de lado, mandou um copo para mim e virou o dele.

-Synyster Gates. –Ele falou.

-Como? –Perguntei sem entender.

-Brian Haner, mas pode me chamar de Synyster Gates. –Ele disse fazendo uma careta boba.

-Ah, Natalie. –Falei estendendo a mão e ele a apertou delicadamente.

Deus que pele macia ele tinha, não sei como eu consigo me encantar tão fácil assim. Aqueles músculos e aquele rosto e Deus aquelas pernas. Natalie se concentra.

-Não é educado fitar assim as pernas de um rapaz. –Ele disse rindo, não pude segurar o riso.

-Pois é. –Falei fazendo careta.

Ficamos ambos em silêncio observando a multidão dançar, um cara baixinho veio se aproximando todo sorridente.

-Hey Syn te procurei por toda parte, você não perde tempo em viado. –O baixinho falava me fitando em relances, fingi não perceber.

-Cadê aquele bando de viados? –Brian perguntou, foi quando deixei de prestar atenção na conversa dos dois, meu pequeno lombriga vinha em minha direção.

-Hey pequena desculpa aquela hora. –Arin se desculpou enquanto me abraçava.

-Não foi nada lombriga, eu é que não consigo me enturmar em papos de homens. –Falei rindo.

Arin sorriu e continuou abraçado a mim, pude ouvir a voz do baixinho dizendo algo do tipo “fudeu”, e logo os dois sumiram. Quase matei Arin por isso, é obvio que eu queria pegar aquele gostoso, fala sério.

Nós acabamos indo para o meio da multidão de pessoas que dançavam, ambos enchendo a cara, agora com vodca.

Eu já estava no meu pior estado, rindo de qualquer coisa e balançando a cabeça feito uma doida.

-Eu quero pegar aquele gostoso ali. –Falei para Arin enquanto apontava para o Syn.

-A qual é, porque você não pega o gostoso aqui. –Arin disse com uma voz engraçada, não pude repreender o riso.

-Porque agora eu quero aquele gostoso lá. –Falei fitando Syn enquanto mordia meu lábio inferior.

-Nem a pau que vou ajeitar ele pra você. –Arin falou emburrado, fiz bico.

-Por que? –Perguntei.

-Não adianta fazer essa cara do gato do Sherek eu vou ver se acho os meninos. –Arin disse dando as costas, dei um chute leve na bunda dele, me desequilibrando um pouco, Senti braços me segurando.

-Brigou com o namorado? –Syn perguntou com um sorriso safado no rosto.

-Pois é. –Respondi dando meu sorriso mais safado.

Só senti os lábios macios dele tocando os meus, respirei fundo enquanto cedia ao beijo. Ele puxou meu corpo para mais perto do dele, me fazendo chocar violentamente contra seu corpo, Syn despertava meus desejos mais insanos, ele passeava suas mãos pelo meu corpo sem a mínima vergonha na cara, nosso beijo era feroz e aquele cheiro dele era embriagante.

Sua boca tinha gosto de álcool, cigarro e menta, sua língua cravava uma batalha incansável com a minha, interrompemos o beijo antes que ambos começássemos a nos despir ali mesmo.

-Tem algum lugar onde agente possa ir? –Ele sussurrou em meu ouvido enquanto beijava meu pescoço.

-Você não acha que está querendo demais. –Falei enquanto apertava os braços dele ao sentir sua língua quente em meu pescoço.

-Querida, ambos aqui queremos demais. –Ele sussurrou em meu ouvido, arfei ouvindo sua voz e seu hálito quente.

O soltei subitamente e o fitei com a sobrancelha arqueada.

-Desculpa Baby. –Falei sorrindo e dando as costas, o deixando parado e sem reação alguma.

Uma coisa que aprendi muito bem foi a ser difícil para um homem, só assim eles dão valor na gente. E outra, eu mal conhecia esse cara, eu não sair aí me dando de graça pra qualquer um, e muito menos perdendo minha preciosa virgindade com qualquer um. Liguei insistentemente para Arin, que em dois minutos apareceu atrás de mim.

-Achei que vocês dois iriam se comer ali mesmo. –Arin comentou com a voz brava.

-Haha. Você com ciúme? Essa é nova. –Comentei rindo.

Ele me fitou com a sobrancelha arqueada, como quem não tivesse nada para argumentar, tentou falar alguma coisa duas vezes, mas aparentemente desistiu.

-Eu vou embora, você vai ficar? –Perguntei o fitando.

-Não, eu vou com você. –Ele disse sem muita empolgação na voz.

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Nós caminhamos em silêncio na rua que estava deserta, ambos fitando a frente, até que Arin quebrou o silêncio.

-Amanhã eu vou conhecer os caras da banda. –Ele comentou.

-Poxa que legal, que horas? –Perguntei o fitando brevemente.

-De manhã, e você vai comigo. –Ele disse abrindo um largo sorriso, viajei em seus lábios.

-A nem pensar. –Falei sincera.

-Por que nem pensar? Eu quero que você esteja do meu lado me apoiando, como você sempre faz. –Ele disse com uma voz engraçada, abracei ele e ri.

-Tudo bem eu topo. –Me dei por vencida.