Fallin For You
12 I can not believe!
Notas iniciais
Por isso não estou postando, nem sei se agora vai dar certo ou não =/
Espero que me entendam. Se der tudo certo de noite eu posto na outra fique lá do Brian, Las vegas...
rsrs'
BOA LEITURA, AMO VCS.
SENHORITASULLIVAN seja suuuuuuuuuper bem vinda, amei todos os seus reviews sua linda *--------*
Gente eu estou sem tempo pra revisar, então vai conter mtos erros, peço desculpas pq sei o quanto é horrível ler uma fic assim...
Bjo bjo da gorda...
Brian havia acabado de desembarcar, estava andando sentido a saída do aeroporto. Natalie havia acabado de entrar no aeroporto, indo sentido ao local onde embarcaria. Ambos passaram tão pertos um do outro, e ao mesmo tempo tão longe. Haviam muitas outras pessoas ali, que enfiaram no caminho dos dois, impossibilitando assim que ambos se encontrassem.
Ela se sentou, esperando o voo ser liberado, ele pegou um taxi sentido onde ele achava que a garota estava.
Não demorou muito para que Brian chegasse naquela casa, não era muito longe dali, bateu na porta algumas vezes, até que a mulher ruiva o atendeu.
–Oi eu sou o Brian e. –Ele começou a falar até que a mulher entregou o bilhete que Natalie havia escrito.
Brian observou aquela letra perfeitamente redonda, e leu cada palavra, sentindo seu coração pulsar mais forte em cada letra, não podia acreditar nesse desencontro. Saiu correndo sem dizer mais nenhuma palavra, de novo rumando ao aeroporto, sabia perfeitamente onde ela provavelmente se encontraria, era o único voo para Califórnia agora. Pegou um taxi, que por sorte passava no local e chegou assim mais rápido no aeroporto, Correu em meio a multidão de pessoas e quando olhou pelo vidro viu Natalie entrando dentro do avião. Gritou por ela, mais foi em vão, ela não ouviria, apenas chamou a atenção dos seguranças, tentou passar para ir ao outro lado mais foi impedido. Brian não podia acreditar no que estava acontecendo. Queria tanto vê-la, toca-la, ama-la.
Natalie sentou ansiosa na poltrona e colocou os fones de ouvido, enquanto tentava controlar a ansiedade de chegar em casa e ver Brian.
Brian teve que se explicar aos seguranças, e depois foi para a casa onde Natalie estava, iria ficar ali por uma semana, onde pegaria o voo de volta pra casa.
–Brian eu sinto muito. –A tia da garota comentou.
–Não tudo bem, eu vou ficar lá no quarto e ver se consigo falar com Arin. Obrigado. –Brian disse enquanto ia para o quarto onde Natalie ficou.
Ligou diversas vezes em casa, mas ninguém atendia, provavelmente Arin não estava lá. Resolveu aproveitar um pouco aquele lugar bonito, já era noite.
Brian se sentou na mesma pedra onde Natalie gostava de ficar, e ficou observando o mar.
Pov’s Natalie
Já estava quase chegando em casa, mais algumas horas e o avião finalmente embarcaria. Não via a hora, afinal de contas é impossível descrever a saudade que estou da “minha família”.
Quando o avião enfim chegou, desci tão rápido que quase caí no chão, liguei meu celular e pedi um taxi. Havia algumas chamadas não atendidas nele, o numero de casa e o telefone da casa onde estava com tia Amy.
Não me importei em ligar ainda. O taxi havia acabado de parar em frente a casa, peguei minhas chaves reservas, acertei com o cara e respirei fundo.
Passei as mãos no cabelo e entrei, Tequila quando me viu veio tão desesperada que para conseguir parar ela deu uma escorregada engraçada no chão.
Fora a recepção mais do que carinhosa de Tequila, que ainda me lambia como se eu fosse um petisco gigante, a casa parecia quieta e calma demais para dois homens.
Respirei fundo mentalizando que nada de errado havia acontecido, ouvi uma música calma vindo do quarto de Arin, o que era estranho porque esse garoto não escuta essas músicas calminhas. Subi a escada sem fazer muito barulho.
A porta do quarto dele estava escancarada, então não tive culpa do que aconteceu a seguir.
–VOLTEI. –Apareci na porta gritando e fazendo uma pose e careta engraçada.
A cena que vi me fez corar e querer sair correndo pro meu quarto, mas a única reação que tive foi ficar parada com a boca aberta.
Bom, os dois só estavam num pega mais intenso, nada de mais, por sorte ainda estavam de lingerie, e agradeci muito a Deus por isso. Mais ver aquele volume ali, e aquela garota que nem conhecia engolindo Arin no beijo foi extremamente tenso. Primeiro porque eu atrapalhei meu amigo e segundo porque isso foi poluição visual cara.
–Desculpa, já estou indo pro meu quarto. –Falei dando as costas.
Enfiei no meu quarto e caí na cama gargalhando. Só depois percebi que haviam umas roupas de Brian ali, e a cama, Deus a cama tinha o cheiro maravilhoso dele, era quase como se ele estivesse ali. E não sei porque ele não está, já que está foragido daquela louca, deveria estar aqui. Respirei fundo tragando daquele cheiro maravilhoso e alguém bateu na porta e em seguida a abriu, era Arin.
–Desculpa lombriga anêmica, não sabia que estavam. –Falei fazendo careta e ele corou.
–Só esquece isso. –Ele disse rindo e me abraçando.
–Senti sua falta. –Falei retribuindo o abraço.
–Eu também. –Ele disse carinhoso.
–Onde o Brian está? –Perguntei enquanto desfazíamos o abraço.
–Ué, achei que estivesse com você, até achei estranho, porque ele saiu de viagem ontem, e você chegou hoje. –Ele disse me fitando, senti meu coração disparar.
–Não acredito, você disse que ele o que? –Perguntei o fitando com a boca aberta.
–Bom, ele deixou um bilhete, alias, um esgarrancho do inferno, dizendo que faria uma surpresa pra você, que se você ligasse não era pra eu contar. –Mal pude acreditar nas palavras dele.
–Não acredito que Brian foi pro Caribe. –Falei colocando a mão na testa.
–Você estava no caribe? –Ele perguntou surpreso.
–Arin, ele foi pra lá, e eu vim pra cá porque queria justamente fazer uma surpresa pra ele, eu não posso acreditar nisso. –Falei ainda sem acreditar, tirei o celular do bolso e disquei o numero da casa.
Arin me observava atento, o telefone chamava, chamava, chamava e nada de ninguém atender, por fim desisti, a garota apareceu na porta do quarto nos fitando.
–Arin, acho melhor eu ir embora. –Ela falou tímida.
–Não Pri, espera um pouco, vem aqui. –Ele disse a chamando, ela caminhou tímida até ele, que estava em pé.
Eles deram um selinho e se abraçaram, Arin me fitou e eu os fitava com uma expressão bem engraçada, sabe aquela careta que você faz quando vê seu melhor amigo está pegando alguém? Então essa mesma.
–Porra Natalie. –Arin disse revirando os olhos.
–O que eu fiz? –Perguntei discando o numero pela enésima vez.
–Essa é Priscilla, prima de Brian. Priscilla essa é Natalie, rolo de Brian. –Ele falou nos apresentando com a voz engraçada.
–Prazer priiiminha. –Falei em meio a risos e ela também riu.
–Prazer. –Ela respondeu tímida.
Enfim alguém atendeu e assustei ambos com meu gritinho histérico.
–AHHHHHHH GRAÇAS A DEUS. –Gritei enquanto tia Amy atendia o telefone.
–Menina você não acredita no que aconteceu. –Ela começou a falar mais a interrompi.
–Tia eu já sei de tudo, passa pro Brian. –Praticamente implorei
–Ele não esta aqui, ele foi dar uma volta. –Minha tia falou.
–Tia eu vou voltar aí, e agora, não deixa ele ir embora por nada. –Falei desesperada e desliguei o telefone.
–Você está brincando né Natalie? –Arin perguntou me fitando assustado.
–Claro que não Arin, não vou aguentar esperar ele voltar, ele acabou de chegar lá e não vai vir embora hoje com certeza, então eu estou disposta a encarar mais essas horas de viagem de volta. –Falei já me levantando e pegando minha mala que nem havia desfeito,
–Você é completamente louca. –Ele falou sem acreditar.
–Agora que percebeu isso? –Perguntei e pisquei.
–Natalie isso é loucura, descansa um pouco, você pode passar mal. –Arin insistiu.
–Arin não. –Falei enquanto juntava as coisas de Tequila, queria leva-la dessa vez.
–Natalie, não tem mais voos agora e você sabe disso, então senta a bunda aí e fica de boa, amanhã você pega outro bendito voo mulher. –Arin falou me segurando, já que eu andava desesperada de um lado para o outro.
–Mais Arin. –Insisti.
–Nada de mais porra, relaxa e goza que a vida é rosa, amanhã você vai. –Ela falou dando um tapa na minha testa.
Mostrei a língua enquanto ele saia do quarto e caí na minha cama enquanto respirava fundo, recebi uma infinidade de beijinhos da dona Tê, que depois de um tempo deitou no meu colo e dormiu.
Eu estava distraída pensando em Brian que mal notei o telefone que berrava.
Levantei correndo tropeçando pelo caminho e caindo com o telefone no chão.
–Pronto. –Atendi ofegante.
–Arin esqueceu de por comida pra Tequila e agora ela está te devorando? –A voz doce de Brian perguntou.
–Não, é que eu vim tropeçando pelo caminho. –Respondi rindo e ele gargalhou, uma gargalhada tão gostosa.
–Eu vou te matar pequena. –Ele falou num tom engraçado que não pude evitar uma risadinha.
–Depois de amanhã eu estou chegando aí. Ou até mesmo amanhã, depende do horário do voo. –Falei sorrindo que nem uma boba, ainda caída no chão.
–Tá maluca? –Ele perguntou assustado.
–Por você. –Respondi corando fortemente, coloquei a mão sobre o rosto pensando da onde eu tinha criado coragem pra isso. Ele deu uma risadinha gostosa.
–Sendo assim, então não vou te impedir. –Ele falou com a voz doce.
–Então sem desencontros dessa vez né? –Perguntei.
–Sem. –Ele respondeu rindo.
–E como está aí? –Perguntei.
–Quente demais, não estou aguentando ficar dentro de casa, toda hora eu estou na agua. E isso daqui é um perfeito paraíso, é até pecado ficar dentro de casa. –Ele falou com a voz animada.
–Perfeito paraíso mesmo, a vista do quarto que eu fiquei é a melhor. –Falei me recordando do quão maravilhoso aquilo era.
–Perfeita mesmo. -Ele respondeu.
–Eita Brian, tenho que desligar, acho que Arin está queimando alguma coisa na cozinha. –Falei enquanto sentia um cheiro de queimado subindo.
–Arin, Arin, tinha que ser esse magrelo, vigia ele com minha prima em. –Ele disse e gargalhei.
–Nem te conto a cena que presenciei hoje, merda eu vou lá, um beijo, até daqui a pouco. –Falei.
–Outro, até. Boa sorte aí. –Ele respondeu rindo e desliguei o telefone enquanto me levantava rapidamente.
Desci as escadas com tanta rapidez que mal vi os degraus passando por mim, quando cheguei na cozinha quase me mijei de tanto rir.
Arin estava fritando um hambúrguer e deixou o fogo pegar no óleo da panela, fazendo com que o hambúrguer tostasse. Priscilla o fitava rindo, e ele ainda tentava apagar o fogo de todas as maneiras, mais a santa inteligência não jogava agua de maneira nenhuma.
Mais o momento crucial dessa gafe foi quando o alarme de incêndio foi acionado e a agua caiu a solta na cozinha, dando um banho nos dois, eu por sorte estava na porta, então não me molhei.
–Mais só falta pintar o cabelo de loiro. –Falei em meio aos risos.
–PORRA NANÁ, VOCÊ ESTAVA AÍ O TEMPO TODO E NEM ME DEU UMA AJUDINHA? NEM VOCÊ PRISCILLA? –Ele falou incrédulo fitando nós duas.
–Pode arrumar essa bagunça em. –Falei ainda rindo e dando as costas.
Resolvi que dar uma volta seria legal, porque no meu estado de ansiedade não iria ser fácil ficar quieta em casa.
Coloquei uma coleira na Tequila e saí, deixando um Arin e uma dona Priscilla brincando na cozinha de escorregar no chão.
Eu estava perto do centro da cidade, caminhando até uma pracinha, onde haviam várias crianças, e eu adorava ficar em meio a elas, eu simplesmente amo crianças. Infelizmente esse é um sonho de consumo que eu provavelmente nunca vou realizar, já que por um fator genético eu talvez possa não ter filhos, mais quem sabe um dia isso se torne irreversível. Só que ninguém, absolutamente ninguém além de mim e minha mãe sabe disso.
Me sentei em um banco e Tequila do meu lado. Eu ainda tinha que ir ao hospital tirar o gesso, que estava extremamente coçando muito.
Peguei o telefone e disquei o numero de um babacão bobão que eu tanto amo.
–Alou? –A voz de Matt soou roca.
–Estava dormindo? –Perguntei sem graça.
–Não, eu estava assistindo um filme aqui, estou sem nada pra fazer. –Ele respondeu.
–A bom, vai estar ocupado mais tarde? –Perguntei.
–Garota você não estava viajando? –Ele preguntou e ri pela voz engraçada que ele fez.
–Longa estória Matt. –Respondi respirando fundo.
–Vem aqui em casa agora ué. –Ele falou.
–Mais vou atrapalhar você a Val. Não quero incomodar. –Respondi sincera.
–Val está viajando com Michelle.
–Mais ela vai achar ruim se eu for aí.
–DÁ PRA VIR LOGO PORRA? –Ele perguntou falando alto, afastei o celular e gargalhei.
–Chego aí em cinco minutos. –Respondi enquanto desligava o celular e o colocava no bolso.
Caminhei calmamente até a casa de Matt, afinal de contas não era muito longe dali. Quando cheguei avistei ele sentado na escada que dava na entrada da casa, com uma garrafinha de cerveja na mão, ele acenou e sorriu quando me viu, Tequila saiu correndo, deixei sua coleira escapar para ela ir até ele.
Preciso contar da festa que ela fez? Acho que não né? Matt levantou e me deu um beijo no rosto, fiz o mesmo.
–Eu sabia que você estava dormindo, olha sua cara. –Falei apontando pro seu rosto.
–Vai se ferrar Natalie. Ia adiantar eu falar que estava dormindo se tinha acabado de acordar? –Ele perguntou dando um peteleco no meu nariz.
–É faz sentido. –Respondi rindo.
–Vem entra. –Ele respondeu sorrindo e me chamando.
–Dá licença. –Falei enquanto eu e Tequila entravamos.
Subimos pro seu enorme quarto e ele se jogou na cama batendo do seu lado para que eu me sentasse, passava algum filme na TV, nunca tinha visto, parecia algo de zumbis, acho que era um seriado sei lá. Me joguei ao lado dele e Tequila não demorou a se colocar em meio a nós dois.
–TEQUILA, não pode. Você não está em casa. –Falei enquanto pegava ela pra colocar no chão.
–Pode deixar ela aí. –Ele falou me fitando, sorri.
Ficamos em silêncio por um momento, ambos fitando a TV.
–Qual era o lance da viagem que ia me contar? –Ele perguntou deixando de prestar atenção na TV.
–Eu estava no Caribe e, e bom eu queria dar um tempo em tudo. Aconteceram tantas coisas que me confundiram tanto. –Falei e respirei fundo, ele me fitava atento.
–Brian e Arin? –Ele perguntou.
–Como sabe de Arin? –Perguntei com os olhos arregalados.
–Você não é muito difícil de desvendar Natalie, eu percebi que rolava algum lance com Arin, só que Brian mexia mais com você. Até ele te decepcionar, mais mesmo assim, depois de tudo, você ainda, no fundinho, queria tê-lo de volta. –Matt falou me surpreendendo.
–Não acredito no que acabei de ouvir. –Falei e gargalhei depois, junto com ele que também gargalhou.
–O que foi? Isso é sério. –Ele falou em meio aos risos, adorava a forma como ele ria, era reconfortante.
–Tá bom. Aí quando eu estava prestes a ir para o aeroporto eu dou de cara com Brian que entra no carro desesperado e se escondendo de todas as formas possíveis. E ainda me pediu em casamento. Ele estava completamente bêbado e cheirando a Whisky. –Falei fazendo careta e Matt gargalhou.
–Foi extremamente cômico quando Brian tomou o vinho do padre e disse que não queria mais casar. –Matt falou rindo.
–O que? Ele bebeu o vinho do padre? –Perguntei e gargalhei em seguida.
–E ele ainda chamou a Michelle de Natalie. –Matt completou, ri mais ainda.
–Bom enfim, e depois de tudo isso, desse tempo todo pensando eu decidi vir embora e fazer uma surpresa para Brian. Ei tem uma régua aí? Uma tesoura ou um canivete? –Perguntei o fitando.
–Tenho, por quê? Está planejando me sequestrar? –Ele perguntou rindo enquanto pegava um canivete no criado mudo ao lado da cama.
–Porque eu quero tirar essa merda desse gesso. –Respondi enquanto pegava e tirava o gesso.
–Você é louca. –Ele falou rindo pelo nariz.
–Você não é o primeiro que acha. –Respondi sorrindo de lado e fitando aquele par de olhos brincalhões.
–Mais e o Brian? –Ele perguntou arqueando a sobrancelha.
–Então, aí o Brian decidiu fazer uma surpresa pra mim também, e embarcou pro Caribe, e ambos passamos perto um do outro no aeroporto, e eu vim embora e ele ficou. Seria cômico se não fosse trágico. –Falei rindo, até que fitei Matt com os olhos arregalados e a expressão de quem viu assombração.
–Tá brincando que Brian está no caribe né? –Ele perguntou tropeçando nas palavras.
–Não, por quê? –Perguntei preocupada.
–Michelle e Val estavam indo pra lá, aliás, já devem estar lá. Brian está fodido se elas forem pro mesmo lugar que ele está. –Matt respondeu e eu engoli em seco.
–As probabilidades dessa tragédia acontecer são de cinquenta por cento. –Respondi assustada.
–Coitado. –Matt respondeu e gargalhou logo em seguida.
–Sério, vai ser sortudo assim na puta que pariu viu. –Respondi rindo nervosamente.
–Só espero que Michelle não esteja mais histérica o suficiente pra matar Brian. –Ele respondeu coçando a cabeça.
–Mais que merda em. –Falei enquanto puxava o gesso.
–Nem me fale. –Matt completou.
Pronto, perfeito. Agora pra variar a vaca da Michelle está no Caribe, eu devo merecer, só pode. Estou pagando um pecado muito grande, e ele é maior do que eu pensava viu.
Acabei por tirar o gesso e minha mão e meu braço pareciam normais, só coçava muito, deitei de novo ao lado de Matt e ambos ficamos assistindo os tais Zumbis lá. Matt era uma ótima companhia, pra conversar, pra dar um ombro amigo. Eu adorava ficar com ele.
Ele me puxou com tanta facilidade, deitei a cabeça em seu toráx enquanto ele fazia cafuné em minha cabeça.
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