Notas iniciais
Oiii minhas leitoras liiiindas...
Tudo bem com vocês? Espero que sim.
Bom, então, não sei se vão gostar muito desse capítulo pq é o ultimo dessa fic.
Poiséjosé, a fic chegou ao fim T.T
Ainda vai ter mais um capitulo com os agradecimentos ok?!
Bom, mais desde já quero agradecer a todas vocês que me acompanharam até aqui e tiveram paciência comigo.
Muito obrigada mesmo.
AMO VCS.
BOA LEITURA.

(Narrado em 3° Pessoa)


Natalie acabou dormindo no colo de Matt, estava cansada por causa da viagem, Matt acabou por adormecer também.

Brian caminhava mais uma vez até a praia, estava com Amy, eles se sentaram na pedra, deixando os pés imersos na agua, ambos fitando o horizonte.

–Realmente gosta de Natalie? –Amy perguntou o fitando.

–Tá brincando? Eu larguei minha ex noiva no altar por causa de Natalie. –Ele respondeu rindo.

–Realmente, essa foi uma pergunta idiota. –Amy disse gargalhando.

–Não foi tão idiota assim, eu que tenho um senso de humor elevado. –Brian disse rindo.

Amy sorriu a ambos ficaram conversando sobre coisas bobas, jogando conversa fora, um conhecendo melhor o outro.

Já era madrugada quando Natalie acordou, abriu os olhos lentamente, piscando até se acostumar com a visão, lembrou que estava na casa de Matt, tentou se levantar sem acordá-lo, o que foi bem difícil.

–Quantas horas? –Matt perguntou com a voz rouca.

–Duas e meia. –Natalie respondeu se espreguiçando e olhando no relógio que estava no pulso.

Matt abriu os olhos e a fitou, e ela fez o mesmo, ficaram se olhando por um tempo.

–Acha que Brian gosta de mim tanto quanto gosto dele? –Ela perguntou o fitando.

–É capaz de gostar até mais. –Matt respondeu sorrindo e tirando uma mexa de cabelo que caia sobre a testa dela que sorriu tímida.

–Acho que vou embora. –A garota disse olhando no relógio de novo.

–Está tarde Natalie, dorme aí e amanhã eu te levo. –Matt falou se virando e fitando o teto.

–Mais Matt eu não vou conseguir dormir, eu estou ansiosa demais. –Ela respondeu sincera.

–Sei lá, vamos arrumar alguma coisa pra fazer então. –Ele respondeu coçando os olhos.

–Você tem que dormir. –Ela repreendeu-o.

–Falou mamãe. –Ele respondeu e ela gargalhou dando um soco no ombro dele.

–Idiota. –A garota disse em meio aos risos.

–Sou idiota mais você me ama. –Ele falou enquanto dava um cutucão na barriga dela.

–Ai Matt. –Ela disse rindo.

–Não fiz nada. –Ele se defendeu enquanto se levantava e rumava ao banheiro.

–Sabe cozinhar? –Ela perguntou ainda deitada.

–Mais é claro que sei, sou um homem prendado, acha que Val aceitou meu curriculum por que? –Ele respondeu e ela gargalhou.

–E o que mais vinha no seu curriculum? –Ela perguntou rindo.

–Lavo, passo, cozinho, arrumo casa, faço mimo, carinho, chamo de nomes fofos, faço amor gostoso ou sexo violento se preferir. –Ele respondeu com a voz seria, segurando para não rir enquanto a garota gargalhava na cama e girava de um lado para o outro.

–Oloco em, faço amor gostoso ou sexo violento é tenso em. –Ela disse ainda gargalhando, Matt apareceu com o maior sorriso de safado e rindo.

–Mais é verdade, pergunta pra Val. –Ele respondeu enquanto Natalie acertava em cheio o travesseiro nele e corava.

–Não vou perguntar isso pra Val, ela me mata só de sonhar que estou aqui. –Falei rindo e ele gargalhou.

–E o Brian? Deu conta do recado? –Matt perguntou enquanto tirava a camisa e a jogava sobre a poltrona.

–Matt. –Natalie o repreendeu enquanto corava e escondia o rosto entre as mãos.

–Por que se ele não deu eu posso dar. –Natalie ouviu a voz rouca de Matt e sentiu um peso sobre si.

Matt se encaixara em Natalie, e a fitava rindo enquanto ela ainda escondia o rosto.

–Matt quer parar com isso? –Ela pediu com a voz infantil e Matt gargalhou tirando as mãos da garota do rosto dela e a fitando.

–Só depois que responder se ele deu conta do recado. –Matt falou a fitando com a expressão engraçada.

–É claro que ele deu conta do recado seu idiota, agora quer parar de me seduzir? –Ela respondeu fitando aquele par de olhos verdes.

Matt gargalhou gostosamente enquanto segurava as mãos da menina no alto da cabeça da mesma. Os rostos pertos suficiente para que ela sentisse sua respiração tocando seu rosto.

–Só vou parar de te seduzir porque Brian é meu melhor amigo, se não você estava ferrada. –Ele respondeu rindo e se levantando, Natalie riu tímida, o coração batendo a mil.

–Matt da próxima vez que quiser que eu tenha um infarto agudo me avisa tá bom. –Natalie respondeu enquanto respirava fundo e se abanava com a mão, Matt gargalhou mais uma vez a fitando.

–Eu nem fiz nada de mais. –Ele comentou dando de ombros.

–Tá brincando filho da mãe? –Natalie perguntou com os olhos arregalados, Matt riu pelo nariz.

–Vem vou fazer alguma coisa pra gente comer. –Ele disse a chamando.

Natalie se levantou e ambos foram para a cozinha, ela subiu nas costas dele, o famoso "cavalinho", e desceram as escadas rindo, quando chegaram na cozinha ela se sentou na bancada e ficou balançando os pés no ar enquanto observava Matt cozinhando, o que pra ela era uma cena bem engraçada.

–O que foi? –Ele perguntou a fitando com a sobrancelha arqueada, Natalie estava com sua típica cara de sapeca.

–Nada, é que é engraçado ver você cozinhando. Você é tão grandão que parece meio desengonçado. –Ela respondeu rindo e ele mostrou um dedo, e ela retribuiu com a língua.

Matt terminou sua especialidade, que era um prato típico francês, que nem mesmo ele se lembrava o nome, pegou uma colherada e deu na boca de Natalie, que experimentou e abriu um sorriso enorme.

–Meu Deus, essa negócio é bom demais, confesso que cheguei a duvidar de seus dotes. –Ela falou sincera enquanto saboreava.

Matt riu de lado e a serviu, e em seguida também se serviu e se encostou ao lado dela na bancada.

–Eu falei que sou foda. Tenho muitos dotes. –Ele falou a fitando com um sorriso exibindo as covinhas e balançando as sobrancelhas para cima e para baixo, Natalie gargalhou.

–Falta ver se lava bem, passa bem, limpa bem. –Ela completou em meio a risos.

–Entre outras coisas. –Ele disse e recebeu um murro no ombro enquanto ouvia divertidas gargalhadas.

Ambos ficaram rindo a noite inteira, Matt sempre um doce com ela, estava quase amanhecendo quando os dois resolveram ir até a casa de Natalie. O voo que ela pegaria seria logo de manhãzinha.

Ela entrou na casa e Arin já estava acordado, na cozinha junto com Priscilla tomando café da manhã.

–Posso saber onde a senhorita estava? –Arin perguntou da cozinha.

–Comigo ou anêmico. –Matt falou entrando na casa.

–Anêmico é o caralho. –Arin falou rindo.

–Arin estou indo, cuide da casa, Tequila vai comigo. –Natalie falou enquanto saía e Matt a ajudava com as coisas.

–Boa viagem e juízo. –Arin completou e ela sorriu.

–Tchau Pri, cuida desse magrelo pra mim. –Natalie falou.

–Pode deixar, boa viagem. –Priscilla respondeu.

Entraram no carro de Matt e seguiram rumo ao aeroporto. Natalie não aguentava mais de ansiedade, precisava ver Brian. Matt estacionou.

–Matt, muito obrigada mesmo. –Natalie disse abraçando o amigo ainda dentro do carro.

–Precisando, estou sempre as ordens. –Ele disse retribuindo o abraço.

–Bom, até qualquer dia. –Ela falou sorrindo.

–Até, boa viagem. –Matt respondeu.

Ele ajudou ela e depois foi embora. Não demorou muito para que Natalie embarcasse.

Quando ela chegasse no Caribe já seria noite mais uma vez, pra variar. Fechou os olhos e colocou os fones de ouvido, acabou dormindo toda a viagem.


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Acordou minutos antes de pousarem, o coração a cada momento mais acelerado, respirou fundo enquanto sentia o avião parando aos poucos.

Não demorou muito para que conseguisse um taxi, colocou Tequila, que antes estava na caixinha de transporte, na coleira e desceu no taxi, pagando o homem e pegando as malas. Caminhou mais um pouco e parou de frente com a porta da casa, respirou fundo e bateu na porta. Amy abriu a porta e sorriu ao ver a garota.

–Você voltou mesmo. –Ela disse rindo e abraçando a sobrinha.

–É que estava com saudade de você sua gostosa. –Natalie respondeu rindo.


Pov’s Natalie


Eu estava completamente ansiosa, meu coração batia a mil, eu desfiz o abraço e olhei curiosa pra dentro, pude ver minha mãe na sala, minha tia abriu caminho e entrei, Tequila fazendo a maior festa.

–Ele está no quarto, acho que foi dormir ou tomar banho. –Tia Amy falou.

Sorri, cumprimentei minha mãe que ficou surpresa ao me ver e subi as escadas enquanto tropeçava nos degraus.

Entrei no quarto e dei de cara com um certo Brian, só com uma boxer branca bem colada no corpo, deitado na cama e aparentemente dormindo. Sorri ao vê-lo abraçado a um travesseiro.

Coloquei as malas em um canto e peguei um vestido soltinho, branco, peguei minha toalha e fui tomar um banho.


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Acabei por tomar um banho rápido e quando saí do banheiro me deparei com uma dona Tequila encima das costas de Brian e mordendo a orelha dele.

–Tequila dá um tempo. –Ele balbuciou.

Soltei uma risadinha pelo nariz enquanto dava uma bagunçada nos cabelos molhados.

–O que, Tequila? –Brian perguntou se levantando um pouco e abrindo os olhos.

Ela desceu das costas dele e ficou latindo ao lado dele na cama, ele ainda parecia não ter percebido minha presença ali.

Brian levantou o olhar e me fitou por um tempo, como se estivesse vendo assombração, mais depois de alguns segundos um largo sorriso surgiu naqueles lábios tão perfeitos, que me faziam estremecer com um toque. Brian se levantou tropeçando pelo lençol, ri enquanto encurtava o caminho para ele, ele me abraçou enquanto me girava no ar. Um abraço tão terno, tão caloroso, tão cheio de, de amor. Respirei fundo e senti meus pés tocando o chão, e seus lábios macios tocando os meus.


Tell me have you ever wanted

(Me diga, você já quis)
Someone so much it hurts?

(Tanto alguém que chega a doer?)
Your lips keep trying to speak

(Seus lábios ficavam tentando falar)
But you just can't find the words

(Mas você não conseguia encontrar as palavras)
Well I had this dream once

(Bem, eu tive esse sonho uma vez)
I held it in my hands

(Que a segurava nas minhas mãos)


Agora mais do que nunca, ambos precisávamos disso. Ele roçou os lábios nos meus e abri a boca enquanto apertava os cabelos dele entre os dedos. Cedi ao beijo que tanto ansiava, cedi ao abraço que tanto esperava, suas mãos percorriam ansiosas pela minha nuca e cintura, o beijo desesperado, ansioso, porém quente, muito quente, doce e protetor.

Interrompemos o beijo por falta de ar, ele colou a testa na minha e me fitou com o olhar simples.

–Eu senti tanto sua falta. –Ele sussurrou enquanto roubava selinhos.

–Eu também. –Sussurrei enquanto o abraçava forte.

–Jura que eu não estou sonhando? –Ele perguntou e gargalhei.

–Brian, convenhamos, você está no Caribe, nessa maravilha total e está dentro de casa deitado e dormindo? –Perguntei o fitando.

–Não tinha graça sem você. –Ele respondeu apertando minha bochecha.

Sorri de lado e fiquei o fitando por um tempo.

–Vai, veste uma roupa e vamos dar uma volta, tem um lugar onde quero ir. –Falei enquanto procurava as coisas de Tequila.

Brian foi tomar um banho e fiquei o esperando na sacada, tendo aquela mais perfeita visão, e agora tudo estava completo, eu estava enfim do lado daquele que amava.


Pov's Brian


Acho que nem preciso comentar o quanto estou feliz nesse exato momento. Nunca pensei que amaria de novo alguém, assim, sei lá, não sei explicar. Natalie faz com que eu me sinta completo, vivo. Saí do banho e vesti a roupa que tinha levado pro banheiro. Saí do banheiro e a vi na sacada, estava com os braços apoiados na mureta e o vento brincando com os fios de seu enorme cabelo.

A abracei por trás, ela se assustou e riu em seguida, beijei carinhosamente seu pescoço, ela se virou e selou nossos lábios. Estava tão linda. Ela me fitou sorrindo.

–Vem vamos. –Falou enquanto me puxava.


She was the purest beauty

(Ela tinha uma beleza pura)
But not the common kind

(Mas não de um tipo comum)
She had a way about her

(Ela tinha um jeito próprio)
That made you feel alive

(Que te fazia sentir vivo)
And for a moment

(E por um momento)
You made the world stand still
(Você fez o mundo parar de girar)

–Vai me levar pra onde em? –Perguntei curioso enquanto descíamos as escadas.

–Segredo, mais acho que você vai gostar. –Ela respondeu sorrindo.

Passamos pela sala e Amy nos fitou curiosa.

–Onde vão? –Amy perguntou.

–Naquele lugar especial. –Natalie respondeu piscando e Amy sorriu largamente.

–Divirtam-se. –Amy disse.

–Valeu. –Respondi e acenei enquanto era puxado por Natalie.

Confesso que estava um tanto curioso pra saber onde ela me levaria.

–Hoje a noite vai ser nossa. –Natalie respondeu enquanto me fitava brevemente e ficava de frente pra mim.

Sorri e a abracei, fomos caminhando pela praia enquanto ela me guiava pelo caminho.

Yeah we owned the night

(É, nós fomos os donos da noite)

Caminhamos um pouco mais, até chegar numa espécie de bar, que estava bem cheinho.

A música que rolava era num estilo bem calmo, ela me puxou para o meio de algumas pessoas e caminhou até a área das bebidas. Pedimos um coquetel e nos sentamos em uma mesa mais perto do mar. O lugar era bem grande, e perfeito.

–Nossa, isso aqui é uma loucura, nunca imaginei que haviam tantas pessoas no Caribe. –Falei e ela riu.

–Eu também não, na primeira vez que vim aqui estava mais lotado. –Ela respondeu sorrindo.

Nós estávamos conversando distraídos até que Natalie me puxou pra dançar. Enfiamos em meio a multidão de pessoas e dançamos rindo. Ela sorria e me provocava vez ou outra mordendo meu lábio.

–Brinca com fogo mesmo. –Falei a puxando.

–Acho que vou adorar me queimar. –Ela respondeu e logo em seguida corou, gargalhei gostosamente, adorava quando isso acontecia, era algo tão espontâneo dela.

A beijei carinhosamente e senti alguém esbarrando em mim e uma voz conhecida até demais pedindo desculpas. Quando fitei a figura ao meu lado senti que poderia morrer se um olhar matasse.

E mais uma vez a minha sorte me persegue, Michelle e Val estavam ali, ambas nos fitando boquiabertas.

–Eu sabia que você estava com essa vadia. –Michelle falou já querendo ir pra cima de Natalie, me coloquei na frente.

–Nem pensei Michelle. –Falei a fitando bravo.

–Mich vamos embora, nós viemos pra divertir. –Val falou, como sempre com a voz doce.

–Cala a boca Valary. Essa filha da puta, é tudo culpa dela. –Michelle falou fazendo meu sangue ferver, não ia admitir ninguém falando assim de Natalie.

–Olha aqui sua vaca, olha bem quem você chama de Filha da puta. –Natalie me empurrou e se pôs em minha frente, apontando o dedo na cara de Michelle.

Me surpreendi com sua atitude, como a música estava alta ninguém percebeu que elas estavam brigando. Segurei Natalie enquanto Val segurava Michelle.

–Eu vou matar você vadia. –Michelle disso indo pra cima de Natalie que num ato, que mal percebi, deu uma rasteira em Michelle a fazendo cair no chão.

Natalie me puxou e ambos saímos correndo em meio as pessoas. Ela gargalhava gostosamente.

–Eu esqueci de avisar que elas estavam aqui. –Natalie disse recuperando o ar.

–Como você? –Perguntei ainda surpreso com a sua atitude.

–Você acha que eu e Arin brincávamos de boneca quando éramos crianças? –Natalie perguntou arqueando a sobrancelha.

–Você é maluca garota, mais eu adorei isso. –Falei rindo e ela gargalhou.

–Ultimamente todos acham que sou doida, louca, maluca. –Ela falou enquanto diminuíamos o passo e ela ficava de frente pra mim, andando de fasto.

Ela entrelaçou nossos dedos e sorriu docemente, fomos parando aos poucos, o som do mar era o único som que nos fazia companhia, tirando o som das nossas respirações.

Ela selou nossos lábios e sorriu. Um turbilhão de sentimentos me invadindo mais uma vez.

–Brian eu, eu... Eu te amo. –Ela disse corando e me fitando nos olhos.

–Eu também te amo pequena. –Falei enquanto roçava meus lábios nos dela.

–Nossa noite não está completamente perdida, ainda temos vinho lá em casa. –Ela falou sorrindo e voltamos a andar.

–Hum, deu até sede agora. –Falei e ambos gargalhamos.


Trilha Sonora!


Quando chegamos em casa, aparentemente Amy e a mãe de Natalie estavam dormindo, pegamos o vinho e as taças e subimos até nosso quarto. Natalie ligou o som em uma radio qualquer enquanto eu abria a garrafa e enchia as taças. Ela colocou um CD do coldplay e nos sentamos na sacada

Começamos a beber e a conversar sobre coisas sem muita importância, até que o vinho subiu um pouco e Natalie se levantou me chamando.

–Vai apaga a luz. -Ela falou.

–Pra quê? -Perguntei sem entender.

–Anda logo Brian Haner. -Ela falou com a voz engraçada, apertei suas bochechas e apaguei a luz.

Ela começou a dançae e me puxou, ambos dançando feito duas crianças.

Ela esbarrou em mim e deixou o vinho cair sobre o tecido branco de seu vestido. Mais em vez de se importar ela gargalhou mais ainda.

A abracei e a girei no ar, ela riu e me fitou. Rocei nossos lábios e passei a língua por sobre os dela.


You had me dim the lights

(Você me fez baixar as luzes)
You danced just like a child

(Você dançou como uma criança)
The wine spilled on your dress

(Caiu vinho no seu vestido)
And all you did was smile

(E você só sorriu)
Yeah, it was perfect

(É, foi perfeito)
And I'll hold it in my mind

(Terei sempre esse momento na minha mente)


Pov’s Natalie


Senti sua língua quente tocando meus lábios e me arrepiei, mordi seu lábio inferior o puxando um pouco e Brian sorriu, dei inicio a um beijo calmo, onde nossas línguas se acariciavam e brincavam uma com a outra. Mas o beijo logo foi se intensificando.

O clima estava perfeito, a música então nem se fala. Brian desceu as alças de meu vestido e interrompeu o beijo, distribuiu beijos desde a linha do maxilar até o pescoço, e chegou no ombro, deixando meu vestido cair no chão, me deixando apenas com a parte de baixo da lingerie. Ele voltou a atacar meus lábios, dessa vez mais intensamente, ele tocou meu corpo sem pudor algum. Uma de sua mãos se encontrava em minha nuca e a outra massageava meu seio me deixando cada vez mais úmida. Procurei quase que desesperada a barra de sua camisa e a puxei, ele me ajudou interrompendo o beijo e levantando os braços, e logo atacou meus lábios novamente. Minhas mãos tocaram desesperadas seu tórax, ele foi me empurrando até a cama calmamente, e nesse caminho fui abrindo sua bermuda, ele a deixou cair enquanto me deitava e se dava ao cuidado de me colocar bem no meio da cama.

Se encaixou em meio minhas pernas e sugou o bico rijo de meu seio, me levando a extrema loucura, arrepiei e soltei um gemido baixo, quase um arfar. Ele tocava um seio enquanto sugava o outro, apertei seus cabelos entre meus dedos.

Ele desceu os beijos, passando por minha barriga e mordendo perto do meu umbigo, me fazendo arrepiar de novo. Chegou na minha intimidade e mordeu aquele local por cima da calcinha, mordi meu lábio inferior o fitando, e vendo aquele par de olhos castanhos convidativos me provocando, ele sorriu malicioso e puxou minha calcinha.

Subiu beijando a parte interna de minha coxa, dando leves mordidas por onde passava, senti sua língua quente tocando meu ponto mais sensível, não pude evitar um gemido mais alto que o normal, ele riu e me fitou.

–Vai acordar sua tia e sua mãe. –Ele sussurrou rindo.

–Não para Brian. –Praticamente implorei enquanto puxava um pouco seus cabelos.

Ele riu gostosamente e sugou meu clitóris com vontade, apertei seus cabelos e o puxei contra minha intimidade, ele gemeu de uma forma tão gostosa que juro que quase tive um orgasmo ao ouvi-lo.

Ele introduziu dois dedos de uma só vez enquanto brincava com meu clitóris que já estava inchado por causa de tamanha excitação. Gemi tentando controlar a altura, mais era quase impossível.

Eu poderia explodir a qualquer momento, já sentia minhas pernas bambas. Brian subiu beijando meu corpo, sem tirar os dedos de mim, eu gemia a cada movimento, ele mordeu meu lábio inferior e foi tão excitante sentir meu gosto em sua boca, me senti explodindo em seus dedos e ele gemeu em meu ouvido, um gemido rouco, um gemido delicioso. Puxei sua mão e chupei seus dedos enquanto ele me fitava. Ele mordeu seu próprio lábio inferior enquanto dava um meio sorriso safado. Inverti nossas posições e fiquei por cima dele, me sentando bem encima de seu membro, que pulsava dentro da cueca. Mordi o pescoço de Brian, acho que um pouco forte demais, ele apertou minha cintura e gemeu baixo, passei a língua por cima e suguei o local. Desci os beijos passeando por sua barriga e parando em sua cueca, que apertava seu membro rijo, e aquilo era tão excitante, mordi seu membro por cima da cueca e sorri maliciosa o fitando, a puxei e sem delongas abocanhei seu membro, colocando o que conseguia dentro da boca e passando a língua por onde não conseguia alcançar. Dessa vez quem gemeu alto demais foi Brian, que fechou os olhos e caiu para trás. Ele literalmente se contorcia de prazer, eu estimulava e sugava seu membro enquanto ouvia os gemidos enlouquecidos de Brian.

Ele passou os dedos por entre meus cabelos e me conduziu na velocidade que ele queria.

–Natalie...eu...eu não...não aguento mais...segurar. –Ele falou com um pouco de dificuldade enquanto tentava me puxar.

Não disse nada, apenas suguei com mais vontade e Brian explodiu, gemeu gostosamente e aquilo já estava se tornando música para meus ouvidos.

Brian continuava perfeitamente rijo e excitado e eu também continuava perfeitamente excitada, subi mordendo por onde passava e me sentei em seu colo, encaixando seu membro em minha entrada e o introduzindo lentamente, Brian segurou forte minha cintura e num impulso estocou de uma só vez, gemi alto, mais de dor do que prazer, mais havia gostado daquilo.

Ele começou a me puxar e me empurrar pela cintura, fazendo seu membro roçar por toda minha intimidade enquanto me penetrava. Eu o ajudava nos movimentos vez ou outra e nossos gemidos se misturavam no quarto.

Ele saiu de dentro de mim e me beijou carinhosamente. Me fitou.

–Vira pra mim. –Ele pediu sussurrando em meu ouvido, obedeci.

Me virei e empinei o bumbum, e Brian gemeu só de me observar, ele mais uma vez estocou de uma só vez, quase me fazendo gritar. Brian estocava forte e rápido e aquilo estava me enlouquecendo, já sentia minhas forças sumindo e espasmos de prazer percorrendo todo meu corpo, Brian deixou seu corpo cair sobre o meu, empinei mais o bumbum a fim de senti-lo mais, seus movimentos agora eram mais lentos, porém firmes. Eu gemia descontroladamente enquanto sentia meu liquido lambuzando todo seu membro e ele gemendo em meu ouvido, aquele gemido rouco que me enlouquecia.

–Você gosta assim? –Perguntou com a voz rouca enquanto rebolava dentro de mim, e eu queria mais, precisava de mais, estava ainda muito excitada.

–Briian aah, você é tão...gostoso. –Falei corando e ele riu pelo nariz, beijou meu ombro e estocou mais forte, porém mais devagar, e revezava rebolando dentro de mim.

–Eu acho que não vou aguentar mais. –Ele falou em meio a um gemido que insistia em sair de seus lábios.

Ele saiu de dentro de mim e me virou com tamanha facilidade e tão delicadamente, me fitou nos olhos e introduziu mais lentamente dessa vez, provavelmente sua excitação era tamanha a ponto de lhe causar dor, e tudo isso só para me satisfazer mais um pouquinho. Deduzi isso pela expressão que ele fez e seu baixo gemido.

Ele se movia preguiçosamente dentro de mim, enquanto me beijava docemente, ele enfiava tudo e dava aquela típica rebolada antes de repetir o ato todo.

Sem mais aguentar Brian se despejou dentro de mim, enquanto soltava um alto gemido de satisfação total e interrompia o beijo, me arrepiei de tal forma ao ouvir seu gemido que tive meu terceiro orgasmo enquanto sentia seu liquido quente me preenchendo, e esse orgasmo foi mais forte e mais intenso que os outros, cravei minhas unhas em suas costas e ele se esquivou um pouco, grudando mais nossos corpos suados.

Senti minha intimidade se contraindo sobre ele tão violentamente que Brian apertava minha cintura enquanto fechava os olhos e deitava a cabeça ao lado da minha. Depois de alguns segundos assim ele saiu de dentro de mim. Ambos respirávamos ofegantes.

–Desse jeito eu vou morrer mais cedo do que pensava. –Brian disse me fazendo gargalhar.

Acariciei seus cabelos, ele continuava encima de mim e com a cabeça deitada ao lado da minha, deixou seu corpo cair um pouco pro lado, para que não ficasse com o peso todo encima de mim.

–Minha pequena. –Ele falou sorrindo e mordendo minha bochecha.

–Meu grandão gostoso. –Falei e ele riu.

Invertemos nossas posições e ele me deitou sobre si, e ficou acariciando meus cabelos. Ouvi o chorinho de Tequila e ela nos observava, estava no pé da cama.

–Vem Tequila eu faço carinho em você também. –Brian falou e ela veio correndo, deitando do lado dele e deixando a barriga virada pra cima. Gargalhei com a cena e fiquei acariciando sua barriga.


Yeah, we owned the night
(É, nós fomos os donos da noite)
When the summer rolls around

(Quando o verão vier chegando)
And the sun starts sinking down

(E o sol começar a cair)
I still remember you

(Eu ainda me lembrarei de você)
Oh, I remember you

(Oh, eu me lembrarei de você)


Pegamos no sono, o sono tranquilo que a tanto tempo não tinha, adormeci ouvindo o som pesado de sua respiração.

Acordei no outro dia me espreguiçando e fitando Brian que também me fitava, ele me puxou selando nossos lábios e sorrindo.

–Por que não me acordou? –Perguntei manhosa.

–Porque eu gosto de te observar enquanto você está dormindo. –Ele falou sorrindo.

Sorri de volta e acariciei seu rosto.


Do you remember when?
(Você se lembra quando?)
We woke under a blanket

(Acordamos sob um cobertor)
All tangled up in skin

(Enrolados em pele)

But it was perfect

(Mas foi perfeito)
I never will forget
(Eu nunca vou me esquecer)
When we owned the night

(Quando fomos os donos da noite)
Yeah, we owned the night

(É, nós fomos os donos da noite)

O resto de nossas “férias” no Caribe foi assim, tranquila. Por sorte não encontramos mais Michelle.

Quando enfim chegamos em casa me lembrei de algo que eu literalmente não tinha me dado conta, eu estava a exatamente um mês sem menstruar, e bom, eu tenho um fluxo completamente regular e, isso foi muito estranho.

Respirei fundo, fazendo algumas contas mentalmente, e elas batiam com a minha primeira vez com Brian. Mais isso era quase que impossível, porque eu literalmente acho que não posso engravidar, então isso está fora de cogitação né?

Respirei fundo tentando me acalmar, saí de casa que nem uma louca e comprei um teste de farmácia, voltei que nem um raio pra casa. Já era noite e a qualquer momento Brian chegaria do ensaio. É ambos agora estamos morando juntos. Me sentei enquanto esperava o tempo que era necessário.


Pov’s Brian


–Flores, chocolates ou jantar? –Perguntei aos meninos.

–Flores. –Todos responderam juntos.

Tudo bem que eu já estava com algumas rosas vermelhas na mão e esse era o plano desde o começo, mais ainda estava em dúvida.

–Tudo bem, flores. –Falei.

–Confere. –Zacky falou rindo.

–Alianças? –Matt perguntou me fitando.

Olhei pelos bolsos desesperado, mais graças a Deus achei a caixinha com as alianças.

–Confere. –Respondi e todos gargalharam.

–Vai logo Brian. –Johnny falou.

–Me desejem sorte, fui. –Falei enquanto saía.

Eu estava com o carro de Natalie, já que havia perdido meu possante, alias, mais ou menos que eu perdi, porque Michelle está pagando o estrago que fez nele. Quando cheguei em casa respirei fundo duas vezes antes de entrar. Desci do carro e conferi se as alianças estavam no bolso, peguei as flores e entrei. Natalie estava na sala, andando de um lado para o outro, parecia nervosa, roía as unhas, estava até branca. Quando me viu abriu um enorme sorriso e me abraçou forte, sorri retribuindo o abraço.

–Brian eu estou gravida. –Ela falou me pegando tão de surpresa que eu achei que ia desmaiar.

Não que eu não quisesse ter um filho, mais é que minha felicidade era tanta que eu não sabia expressar, até me esqueci do pedido.

–Não acredito. –Foi a única coisa que saiu de minha boca.

Comecei a rir que nem um bobo e a abracei tão forte. Selei nossos lábios.

–Eu também mal posso acreditar. –Natalie falou enquanto desfazia o abraço e me fitava.

Balancei a cabeça me lembrando do pedido que ia fazer.

–Natalie acho que hoje o dia colaborou muito pra isso agora, e descobrir que você está gravida, nossa foi, ual, não tenho nem palavras, acho que estou bobão demais. –Ambos gargalhamos e ela me fitou curiosa.

Entreguei as flores a ela e selei brevemente nossos lábios. Me coloquei de joelhos e segurei sua mão, abrindo a caixinha e exibindo o par de alianças, Natalie já chorava com um baita sorriso no rosto. Não aguentei e comecei a rir.

–Você nem sabe o que eu vou fazer e já tá chorando? –Falei rindo.

–Vai me pedir em casamento ué. –Ela disse em meio as lágrimas e ao riso.

–Não, só estou treinando como pedir o Johnny em casamento. –Falei e ela deu um tapa em minha cabeça.

–Brian, cadê o romantismo? Enfiou onde não devia? –Ela perguntou colocando a outra mão que eu não segurava na cintura e parando de chorar.

–Não, mais enfim, Natalie quer ser minha esposa e me aturar pelo resto de nossas vidas? –Perguntei sorrindo e ela rindo.

–Depende, porque acho que o resto de nossas vidas é muito tempo. –Ela falou e revirei os olhos.

–Depois eu que não sou romântico. Meu joelho tá doendo porra. –Reclamei e ela gargalhou gostosamente.

–Brian Haner, eu aceito ser sua esposa pelo resto de nossas vidas. –Ela respondeu sorrindo.

Coloquei a aliança em seu dedo e ela no meu. A beijei carinhosamente. E ambos riamos entre o beijo. A peguei no colo e a girei no ar mordendo sua bochecha.

I don't wanna be without you, babe

(Eu não quero ficar sem você, amor)

Don't wanna take a breath without you, babe

(Não quero respirar sem você, amor)
Now I'm at a place I thought I'd never be, ooh

(Agora eu estou em um lugar que eu nunca pensei que estaria, ohh)
I'm living in a world that's all about you and me, yeah
(Eu estou vivendo em um mundo que é todo sobre você e eu, yeah)

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(E QUANDO O AMOR DE DUAS PESSOAS NÃO CABE NO PEITO.....NASCE UMA OUTRA VIDA — DESCONHEÇO AUTORIA)


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Notas finais
A letra da música que eu usei como tema desse capitulo foi a We Owned The Night - Lady Antebellum e também a Broken-hearted Girl - Beyoncé...
Espero que tenham gostado da fic.