Fallen World

1 Chegada dos mortos


Notas iniciais
Boa Leitura

Leonhard D'angelo — Z-Day 1

FLASHBACK ON —

Ainda com sangue nas mãos e meio tonto, sentado no chão e encostando minhas costas na parede eu olho para o crepúsculo no céu e suspiro, logo anoiteceria, percebi que minhas mãos estavam um pouco tremulas, minha cabeça não parava de girar, eu ouvia em um som fraco saindo do meu fone de ouvido que estava caído ao meu pescoço, tocando algo que eu não lembro o que era, sangue escorria do canto da minha boca e Thalles estava me olhando com o maior olhar de ódio que eu já havia visto na vida, ele tentava inutilmente se soltar da chave que Adarlan aplicou nos seus braços para o segurar, mas eu sabia que se ele escapasse da chave iria me bater com o máximo de força que pudesse, sua raiva estava estampada no rosto, o soco que ele me deu não foi o bastante para que se acalmasse, Lua com uma cara de medo segura em minha mão e com dificuldade me levanta, nós seis estávamos assustados e eu olho novamente para o corpo caído no chão, não acredito que matei uma pessoa, ou... o que sobrou dela.

FLASHBACK OFF —

— Quatro horas antes -


O som do despertador me acordou, a musica que eu tanto gostava havia se tornado irritante depois de me acordar tantas manhãs, mas nada poderia arruinar meu dia, finalmente eu estaria por completar o ensino médio, hoje é o dia da formatura, foi um ano complicado, ter que dividir o tempo para estudo, trabalho de meio período e cuidar da casa foi estressante do começo ao fim, mas tudo iria mudar para melhor, ao menos era isso que eu achava.


Após tomar banho e comer um rápido café da manhã eu coloco os sapatos olhando para a TV que deixei ligada para olhar as noticias durante o café, e uma repórter falava ao vivo do outro lado da cidade:

— É isso mesmo César, por aqui as coisas estão confusas, após um incêndio a policia relatou que pessoas estão saindo do local do crime como se nada tivesse acontecido, mesmo machucadas, e estão utilizando de força contra os bombeiros e paramédicos que recuam sem entender a cena, eles parecem até com Zum- —

Desligo a televisão e me preparo pra sair de casa, ponho uma boa música para tocar nos meus fones de ouvido vermelho, pego as chaves de casa, minha bolsa e abro a porta, após sair, tranco a porta e começo a andar pela rua. Eu não tinha ideia no momento, mas eu não veria esta casa de novo por um bom tempo.

Deixa eu te falar um pouco sobre mim, meu nome é Leonhard D'angelo, fiz 18 anos recentemente e me graduei na Escola Brearley há um mês, escola de rico né? bem... eu não sou endinheirado, mas depois da morte da minha mãe tudo que meu pai fez foi me pagar um apartamento na primeira avenida em ny, me matricular na Brearley e esquecer que eu existo. Tenho trabalhado para me virar dês de então, mas não digo que isso é ruim, meu relacionamento com meu pai nunca foi dos melhores, ao menos ele teve a decência de não me deixar na rua.

Por estar perdido em pensamentos acabei chegando ao local da formatura mais rápido do que eu imaginava, ainda na esquina do colégio eu dou uma olhada enquanto ando, o dia estava limpo, o sol ressaltava a beleza do colégio, era uma instituição de ensino grande, com um grande patio na entrada, o presidente da escola tinha uma queda por escolas japonesas, talvez ele só assista filmes demais, porém nossa escola era uma copia de qualquer escolas de anime que você ver por ai, isso não chega a ser ruim, só é curioso.

Meus pensamentos foram atrapalhados por meu melhor amigo falando:

— E ai, mano? Preparado pra comemorar? —

O Thalles é um cara legal, somos melhores amigos à quatro anos, mesmo eu sendo meio frio, me anima o ver pela manhã.

— Bom dia, vamos entrando? —

Deixo escapar um sorriso bobo.

— Quê? pode me dizer o porquê dessa cara de besta? —

Eu realmente achei engraçado olhar pra ele, o Thalles sempre anda com calça jeans e camisas de manga curta, o ver de terno foi algo que me divertiu.

— Vamos entrando, pinguim —

— Você acha que você ta bonito nesse terno ai?

— Isso é um blazer, até parece que eu viria com toda a formalidade pra ser sujo com champanhe —

Fomos andando até o local onde todos estavam reunidos, nossa turma não teve muito tempo para pensar no evento de formatura, então coisas como despesas foram deixados por ultimo e acabamos fazendo a nossa em um clube da escola, ele era bem espaçoso, a céu aberto e ao olhar por ele rapidamente pude ver um palco onde seriam entregues os diplomas e fotos seriam tiradas e a sua frente seis filas com uma duzia cadeiras direcionadas para o palco.


Percebi que estava atrasado quando olhei para o palco e vi nosso representante de turma dando um discurso, eu até teria prestado atenção se não fosse por um grupo de alunos na fila pra subir ao palco acenando freneticamente para mim e Thalles, fomos andando até ele e logo um de nossos amigos veio apertar minha mão.

— Heitor, você está bem vestido para alguém do seu tamanho. —

O Heitor não é gordo, na verdade ele era, e por ser um cara de pele branca isso era destacado nele, porem nos últimos anos ele veio frequentando uma academia até perder peso, ele é um pouco mais baixo que eu, seu cabelo preto em estilo militar curto ficava em contraste com o seu terno marrom.

— Ha ha ha, engraçado... é bom te ver, soube que estava doente e talvez não pudesse vir a formatura. —

— E perder o dia mais importante do ano? não é a minha cara. —

Fui surpreendido por Gaby, falando besteiras como sempre.

— Sua cara é de quem viria só pra zoar o evento. —

Ela estava vestindo um vestido rosa com contornos brancos, era bonito, para a cumprimentar falei um animado:

— Hey, tudo bem? —

Jogando os ondulados cabelos pra trás, mandou um seco:

— Tchau —

E foi se juntar a sua melhor amiga, Luana. A Gabriela é baixinha e tem um rosto amigável, tem uma leve mania de andar pulando, o que é meio divertido de ver. Eu estava me virando para falar com um outro amigo da turma, Adarlan, quando minha atenção foi desviada.

— Presados alunos, após o caloroso discurso do seu representante de turma, Salatiel, acredito que estamos todos animados prosseguir —

E com isso apenas apertei a mão de Adarlan e me dirigi para o palco, os alunos foram subindo em fila, um por um para pegar o seu diploma, fazer um discurso rápido e tirar uma foto.

Adarlan foi o primeiro a subir, ele é mais alto que eu, seu cabelo estava mais curto que o de costume, estava usando uma roupa social e possuía um sorriso de felicidade estampado no rosto. seu discurso foi breve, então logo veio a vez de outro aluno, ao qual eu não prestei muita atenção, pouco tempo depois, tanto Gabriela quanto Heitor já aviam pego seus diplomas, e meu nome estava sendo anunciado, ao pegar meu diploma e olhar para nossa turma e seus parentes fiquei sem saber o que dizer, dentre nossa turma meus melhores, ou melhor... únicos amigos são o Thalles, o Heitor, o Adarlan, a Gabriela e a Luana. Eu não daria um discurso imenso só para maquiar uma expressão de felicidade, eu estava só esperando que aquilo acabasse para nosso grupo se reunir para uma comemoração num PUB que nós gostávamos, então falei um simples obrigado e desci do palco com meu diploma em mãos.

O nome da Lua foi chamado assim que eu desci do palco, e ela passou por mim com um sorriso no rosto, enquanto eu colocava meu fone no ouvido e sorria de volta, tenho certeza que o meu "discurso" seria totalmente esquecido no momento em que ela falasse, pois ela provavelmente falaria algo legal.

Trajando um vestido prateado, sua pele branca contracenava com sua roupa e seus cabelos cacheados. ela estava bem bonita, e para minha surpresa, seu discurso veio com um:

— Esse ano foi difícil, mas chegamos longe, obrigada. —

Eu cheguei até a rir quando ela desceu do palco com o diploma em mãos e falando:

— Acha que só você faz um discurso simples e sai andando? —

Logo Thalles subiu no palco e minha atenção foi tomada por Twanny me chamando, ela é a irmã mais velha de Thalles, que estava me chamando pra ajudar com as fotos, estava vestindo um vestido formal preto, estava bem bonita, seus cabelos curtos a deixavam mais jovem, eu nunca fui muito amigo dela, mas pelo que me lembrava ela deveria ter uns 21 anos, fui andando até ela e peguei uma das câmeras que ela tinha em mãos.

— Desculpe por isso, quero ter mais fotos dele, vai ser bom as revelar para por num álbum —

— Eu não me importo em ajudar —

Ela parecia ser bem gentil, minhas memorias dela me traziam uma pessoa mais desastrada que provavelmente ficou pelo passado, sua maquiagem a deixava mais atraente, subitamente minha atenção foi tomada por um barulho na entrada do clube.

Um homem com aparência de adulto entre 30 e 35 anos entrou trombando no portão, pelo animo do discurso do Thalles poucas pessoas perceberam que ele não foi convidado e logo voltaram a atenção para o palco, eu pensei que fosse imaginação minha, mas ví sangue escorrendo da sua camisa, mas era difícil de ver com varias pessoas sentadas nas cadeiras e ele continuando a se aproximar vagarosamente, estava pronto para ir ver o que houve com ele quando Twanny me falou:

— Léo, tira uma foto dele descendo pela escada do palco —

Eu assenti com a cabeça e fui para a lateral do quadro enquanto os parentes dos outros alunos batiam palmas e o Thalles descia, dei uma olhada rápida para a entrada e não vi o homem, então apenas deixei isso de lado e bati uma foto enquanto falava:

— Boa parceiro —

— Estou de olho em você, ha ha ha —

— O que? —

— Ta interessado na minha irmã? —

— Até parece, você sabe que eu não perco mais tempo com isso dês de que meu ultimo relacionamento foi por água abaixo —

— Você parece até um velho falando, se anima, hoje vamos sair e você pode escolher a garota mais bonita do PUB e chamar pra sair, sinto que hoje teremos um dia de sorte —

— Obrigado, brother, mas eu- —

Minhas palavras foram interrompidas por um grito feminino que me aterrorizou, Twanny estava caída no chão e o homem que havia entrado a pouco no clube estava em cima dela, rapidamente eu e Thalles corremos até ela e todos da festa se viraram para olhar, ainda parados em seus assentos.

— Larga ela! —

Thalles batia no homem com os pés enquanto eu o puxava, porém, ele estava com os dentes no braço da Twanny, isso teria me chamado a atenção se não fosse pelo sangue escorrendo do homem.

— Thalles, ele não quer soltar —

O desespero tomava conta de mim conforme os gritos da Twanny ecoavam no salão do clube e inutilmente eu puxava o homem que estava cortando a carne do braço da irmã do meu melhor amigo com os dentes, nossos amigos corriam em nossa direção enquanto todos os outros presentes estavam olhando para nós com o rosto atônito, fui surpreendido com Thalles o golpeando com uma cadeira, sangue jorrou do rosto dele e logo o braço dela foi solto.

O homem caiu morto no chão, eu estava assustado, meus braços tremiam, eu já havia presenciado situações piores, mas ver a Twanny sendo mordida de forma brutal enquanto eu e meu melhor amigos estávamos tentando inutilmente a ajudar me deixou tonto e perplexo.

Logo nossos amigos chegaram para ajudar, foi então que percebi que a Twanny estava gritando de dor no chão, sua boca estava molhada de sangue, seu braço escorria sangue por uma ferida grande feita pela mordida do homem, o desespero de Thalles estava a flor da pele, ele segurava a irmã nos braços enquanto Heitor e Adarlan tentavam parar o sangramento com a manga do terno, Gaby e Luana vinham se aproximando correndo com um rosto totalmente branco e assustado, quando eu ouvi a voz de Luana me despertando do transe.

— LÉO, CUIDADO! —

O homem que deveria estar morto, se levantava atrás de mim, sua testa sangrava tanto quanto sua ferida que eu desconhecia a origem, ele segurou meu braço com força, o suficiente para quebrar e eu senti minha raiva vindo a tona quando entrei em frenesi com um único pensamento: destruir aquele homem.

Foi ai que a reportagem que eu ví hoje cedo me veio a mente e meu corpo paralisou.

— ... saindo do local do crime como se nada tivesse acontecido ... —

— ... mesmo machucadas ... —

— ... utilizando de força contra os bombeiros e paramédicos que recuam sem entender ... —

— ... eles parecem até com Zumb- —

Minha voz saiu alta como um grito, porem séria como uma bala atirada em uma guerra entre nações.

— NÃO BRINCA! —

Só então reparei nos olhos do homem, eles estavam cinzentos e vazios, ele estava vindo com a cabeça em direção ao meu braço de boca aberta e dentes prontos para me morder assim como fizera antes com a Twanny que ainda sofria no chão.

— NÃO FODE, MALDITO! —

Com um grito assustado eu o soco com toda a força que pude, quebrando seu maxilar, com o impacto ele larga meu braço e caí no chão, as pessoas que estavam apenas olhando começaram a se levantar apressadamente de seus assentos e algo deixou a situação pior.

Uma grande explosão no lado de fora do clube fez as pessoas que antes comemoravam a formatura de seus entes perceberem o perigo da situação, e correram pra fora do clube, enquanto o Thalles colocava a Twanny nos braços, pronto para a levar à um médico com urgência, Heitor e Adarlan o ajudavam a tentar acalma-la enquanto ela gritava de dor, como se todo o seu corpo estivesse queimando, Gabriela apenas balbuciava:

— zu- zu- zum- zumb- zumb- —

Me levantando com braços trêmulos olho em volta, o sol estava fraco, somos os únicos no clube, um barulho de correria era ouvido vindo do colégio, junto com gritos e terror espalhado no ar.

— Thalles, eu... —

Tentei falar, mas as palavras não saíam, Lua tomou a frente da situação com um rápido:

— Vamos para um hospital, rápido —

Estávamos nos preparando para correr quando algo se prendeu a minha perna, e me assustou, aquele dia estava ficando mais e mais complicado.

O homem se levantara outra vez, para a minha ira, todos pararam de correr, eu segurei a cabeça do homem e com toda a força do meu corpo a bati contra o chão, destruindo a parte de trás da sua cabeça, sangue foi espirrado em minhas mãos e ao olhar pra frente ví todos meu amigos parados olhando para Thalles ajoelhado gritando para que sua irmã resistisse enquanto ela desmaiava, todos estavam paralisados, me levantei com dificuldade e fui andando até o palco do clube, atrás de mim eu podia ouvir uma mistura de terror e gritaria vindo de fora do clube com medo e choro vindo ao redor de Twanny, eu subo no palco, quebro o tripé do microfone na base, fazendo restar só o cabo e o microfone preso a ele, separando o cabo do instrumento de áudio eu desço do palco andando em direção a Thalles, quando ele olha pra mim e com lagrimas nos olhos fala:

— Léo, o que você vai fazer? —

Mesmo com a pergunta, ví em seus olhos que ele entendia a situação, mas não desistiria ainda da irmã, eu paro ao lado dele e olho para sua irmã, ele a deita no chão e se levanta olhando para mim.

— Ei, cara, o que você vai fazer? vamos levar ela ao médico, isso não é um filme, ela deve ter tido uma parada cardíaca... —

Sua voz saía com soluços, seu rosto molhado com lagrimas, e quando eu iria abrir a boca para explicar a ele fomos surpreendidos mais uma vez, sua irmã se mexeu, e pesadamente foi se levantando devagar, Thalles abriu um sorriso e olhou para mim.

— Viu? Não precisamos disso, Léo, nós vam- —

Um som vindo da Twanny gelou a todos nós, ela não falava, gemia.

— Ãããhhh ãhnnn —

O sorriso no rosto de Thalles foi abatido com o levantar de sua irmã, que antes possuía um lindo rosto com olhos castanhos e agora olhava para ele com um olhar pálido e um olho cinzento, sangue escorria de sua boca e ela se movia em direção a Thalles

— Irmã? —

Heitor que até então observava a situação agiu antes que eu, segurou Thalles pelos braços enquanto Adarlan afastou as meninas, eu percebi logo de cara que a situação tinha chegado onde eu havia imaginado.

— Léo, NÃO, NÃO FAZ ISSO, EU NÃO VOU TE PERDOAR —

Apenas consegui soltar um vazio:

— Desculpe, Thalles. —

Fiz o que teria que ser feito.

— Minutos depois -

Ver o corpo caído de sua irmã, sangue nas minhas mãos e todos em volta assustados demais para fazer algo fez Thalles entrar em fúria, ele me bateu no rosto com seu punho, e gritou:

— POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? LÉO, EU SEMPRE CONFIEI EM VOCÊ —

Ele chorava enquanto vinha com ódio pra cima de mim, após desferir outro soco em meu rosto foi segurado com uma chave por Adarlan que despertava do transe momentâneo. sangue escorria da minha boca, eu ainda com sangue nas mãos e meio tonto, sentado no chão e encostando minhas costas na parede olho para o crepúsculo no céu e suspiro, logo anoiteceria, percebi que minhas mãos estavam um pouco tremulas, minha cabeça não parava de girar, eu ouvia em um som fraco saindo do meu fone de ouvido que estava caído ao meu pescoço, tocando algo que eu não lembro o que era, sangue escorria do canto da minha boca e Thalles estava me olhando com o maior olhar de ódio que eu já havia visto na vida, ele tentava inutilmente se soltar da chave que Adarlan aplicou nos seus braços para o segurar, mas eu sabia que se ele escapasse da chave iria me bater com o máximo de força que pudesse, sua raiva estava estampada no rosto, o soco que ele me deu não foi o bastante para que se acalmasse, Lua com uma cara de medo segura em minha mão e com dificuldade me levanta, nós seis estávamos assustados e eu olho novamente para o corpo caído no chão, não acredito que matei uma pessoa, ou... o que sobrou dela.

Com o som de outro homem entrando dentro do clube, falo em voz alta:

— Desculpe Thalles, mas não temos tempo para que sua dor seja entregue a mim, eu prometo que se no futuro você ainda sentir esse ódio não irei me opor a algo como uma vingança que você queira, mas temos que salvar nossos amigos, isso não é um filme... —

Pego o bastão de ferro improvisado ainda sujo de sangue e passo por eles indo em direção do homem
— EI, ONDE PENSA QUE VAI? —

Ignorando meu amigo que ainda em fúria estava pronto para me bater assim que fosse solto, derrubo o outro homem e vou até a entrada do clube, a cena que eu ví transformou meu estomago em água com gelo, olhei para meus amigos que andavam com dificuldade vindo em minha direção e falei:

— Parece que não vamos ao PUB hoje, o mundo que conhecíamos não existe mais. —

Notas finais
É minha primeira fic, a história ainda vai se desenrolar e pode mudar um pouco, então deem um desconto ok? obrigado por ler.