Fade Out Lines

22 Capítulo 22 — Tyler.


Notas iniciais
Beijos & Boa leitura! ♕

Capítulo 22 — Tyler.

Aquela noite de terça-feira foi perturbadora para os dois, Christopher e Theodore reviravam em suas camas, tendo insônia. Não paravam de pensar um no outro.

Passaram-se alguns dias. Era sábado.

— Oi Mikey. — Christopher atendeu.

— Onde você está?

— Estou saindo já, chego em dez minutos.

Michael avisou-o mais uma vez de que o jantar estava pronto antes de desligar o telefone. Chris adiantou-se colocando o celular no bolso, pegou a chave do carro e assim saiu, trancando a porta de entrada.

Durante todo o caminho tamborilou os dedos no volante, no ritmo das músicas do rádio, pensava no que Emmet e Michael estavam planejando, porque aquilo não era comum, sabia que estavam escondendo alguma coisa.

Após algumas quadras, esperou o semáforo abrir, continuou por poucos metros até finalmente chegar. Assim que estacionou, desceu do carro, caminhando até o portão, como já tinham dito que o deixariam aberto, entrou sem pedir permissão.

A porta da frente estava aberta, assim adentrou a casa e pode vê-los no sofá, assistindo televisão. Michael estava apoiado no peito de Emmet, que estava com as pernas abertas e o abraçava por trás.

— Olha só o que temos aqui! — Christopher admirou-se.

Os amigos se assustaram, Michael levantou-se rapidamente enquanto Emmet ria.

Guiaram-se até a sala de jantar, onde a mesa já estava preparada, Christopher fez um elogio pela decoração e Michael trouxe as bebidas. Se sentaram e serviram-se, Chris, pegou uma garrafa de cerveja e deu um gole antes de dizer:

— Então, o que tá havendo? Vocês estão quietos demais.

— Por que isso agora? — Emmet tentou disfarçar.

— Vocês sabem que não me enganam.

— Acho que você já deve saber o que é. — Michael olhou para Christopher e logo depois para o namorado. — Eu e Emm estamos namorando sério.

— Namorando?! — Chris engasgou. — Tá brincando?

— Não. — Sorriu.

— Olha! — Emmet mostrou a aliança recém comprada.

— Com aliança e tudo? — Christopher arregalou os olhos. — Uau, quando foi isso?

— Amanhã completa uma semana.

— E não me disseram?

— Estamos falando agora.

— Bom, estou feliz por vocês, mesmo.

— Seu conselho funcionou. — Michael completou.

— Ah, Chris! — Emmet escandalizou. — Me lembrei agora! Fiquei de te perguntar sobre o encontro com Victor, como foi?!

— Encontro? Nós só fomos beber.

— Mesmo assim, nos conte!

— Ah, só conversamos um pouco, nada demais.

— Não rolou nadinha? — Fez bico.

— Não. — Franziu o cenho e deu a primeira garfada.

— É mesmo, você nunca nos contou de como terminaram... — Michael falou, pensativo.

— E isso vem ao caso agora?

— É claro que sim, somos curiosos.

— Ah, jura? — Christopher ironizou.

— Vai, fale logo...

— Não sei se devo falar isso, estamos jantando. — Continuou.

— Nós já falamos de quando o Michael foi no dentista fazer tratamento do canal, enquanto comíamos! Por favor!

— Tá bom, só não reclamem depois. — Deu mais um gole na cerveja. — Terminei com ele porque o sexo era ruim.

— Hã? — Espantaram-se.

— É sério, além do cara não aceitar ser passivo, o que não é problema já que sou versátil, na época era a minha primeira vez e ele não tomou cuidado nenhum.

— Ai meu Deus! — Emmet gargalhou. — Não consigo te imaginar como passivo!

— Idiota. — Chris zombou, logo continuando. — Ele era um cavalo em todas as vezes.

— No sentindo de bem dotado ou de brutalidade?

— O pênis dele não era tão majestoso assim, mas você sabe que a primeira vez dói independentemente do tamanho, mas então, nas vezes seguintes ele continuou bruto...

— Ai que bafo.

— Tá vendo? É por isso que eu não contei pra vocês. — Murmurou. — É ridículo e até hoje ele não sabe o real motivo da separação.

— Não sabe?

— Não, eu só disse que éramos incompatíveis, porque para ele estava tudo perfeito.

— É claro, não era ele que estava sendo partido ao meio. — Emmet riu alto mais uma vez.

— Mas Chris, ele nos disse que dormiu em seu apartamento, então achamos que...

— Vocês falaram com ele?

— Bom, um pouco.

— Sobre isso, ele dormiu no sofá, não se animem demais. E foi só porque ficamos conversando até tarde...

— Tá certo, então.

— Ei... Você ficaria bravo se eu perguntasse de uma coisa? — Emmet falou baixinho, em tom de piedade.

— Depende. — Cerrou os olhos. — Vindo de você eu desconfio de tudo.

— É que eu queria saber se com o Theodore você foi passivo também, porque olha, olhando de fora a visão de vocês dois é desproporcional, mas vai que né...

— Não, não fui. — Rangeu os dentes.

— Não se irrite, calma.

— Estou calmo.

— Ah, dá pra ver. — Brincou, vendo a veia saltada na testa do amigo.

— Podemos mudar de assunto? — Michael implicou. — Porque toda conversa acaba em sexo?

— Ah, deixe-me ver. — Christopher pensou, enquanto dava mais uma garfada. — Vocês não me contaram de como foram demitidos.

— Você nem imagina o que aconteceu no dia... — Michael riu. — Sabe, o inteligente do Emmet tinha bebido antes de ir trabalhar, ficou um pouco “alegre” demais e acabou xingando o chefe.

— É sério? — Chris olhou incrédulo para o amigo.

— Fazer o quê, eu não menti.

— A bebida te deixa sincero até demais, Emm. — Christopher rebateu. — Mas por que você foi mandado embora junto, Mikey?

— Ah, fiz questão de rir do que ele tinha dito para o cara, mas afinal, o Emmet falou que a careca dele estava brilhando mais do que nunca, perguntando se ele tinha encerado com a banha que retirou da lipoaspiração! Vê se pode! Até bêbado ele consegue ser criativo como nunca!

— Você disse isso?! — Chris não conseguiu segurar a risada.

— Mas quando o chefe virou para mim, já sabia que eu estava demitido na mesma hora, por fim, eu estava certo.

— Vocês merecem o prêmio de casal mais unido do ano; estudaram juntos, moram juntos, trabalhavam juntos e agora foram demitidos juntos! — Riu.

— Pensando por esse lado...

— Ah, mudando de assunto um pouco, eu sei que vocês vão achar estranho falar isso, mas... — Christopher interrompeu a fala por um momento. — Eu conversei com o Victor na sexta e acabei o convidando para ir em casa amanhã.

— Hum. — Emmet deu um sorriso malicioso

— Nem começa, Emm. — Chris o olhou torto. — Só queria saber se vocês querem dar um pulo por lá amanhã.

— Tá com medo de ficar sozinho com ele, é isso? — Brincou.

— Vão querer ir ou não?

...♕...

Theodore deitou-se em sua cama naquela noite, os dias estavam cada vez mais difíceis de suportar, mas sabia que continuar martelar em sua cabeça todas as coisas que o incomodavam, não daria certo e a angústia nunca passaria.

Fez então o que sabia que sempre o acalmava, ligar para Susannah e ouvir sua doce voz.

— Oi Su, boa noite...

— E aí, Theo? Como você está?

— Ah, bem, eu acho...

— Não fala assim não, assim você parte meu coração ao meio com essa voz manhosa.

— Fica tranquila. — O garoto suspirou, reprimindo os pensamentos. — Te prometo que nunca mais falarei dos meus problemas, você já ouviu abobrinha demais.

— Ei! Nunca mais diga isso, estou aqui para te ouvir e te aconselhar se possível, assim você me magoa...

— Eu só estava sendo dramático, mas Su, você me disse que tinha uma novidade.

— E tenho! Você nem imagina o que houve!

— Com essa animação toda, devo imaginar que é algo relacionado ao Tyler...

— Acertou!

— Vocês tiveram algum avanço?

— Bom, se lembra das fotos que te mostrei dele quando fui te visitar? A gente só tinha saído uma vez até então, depois daquilo fiquei uns dias sem o ver, mas continuamos a nos falar por mensagens...

— E ele te disse alguma coisa?

— Então, eu saí com ele ontem, nós fomos tomar sorvete e depois demos uma volta na praça que tem ali em frente, sabe?

— Sei.

— Conversamos um pouco e quando sentamos em um dos bancos, ele simplesmente se aproximou e me beijou! Assim do nada!

— Então quer dizer que ele é do tipo que toma atitude? Isso é bom!

— Eu sei! Eu fiquei doida quando ele fez aquilo, não soube nem como agir, mas ah... Foi tão perfeito!

— Imagino, Su...

— Só que eu ainda estou em dúvida de uma coisa.

— O quê?

— Será que ele vai se afastar agora?

— É claro que não, por que ele faria isso?

— Porque eu conheço milhares de garotos que fazem isso depois de conseguirem o que quer...

— Mesmo o conhecendo pouco, Su, não creio que ele seja assim.

— Será mesmo?

— É o que eu espero! E se por acaso ele for desses, pode me falar onde ele mora que vou dar um trato na cara dele! — Theodore riu.

— Ah, que amor! Eu adoro você, sabe disso né?

— Claro que sei.

— Ah, Theo... — A garota suspirou. — Parecia que era meu primeiro beijo...

— Ei! Se esqueceu do nosso?

— Não foi o que eu quis dizer!

— Eu sei, bobinha! — Riu. — Eu estava brincando!

— Mas eu me lembro bem de como foi, eu disse que estava gostando de você, mas você me disse que gostava de garotos...

— Sim, depois você tentou mudar minha opinião me beijando, mas não senti nada! — Gargalhou.

— Ao menos não me senti rejeitada por você, como já me senti com outros meninos.

— Mas é sério, Su, por que eu? Como você foi se atrair logo por mim?

— Você sempre foi o maior gato, Theo, não finja que não sabe disso! E também não era só eu, como todas as garotas da sala!

— O que vê de tão bonito em mim?

— Você só está dizendo isso para eu começar a te elogiar sem parar... — Riu. — Mas já que é assim, então vamos lá! Eu adoro as suas sardas, sem falar que seus olhos cor de mel contrastam muito bem com seus cabelos pretos!

— Acho que vou morrer de tanta vergonha! — Theodore sentiu seu rosto corar.

— Ei, tem outra coisa de que eu queria conversar... — Susannah falou, com voz mansa. — Você é tão lindo para ficar assim sofrendo por alguém, sabe que conseguiria qualquer um ao seu redor, né?

— Qualquer um, menos quem eu quero.

— Theo, como você mesmo disse, ele seguiu em frente, você também tem que fazer isso!

— Não é tão fácil, eu o amo demais...

— Eu sei, Theo.

— Só que você devia ver, essa semana toda ele olhou para mim de um jeito diferente!

— Diferente como?

— Ah, na semana passada, quando terminamos, ele me evitou muito, ele simplesmente fingia que eu não existia, até na chamada ele pulava meu nome. Mas agora não é bem assim, ele olha para mim frequentemente, não pula mais o meu nome...

— Não teria a ver com o fato de você sentar bem de frente a ele? Fica meio impossível não te olhar, né?

— Mas, Su! Eu sinto, talvez ele esteja me perdoando, não sei...

— Ah, Theo, eu não sei mesmo o que tá acontecendo. O que você sente que deve fazer?

— Eu não faço ideia, mas eu não vou desistir dele.

— Bom, só espero que não saia mais machucado do que já está... — A garota concluiu.

...♕...

Christopher se espreguiçou, naquela tarde nublada de domingo, logo levantando para ajeitar o apartamento. Não tinha conseguido acordar cedo, então o tempo que tinha até seus amigos chegarem era curto.

Havia combinado de assistirem o jogo às quatro horas da tarde, pensava se Victor chegaria mais cedo do que os outros, não queria ficar a sós com ele novamente.

Conseguiu organizar tudo a tempo, se arrumou e deixou a televisão ligada, Dora acordou com o barulho, latindo para o aparelho que a despertou. Christopher riu com aquilo, pegando a cadela no colo, afagando seus pelos.

Sentou-se no sofá e deixou que Dora caminhasse por ele, retirou o celular do bolso e ligou para Emmet, que não demorou a atender.

— Onde você tá, Emm?

— Já tô indo, calma!

— Não saíram de casa ainda?

— Não, a gente vai levar só mais dez minutos... — Riu, tentando segurar a respiração pesada.

— O que são esses barulhos? — Chris levantou uma das sobrancelhas, desconfiado.

— N-Nada, nada! Para Mikey!

— Vocês não estão transando, né?

— Não, idiota!

— Então o que é?

— Não é da sua conta! — Desligou.

Christopher não conseguiu ficar irritado com aquilo, soltou uma gargalhada, jogando a cabeça para trás. Deitou no sofá e não demorou para que a pequena cachorra se ajeitasse sobre seu corpo.

Estava feliz pelos amigos, já havia tempo que sabia da situação dos dois e queria ajudar, finalmente, quando ouviram seus conselhos, tudo acabou dando certo.

A campainha o despertou dos pensamentos, já imaginava quem poderia ser e mesmo que estivesse um pouco receoso, foi ver quem era. Assim que abriu a porta, deu um sorriso desconsertado, cumprimentando o médico.

— Oi Vic, vamos entrando...

— Eles ainda não chegaram? — O amigo olhou ao redor.

— Ah, não, vão se atrasar um pouco...

— Entendi. — Seguiu Christopher. — Como vão as coisas?

— Ah, tudo bem. E o trabalho?

— Tudo tranquilo, meus pacientes não reclamam de nada. — Gargalhou. — São uns amores.

— Quer uma cerveja... — Pausou a frase. — Desculpa, me esqueci de que você não gosta...

— Não, tudo bem, pode ser. — Sorriu.

Chris guiou-se até a cozinha, abrindo a geladeira e pegando duas garrafas, abriu-as e entregou uma a Victor.

— Então... Como vai na escola? Os alunos já botaram fogo na classe?

— Ainda não, mas isso não me surpreenderia. — Riu.

Caminharam logo após para a sala de estar, sentando-se lado a lado, mas Dora estava entre eles, que recebeu carinhos de Victor.

Olharam para a televisão, Christopher pensava no que dizer para quebrar o clima estranho que estava se formando com aquele silêncio. Olhou para o lado e o viu tomar o primeiro gole da cerveja.

— Tem certeza que não quer beber outra coisa?

— Não, estou bem, sério.

— Ahn, tá certo. — Engoliu seco, ainda sem jeito.

Ouviram a campainha tocar, interrompendo-os. Chris levantou-se com pressa, recebeu Emmet e Michael, que falavam alto e já tiveram a atenção do homem que esperava na sala.

Abriram um largo sorriso ao olhar para o veterinário, mas nada disseram. Acompanharam Christopher, Emmet sentou no sofá menor, no colo do namorado.

— Ei Chris, se esqueceu que hoje completa uma semana do nosso trato? — Emmet comentou.

— Que trato?

— Que você ficaria uma semana com a Dora.

— Ah, eu não quero devolvê-la.

— Então assume que a nossa ideia foi boa?

— Não podem negar que foram irresponsáveis em adotá-la sem antes me consultar.

— Eu ainda não entendo, por que fizeram isso? — Victor perguntou, soltando uma leve risada.

— Para ver se ele se anima um pouco, o término deixou ele meio rabugento. — Emmet satirizou.

Michael olhou para o amigo, que não esboçava uma expressão nada agradável de se ver.

— Ei, posso te perguntar algo? — O médico virou-se para Chris.

— Fala.

— Sei que posso parecer insistente quando estou curioso, mas eu quero muito saber sobre...

— Sobre?

— Por que terminou o namoro? O que houve?

— Quer mesmo saber disso?

— Claro que sim. — Victor respondeu, animado.

— Todos querem. — Emmet escandalizou. — Ele ainda não contou para a gente!

— Por que não quer contar?

— Não gosto de relembrar.

— Foi tão grave assim?

— Foi. — Christopher fechou a cara.

— Ele era traficante ou algo do tipo?

— Não. — Revirou os olhos. — Ele mentiu para mim.

— Mentiu sobre o quê?

— Tudo, desde o início. — Suspirou. — Ele mentiu a idade...

— Sério que o Theodore fez isso? — Michael fingiu.

— Sim, ele dizia ter vinte e um, enquanto na verdade tinha dezesseis.

— E como você não reparou?! — Victor arregalou os olhos.

— Eu estranhei na primeira vez que o vi, sabe? Mas ele tem um rosto bem maduro para idade dele. — Retirou o celular do bolso, mostrando uma foto para o veterinário.

— Muito bonito. — Fingiu não tê-lo visto antes. — Ah, desculpa.

— Ah... Isso é o de menos, ele realmente é lindo. — Disfarçou um sorriso.

— E como foi quando ele te contou a verdade?

— Ele não contou, eu descobri. — Abaixou a cabeça. — Ele é um dos meus alunos.

— Nossa, que barra... — Victor colocou a mão sobre o ombro do amigo.

— Eu nem imaginava, ele parecia ser tão legal. — Michael comentou.

— Sabe, adolescentes fazem isso... — Emmet afirmou. — Quando eu era mais novo, sempre procurava por vídeos pornô na internet e fingia ser de maior.

— É diferente, Emm. — Chris fechou a cara novamente. — Ele não devia sair brincando assim com as pessoas. E esse tipo de coisa que parece inofensiva é crime.

— Mas acredito que ele não fez isso por mal. — Reforçou Victor.

— Me enganou por dois meses, me pergunto às vezes por quanto tempo ele continuaria com isso até me contar...

— Você ainda gosta dele? — Victor perguntou.

— Não. — Respondeu, sem pensar duas vezes.

— Não tente nos enganar.

— Vocês não vão assistir ao jogo? Já começou...

— Não disfarça! — Emmet exigiu.

— A gente quer saber, Chris. — Michael suplicou. — Você ainda o ama?

Christopher mordeu o lábio, como se negasse com todas as suas forças em responder aquilo, mesmo assim, sentiu suas bochechas ardendo, estavam vermelhas.

Sua voz não saiu, mas todos viram o momento que ele, mesmo tímido, balançou a cabeça afirmativamente.

Notas finais
♕ Volto a divulgar a #CampanhaDoGostei... Quando ler um capítulo, comente ao menos uma única palavra pra eu saber que você leu, seja ela "gostei" ou "lido". E se não gostaram, podem ser sinceros também, se ficou uma droga, uma merda, podem falar, eu aguento! Por trás desses capítulos, tem uma pessoa que tem que tirar tempo da sua vida pessoal para escrevê-los, ficarei feliz em ver essa retribuição de vocês. Mil beijos, até o próximo capítulo! ♥