F.B.I - Edward e Bella
18 Sequestro
Notas iniciais
Sequestro
Pov Bella
No dia seguinte acordei cedo e resolvi agir. Jasper iria chegar amanhã, mas eu achei melhor resolver alguns assuntos com a Rose logo. Pensando nisso fui até a cozinha, lugar que a Rose tem frequentado com frequência, para conversarmos.
– Bom dia! – Disse
– Bom dia! — Respondeu. – Pelo visto a sua noite foi boa em. — Falou ela comendo raspa de tijolo com mamão... Pera aí, Tijolo?
– Rose você está ciente de que isso daí é tijolo né? – Perguntei espantada.
– Claro Bella. Estou comendo tijolo com mamão. – Falou ela como se aquilo fosse normal. – Quer um pouco?
– Dispenso. — Falei. — Rose ontem quando eu estava com o Jacob eu consegui roubar um Pen drive, endereço e outras coisinhas a mais. – Disse de forma casual sorrindo.
– Nossa ele anda com tudo isso no bolso? – Perguntou ela colocando minhocas dentro de um liquidificador com leite.
– Você... Pegou... Colocou... Ah esquece. – Disse desistindo de entender aqueles desejos estranhos.
– O que?
– Esquece. Bom como ia dizendo eu peguei tudo isso na casa dele.
– Você o que? Ta fumando ervinha mulher. Ele é nosso I-N-I-M-I-G-O.
– Eu sei, mas você quer ou não saber o que tem ali dentro?
– Claro, mas primeiro nós vamos ao shopping, pois estou com desejo de comer no Bob’s.
– Okay.
– Ta, vai se arrumar que vou chamar o Emmet.
– E eu o Edward.
Cinco minutos depois estávamos eu, a Rose, o Emmet e o Edward dentro do ônibus quando o mesmo para no sinal.
– Olha a laranja, olha a laranja. – Grita um menino no lado de fora do ônibus.
– Amor eu quero. – Disse Rose para Emmet.
Emmet coloca a cabeça para fora da janela e grita:
– Ei meu filho é doce?
– Não senhor é laranja. Se fosse doce eu estaria gritando: Olha os doces, olha os doces. – Respondeu o menino.
Emmet ficou vermelho na hora de tanta raiva que sentia.
– Me respeita seu moleque. – Gritou ele tentando colocar os braços para fora para alcançar o menino.
– Emmet sente-se agora. – Mandou Rose.
Emmet sentou e começou a contar para controlar seu humor, quando duas velhotas que estavam no lado oposto do nosso acento começam a conversar.
– Minha filha você não sabe o que aconteceu. — Disse a primeira
– Fala Dionete. — Falou a segunda.
Engraçado como velho é fofoqueiro cara.
– Ontem fui ao hospital visitar o Arnaldo quando vi que uma piriguete, a irmã do Carlos, estava internada.
– E ai?
– Mulher, ela estava na UTI e como sou curiosa cheguei perto para ver a ficha dela.
Para mim essa curiosidade tem outro nome.
– E o que estava escrito lá? – Perguntou a segunda se roendo de curiosidade.
–Na ficha dela estava escrito “Coma”.
– Jesus, até o hospital tá virando puteiro, Dionete. Tá repreendido.
Eu e meus amigos olhávamos embasbacados para as velhinhas a nossa frente que continuavam a conversa.
Já no shopping resolvi abordar o assunto do Pen Drive, então contei a história do começo ao fim.
– Acho então que temos que guarda-lo em lugar seguro. – Falou Emmet comendo um Big Bob.
– Eu concordo. – Disse Rose comendo um Sunday.
– Não se preocupe, eu guardei dentro da gaveta falsa que tem no meu quarto.
Depois disso ficamos conversando mais um pouco, no meu caso namorando o Edward, até que resolvemos ir passear pelo shopping.
– Vamos ver umas roupas de bebês. – Falou Rose.
– Não vejo a hora de ter o nosso. – Falou o Edward no meu ouvido.
– Nem eu. – Sussurrei de volta.
– Acho que para isso serei legal se casássemos primeiro.
– Isso é um pedido? – Falei nervosa.
– Se você quiser...
– Vou fingir que não ouvi isso. Sou muito nova.
– Pelo amor de Deus, você fez 24 anos. – Falou ele espantado.
– Casal apaixonado, vamos logo. – Gritou Emmet que estava um pouco a nossa frente, não me deixando responder.
Apressei o passo até chegar ao lado da Rose e começar a conversar deixando os homens logo atrás. No breve instante que nos distraímos ao parar para olhar melhor uma loja de joias os meninos passaram na nossa frente, provavelmente falando de esporte, sem nos notar.
– Ah mais eu vou matar o Emmet por me... – A Rose não conseguiu concluir sua frase, pois um homem tampou sua boca e nariz com um pano.
– Socorro. – Gritei chamando a atenção dos meninos que vieram correndo em nossa direção, mas no momento seguinte ficou tudo escuro e eu só me lembro de ser carregada por um homem para longe dali.
Notas finais
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Quem ainda não passou na minha nova fi, de uma passada lá, muitos estão amando.
http://fanfiction.com.br/historia/359785/Destino_Mortal/ageconsent_ok
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