Expect The Unexpected
5 Todas essas dores
Notas iniciais
Enfim, pode ser um pouco cedo mas já vou mandar a pergunta:
"Menino ou menina?"
Me falem o que acham nas reviews e espero que gostem!
♥ ;)
Infelizmente... Ou felizmente, cinco minutos depois de começarem a caminhada, a morena parou, preocupando a bruxa. Esta, olhou na direção que Katherine olhava, branca como papel, e entendeu.
“Katerina.”
Elijah... _Katherine falou, ainda parada.
Ela pode jurar se esforçou e tentou dizer mais alguma coisa sem demorar, mas não dava. Sua garganta parecia estar travada.
Ele não tinha mudado nada. Continuava com sua postura formal e autoritária, que ele tinha naturalmente. Seu terno e seu cabelo estavam, como sempre, perfeitamente perfeitos.
Isso meio que a deprimiu. Ela não esperava que ele se trancasse em uma casa e afogasse as magoas em sangue de segunda, mas ele poderia, ao menos, estar com o terno amassado. Ou com o cabelo desarrumado e seco. Mas não.
Ele estava lá, parado, como se nada tivesse acontecido, com toda sua glória de vampiro original.
Mas apesar da decepção, era assim que ela gostava dele. Ela amava o jeito que ele não tinha que se esforçar para ser charmoso ou sexy, ele só era. E vamos falar a verdade, fazer o cabelo dele não parecer bom? Impossível até pra ela.
A vampira, só então, se deu conta de que não tinha falado nada além de “Elijah...” e provavelmente parecia bem estranha e desconfortável, porque, unto com tudo isso, ainda tinha o enjôo e o cansaço.
Ela se sentia como se fosse cair no chão ali mesmo.
Eu pensei que você tivesse ido para New Orleans. _ Katherine disse, tentando ao máximo esconder a surpresa, o choque e a ansiedade que estava na sua voz.
Eu fui. _ Elijah disse.
“Bem, isso eu sei!” ela pensou, tentando ficar o mais longe possível das emoções que estavam voltando direto pra ela.
Ela sabia que ele tinha ido. Ela tinha quase implorado pra ele ficar, e ele ainda sim tinha escolhido ficar com seu irmão e seu futuro sobrinho.
“Família acima de tudo.”
Parecia que ele ia ter que escolher entre duas famílias agora, por que não tinha chance alguma dele ter as duas. Klaus nunca iria permitir, e ele teria que escolher... Ou seus irmãos ou seu filho ainda não nascido.
Ela realmente esperava que ele escolhesse a mais recente.
Por mais que estivesse furiosa com ele por ter ido, ia ter que ter ele por perto.
Querendo ou não.
Eu sou a Alisson... Eu sou uma “conhecida” da Kath! _ a loira grávida se apresentou, estendendo a mão pra cumprimentar-lo assim que viu o original olhando para ela interrogativamente.
Enquanto apertava a mão dela e falava um agradável “Prazer te conhecer”, ele só ficou mais confuso. Katherine não tinha “conhecidas”... Ou amigas. Ele a amava, mas a verdade era que ela não tinha e os maiores culpados por isso eram sua família.
E... “Kath”? Quem é que chamava ela assim?
O prazer é meu... _ Alisson respondeu, arregalando os olhos de um jeito estranho. _ Bem, acho melhor eu ir... Comprar! É isso que eu vim fazer aqui afinal. Tchau!
Depois de dizer isso, a bruxa virou as costas e saiu o mais rápido possível. Primeiro: havia muito tensão no ar e ela só estava piorando as coisas. Segundo: ela tinha, desesperadamente, que ir ao banheiro. De novo.
Assim que ela viu a outra sair, Katherine cruzou os braços e olhou para o chão, dando um pequeno sorriso sem nenhum motivo.
“É melhor sorrir do que chorar, né?” a vampira pensou.
Ela realmente esperava que Alisson fosse uma bruxa melhor do que era uma mentirosa.
Ela ia ter que aprender a mentir se, algum dia, fosse ter que mentir para Elijah. Ele podia se enganar ás vezes, assim como ela mesma, mas na maior parte do tempo, ele era um detector de mentiras.
Em que está pensando? _ o vampiro perguntou. Era raro ver Katherine Pierce sorrindo. Ainda mais quando o sorriso era verdadeiro como aquele que ela estava dando.
O que você está fazendo aqui, Elijah? _ a morena perguntou, indo direto ao assunto. Ou pelo menos, direto a UM assunto.
Ela tinha que contar hoje, não tinha?
Rebekah. Ela decidiu ir para New Orleans... Me chamou pra buscar-la. _ Elijah explicou, olhando para vampira.
Seu olhar estava misto, Katherine podia ver algum tipo de dor, e ao mesmo tempo, podia ver a felicidade dele de ter uma parte de sua família de volta. Dava pra perceber que as coisas, pela primeira vez em muito tempo, andavam bem pra eles.
“Como eu posso acabar com isso pra ele?” ela pensou. Katherine não era nem um pouco chegada na família do “ex” mas... Espera aí, era isso que eles eram um pro outro? Ex?
Como está a lobisomem? _ ela perguntou, se afastando dos seus pensamentos.
“Eu não acho que ela vá ter um ‘chá de bebê’ tão cedo.”
Então, ela ainda estava sendo usada pelas bruxas contra Klaus. Será que se eles descobrissem, ela também seria usada para chantagem? Se ela fosse, ela esperava que não chantageassem só o Klaus, mas Elijah também.
Klaus iria mandar acabarem com ela e o bebê e depois ainda agradeceria por deixá-lo saber.
Esse pensamento a assustou, e ela, sem perceber o que estava fazendo, abaixou os braços, e deixou de abraçar a si mesma para abraçar a barriga defensivamente.
Era agora.
“Eu est...”
Não, não era agora.
Ela podia ver Elijah olhando pra ela de novo do jeito que só ele fazia, como se ela fosse um sonho. Como se fosse um pouco bom demais pra ser verdade. E, ao mesmo tempo, como se ele soubesse que eles nunca poderiam ter um futuro promissor juntos.
Apesar disso, Katherine estava gritando com ela mesma por dentro. Katherine Pierce não tinha medo. Ela nunca hesita.
Mas ela sabia que não era totalmente verdade, ela já tinha hesitado antes. Como Katerina Petrova E como Katherine Pierce.
Querendo ou não, não importa o quanto ela tentasse não ser quem ela foi quanto humana, alguém... Vulnerável, elas eram a mesma pessoa.
Principalmente quando estava perto do vampiro que estava na sua frente.
Essa pessoa só estava bem mais quebrada do que quando chegou na Inglaterra. E olha que ela já estava bem quebrada... Já tinham tirado algo dela antes de tirarem sua família inteira.
Sua mente se voltou para a parte de sua história que tinha sido o começo do seu fim.
Mesmo ela não se arrependendo, não gostava de pensar que ela tinha algum parentesco com a “querida Elena”. Elas odiavam uma a outra.
Elena nem parecia se tocar que se não fosse por Katherine, ela não teria nem nascido e que se ela não tivesse brincado com os Salvatore, ela não estaria viva. Klaus teria a matado antes dela poder piscar.
Deixando sua cópia de lado, a vampira de quinhentos anos viu parte de sua humanidade passar em sua cabeça.
“Eu estou grávida”_ ela disse, com lagrimas se formando em seus olhos.
“Você não é minha filha! Não mais! Uma filha de Nickolau Petrova nunca faria uma coisa dessas!”_gritou.
“É uma menina.”_ sua mãe disse, segurando sua garotinha nos braços.
“Você desgraçou essa família!”_seu pai gritou da porta, enquanto o bebê era levado. Ele não tinha dado nem uma pista sobre o que iria acontecer com a criança.
“Papa, por favor!Só uma vez!”_ a jovem gritou, sendo abraçada pela mãe, que tentava a consolar.
“Eu quero você fora daqui assim que estiver em condições de viajar!”_ foi dito na manhã logo após o parto.
“Você não é mais uma Petrova.”_ seu pai declarou, enquanto ela era levava para fora de casa no meio da noite, sua mãe chorando e sendo segurada pelo o irmão. Seu tio.
“Bem vinda á Inglaterra!” _ Trevor exclamou, sinalizando o salão de festas lotado que estava a somente alguns metros dos dois, enquanto a garota sorria em seu vestido cor de vinho.
“Oh, não!” _ Katherine pensou, quando sentiu seus olhos começar a formigar.
Ela sabia que não devia ter ido por aí. Ela não podia ter se deixado lembrar. Aquilo estava acabado. Ela não tinha mais quinze anos, ela não era uma humana sem casa, ela não tinha que sentir pena de si mesma.
Ela não devia sentir ruim pela rejeição vinda de seu próprio pai.
Ele podia ter deixado ela ficar, ele podia ter ignorado as fofocas que rondavam a vila. Como “a filha de uma das pessoas mais influentes deste lugar vai ter um filho fora do casamento e o pai do bebê nem mesmo se importa com os dois.”
Este era outro, não teve nem coragem de assumir aos pais que engravidou sua amiga de infância.
Ele e seu pai, eles a machucaram.
“Não se importe. Eles eram estúpidos, cegos a realidade do mundo. E muito dignos de serem deixados para trás”. _Katherine repetiu para si mesma, amaldiçoando o quão ridícula e fraca estava sendo.
“São os hormônios!” _ pensou, tirando de si mesma um riso entre as quase lagrimas.
Ela não devia pensar sobre isso. Ela não devia pensar sobre como, quinhentos anos depois, ela se encontra na mesma situação que antes. Sozinha, grávida, e fazendo ser necessário o pai do bebê escolher entre ficar com ela e seu filho, ou continuar fazendo parte da sua família atual.
Aparentemente, ela estava tão mal que nem percebeu o quão perto ela e o original verdadeiramente estavam. E que ele estava fazendo de novo. Dando a ela aquele olhar.
Caramba, ele estava deixando ela louca!
O jeito que ela olhou para ele não foi o suficiente pra afastar-lo ou, ela nem mesmo expressou seus sentimentos com o olhar algum, porque ele continuou se aproximando.
Se aproximou a ponto dos dois estarem sentindo suas respirações, e ele passar a mão suavemente no seu rosto, limpando a lagrima que ela não tinha percebido existir.
Neste momento, ele tentava parar a si mesmo. Não era justo para ela, muito menos pra ele. Ele tinha feito sua decisão, Niklaus tinha feito sua decisão.
Todos tinham se decidido, e ninguém iria mudar de idéia. Ninguém a além de Rebekah, pelo que parece.
Ele estava feliz de ter sua irmã de volta. Deles terem uma décima segunda chance de serem felizes, juntos. Como uma família. Só que com um integrante a mais e dois a menos. E sem pais.
Mas, ao mesmo tempo, ele se perguntava se ela devia fazer isso. Mesmo se as coisas não estivessem dando certo pra ela agora, ela havia demorado muito tempo para se libertar de Niklaus.
Ela ainda podia viver sua vida e tentar ser feliz.
Ele não podia. Ele queria, mas não podia.
Ele tinha tido a má sorte de que, a única pessoa que ele ama sem ser da sua família, é a maior inimiga de seu irmão mais novo.
Ele queria ficar com ela, não era justo para nenhum dos dois uma separação. Mas também não era justo pra nenhum dos dois, o que aconteceria se eles tivessem um relacionamento.
E além disso, apesar de tudo que aconteceu, ainda era sua família. Ele não conseguia desistir dela. Não enquanto ainda tiver pelo menos uma chance das coisas mudarem para melhor.
Katherine tinha feito ele se sentir vivo de novo. Ele tinha feito ela sentir de novo. Eles podiam ser felizes juntos. Ou pelo menos era o que ele pensava.
Mesmo que ele ainda tivesse uma pequena voz no fundo de sua mente o dizendo para tomar cuidado com ela, tinha outro sentimento maior dentro dele. Outro que não é cuidado ou receio.
Amor.
Ele não confiava completamente nela, mas ele certamente a amava.
Infelizmente, eles ficarem juntos significaria a morte de Katherine pelas mãos de Klaus e ele mesmo, ou adormecido em um caixão, ou eternamente vazio de emoções.
Afinal, se isso acontecesse, ele estaria em um mundo sem Katherine e sem família, já que ele nunca iria querer olhar nos olhos de seu irmão de novo. Isso se ele não tentasse matar-lo.
Por isso, era o fim. Tinha sido um fim, um adeus.
Ele queria perguntar o porque das lagrimas, mas achou melhor só ficar calado. Quanto menos eles se relacionassem a partir dali, melhor.
Então, se ele sabia disso, porque ele estava cada vez mais tentado a beijá-la?
Suas mãos já estavam na cintura dela, mais um pouco ao centro, e estaria no filho deles.
Ela tinha sentido falta disso. Do jeito que ele fala, do jeito que ele anda, do jeito que ele trata ela e, principalmente, do jeito que ele olha pra ela.
Era do mesmo jeito que ela tinha visto Damon olhar para Elena Irritante Gilbert e do mesmo jeito que ela tinha visto Klaus olhar para Caroline Forbes.
Katerina... _ Elijah disse, ainda colado a ela. Seus narizes já estavam se esbarrando, e nenhum parecia ter intenção de parar de se aproximar.
Nenhum tinha essa intenção até a vampira que abriu os olhos e viu o que estava prestes a acontecer.
Ele não tinha o direito de fazer isso, ele não tinha o direito de olhar pra ela daquele jeito e ele definitivamente não tinha o direito de beijar-la.
Ele tinha escolhido seu irmão. Ele tinha feito ela sentir, e então tinha ido embora.
Ele tinha transformado ela de uma vampira que só ama a ela mesma para uma vampira grávida que se importa com o que acontece ao seu redor.
O que fez ele merecer a atenção dela, afinal? O que fazia ele significar algo para ela? Ela era Katherine Pierce. Ninguém trata ela assim.
Adeus? _ Ela perguntou, se lembrando da noite na qual ele foi embora.
Elijah abriu os olhos logo depois. Ele parecia culpado, como se estivesse sofrendo pela lembrança de suas próprias ações.
Ele não planejava falar adeus naquele momento, como ela sugeriu, mas ele sabia que devia.
Se ele a amava,devia ajudar-la a permanecer viva e bem. Devia deixar-la ir.
Ele sempre achou que essa coisa de deixar a pessoas que se ama pelo bem de ambos era estupidez, agora, ele se via forçado a fazer tal coisa. Não parecia mais tanta estupidez.
A alma dele parecia quebrada quando ele disse:
“Adeus”.
Isso só confirmou o que ambos sabiam. Ele ia ir para New Oleans e tentar reconstruir sua família, agora com um sobrinho. Mas mesmo assim, doeu. Para ambos.
Ele tinha dito adeus mais uma vez, e desta vez, tinha cortado ainda mais fundo. Desta vez que ela sabia o que ela estava carregando. O que eles tinham feito, juntos. E com o que ela estava lidando, sozinha.
Katherine sabia que ele não fazia idéia do que estava acontecendo, que ele não tinha idéia de que ia ser pai. Que ele estava largando seu próprio filho pelo filho do seu irmão psicopata.
Pelo filho de outra pessoa.
Mas mesmo sabendo disso, doía. Doía não saber qual seria sua reação, doía ver ele se preparando para ir embora de novo. Doía saber que se a gravidez fosse descoberta, ela e seu filho seriam usados para chantageá-lo.
Porém, entre todas essas dores, a que era pior era a rejeição. Ela parecia sentir a rejeição por dois. Por ela e pelo ser dentro dela.
Era como se estivessem esmagando ela de dentro para fora.
Ela sabia que tinha que contar, mas ela não podia fazer isso. Não agora.
Dane-se.
Eles ficaram naquela posição por um tempo, até que um não pode mais olhar nos olhos do outro.
Elijah foi o primeiro a se afastar, dando passos relutantes, como se estivesse arrancando dele mesmo do que ele mais queria.
Assim que ele tinha virado de costas para ela, pensando no que eles fariam agora, a vampira se retirou, não dando atenção quando ele chamou seu nome perfeitamente, uma última vez.
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Katherine limpou as lagrimas com as costas da mão, com raiva de si mesma. Ela estava chorando. De novo. Por que ela não podia ignorar? Ela tinha se saído bem nisso pelos últimos quinhentos anos.
Ela bateu nas folhas com raiva, ela podia sentir pequenos e quase impercebíveis arranhões e cortes sendo feitos nos seus braços. Ela não se preocupou com isso, ela iria se curar.
Depois de toda aquela cena, ela tinha optado ir pela “floresta” perto da praça para chegar no carro mais rápido e evitar as chances de “esbarrar” com Elijah de novo, ou pior, com Rebekah.
Aquela garota realmente a odiava.
A morena continuou andando, em velocidade humana, para o sul. Ou leste.
Tanto faz, ela sabia que o carro estava naquela direção mesmo, então, qual a diferença de qual direção é? Ela ia chegar aonde ela queria ir.
Estava louca para sair de lá e tentar esquecer, mesmo sabendo que ia ser difícil fazer isso sendo que ela não tem permissão para beber.
Já devia ter se passado quase uma hora de quando ela e Alisson tinham visto Elijah, então ela estava surpresa em encontrar a loira perto do carro, tomando um sorvete.
O cheiro da comida fez ela se sentir ainda mais fraca e menos vampira, mas ela chegou no carro, entregou a chave para a outra grávida e fez sinal para ir. Não tinha forças nem humor para falar.
Depois de entrarem no carro, Katherine agradeceu a Deus (e olha que ela não é católica ou cristã ou nada) pela bruxa não ser um centímetro maior na parte da barriga porque senão ela não ia caber atrás do volante e ela não se encontrava em condição de dirigir.
Ambas estavam felizes quando nenhuma falou nada.
A morena esperava um interrogatório e Alisson esperava ouvir muito sobre ter chamado uma vampira de quinhentos anos de “Kath”, mas nenhuma abriu a boca.
Isso foi, é claro, até Alisson abrir a boca.
Então... Você contou a ele? _ Alisson perguntou á vampira, não só porque estava morrendo de curiosidade E estava meio preocupada, mas porque a vampira não parecia nada bem.
Ela não sabia por que se importava, ela era uma bruxa, uma serva da natureza e a outra era uma vampira que tinha acabado com vida de muitos.
Não querendo ter que explicar isso a ela mesma, ela disse a si mesma que era porque a vampira não podia ficar mal emocionalmente porque faria mal ao bebê.
Isso não deixava de ser verdade.
Eu não quero falar sobre isso. _ a morena respondeu, com a voz triste e baixa. Foi quase um sussurro.
Ok. Você não tem que falar. _ a bruxa explicou.
Se a outra não queria conversar, ela não iria.
Ela se lembrava de como foi ruim estar grávida e sozinha e confusa e cheia de sentimentos confusos. Foi tão ruim que ela não queria falar com ninguém.
Se na situação dela, ela se sentiu assim, ela se perguntava como a vampira se sentia. Sua situação era bem pior, e mesmo ela sendo mais forte fisicamente e emocionalmente, ainda era demais para uma pessoa.
Concluindo o pensamento, ela se focou em não bater o carro e ignorar as lagrimas silenciosas que caiam pelos olhos da garota que estava no banco do carona, com as pernas encolhidas no peito e seus braços se mantendo nessa posição encolhida e protetora enquanto sua cabeça estava encostada na janela, suas lagrimas embaçando-a.
“Mas depois vamos ter que falar sobre o bebê. Eles são assuntos diferentes.” _ a bruxa loira falou, dando um olhar de lado para a barriga da vampira, antes de voltar sua atenção para a estrada.
Notas finais
Não teve tantas cenas como os outros mas é de grande importância para a história.
Vou tentar postar rápido, e vejo vocês nas reviews!
Não esqueçam de responder: Menino ou menina? Vocês que vão decidir.
Bjs, Lyddie.
♥ ;)
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