Expect The Unexpected
6 Seguir em frente
Notas iniciais
Aqui estão mais três mil palavras para vocês...
Minhas provas estão, finalmente, chegando ao fim e me dando mais tempo pra respirar.
Espero que gostem! ;)
Katherine passou água no lado de fora da boca, lavando o resto de sangue que tinha sobrado no canto da sua boca, embora realmente não soubesse como ainda havia sangue o suficiente dentro dela para sujar a boca quando ela vomita.
Não era como se ela estivesse se alimentando ultimamente.
Ela já tinha ouvido suficientes 40 minutos sobre o perigo de não se alimentar corretamente de duas bruxas diferentes — mas igualmente irritantes- e de um humano paranóico com hábitos super protetores, mas ela não conseguia.
Não era como se ela não quisesse.
Toda vez que ela bebia sangue, ela parecia estar dando fim em um pesadelo, o pesadelo da fome que sempre a rondava.
Mas quinze minutos depois, ela se encontrava no pesadelo de colocar tudo que comeu pra fora. Isso, sem contar que mesmo sem comer, ela se sentia enjoada o tempo todo.
Ela realmente esperava que aquela criança a amasse.
Já tinham se passado quase quatro dias desde que ela tinha tido uma conversa de verdade com alguém daquela casa. Quatro dias desde que ela e a bruxa loira tinham se encontrado com o “pai do bebê”.
Ela estava tentando, mas sabia que não ia conseguir evitá-los por muito mais tempo. Alisson estava de sete meses e alguma coisa e estava começando a perder a paciência para esperar.
Depois de quase uma hora no carro, as duas garotas tinham chegado no apartamento e encontrado dois irmãos jogados esparramados pelo sofá, com um bilhete na mesa que dizia que eles tinham que conversar sobre o que iriam fazer adiante.
A sorte da vampira foi que a outra não teve coragem de acordá-los depois de ter visto o quanto eles tinham se matado com aqueles livros e os deixou daquele jeito mesmo.
Na mesma posição exata.
Mesmo que um estivesse dormindo com o pé na cara do outro, a única coisa que a bruxa fez foi jogar um cobertor sobre eles, tirando um tempo, estranhamente longo, para olhar para a cara do humano antes de se virar para a vampira.
Assim que ela fez isso, Katherine caminhou para o seu quarto sem se incomodar em dar explicações a Alisson, que preferiu não pressionar a morena.
Depois disso, seus últimos quatro dias tinham se resumido a ficar em seu próprio quarto, ignorar as outras pessoas, soltar uma lagrima ou duas antes de limpa-las e amaldiçoar a si mesma, beber o sangue que lhe era entregue e vomitá-lo.
Ela não conseguia entender o porquê disso. Antes, ela se sentia mal, mas conseguia se alimentar direito e raramente vomitava. Agora, nada parecia parar dentro dela.
Não era para ser o contrario? Não era pra passar conforme a gravidez fosse avançando?
Ouvindo baterem na porta, Katherine soltou um suspiro. Estava na hora. Parecia que depois de vê-la correr para o banheiro para vomitar pela centésima vez, eles decidiram não hesitar nem mais um pouquinho.
Se desgrudando do espelho, a vampira olhou a sua volta, procurando algo para vestir.
Infelizmente, a única coisa que ela achou foi sua própria blusa que ela tinha tirado depois de deixá-la com uma mancha de sangue bem evidente que, provavelmente, nunca sairia.
Pegando a blusa suja mesmo e a colocando sobre o corpo para cobrir o sutiã preto rendado , ela abriu a porta, colocando somente a cabeça para fora da porta e dando de cara com a outra morena da casa.
Oi... _ Katherine cumprimentou a bruxa, se perguntando mentalmente o que é que ela queria.
O que você está fazendo? _ Jessica perguntou.
Isso fez Katherne... Vamos dizer... Ter meio que um chilique silencioso. Ela sabia o que estava acontecendo. Todos sabiam!
Menos o único que tem o direito de saber.
É... Isso era culpa dela.
“Você sabe... Sintomas típicos. Nada demais.”
Dizendo isso, a vampira, em vez de ver a outra ir embora, conseguiu quinze segundos de olhares estranhos e intimidadores.
Ok... Você quis ignorar, e Alisson te deu razão e eu acabei concordando mas.. Chega. Mais cedo ou mais tarde você vai ter que discutir a situação conosco. Então, anda! Vai ser hoje. _ Jessica exclamou, quase gritando.
Sua intenção sempre tinha sido falar com a vampira logo depois que ela acordou de cara na perna do irmão, mas sua melhor amiga tinha a convencido de que não era o melhor a se fazer depois do que tinha acontecido.
No final, ela concordou.
Mas mesmo não concordando, ela não tinha escutado da loira nada sobre o que tinha acontecido na maldita tarde. Segundo a outra bruxa, era “da conta da Katherine escolher quanto eles devem saber desde que não interfira no desenvolvimento do bebê.”
Isso tinha a irritado. Ela tinha sido aquela que ficou com Alisson quando o pai dela viajava por semanas. Tinha sido ela aquela que ajudou a loira depois de seu término com Dean e tinha sido ela a comprar o teste de gravidez e receber um olhar feio da moça do caixa após saber que a amiga estava atrasada.
E agora, ela não tinha direito de saber nada.
Não era a primeira vez que ela ficava desinformada. Ela nem sabia quem era o pai do Taylor ainda... Mas como ela nunca esteve grávida, ela deixou por conta das duas e só tinha tentado entender o que acontecia de longe.
Até agora.
E pelo o que parecia, Alisson também não queria esperar muito mais porque estava se preocupando com seu próprio bebê.
E sobre o que vocês querem discutir?_ a vampira perguntou, cansada.
“Eu estou preocupada com o bebê.”
Ok... O que você sugere que eu faça? Não é como se eu quisesse ficar tão mal. _perguntou.
Ela ainda não estava nem um pouco feliz em ter que conversar sobre o que ela fosse ter que conversar, mas sabia que eles estavam certos. Ela devia pensar mais no bebê.
Afinal, ela ia mesmo ter um bebê... Então que fosse um saudável.
Bem, pra começar, beber mais sangue. _ Jessica sugeriu, arrancando um gemido/rugido/resmungo de Katherine. _ E, por mais que você não vá gostar nem um pouco da idéia... se alimentar regularmente de comida humana.
“O que?”
Se alimentar regularmente de comida humana... _ Jessica repetiu, revirando os olhos para a outra garota.
Eu não como comida humana direito há uns quinhentos anos! _ exclamou.
E talvez, essa seja parte do problema. Só come, e se não adiantar de nada, você para. _ a bruxa morena explicou. _ Não sabemos nada sobre gravidez vampira, então...
Dessa vez, o rugido de raiva de Katherine foi mais alto e com certeza, mais irritado. Ela tinha achado que tinha deixado claro o suficiente que não iria pedir a ajuda de mais bruxas.
As únicas que prestariam para alguma coisa seriam as que estavam envolvidas com o filho do Klaus com a lobisomem e, de jeito nenhum, ela ia contar o que estava acontecendo deixar seu destino nas mãos de uma desconhecida.
Ela nunca confiava em ninguém, sendo a pessoa conhecida ou não. Esse era o lema de Katherine Pierce.
No entanto, não era totalmente verdade. Ela tinha confiado seu destino a alguém.
Seu destino e sua liberdade.
Vamos dizer que, com isso, ela só ganhou decepção, enjôos e mais uma coisa a qual se preocupar: Um filho ou uma filha.
Então, não.
Nunca mais.
___________♥____________♥____________♥_________♥
E aqui está a minha vampira preferida! _ Dean exclamou, entrando na cozinha pela manhã e dando de cara com Katherine sentada no balcão, com uma tigela de cereal na sua frente e um olhar feio no rosto.
Esse olhar, não era só pela comida humana que ela estava sendo forçada a comer mas porque sua conversa com a Hart mais nova tinha sido mais informativa do que ela esperava.
Ela tinha uma explicação viável não só para os enjoos, mas também para o porque dos arranhões que ela tinha feito na "floresta" não terem curado até quatro horas depois de serem feitos.
Ninguém sabia muito dos detalhes, mas, pelo o que pensavam, os enjoos e tudo mais estavam ficando piores antes de melhorar porque ela era uma vampira normal e não foi feita para conceber filhos.
Segundo eles, o avanço gravidez estava a enfraquecendo, e fazendo seu corpo ter menos forças para lutar contra o mal estar.
A boa noticia era que o mal estar ia passar, eventualmente, e a má noticia era a que eles achavam que ela ia continuar enfraquecendo conforme o bebê se fortalece.
Isso, se ele conseguir se fortalecer.
O que lhe incomoda? Ah, é! Está tudo errado!_ o homem perguntou, enquanto abria o armário para tirar um pouco de biscoito._ Mas vamos dar a real, isso é meio que culpa sua
Nem ele não acreditava que estivesse falando com ela desse jeito. Ele ainda tinha medo dela, mas se ela soubesse disso, ia ser pior. Ele tinha lido isso num livro de vida animal.
Engraçado, ele sabe. Mas até que se encaixava na sua situação.
Minha culpa? _ Katherine perguntou, se levantando da cadeira e se virando para ele.
Nem tudo tinha que estar errado. Você podia ter contado._ Dean explicou, como se fosse óbvio, enquanto abria a porta da geladeira.
Ele tinha estado bem “defensor dos direitos dos pais” e ela queria cada vez mais acabar com aquele sorrisinho dele. Para o bem estar físico dele, Alisson chegou antes qualquer coisa séria pudesse acontecer.
Achei que tínhamos concordado que contar não é o melhor a se fazer no momento. _ ela disse, entrando na cozinha, exatamente como Dean tinha feito um minuto antes.
Na verdade, vocês concordaram entre si e resolveram ignorar minha opinião._ o garoto protestou, jogando a caixa de ovos um pouco forte demais em cima da pia.
Não é como se ela tivesse algum valor. _Katherine falou, antes de recolocar a colher cheia no pote, se preparando para a discussão._ E... Vamos “dar a real”, você nem devia ter uma opinião.
“Como eu sou o único homem presente nesta casa sem ser o Taylor, eu tenho que ter uma opinião.”
Por favor, não tem mais nada pra fazer que não seja começar uma guerra dos sexos? _ perguntou a única vampira da casa.
Parem! Vocês não podem negar que as mulheres estão fazendo as decisões sozinhas! _ Dean exclamou.
Ele estava se sentindo totalmente sem autoridade. Não era como se alguém o ouvisse, mas, normalmente, eles pensavam no que ele tinha dito. Agora, nem isso fazia.
Não são as mulheres fazendo as decisões, é a maioria! _ a loira explicou, logo depois não resistindo e sorrindo da aflição do loiro que estava parado na sua frente. _ Só acontece que as mulheres são a maioria.
Você não sabe disso, ok? Nós podemos muito bem estar empatados! _ ele disse, apontando para as duas barrigas.
Isso não muda nada. _ Katherine afirmou, embora estivesse, discretamente, tentando convencer a si mesma disso.
Ia sim, porque eu tenho certeza de que, mesmo se for uma menina, ia votar contra a idéia de ficar em silencio._ o Hart mais velho constatou, ganhando um olhar feio da sua ex-namorada.
“Ele é tão estupidamente teimoso! Ele não viu que não é da conta dele?” _ Alisson pensou, enquanto via a vampira dar um olhar mortal ao humano – que ficou congelado de repente- e sair da cozinha, sem levar nada para comer.
Sério? Você está mesmo tentando pressionar uma vampira de 500 anos a fazer algo que ela não quer fazer? Ficou maluco?_ ela perguntou, não entendendo nada. Ele sempre tinha sido medroso, e agora, ele estava cheio de coragem sem motivo algum.
Será que ele tinha dupla personalidade?
Não, não estou. _ Dean disse, mais suave e calmo. _ Eu só acho que ela devia contar.
“Por quê?”
Não sei... Talvez porque se eu tivesse um filho, eu ia querer saber. Não importa qual o meu relacionamento com a mãe. _ contou ele.
Você não tem. _Alisson disse certa, enquanto olhava no fundo dos olhos do ex.
Balançando a cabeça negativamente para o momento que tinha acabado de acontecer, ela se afastou dele, seguindo para a porta.
Aonde você vai? _ perguntou.
Atrás da Katherine. _ ela contou, antes de se virar para ele novamente e pegar o cereal que estava no balcão. _ Ela esqueceu a comida.
_____________♥_______________♥________________♥__
Você esqueceu seu café-da-manhã. _ a loira falou, enquanto entrava no quarto e dava de cara para Katherine em frente ao seu armário, com a maioria das suas roupas em cima da cama.
Eu não esqueci, eu deixei lá. _ ela respondeu, sem parar de vasculhar o armário que, surpreendentemente, nem tinha tantas roupas.
“Então por que você deixou lá?”
Pra trocar de roupa, obviamente. _ a vampira disse, revirando seus olhos e não parando de fuçar nas roupas, agora, todas em cima da cama.
Aí meu Deus! Você está mostrando?_ a grávida de sete meses perguntou, de repente, animada.
Não! Deus, não! _ Katherine respondeu, meio que gritando.
Ela não estava ansiosa para ficar... Redonda.
Então, o que?_ Alisson perguntou, mesmo sabendo que se ela não estava mostrando, já se sentia diferente. Mais...
Grávida.
“Eu só não quero usar o que eu estou usando agora, okay?”
“Okay!”_ a bruxa imitou, colocando o cereal em cima de uma das pilhas de caixas vermelhas no canto do quarto e se virando para a porta. _Mas se você quiser algo menos justo, tem no meu armário.
Eu aposto que sim._ a morena disse, dando as costas para a garota e pegando uma blusa antiga, fingindo estar interessada. Assim que ela ouviu a porta bater, largou-a e se sentou desanimada na cama.
Enquanto olhava para o cereal em cima das caixas, ela começou a pensar sobre o que tinha dentro das caixas.
Lá, ela tinha uma parte das lembranças que ela tinha acumulado em longos quinhentos anos de vida sobrenatural. Lá, ela podia achar algo que a lembrasse pessoalmente de cada uma das pessoas que morreram, desistiram dela, ou foram usadas como dano colateral para sua sobrevivência.
Ela ainda se lembrava de Pearl. Ela fora a primeira pessoa para a qual ela tinha contado seu passado sem mentir sobre nada. Ou quase nada.
Ela costumava mentir para as duas, para Pearl e para ela mesma sobre Elijah. Sobre seus sentimentos sobre ele. Afinal, ela nem mesmo conhecia seus próprios sentimentos naquela época.
Agora ela conhece, e desejava não conhecer.
Ia doer muito menos.
Ela também sem lembrava de que quando ela acabou de contar tudo que ela já tinha feito e vivido, sua velha amiga não a julgou. Ela só pôs a mão em seu rosto e disse que ela teria sido uma boa mãe.
“Mas não importa.”_Katherine pensou.
Pearl estava morta e ela tinha coisas mais importantes para se fazer ao invés de ficar fuçando caixas velhas.
O passado era o passado.
Ela não queria que o bebê fosse um segredo para sempre. Ela não queria deixar Elijah e ele separados. Eles iriam se encontrar, eventualmente. Ela sabia disso.
Principalmente porque ela sabia que Elijah sempre gostou da idéia de filhos, pelo menos quando era humano. Não é como se eles tivessem conversado sobre isso, mas ela via que ele dava muito importância ao significado de família para não gostar da idéia.
Sua reação a um sobrinho só fez ela achar mais isso.
Mas ela também sabia que, apesar disso, ele não era como Rebekah. Ele não queria ser humano e ter uma vida completamente normal.
Ela e ele eram parecidos nisso.
Ele gostava de ser um vampiro. Ele gostava de ser um original. E ele gostava do poder que isso trazia.
Porém, ele não queria sair matando todos que ele vê pela frente só porque está infeliz, como Klaus e até Rebekah fazem. Ele queria ser rei, mas ele queria ser pelo menos um pouco justo e moral. Essas eram algumas das poucas características que nunca mudaram nele. Nunca em mil anos.
Ele ainda assim queria ter pessoas de confiança a sua volta. Ele queria ter uma família. Ele queria ser feliz.
“Não adianta nada ser imortal se você não tiver um motivo pelo qual se viver.”_Katherine citou na sua mente.
Ela entendia isso bem. Ela tinha vivido sem propósito durante séculos.
Ela sabia disso, mas ignorava. E quando ela se envolveu com o original, ela pensou que ia ter pelo menos uma chance de felicidade. Mas não.
A vida tinha que acabar com ela mais uma vez. Isso nunca parava? Ela ia ficar sozinha pra sempre?
Se levantando da cama e voltando para o espelho, Katherine deixou sua mão acariciar sua barriga de leve.
Ainda não tinha nenhum volume aparecendo, mas ela sentia como se sua barriga pesasse um pouco mais. Provavelmente não era nada porque mais ninguém podia perceber, mas ainda a fazia não estar confortável usando suas roupas normais.
“Provavelmente, é só psicológico.”
Logo depois que ela pensou isso, algo a atingiu. Foi como se a ficha tivesse, finalmente, caído.
Ela não ia estar sozinha.
Ela ia ser a família de alguém e alguém ia ser a família dela.
“Será que não estar mais sozinho pode mudar Klaus?” _pensou, reconsiderando a questão de contar ou não.
Se ela estava se sentindo assim, talvez ele também amolecesse e deixasse ela ficar com Elijah, desde que ela não interfira no “reinado” da família original.
A vampira já tinha odiado o hibrido por muito tempo, e ainda odiava. Ele tinha matado sua família inteira porque ela não deixou ele sugar o seu sangue num ritual ridículo para acordar seu lado lobisomem, mas, em alguma parte do caminho, ela tinha começado a ver pelo lado dele e o entender.
Ele havia feito ela sentir a mesma infelicidade e solidão que ele sentia – sem muito motivo porque, mesmo ele tendo sido rejeitado pelos pais, ele não estava realmente sozinho porque Elijah e Rebekah nunca o deixaram – e ela tinha visto o quão horrível era.
Sacudindo a cabeça, ela mandou si mesma parar com aqueles pensamentos. Ainda estar viva já era bom o suficiente quando se tratava do joguinho doente entre ela e Klaus.
Esquecendo sobre as blusas, ela começou a fazer uma lista mental sobre o que ela tinha que fazer.
Primeiro, ela tinha que comer a porcaria do cereal e fazer de tudo para a criança ficar bem.
Segundo, ela tinha que arranjar roupas novas.
Terceiro, ela tinha que desfazer o acordo com o Damon. Ela não estava bem para ir procurar uma adolescente vampira com problemas emocionais e como ela já tinha feito sua parte prometida, ele não poderia contar ao Klaus onde ela estava.
Também, se ele contasse, o hibrido estaria um pouco ocupado para se preocupar em persegui-la. Era engraçado pensar que ela tinha feito zoação pelo hibrido original malvado e lunático estar tendo um bebê e agora, ela mesma, uma vampira egoísta, mentirosa e trapaceira estar tendo seu próprio bebê. E com o irmão de seu maior inimigo que, por acaso, era o hibrido original malvado e lunático.
Quarto, ela tinha que resolver o resto dos detalhes e... Seguir em frente!
Notas finais
Espero pelas reviews ansiosa e quem não respondeu, responda: Menino ou Menina?
Bjs, Lyddie.
♥ ♥ ♥ ♥ ♥
Fale com o autor